Stop the world
Capitulo Anterior
Voltamos pro hotel, pegamos a coisa e pegamos a estrada pra outra cidade.
>> AGORA <<
Na estrada paramos pra descansar um pouco, iriamos dormir no carro mesmo então paramos em um posto, sai do carro e entrei na lojinha com o Dean pra comprar alguma comida pra gente. Depois que paguei voltei pro carro, comi e tentei dormir um pouco. Quando acordei no dia seguinte já estávamos na estrada, SuaAmiga estava dirigindo.
SuaAmiga: Sam achou uns presságios em Ohio, e mais isso não importa, o que importa e que um cara estourou os miolos na igreja e outro na loja antes de ser pego pela policia, estamos indo pra lá e a primeira parada e na igreja onde aconteceu o último acidente e vamos falar com o padre que estava na hora em que o cara se matou.
Eu: Nossa, interessante.
Assim que chegamos entramos e chamamos o padre e ele nos mostrou onde o homem se suicidou.
Padre: E foi bem ali que ele se matou.
Eu: Acha que teria um porque disso tudo?
Padre: Não, ele só disse que deus não está mais com a gente.
Sam: O homem que também se suicidou na loja acha que ele também tem algo em comum?
Padre: Não sei, talvez.. ou ele poderia está..
Sam: Possuído?
Padre: Digamos que sim, a cidade era bom até uns tempo atrás, agora está assim. A dois meses o homem da loja e agora aqui na igreja não sei o porque.
Eu: Ok, e o bastante padre, obrigada.
Saímos da igreja e fomos a um hotel... Quando chegamos nos acomodamos.
Eu: Dean fecha a porta por favor. - ele foi fechar. -
Dean: Nick?
Eu: Quem e Nick?
xxx- Eu. - olhei pra porta. -
Caminhei até a porta e vi ele, uma moça apareceu quando ele estava conversando com o Dean.
Dean: Que isso rapaz?
Nick: Minha irmã - a moça foi embora - adotiva, sabe como e.
Eu: Eu não sei.
Nick: Quem são as princesas?
Dean: Não ousaria chama-las de princesas.
Eu: Pra você nem pelo meu nome deve me chamar, eu não te conheço.
Dean: Sam, SuaAmiga e SeuNome, esse e um antigo amigo, parceiro de caçada, quando o Sam estava fazendo faculdade eu e ele trabalhamos juntos, olha Nick honestamente esse trabalho não e pra você, qualquer dia vai acabar morto. .
Nick: Uhum.
Dean: Encontrou alguma coisa na cidade?
Nick: E, um monte de nada, nenhuma das pessoas que se mataram estavam possuídas, eu acho, mas temos que ver, mas tem um cara no bar bem suspeito.
SuaAmiga: Quem?
Nick: Ricky, foi ele quem trouxe tudo aqui, as prostitutas, os jogos ele e quase o dono da cidade.
Eu: Onde podemos acha-lo?
Nick: No bar - olhou o relógio - exatamente agora.
Eu: Vamos.
Eu peguei a chave do carro e fomos, quando chegamos ao bar encontramos um monte de garotas, melhor putas, prostitutas e outras coisas mais, que só de olhar me deu nojo.
Eu: Brincadeira. - nem olhei pra elas -
Dean: Pensei que fosse uma cidade decadente.
Sam: E é, ou era pra ser.
Eu: Vamos fazer o que temos que fazer e sair desse puteiro.
Dean: Antes vamos fazer umas pesquisas.
Eu: Cala a boca - puxei ele pelo casaco. -
Entramos no bar e percebi que era pior do que o lado de fora, olhamos tudo e encontramos o Nick no meio de todo mundo, enquanto eles conversavam eu olhava os homens que davam dinheiro as prostitutas e elas guardavam tudo dentro da roupa.
Nick: O Ricky está ali, e ele fica ali a noite toda, ninguém chega perto.
Sam: E o que fazemos?
Dean: Vocês eu não sei, mas eu vou fazer uma pesquisa com aquela mina do bar ali.
Nick: Calma, eu e ela já temos uma conversinha marcada pra mais tarde, mas agora eu tenho que ir, valeu.
Dean: Eu duvido que ele ganhou ela assim.
Eu: Essa e a grande diferença Winchester, as mais difíceis tem classe e são melhores as mais fáceis são putas e qualquer um pode, pra você entender direito ela e puta e as outras que não estão nesse ninho de putas são boas.
Dean: Saquei, mas nesse momento eu prefiro elas, olha ela, que traseiro e esse.
xxx- você acha e?
Dean: Padre? - riu - desculpa.
Padre: Sabia que viriam aqui, todos veem.
Eu: No meu caso, eu não tive escolha, eu fui forçada.
Sam: Olha sem ofensa mas o que o senhor faz aqui?
Padre: Goste ou não, tenho que seguir meus fieis.
xxx- E ele bebe de graça.
Padre: Verdade e uma certa garota do bar me deve uma confissão.
xxx - Não nessa vida padre.
Padre: Eu quero ver o seu traseiro na igreja - se levantou e saiu -
xxx- Vocês vão beber o que?
Dean: Escolha você.
xxx- Eu vou fazer.
Dean: E disso que eu gosto. - riu -
Ficamos esperando, eu olhava cada um daquelas pessoas quando vi um homem com uma arma não.
Eu: Ei ei, olha - apontei -
Antes mesmo que fôssemos até ele e impedir de fazer uma besteira ele atirou na cabeça do homem que estava sentando em uma mesa, e quando percebemos que logo em seguida iria se matar corremos e tiramos a arma da mão dele, Dean o imobilizou até a policia chegar e quando chegou não fez perguntas ou algo do tipo só agradeceu.
Sam: Tem policia demais aqui, vamos embora.
Eu: Calma.
SuaAmiga: O que tá acontecendo com a cidade, eles estão sendo possuídos ou não?
Dean: Não, talvez a cidade esteja cheia de Zé mané
Eu: Pena que você não mora aqui ai voce seria mais um deles.
Policial: Estão prontos para as fotos? um fotógrafos estão vindo tirar seus retratos para o jornal local.
Dean: Quanta honra seu policial, fantástico.
Eu: E, hora de ir.
Dean: Pera um pouquinho, pera um pouquinho.
Eu: Vamos pra outro lugar e depois ligamos pra ele.
Saímos do bar e voltamos pro hotel, dormimos.. Manhã seguinte me arrumei e sai com o pessoa pro restaurante perto dali e pedimos alguma coisa pra comer enquanto o Dean ligava pro Nick pra saber onde ele estava.
Sam: Pelo visto você sacou que tem carne fresca a pouca distância, não e?
Dean: To cansado de dizer pro Nick que ele vai se meter em encrenca.
Eu: Você acha que ele sumiu, mas Dean olhando por outros lados, ele pode ter se mandado.
Dean: Nick e um bobão, um bobão legal, covarde não ele não ia sair assim.
Sam: Enquanto você vê o Nick eu vou ver esse tal ve Ricky ele me olhou estranho ontem, tem alguma coisa acontecendo aqui. - se levantou -
SuaAmiga: Eu vou com você Sam. - foram embora.-
Eu: Parece que fomos só eu e você.
Dean: Nem vem. - eu ri - vamos.
Ficamos procurando o Nick o dia todo mas nada dele, rastrei ele pelo celular onde deu em uma casa velha, fomos até lá e encontramos ele morto no porão.
Eu: Meu deus.
Dean: Eu disse que ele iria acabar sendo morto.
Eu: E mas eu não acreditei, vamos tirar ele daqui.
Dean: Antes vamos fazer uma armadilha pro demônio dessa casa.
Eu: Quem você acha que mora aqui?
Dean: Quem foi a ultima menina com quem ele saiu?
Eu: A garçonete do bar.. ahhh e ela?
Dean: Sim.
Fizemos as armadilhas e queimamos o corpo, voltamos pro bar ao cair da noite iriamos encontrar o Sam e a SuaAmiga, fiquei no balcão bebendo com o Dean quando veio uma menina.
xxx- Eu tenho que dizer, qualquer mulher desse bar vai querer você inteirinho.
Dean: E, alguém tinha parar aquele cara, chutado a arma dele e evitado as mortes.
xxx- Vamos fazer o seguinte geralmente eu cobro 400 por noite. - ela se aproximou do ouvido dele e não me deixou escutar.
Geralmente eu daria patadas e até expulsaria a mulher a chute mas por que eu faria aquilo se a decisão de ficar com ela era dele? Ele me olhou e eu desviei o olhar e continuei na minha.
Dean: Tá me achando com cara de que? - eu me surpreendi com a resposta -
xxx- E eu tenho cara de que? barata?
Eu: Não, mas essa eu faço questão de responder.
Dean: Deixa quieto.
Eu: Cara de barata você não tem, mas dá nojo, mas barata não e tão nojenta quanto você, mas sabe do que você tem cara? daquelas putas que ficam correndo atrás de homens no bares por ai e que quando ganham um fora não aguentam, então minha dica pra você é, se não aguenta, bebe leite.
xxx- idiota.
Eu: Antes idiota do que você, querida. - me sentei de volta -
Garçonete: O que disse pra dispensar aquela prostituta?
Dean: Disse a ela que estava com a garota do bar, foi facinho
Eu: Era o sol que me faltava, brincadeira.
Garçonete: E mas a garota do bar não está livre.
Dean: E não tá não? tem mais alguma coisa com o cara altão com roupa de ginástica?
Garçonete: Quem?
Dean: Não eu me enganei, tá afim de sair comigo quando acabar aqui?
Garçonete: Pra que esperar, vamos agora mesmo.
Eu: Dean...
Dean: Fica.
Eu: Ah?
Dean: Tchau.
Eu iria deixar ele ir sozinho, já que eu estava com meu carro minha função naquele era segui-lo. Ela levou ele para a casa que fomos de manhã, esperei alguns minutos a mais do que eu queria e sai pra tentar falar com o Dean mas a entrada estava cheia de pedras.
Eu: Você e um idiota por me ignorar todas as vezes e eu sou outra porque sempre te salvo. Agora me diz como vou falar com você, eu podia te bater por chamar o Nick de bobão sendo que você também e um. Bobão.
Tentei liga pro Sam e pra SuaAmiga mas não havia sinal onde eu estava. Esperei mais um pouco e vi um carro chegando, me escondi e vi que era o Sam, eu apareci e abracei e a SuaAmiga e o estranho era que o Padre estava com eles, mas... o Padre? se a garçonete era um demônio e o Padre estava na casa dela, porque o Padre viria.
Eu: Não e o Padre.
SuaAmiga: O que? claro que o Padre porque não seria?
Eu: Shhhiu! fala baixo, olha presta bem atenção em mim, Dean está com a garçonete, a garçonete e um demônio, se o padre sabia que a garçonete estaria aqui me diz por que levaria vocês aqui em vez dar apenas o endereço?
SuaAmiga: Por que ele está no corpo de um padre?
Eu: Melhor maneira de se fantasiar.
SuaAmiga: O Sam precisa saber.
Eu: Precisa, mas não tem como, olha eu e o Dean viemos aqui de manhã, e vimos que o Nick foi morto pela garçonete, e fizemos armadilhas e outras coisas, ele me pediu pra ficar no bar, e eu não sabia que o plano iria dar errado, e agora deu.
SuaAmiga: Achar vocês foi como achar uma agulha no palheiro, foi dificil demais e foi da pior maneira, por um demônio, bela maneira.
Eu: Agora finge que não sabe de nada.
Nos escondemos e vimos o padre entrar, entramos em seguida com a faca e vimos ele entrar no porão e jogar o Dean longe, antes que pudesse falar com a garçonete ele quebrou a armadilha pro demônio e a beijou. Assim que o Dean se levantou o padre o levantou pelo pescoço. SuaAmiga devagar tentou chegar perto do padre mas a garçonete a puxou. Fui o mais rápido que pude enfiando a faca em suas costas e o fazendo cair, depois enfiei a faca na garçonete.
Eu: Adios vadia - puxei a faca de volta. -
Dean: NÃO.
Eu olhei pro Dean e não entendi porque ele não queria com pediu que não matasse, eu joguei o corpo dela no chão e ajudei eles a se levantarem e fomos embora. Passamos a noite acordados e de manhã eu e o Dean fomos tomar café.
Dean: Ela disse que sabia dos planos do diabo pro Sam.
Eu: Demônios mentes, agora ela está morta.
Dean: Você os matou sem dor.
Eu: Da mesma maneira que mataram minha mãe, sem pensar duas vezes. E assim Dean, pouco papo e mais ação, eles querem nos matar e nos queremos mata-lo ai você me diz se prefere morrer por um deles ou mata-los e leva-los de volta pro lugar onde nunca deveriam ter saído, olha, sinceramente eu sei que aquela moça e aquele padre estavam possuídos e eu os matei, desculpe mas um padre Dean, eu não sei mas no lugar dele eu preferia está morta.
Dean: Mas ainda eram pessoas.
Eu: E - andei na frente - você vem? ou não?
Dean: Claro.
Voltamos pro hotel e ficamos descansando e a noite pegaríamos a estrada.
Dean: Vamos - pegou as malas. -
Eu: Mas não iriamos a noite?
Dean: Vamos pra Ohio.
Eu: Okay
Dean: precisamos ir, e você vem comigo no meu carro.
Eu: Nunca me chamou pra ir com você no carro.
Dean: Anda logo antes que eu mude de ideia.
Apaguei as luzes e fui pro carro, e saímos da cidade e quando anoiteceu paramos em um hotel proximo pra descansar.
Dean: Sam, vai no mercado.
Sam: Tá.
Dean: Trás torta.
Sam: Eu sabia.
Eu: Vou com você.
Fomos no mercado e pegamos tudo e pagamos, no caixa vi que o Sam olhava um jornal que estava no balcão estrito "o assassino do picador de gelo ataca de novo." eu pensei que não fosse nada então voltamos pro hotel. Depois que comemos dormimos. Manhã seguinte acordei e vi que o Dean ainda estava dormindo e a SuaAmiga também eu não vi o Sam então pensei que ele tivesse na loja comprando alguma coisa mas ele tava demorando demais então resolvi chamar o Dean, ele se levantou e se arrumou e procurou as chaves do carro.
Dean: Vocês pegaram a chaves do meu carro?
Eu: Não, eu tenho o meu.
SuaAmiga: Pra que eu pegaria?
Dean: Sammy.
Eu: Vamos atrás dele.
Dean: Você tem ideia de ontem ele está.
Eu: Não, mas sei que levou com ele o jornal que pegou na loja.
Dean: O que tava escrito no jornal?
Eu: O assassino do picador de gele ataca de novo, olha eu sinceramente não sei - ele me interrompeu -
Dean: Vamos embora.
Eu: Onde você acha que ele passou agora?
SuaAmiga: Necrotério com certeza.
Eu: Okay, vamos lá.
Passamos no necrotério e perguntamos se o Sam tinha aparecido e disseram que sim e nos mostraram o corpo.
Homem: Foi esse corpo que pediu pra ver.
Dean: Ele mexeu no corpo?
Homem: Não só fez perguntas sobre as vitimas, sumiço de pituitárias.
Dean: Ah, filho da..
Eu: Vamos.
Dean: Ele tá caçando um kitsune, eles são muito comuns e a gente caçou um em 98, não foi nossa melhor caçada.
SuaAmiga: E pelo menos sabemos que ele está em um caso.
Dean: E mas tinha que dar uma de mágico?
Eu: E vai fazer o que quando acha-lo?
Dean: Rastreador tá ligando e ele está no hotel a alguns km daqui, vamos.
Entramos no carro e fomos até lá. Quando chegamos fomos discretos e olhamos o quarto assim que vimos que estava vazio entramos e esperamos o Sam chegar. Conseguimos ver que ele chegou pelo farol do carro e quando ele abriu a porta o Dean acertou ele com um soco.
Dean: E ai Sam?
Colocamos ele pra dentro e esperamos acordar.
Dean: Nova regra roubou meu carro leva porrada, você tá maluco fugir de mim desse jeito tem noção do show de horrores que passou pela minha cabeça, deu sorte que a (SeuNome) sabia onde te encontrar e seu GPS está ligado, porque quando eu te encontrasse eu iria mandar você pro inferno.
Eu: Chega Dean.
Sam: Eu deixei um bilhete, tinha um trabalho na cidade.
SuaAmiga: Sabemos um kitsune.
Dean: E, eu sei, eu sei, e você ignorou minha ligações por que?
Sam: Porque eu queria cuidar do caso e eu cuidei, eu resolvi tudo.
Eu: Serio?
Sam: Serio.
Dean: Ah, é serio? E cadê o corpo?
Sam: Ah.. não tem corpo.
Eu: Ah? Você resolveu mas não tem corpo, na nossa vida isso e normal?
Dean: Por que não tem?
Sam: Porque eu a liberei.
SuaAmiga: E pra rir?
Sam: Não, eu a deixei a ir, porque e há muito tempo ela salvou minha vida.
Eu: E agora ela mata a vidas das pessoas, Sammy não to te reconhecendo.
Sam: Há uns anos atrás, ela matou a mãe dela pra me deixar ir, ela quase me matou.
Dean: Nunca me contou isso.
Sam: Nunca contei a ninguém.
Dean: Ai viu o artigo no jornal e foi a procura?
Sam: E.
Dean: E eu sei que ela salvou a sua vida mas ela tá matando gente, e temos que mata-la.
Sam: Não - ele pegou o casaco e se levantou da cadeira. - Olha eu deixei ela ir, eu vi o que ela faz, ela trabalha na funerária só pra se alimentar
Eu: E os corpos?
Sam: O filho dela tava morrendo e ela precisou fazer isso, e se fosse com vocês e eu no lugar dela, teríamos feito a mesma coisa. Olha se vocês não confiam nela, ok, mas confia em mim, por favor.
Dean: Tudo bem, vamos sair da cidade amanhã.
Eu: Okay agora vamos dormir que já está na hora.
Dormimos um pouco e na manhã seguinte arrumamos tudo pra sair.

