Stop The World
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Os policias correram atrás deles o que deu tempo pra gente correr até a casa, assim que eu entrei eu me senti mais aliviada.
>> AGORA <<
Colocamos a bolsa no chão e pegamos as lanternas e as armas e fomos olhar a casa, assim que passamos pelo símbolo o Dean parou e ficou observando.
Dean: Eu já vi isso.
Eu: Vamos rápido, não temos muito tempo.
Descemos a escada e olhamos tudo em volta, eu vi as prateleiras com vidros em conservas, ouvi barulhos vindo do armário, o Sam ia abrir, ficamos prontos pra isso. Quando ele abriu saíram ratos de dentro do armário, eu me assustei mas não gritei nem nada. Senti que havia alguém atrás de mim quando senti alguém puxando meu braço e me levando junto, era um fantasma, mas ele não desapareceu, eu peguei minha arma, e eu e eles atiramos e por alguns minutos o fantasma desapareceu.
Eu: Mas que tipo de espírito e imune a sal grosso.
SuaAmiga: Talvez o Karl Hall
Dean: Vamos, vamos. - correu. -
Eu fui a última a sair o Karl me pegou pela camisa e me jogou nas prateleiras com os vidros, eu cortei minhas mãos mas consegui me levantar, o Sam me ajudou enquanto a SuaAmiga e o Dean estavam brigando contra o fantasma, corremos em direção a porta, peguei a bolsa e nos jogamos na porta caindo no chão, assim que saímos Ed e Harry estavam parados, nos levantamos e corremos. Voltamos pro hotel, a SuaAmiga me ajudou a fazer os curativos, o Dean estava deitado e o Sam estava pesquisando sobre o Karl
Dean: Eu pensei que o Karl só pegava garotas.
Sam: E diz, e também diz que ele se enforcou mas vocês viram os pulsos cortados?
Eu: Eu vi quando ele me agarrou pela camisa, além disso ele usa um machado, qual e o porque disso?
SuaAmiga: Os fantasmas são metódicos e repetem os mesmo padrões sempre.
Sam: Mas esse fica mudando, pera, olha dizem que Karl retalhou as vítimas com o machado e depois cortou os próprios pulsos agora está preso na casa pela eternidade.
Dean: Eu não sei, mas agora faço ideia de como começou. - se levantou -E mas vamos voltar lá na loja amanhã
A SuaAmiga terminou de fazer os curativos e fomos dormir. Manhã seguinte eu me levantei e coloquei uma roupa, eles já estavam acordados então disse que já podíamos ir até o Scott. Peguei meu carro e fui até a loja que ele trabalhava, quando chegamos ele estava sentado com os pés no balcão e bebendo café, entramos.
Scott: Não to nem um pouco afim de falar com vocês hoje.
Dean: Nos só viemos pra comprar um CD amigo. - ele pegou um CD - eu não tava conseguindo sacar aquele símbolo.
Eu: Sim, e o tanto que procuramos sobre e ele - chegamos perto do Scott -
Dean: Dai eu pensei, mas o símbolo não significa nada, porque se significasse saberíamos, mas então Scott você gosta e mescla cultural? ou só de assustar pessoas? - O Scott pegou o CD-
Eu: Porque não abre o jogo pra gente e nos conta sobre a casa.
Scott: A minha irmã e eu estávamos de ferias e a gente só queria se divertir e ai eu mostrei a ela a casa abandonada que eu achei, nos fizemos parecer que ela era assombrada, fizemos símbolos nas paredes, tiros uns de CDs e outros de livros teologia da minha irmã, e descobrimos que um cara chamado Karl Hall trabalhava ali e inventamos uma historia pra ele ai a historia foi se espalhando e uns caras puseram em um website idiota e a coisa criou vida própria. No começou eu achei engraçado mas aquela garota morreu, era só uma pegadinha.
SuaAmiga: Tudo bem. - saímos de perto dele - Se era armação como explica o Karl?
Voltamos pro hotel, o Sam foi tomar banho, eu aproveitei pra dar uma descansada e me deitei na cama, o Sam se vestiu e fomos até o restaurante de esquina almoçar, pegamos uma mesa.
Sam: Escuta, eu acho que isso pode ser um tupa, aconteceu um acidente a muito tempo, um grupo de monge se uniu e mentalizou monstro, meditaram tanto que trouxeram a criatura pra vida de repente.
Eu: Idai?
Sam: Eram 20 monges, imagina o que 10 mil internautas podem fazer, olha o Scott inventa a historia de Karl e a coisa se espalha, vai pra internet e agora são inúmeras pessoas e todas acreditam neles.
SuaAmiga: Então só porque as pessoas acreditam no Karl ele existe?
Sam: E, talvez.
Eu: E porque quando eu colocava um dente debaixo do travesseiro na manhã seguinte nunca aparecia moedas?
Dean: Porque você não merece.
Sam: E por causa disso - virou o notebook - um sigilo espiritual betano, na parede da casa o Scott disse que eles pintaram símbolos do livro de teologia da irmã, ele devem ter pintado esse símbolo sem ao menos saber o que era, esse sigilo e usado por séculos concentra pensamentos de meditação como uma lente de aumento as pessoas entram no website do Ed, olham pro símbolo pensam no Karl e eu sei lá, só sei que e o bastante pra dar vida a um tupa.
SuaAmiga: Agora explica porque ele muda.
Sam: A lenda muda, as pessoas pensam coisas diferente e o próprio Karl muda.
Eu: E também explica porque o sal grosso não faz efeito.
SuaAmiga: Porque ele não e um espírito tradicional.
Dean: Então temos que tirar o sigilo de betano da parede do website.
Sam: Não e tão simples, os tupas são conjurados eles ganham vida própria.
Eu: Então se ele e uma forma mental, como matados uma ideia?
Dean: Não vai ser fácil o Ed e o Harry na jogada.
Eu: Matados ele e jogamos no mar, simples - sorri -
Dean: E tive uma ideia.
Eu: Qual?
Dean: Vamos.
Ele entrou no carro, eu segui eles e paramos em um trailer, eu vi que era o trailer que os malucos moravam, o Dean bateu na porta e ele abriram.
Ed: O que querem?
Dean: Que fechem o website.
Ed: Vocês estão brincando, não e?
Eu: Estamos com cara de quem está brincando - o encaramos - não né?
Ed: Não vamos fechar o website, passamos a noite na prisão, por causa de vocês.
SuaAmiga: E, mas se não fecharem o website mais pessoas morrem, querem isso?
Harry: O que tem haver o website com pessoas morrendo?
Eu: Negocio e o seguinte, vimos as mesma coisas ontem, não foi? e milhares de pessoas sabem do Karl, e isso vão fazer com que elas queiram e entrem na casa do inferno e vão esbarrar com ele e alguém pode se machucar mas falando a minha língua alguém pode morrer.
Harry: Ela pode tá certa.
Ed: Não.
Eu: Me segura pra mim não virar minha mão na cara deles. - falei pro Dean -
Ed: Não mesmo, nos temos um compromisso com nosso fãs, com a verdade.
Eu: E eu tenho a obrigação de encher vocês de porrada.
SuaAmiga: (SeuNome) tá tudo bem.
Sam: Esquece, até poderíamos contar o que sabemos sobre o Karl, mas como eles não vamos no ajudar.
Eu: E tem razão, vamos.
Ed: EI EI EI ESPERA, ESPERA. - eles vieram atrás de nos - o que sabem sobre Karl?
Dean: Não conta não.
SuaAmiga: E se eles fecharem o website?
Eu: Eles não vão topar.
Harry: Esperem.
Ed: A gente topa. - paramos -
Dean: E um segredo.
Sam: Tudo bem, e uma coisa seria e não foi fácil de achar só se prometerem que vão tirar tudo do ar depois.
Ed: Tá, tudo bem, - o Sam tirou um papel do bolso -
Sam: E uma certidão de orbita que encontrei na biblioteca e de acordo com o legista a causa da morte foi suicídio com arma de fogo.
Dean: Ele nunca se enforcou.
Eu: Ou cortou os pulsos, ele não enforca meninas nem anda com um machado.
Harry: Ele se matou com um tiro?
SuaAmiga: Sim, com uma pistola 45, dizem que até hoje ele tem medo delas e parece que se atirarem nele com essa pistola 45 com balas especiais você mata ele.
Harry: Então, eu já vou - correu -
Ed: Harry mais devagar vão achar que estamos ansiosos.
Eu: Meu deus - ri - acha que vai funcionar?
Dean: Se não funcionar a gente volta mata os infeliz e joga o corpo no mar. - riu - vamos comer.
Fomos ao bar e esperamos que eles postassem o website.
Eu: Eles já publicaram?
Dean: Sim, escuta. Soubemos por fontes confiáveis que Karl Hall tem um medo mortal por armas de fogo.
SuaAmiga: Quanto tempo esperamos?
Sam: O suficiente pra historia se espalhar e alterar a lenda, mas a noite já podemos ir lá, as balas de ferro vão resolver. - puxou a cordinha do boneco. - eu odeio essa risada.
Eu: E mas eu se o que fazer - peguei o boneco - vem.
Eu coloquei o boneco na mala do carro, quando caiu a madrugada fomos até a casa, os policias ainda estavam lá, o Sam, Dean e a SuaAmiga se esconderam, eu entre pela mata e coloque o boneco na árvore e amarrei a cordinha no galho e isso fez que o boneco não parasse de rir, eu voltei pra onde eles estavam escondidos e fiquei olhando os policias de longe, um deles ouviu o barulho e procurou depois de um tempo eles desapareceram, corremos pra dentro da casa e pegamos as armas, eu e a SuaAmiga pegamos a esquerda e o Dean e Sam e direita e enquanto entramos nas sala ouvimos gritos dos meninos e corremos pra ver e quando chegamos o Ed e o Harry estavam lá.
Eu: Ah não, pelo amor de deus, vocês não tem nada pra fazer não?
Ed: O que acha que estamos fazendo agora?
Eu: Quando eu perguntei se vocês não tinham nada pra fazer me referi se vocês não tem louça na pia ou cueca pra lavar.
Harry: Nos deveríamos perguntar isso.
Eu: O que? - Eu fui pra cima dele, mas o Dean puxou minha mão - tem muita sorte de estarmos sem tempo, se não eu arrancaria o coração de vocês dois sem pena e daria pros cachorros da rua.
Ouvimos barulho de lâmina vindo de uma sala fechada, o Dean, Sam e a SuaAmiga ficou preparado pra atirar e eu iria abrir a porta, mas eu tive medo então não fui, eu fiquei atrás do Harry e a porta abriu sozinha com o Karl vindo nos atacar, eu fui pra frente e ajudei eles atirando no Karl e ele sumiu, nos separamos e fomos procurar, da cozinha ouvi gritos do Harry.
Eu: Vocês publicaram a historia?
Ed: Claro que sim.
Harry: Mas nosso servidor quebrou e não entrou.
Eu: Então as armas não vão funcionar?
Harry: E.
Eu: Maravilha.
Harry: Vamos embora daqui. - correram - AHHHHHH ED CORRE ELE TÁ AQUI
Eu: Tenho uma ideia.
Dean: Qual?
Eu: Fogo, Sam vai atrás deles, vamos tacar álcool na casa e queimar.
O Sam foi atrás do fantasma, eu, Dean e a SuaAmiga jogamos álcool pela casa inteira, pude ouvir os gritos do Sam então fomos até ele.
Eu: EI, vem Sam. - agarrei ele - vamos.
Saímos correndo e quando chegamos na porta eu joguei me isqueiro e corri pra fora da casa, mais pra frente eu parei e olhei a casa pegando fogo com o Karl na frente olhando pra gente, andei até o carro e guardei tudo.
Dean: Colocar fogo na casa foi sua melhor ideia?
Eu: E, sem casa sem espírito e sem espírito sem mortes, além disso a lenda dizia ele não podia sair da casa.
Dean: E se a lenda for alterada?
Eu: A gente volta e resolve e isso que fazemos.
Eu dei a chave pra SuaAmiga dirigir, entrei no carro e pegamos a estrada, eu tirei um sono até amanhã, na manhã seguinte quando acordei no meio do estacionamento sozinha no carro, tirei a chave e fechei e sai. Avistei o Sam vindo de longe falando ao telefone.
Eu: O que foi?
Sam: Pra você, café, Dean mandou - me entregou. -
Eu me sentei no capo do carro com ele e tomei o café.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
domingo, 29 de junho de 2014
Stop The World - Capitulo 15
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Ele levaram eles enquanto eu, Donna e SuaAmiga esperamos.
>> AGORA <<
O Drake se levantou assustado da cama, e eles voltaram
Eu: O que aconteceu?
Drake: A policia, está construindo um caso contra mim.
Donna: O que?
Drake: Eles sempre queriam um caso relevante, pegaram um policial renegado, isso se qualifica.
Sam: Especialmente de um que ele tem bronca.
Drake: Meu primeiro caso, não me deixaram ser detetive chefe, eu fui nomeado
Eu: Isso e uma revanche?
Donna: Eles não podem prender você, eles não tem evidencias, provas.
Drake: Ele tem, ele tem tudo.
Donna: E quem deu?
Dean: Alan, o gato.
Drake: Não.
Eu: Quem e Alan meu deus?
Dean: O gato que conhecemos no bar de bruxos.
Drake: NÃO.
Eu: Ei, vai com calma queridinho - ele me jogou na parede. - Ah filho da.. mãe
Ele jogou o Sam, SuaAmiga e o Dean na parede também e brigou com a Donna e ele foi embora, eu me levantei com dores nas costas e fui ver os outros que estava desmaiados no chão, estávamos sozinho, Drake e Donna foram embora, eu tentei acordar o Sam, mas ele não acordou e depois percebi que o Dean estava acordando e fui até a cama e falei com ele.
Eu: Ei, ei - passei a mão no rosto dele - me escuta, o Drake foi até o bar, temos que ir atrás dele Dean, olha pra mim.
Dean: Ah?
Eu: Acorda, você tá bem?
Dean: Sim. - se levantou - Sammy.
Sam: Ah.. oi?
Ele acordou depois fui ver a SuaAmiga e ela já estava acordada, pegamos o carro e fomos até o bar, e quando chegamos o Drake estava lá.
xxx- Dean, o wikano de Detroit - nos jogou contra parede -
Eu: Ja tá ficando chato. - me levantei - rápido pega o feitiço.
xxx- Não e só na mente do Drake que eu posso entrar.
Ele jogou feitiço em mim me fazendo lembrar de todos os momentos ruins, desde da escola, as mortes, até hoje, eu sentia que não podia me mover pois aquilo estava fazendo minha cabeça explodir mas eu ainda estava lá, a Donna chegou e atacou o cara fazendo ele desfazer o feitiço, eu cai no chão e o Sam e o Dean jogaram o feitiço nele, ele se explodiu em uma gosma vermelha e depois que desapareceu o Dean veio me ajudar, eu me levantei, fomos até o carro, arrumamos as coisas e de longe vimos a Donna e o Drake.
Eu: E ai? - sorri -
Donna: Vimos pra agradecer a ajuda, Sam, Dean, SeuNome, SuaAmiga, obrigada por nos ajudar.
Eu: Não foi nada.
Drake: Agora vamos sair da cidade, o pessoal não nos quer por perto, e vocês tinham razão a policia estava realmente criando um caso contra mim, suficiente pra tornar minha vida um inferno.
Donna: Vamos recomeçar e ser do jeito que sempre foi, para todos nos. - olhou pra mim - Eu vou sentir a sua falta, a sua também Sam, vocês passaram no meu teste.
Dean: Eu gosto de cães.
Donna: Não, não gosta não, eu fiz um teste, e nele que passou foi apenas o Sam, SuaAmiga e SeuNome, mas talvez eu sinta a sua falta, SuaAmiga eu sentirei sua falta, obrigada. - SuaAmiga sorriu - adeus.
Eles entraram no carro e foram embora, eu entrei no quarto e terminei de arrumas as coisas na bolsa e o Dean me ajudou, Sam e a SuaAmiga estavam arrumando as coisas no carro.
Eu: No bar eu consegui ver tudo, e foi como se eu tivesse passado por isso de novo. - Dean se aproximou - e eu pensei que.. ah, que estivesse presa porque aquilo se repetia dentro da minha cabeça.
Dean: Eu também vi algumas coisas na minha cabeça, eu pensei que estivesse preso pra sempre.
Eu: E.. mas acabou - sorri -
Sam: Vocês vem? - o Dean me olhou -
Dean: Sim - o Sam entrou no carro - Não quer ir comigo no carro?
Eu: Não, eu quero dirigir.
Dean: Como quiser.
Entrei no carro e pegamos a estrada, fiquei a noite toda dirigindo sem pausa e de manhã paramos pro café, fui até a lojinha ao lado pra comprar algumas coisas e vi a manchete do jornal e peguei pra lê: "Adolescentes entram em casa abandona e dizem ter visto corpo de mulher morta." eu paguei o jornal e joguei pro Dean ler.
Eu: Acha que devemos ver?
Dean: Acho.
Eu: E onde vamos encontrar eles?
Dean: E onde os adolescentes costumam está.
Eu: E eu sei lá. - ele entrou dentro do carro. - O que?
Dean: Vai ficar?
Eu: Se você me não me disser aonde eles ficam quem sabe.
Eu entrei no carro e segui eles, paramos em um bar próximo, eu sai do carro e fui até o Dean.
Eu: Pago quando quiser que eles não vão está ai.
Dean: Se esqueceu que sou o Dean?
Entramos no bar e o Sam falou com os meninos.
Sam: Eles disseram que podemos encontra um tal de Scott aqui ao lado na loja de CDs e podemos saber a historia melhor.
Dean: Você me deve..
Eu: Em cheque
Dean: Eu sei que não vai me dar. - eu sorri - sabia.
Andamos até a loja, o Dean ficou vendo os CDs e eu e o Sam fomos falar com o Scott.
Eu: O que sabe sobre a casa?
Scott: A casa do inferno não tem nada de mais lá, mas diz a historia que nos anos 30 o fazendeiro Karl Hall vivia na casa com as seis filhas foi na depressão a coleta estava ruim e ele não tinha dinheiro pra dar dinheiros pras meninas e ele ficou malucou, matou as filhas enforcadas e depois se matou, e dizem que o espírito dele está preso na casa e ele mata todas as meninas que aparecem por lá.
Dean: Quem te contou isso?
Scott: Minha irmã, eu não sei quem contou isso pra ela, mas eu não acreditava até pisar lá, mas eu nunca mais vou aparecer por lá.
Dean: Tá, só isso, valeu.
Saímos da loja e fomos pro carro.
Eu: Vamos ver a casa.
Dean: Agora?
Eu: Sim.
Fomos até a casa que o Karl matou as filhas e se matou, parecia bem velha e estava abandonada, entramos e vimos alguns símbolos, o Sam tirou fotos de uns, eu continuei olhando a casa e parei em uma parede que onde tinha um símbolo, um ponto de interrogação virado de cabeça pra baixo com uma listra na horizontal e um na vertical ligando ao ponto eu sabia quais eram os outros símbolos mas aquele nunca tinha visto.
Eu: Eu nunca vi isso, vocês já?
SuaAmiga: O que?
Eu: Esse símbolo.
Dean: Eu já vi em algum lugar, só que não me lembro onde.
SuaAmiga: Sam tira a foto. - eu toquei no símbolo -
Eu: Tinta, e tá fresca, não acho que o Karl deveria ter feito isso a 30 anos sendo que a tinta ainda tá fresca.
Enquanto olhava os lugares ouvi uns barulhos vindo de algum lugar da casa, o Dean correu e fomos atrás dele, ele se escondeu na porta e arrombou e tinha dois caras lá.
Dean: Ed? Harry?
Eu: Vai dizer que conhece os doidos ai?
Dean: Eu gostaria de dizer que não, mas sim.
SuaAmiga: Quem são.
Ed: Os verdadeiros caças fantasmas. - eu ri -
Harry: Você tá rindo de que?
Eu: De vocês idiotas, vão me dizer que vocês fazer websites de assombração e colocam na internet?
Ed: Sim.
Eu: E quantas visualizações tem? 10? a fala serio, vocês não sabem de nada, e porque não vão embora daqui e deixe a gente cuidar disso?
Ed: Porque somos melhores que vocês.
Eu: Serio? porque pelo menos não caçamos fantasmas e postamos em blogs, então quem e idiota aqui? ah tá, vocês.
Dean: Calma, vamos embora. - ele me puxou -
Eu: O que?
Dean: Eles são malucos, a gente vem aqui a noite. -
Eu sai da casa chutando tudo, eu queria quebrar aqueles dois de uma só vez, mas eu tive que sair por causa do Dean que queria deixa-los na casa.
Eu: Não e justo.
Sam: Eu vou até a biblioteca ver o que acho sobre a casa e o Karl, então tá.
Deixamos o Sam na biblioteca, e Dean foi a delegacia. SuaAmiga e eu fomos almoçar e esperamos dar 3 horas da tarde pra poder saber o que o Sam achou e encontrar eles depois voltamos até a biblioteca.
SuaAmiga: O que achou?
Sam: Não achei nada sobre o Karl que morou naquela casa, mas achei sobre um cara chamado Chad Evans que morou lá nos anos 30 e ele não tinha seis filhas tinha dois e eles eram meninos e não há registro dele ter matado alguém.
Dean: E aqueles meninos não deram declaração certa, não há menina morta enforcada ou desaparecida, agora vamos ao bar tomar uma cerveja.
Eu: Ok.
Passamos no bar, eu não quis nada porque já tinha almoçado, anoiteceu rápido, pegamos um quarto no hotel próximo dali e dormimos, na madrugada umas 5h ouvi a voz do Sam chamando por mim, quando abri os olhos pude ver ele agachado ao lado da cama.
Sam: Acorda, aconteceu outro acidente na casa
Eu: O que?
Sam: Pois e, temos que voltar a casa agora, um grupo de adolescentes foram até a casa e o resto não sei, só disseram que quando entraram pra procurar a menina ela estava morta enforcada no teto.
Eu: Eu já vou.
Eu me levantei e arrumei, pegamos o carro e fomos até lá. Haviam policias e outras pessoas no local, o Sam e o Dean entraram na casa e eu e a SuaAmiga ficamos encostada no carro esperando eles e olhando ao redor. Eles saíram de dentro da casa e vieram até a gente.
Sam: Não faz sentido, ela tinha bolsa pra faculdade, se dava bem com os pais, não tem porque ela ter feito suicídio.
Eu: E, devemos ter deixado passado alguma coisa, mas o estranho e ela ter feito suicídio aqui nessa casa, eu não sei vocês mas pra mim não tem sentido algum.
SuaAmiga: Pra mim.
Dean: Voltamos a noite.
Voltamos pro hotel e esperamos entardecer, assim que caiu a madrugada preparamos as coisas pra ir até a casa, eu arrumei o sal, armas e outras coisas na bolsa os meninos fizeram a mesma coisa. Volta até a casa, só que agora estava bem mais segura, havia policiais fora da casa olhando pra que ninguém olhassem.
Eu: O que vamos fazer?
Dean: Eu ainda não tenho ideia. - ouvimos vozes - tá vindo alguém? Vou olhar.
Eu: Quem e?
Dean: Só pode tá de brincadeira, Ed e Harry, tive uma ideia.
Sam: Qual?
Dean: EI AONDE VÃO? - gritou-
Policiais: VOCÊ VÃO AONDE?
Os policias correram atrás deles o que deu tempo pra gente correr até a casa, assim que eu entrei eu me senti mais aliviada.
domingo, 22 de junho de 2014
Stop The World - Capitulo 14
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Abrimos a porta e tentamos fazer com que o Dean não entrasse.
>> AGORA <<
Eu: Olha, não nos culpe antes de saber o que aconteceu mas que ela passou a noite, então a gente fica com ela essa noite e amanhã levamos ela até uma casa que a aceite.
Dean: O que?
Eu: Ela vai ficar essa noite, ela pode ficar? - abri a porta -
Dean: O que que e isso, claro que pode. - olhei -
Eu: Ah 1 segundo ela era um cachorro - peguei a arma -
xxx- opa, opa, abaixa a arma porque assim você não vai chegar a lugar nenhum.
Eu: Não, eu prefiro atirar primeiro e perguntar depois. - continuei apontando -
Sam: Abaixa. - eu abaixei -
xxx- Eu não sou demônio, Leviatã, não sou meta morfo mas sou uma familiar e meu nome e Donna.
Eu: Acompanhante de bruxo?
Donna: E, eu soube que estavam na região e decidi pedir ajuda a vocês.
SuaAmiga: O que você quer?
Donna: O meu dono Drake Dallas e eu preciso que vocês me ajude, ultimamente o Drake vem tendo sonhos estranhos, ele vem sonhando que está matando pessoas, e eu conseguia saber de mais coisas até ele me bloquear de sua mente e eu não saber mais nada.
Eu: E como podemos ajudar?
Dean: De bruxaria nos não somos fãs.
Eu: E mas podemos achar uma maneira de ajudar, cretinos.
Donna: Obrigada, ele não pode saber que vim pedir ajuda a você, preciso ir agora, esse e o endereço - me deu -
Sam: Amanhã vamos falar com ele.
Donna: Obrigada, tchau.
Nos somos dormir, manhã seguinte eu acordei e a SuaAmiga ainda estava dormindo, eu tomei um banho e coloquei minha roupa, quando sai do hotel vi o Dean encostado no carro, ele me deu um copo de café e disse que o Sam estava comprando algumas coisas e que estava esperando a gente acordar pra poder ir, eu bebi e me sentei perto dele, e fiquei vendo ao redor, SuaAmiga saiu do hotel e veio até a gente o Sam veio andando e entregou café e comida pra gente, depois fomos até a casa do Drake, a Donna nos atendeu, e assim que ele viu que era a gente ele chamou a Donna pra conversa e os dois brigaram e ele logo veio falar com a gente.
Drake: Dean, Sam, SeuNome e SuaAmiga.
Dean: Drake, Donna nos contou que tem tido sonhos estranhos com pessoas mortas.
Drake: Pessoas mortas, não bem assim, eu as mato.
Eu: E só um sonho.
Drake: Eu também pensava assim, eu acordo na minha cama mas.. - pegou a camisa - depois disso eu soube que não era um.
SuaAmiga: E sua?
Drake: Sim.
Sam: Qual foi seu ultimo sonho?
Drake: Eu matei um homem ontem a noite.
Dean: Não e possível.
Drake: Sim, e possível, eu chequei os assassinatos na delegacia e todos haveriam acontecido, eu não sei o que tá acontecendo, eu não sei como parar.
Eu: Mas nos sabemos. - peguei a bolsa - toda noite, você vai ficar acorrentado, vamos ver e resolver o que tá acontecendo.
Dean: E possível um outro bruxo está zangando com você por ter feito alguma coisa e te jogar um feitiço e te obrigar a fazer isso toda noite quando dorme?
Drake: Sim, eu suponho que sim, mas nunca vi falar.
Dean: Tudo bem, já vamos.
Nos saímos da casa e voltamos pro hotel, eu fui comprar comida enquanto o Sam ficou pesquisando pesquisando sobre as morte, Dean e a SuaAmiga foram ver o feitiço, eu comprei a comida e voltei pro quarto, entreguei ao Sam e me sentei perto dele e vi o que ele achou.
Eu: E ai?
Sam: Os assassinatos aconteceram mesmo e ontem foi de um homem cego. - SuaAmiga entrou - E o Dean.
SuaAmiga: Foi com a Donna nos restaurante de bruxo e eu fiquei pesquisando sobre o feitiço e nada.
Sam: Agora eu vou sair e ver se o sangue que está na camisa do Drake e o mesmo da vitima e volto já.
Eu: Eu vou ficar e dormir.
Eu me deitei e fiquei vendo televisão e o Dean chegou.
Dean: Não tem nada nele, não há feitiço ou nada, Sam ligou pra mim dizendo que era o sangue da vitima na camisa do Drake, sabe o que temos que fazer?
Eu: O que?
Dean: Mata-lo, e o Drake que está fazendo isso, essa noite vamos acabar com tudo.
SuaAmiga: Você tá maluco?
Dean: Ou ele morre ou mais pessoas morrer, escolhe
Eu: Ele morre.
SuaAmiga; Vocês estão malucos.
Esperamos escurecer, assim que deu 2h da manhã a gente foi até a casa do Drake, o Sam e o Dean entraram, eu e a SuaAmiga ficamos de vigia enquanto o Dean iria por fogo na casa, eu fiquei olhando os vizinho enquanto ele ficou no quarto, quando estava andando a SuaAmiga me chamou e correu pra dentro da casa, fui até lá e a Donna estava com o isqueiro na mão.
Donna: Eu peço, não façam nada, eu e o Drake ficamos juntos essa noite.
SuaAmiga: Juntos?
Sam: Eles transaram.
Dean: HAHA, por essa eu não esperava, não mesmo.
Donna: E, nos familiares não podemos nos envolver com seus bruxos, mas..
Eu: Não precisa explicar.
Donna: Eu e o Drake não nos envolvemos a semana mas essa noite eu vi os pensamentos dele, lembranças dos homicídios, eu só vi as mortes, sem preparação, sem processo mental, sem predicação, sem motivo, só as mortes sem contexto.
Eu: Em uma outra consciência dos crimes?
Donna: Não, sabe que eu acho, que no mínimo ele está sobre controle de outro.
Dean: Lance disse que isso não e possível.
Donna: Lance disse que não sabia, e olha o Drake está acorrentado, confinado, pelo menos nos dê uma chance.
Eu: Uma, apenas uma, vamos.
Saímos da casa e voltamos pro hotel, assim que cheguei me joguei na cama e fui dormir, manhã seguinte quando acordei só estava o Dean e ele estava me olhando enquanto eu dormia, fui ate ele e perguntei onde estava o Sam e ele disse que foi a delegacia com a SuaAmiga.
Dean: Vamos.
Eu: Aonde?
Dean: Donna me disse que vamos ver um informante do Drake, vai ficar?
Eu: Não.
Entrei no carro dele e fomos encontrar a Donna depois que pegamos ela, ela nos deu o endereço e fomos ao local e esperamos o informante feiticeiro chegar e ele não demorou muito.
xxx- Donna.
Donna: Nash esses são (SeuNome) e Dean, então fez o que eu te pedi?
Nash: Claro, e quer saber, não há nada assim, nenhum outro bruxo pode fazer com que um bruxo seja obrigado a matar, nesse caso o Drake está perdido, todos já estão sabendo dos homicídios causados por eles, e quando a policia souber que foi ele, tchau Drake por isso tem que mantém-lo longe de tudo isso, antes que ele nos exponha.
Donna: Eu não vou deixar.
Nash: Claro que não vai, você tem escolha, deixa ele vivo e matando pessoas ou o mata.
Eu: Oi? vai matar o cara? não
Nash: Tem outra ideia?
Eu: Temos, somos caçadores e e nosso trabalho e salvar pessoas e matar tudo o que faz mal.
Nash: Então mate o Drake ou ele mata as pessoas, porque ele e mal.
Eu: Não, ele não e mal e você e um feiticeiro metido a esperto mas vou te dizer o que o Drake realmente e, ele ainda e uma pessoa normal, não importa o que ele faz da vida, se e bruxo ou não e, mas se eu to dizendo que não foi ele que matou essas pessoas não foi ele, vamos Dean.
Deixamos a Donna na casa e eu fiquei pesquisando, o Dean me entregou um cadernos dizendo coisas sobre bruxaria e feitiços, ficamos procurando até o Sam chegar com a (SuaAmiga).
Eu: Escutem, não podem enfeitiçar um bruxo e obrigar ele a matar ou algo do tipo, mas podem implantar imagens no cérebro de outra pessoa.
Dean: Serio?
Eu: Sim, escuta, criando lembranças falsas na mente de outro bruxo, e o Drake está convencido de que matou aquelas pessoas mas nem se quer tocou nelas e que tá dando muito trabalho pra fazer parecer que foi o Drake.
Sam: A policia disse que eles não tem nada, mas ai e que tá porque eu vi o técnico que tá trabalhando no caso e vi um arquivo chamando Drake Dallas e eles não mencionaram isso
Fomos até o quarto do Drake.
Drake: Parece que os meus amiguinhos querem que eu queime no fogo da fogueira.
Eu: Pois e, a ideia foi do Dean. - ele me olhou -
Dean: Eu? - se assustou -
SuaAmiga: O problema não e bem esse Drake, a policia está mentindo, eles dizem que não há nada sobre os caso mas sabemos que tem, inclusive eles tem um boletim sobre você, mas acontece que a sala e trancada e não há como pegar.
Drake: Vamos invadir então.
Dean: Olha que legal, grande ideia invadir uma sala trancada que fica dentro de um delegacia cheias de policiais, como não pensei nisso antes.
Drake: Um bruxo pode ir a um lugar, sem te que ir a esse lugar, eu projeto minha consciência pra onde eu quiser, mas antes vão ter que me tirar daqui, com ferro sem mágica e sem mágica sem invasão.
Sam: Soltamos só se nos formos com você.
Eu: O meu deus vão me teletransportar, eu já passei por tudo nessa vida, mas teletransporte? nunca na minha vida.
Donna: Não e bem se teletransportar, eles estaram aqui, mas suas mentes estaram em um outro lugar.
Dean: Só vai eu e o Sam.
Eu: Beleza super-homem, você acabou de pegar meu sonho e jogou ele no lixo.
Dean: Quando eu voltar quero ver essa menina amarrada com a boca fechadinha . - se sentou -
Eu chamei a Donna e ela ficaria de olho neles.
Donna: Tem certeza disso Drake?
Drake: Sim.
Eu: Então quer dizer que pode dar errado?
Donna: Sim.
Eu: E se der, onde e que o Dean vai parar?
Donna: E um lugar longe daqui.
Eu: Espero que dê errado. - sorri -
Ele levaram eles enquanto eu, Donna e SuaAmiga esperamos.
Capitulo Anterior
Abrimos a porta e tentamos fazer com que o Dean não entrasse.
>> AGORA <<
Eu: Olha, não nos culpe antes de saber o que aconteceu mas que ela passou a noite, então a gente fica com ela essa noite e amanhã levamos ela até uma casa que a aceite.
Dean: O que?
Eu: Ela vai ficar essa noite, ela pode ficar? - abri a porta -
Dean: O que que e isso, claro que pode. - olhei -
Eu: Ah 1 segundo ela era um cachorro - peguei a arma -
xxx- opa, opa, abaixa a arma porque assim você não vai chegar a lugar nenhum.
Eu: Não, eu prefiro atirar primeiro e perguntar depois. - continuei apontando -
Sam: Abaixa. - eu abaixei -
xxx- Eu não sou demônio, Leviatã, não sou meta morfo mas sou uma familiar e meu nome e Donna.
Eu: Acompanhante de bruxo?
Donna: E, eu soube que estavam na região e decidi pedir ajuda a vocês.
SuaAmiga: O que você quer?
Donna: O meu dono Drake Dallas e eu preciso que vocês me ajude, ultimamente o Drake vem tendo sonhos estranhos, ele vem sonhando que está matando pessoas, e eu conseguia saber de mais coisas até ele me bloquear de sua mente e eu não saber mais nada.
Eu: E como podemos ajudar?
Dean: De bruxaria nos não somos fãs.
Eu: E mas podemos achar uma maneira de ajudar, cretinos.
Donna: Obrigada, ele não pode saber que vim pedir ajuda a você, preciso ir agora, esse e o endereço - me deu -
Sam: Amanhã vamos falar com ele.
Donna: Obrigada, tchau.
Nos somos dormir, manhã seguinte eu acordei e a SuaAmiga ainda estava dormindo, eu tomei um banho e coloquei minha roupa, quando sai do hotel vi o Dean encostado no carro, ele me deu um copo de café e disse que o Sam estava comprando algumas coisas e que estava esperando a gente acordar pra poder ir, eu bebi e me sentei perto dele, e fiquei vendo ao redor, SuaAmiga saiu do hotel e veio até a gente o Sam veio andando e entregou café e comida pra gente, depois fomos até a casa do Drake, a Donna nos atendeu, e assim que ele viu que era a gente ele chamou a Donna pra conversa e os dois brigaram e ele logo veio falar com a gente.
Drake: Dean, Sam, SeuNome e SuaAmiga.
Dean: Drake, Donna nos contou que tem tido sonhos estranhos com pessoas mortas.
Drake: Pessoas mortas, não bem assim, eu as mato.
Eu: E só um sonho.
Drake: Eu também pensava assim, eu acordo na minha cama mas.. - pegou a camisa - depois disso eu soube que não era um.
SuaAmiga: E sua?
Drake: Sim.
Sam: Qual foi seu ultimo sonho?
Drake: Eu matei um homem ontem a noite.
Dean: Não e possível.
Drake: Sim, e possível, eu chequei os assassinatos na delegacia e todos haveriam acontecido, eu não sei o que tá acontecendo, eu não sei como parar.
Eu: Mas nos sabemos. - peguei a bolsa - toda noite, você vai ficar acorrentado, vamos ver e resolver o que tá acontecendo.
Dean: E possível um outro bruxo está zangando com você por ter feito alguma coisa e te jogar um feitiço e te obrigar a fazer isso toda noite quando dorme?
Drake: Sim, eu suponho que sim, mas nunca vi falar.
Dean: Tudo bem, já vamos.
Nos saímos da casa e voltamos pro hotel, eu fui comprar comida enquanto o Sam ficou pesquisando pesquisando sobre as morte, Dean e a SuaAmiga foram ver o feitiço, eu comprei a comida e voltei pro quarto, entreguei ao Sam e me sentei perto dele e vi o que ele achou.
Eu: E ai?
Sam: Os assassinatos aconteceram mesmo e ontem foi de um homem cego. - SuaAmiga entrou - E o Dean.
SuaAmiga: Foi com a Donna nos restaurante de bruxo e eu fiquei pesquisando sobre o feitiço e nada.
Sam: Agora eu vou sair e ver se o sangue que está na camisa do Drake e o mesmo da vitima e volto já.
Eu: Eu vou ficar e dormir.
Eu me deitei e fiquei vendo televisão e o Dean chegou.
Dean: Não tem nada nele, não há feitiço ou nada, Sam ligou pra mim dizendo que era o sangue da vitima na camisa do Drake, sabe o que temos que fazer?
Eu: O que?
Dean: Mata-lo, e o Drake que está fazendo isso, essa noite vamos acabar com tudo.
SuaAmiga: Você tá maluco?
Dean: Ou ele morre ou mais pessoas morrer, escolhe
Eu: Ele morre.
SuaAmiga; Vocês estão malucos.
Donna: Eu peço, não façam nada, eu e o Drake ficamos juntos essa noite.
SuaAmiga: Juntos?
Sam: Eles transaram.
Dean: HAHA, por essa eu não esperava, não mesmo.
Donna: E, nos familiares não podemos nos envolver com seus bruxos, mas..
Eu: Não precisa explicar.
Donna: Eu e o Drake não nos envolvemos a semana mas essa noite eu vi os pensamentos dele, lembranças dos homicídios, eu só vi as mortes, sem preparação, sem processo mental, sem predicação, sem motivo, só as mortes sem contexto.
Eu: Em uma outra consciência dos crimes?
Donna: Não, sabe que eu acho, que no mínimo ele está sobre controle de outro.
Dean: Lance disse que isso não e possível.
Donna: Lance disse que não sabia, e olha o Drake está acorrentado, confinado, pelo menos nos dê uma chance.
Eu: Uma, apenas uma, vamos.
Saímos da casa e voltamos pro hotel, assim que cheguei me joguei na cama e fui dormir, manhã seguinte quando acordei só estava o Dean e ele estava me olhando enquanto eu dormia, fui ate ele e perguntei onde estava o Sam e ele disse que foi a delegacia com a SuaAmiga.
Dean: Vamos.
Eu: Aonde?
Dean: Donna me disse que vamos ver um informante do Drake, vai ficar?
Eu: Não.
Entrei no carro dele e fomos encontrar a Donna depois que pegamos ela, ela nos deu o endereço e fomos ao local e esperamos o informante feiticeiro chegar e ele não demorou muito.
xxx- Donna.
Donna: Nash esses são (SeuNome) e Dean, então fez o que eu te pedi?
Nash: Claro, e quer saber, não há nada assim, nenhum outro bruxo pode fazer com que um bruxo seja obrigado a matar, nesse caso o Drake está perdido, todos já estão sabendo dos homicídios causados por eles, e quando a policia souber que foi ele, tchau Drake por isso tem que mantém-lo longe de tudo isso, antes que ele nos exponha.
Donna: Eu não vou deixar.
Nash: Claro que não vai, você tem escolha, deixa ele vivo e matando pessoas ou o mata.
Eu: Oi? vai matar o cara? não
Nash: Tem outra ideia?
Eu: Temos, somos caçadores e e nosso trabalho e salvar pessoas e matar tudo o que faz mal.
Nash: Então mate o Drake ou ele mata as pessoas, porque ele e mal.
Eu: Não, ele não e mal e você e um feiticeiro metido a esperto mas vou te dizer o que o Drake realmente e, ele ainda e uma pessoa normal, não importa o que ele faz da vida, se e bruxo ou não e, mas se eu to dizendo que não foi ele que matou essas pessoas não foi ele, vamos Dean.
Deixamos a Donna na casa e eu fiquei pesquisando, o Dean me entregou um cadernos dizendo coisas sobre bruxaria e feitiços, ficamos procurando até o Sam chegar com a (SuaAmiga).
Eu: Escutem, não podem enfeitiçar um bruxo e obrigar ele a matar ou algo do tipo, mas podem implantar imagens no cérebro de outra pessoa.
Dean: Serio?
Eu: Sim, escuta, criando lembranças falsas na mente de outro bruxo, e o Drake está convencido de que matou aquelas pessoas mas nem se quer tocou nelas e que tá dando muito trabalho pra fazer parecer que foi o Drake.
Sam: A policia disse que eles não tem nada, mas ai e que tá porque eu vi o técnico que tá trabalhando no caso e vi um arquivo chamando Drake Dallas e eles não mencionaram isso
Fomos até o quarto do Drake.
Drake: Parece que os meus amiguinhos querem que eu queime no fogo da fogueira.
Eu: Pois e, a ideia foi do Dean. - ele me olhou -
Dean: Eu? - se assustou -
SuaAmiga: O problema não e bem esse Drake, a policia está mentindo, eles dizem que não há nada sobre os caso mas sabemos que tem, inclusive eles tem um boletim sobre você, mas acontece que a sala e trancada e não há como pegar.
Drake: Vamos invadir então.
Dean: Olha que legal, grande ideia invadir uma sala trancada que fica dentro de um delegacia cheias de policiais, como não pensei nisso antes.
Drake: Um bruxo pode ir a um lugar, sem te que ir a esse lugar, eu projeto minha consciência pra onde eu quiser, mas antes vão ter que me tirar daqui, com ferro sem mágica e sem mágica sem invasão.
Sam: Soltamos só se nos formos com você.
Eu: O meu deus vão me teletransportar, eu já passei por tudo nessa vida, mas teletransporte? nunca na minha vida.
Donna: Não e bem se teletransportar, eles estaram aqui, mas suas mentes estaram em um outro lugar.
Dean: Só vai eu e o Sam.
Eu: Beleza super-homem, você acabou de pegar meu sonho e jogou ele no lixo.
Dean: Quando eu voltar quero ver essa menina amarrada com a boca fechadinha . - se sentou -
Eu chamei a Donna e ela ficaria de olho neles.
Donna: Tem certeza disso Drake?
Drake: Sim.
Eu: Então quer dizer que pode dar errado?
Donna: Sim.
Eu: E se der, onde e que o Dean vai parar?
Donna: E um lugar longe daqui.
Eu: Espero que dê errado. - sorri -
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Stop the world - Capitulo 13
Stop The World
Capitulo Anterior
Ficamos acordados até 5h da manhã, e o Sam recebeu uma ligação da policia avisando que tinha outra vitima, fomos até o local.
>> AGORA <<
Policia: Parece que o prefeito foi atropelado por um caminhão, e o estranho e que não havia crimes nesse lado da estrada, e só o que sabemos até agora.
Sam: Tudo bem, obrigado - policial foi embora - Eu vou falar com
Eu: Eu vou ligar pra SuaAmiga, tudo bem.
Eu liguei pra ela tentar descobrir algo sobre a primeira morte e se encontrasse me ligasse depois, eu e o Sam esperamos, e logo ela ligou de volta.
Ligação On:
SuaAmiga: Eu descobri pelo registro do tribunal diz que o prefeito comprou o terreno abandonado e onde os donos anteriores eram a família Jones por 150 anos, e eles eram donos do jornal da cidade e que Jacob Jones desapareceu 4 de setembro 63 o caso foi investigado mas não encontraram nada bem no que teve a serie de crimes por aqui, e a casa quando o prefeito comprou estava péssima, ele derrubou a casa e ele fez isso dia 1 no mês passado e a primeira morte foi no dia seguinte, foi tudo que eu encontrei.
Eu: Você encontrou muito mais do que eu precisava, eu agradeço, estamos voltando pro hotel.
Ligação Of:
Voltei pro hotel com o Sam, logo em seguida o Dean chegou, eu me joguei na cama e tentei dormir mas não consegui, o resto do pessoal estava dormindo, o celular do Dean tocou e ele acordou assustado, ele pegou o casaco chamou o Sam e saiu apressado, eu chamei a SuaAmiga e segui eles com o carro, quando chegamos vi que era a casa da Andrea, o Dean abriu a porta e ela estava sentada assustada do chão, ele tentou acalma-la, eu dei água pra ela e ela nos explicou o que aconteceu, liguei pra mãe de Andrea e ela veio de pressa.
Andrea: Eu não sei porque aquela coisa não me matou.
SuaAmiga: Talvez seja porque ela queira te assustar antes.
Andrea: Meu pai disse antes de morrer que tinha visto o caminhão também, eu vou ser aproxima.
Eu: Digamos que sim. - o Dean me olhou serio - mas isso não vai acontecer porque não vamos deixar seja lá como vamos fazer pra não acontecer.
Andrea: Mãe, a senhora sabe de alguma coisa sobre a visão do pai?
Mãe da Andrea: Não. - parecia esconder alguma coisa -
Dean: Se sabe diz agora.
Mãe: Sim, ele viu o caminhão.
Dean: Ele sabe de quem era?
Mãe: Sim, de um homem chamando Jacob. - Dean pegou um jornal -
SuaAmiga: Eu sei quem e.
Dean: Esse Jacob. - mostrou -
Mãe: Jacob Jones, morreu a mais de 40 anos.
SuaAmiga: Como sabe que ele morreu, se o jornal e a internet diz que ele desapareceu?
Mãe: Eu traia o Andrew com o Jacob quando era mais nova, e quando eu terminei com o Jacob, ele soube do Andrew, ele mudou, o ódio tomou conta dele.
Sam: A serie de crimes.
Mãe: Ouve alguns boatos que os negros haviam sumidos, e ninguém fazia nada. Andrew e eu iriamos casar na igreja perto daqui mas na ultima hora decidimos fugir, e no dia marcado pro casamento foi o dia que puseram fogo na igreja e todas as crianças que estavam lá dentro morreram, e isso não fez com que os crimes parassem e uma noite o caminhão veio buscar o Andrew e o Jacob bateu nele, os dois brigaram e o Andrew foi pro chão e o Jacob continuou batendo, o Andrew conseguiu se levantar e ele começou a bater no Jacob até ele morrer, não tinha como chamar a policia, o Andrew, Evan e Nicollas colocaram o corpo do Jacob no caminhão e o afundou no pântano e até hoje eles guardaram segredo.
Eu: O prefeito Robert disse que não era racista, mas porque ele morreu?
Mãe: Ele não era, ele era um bom homem, ele investigou o desaparecimento do Jacob e quando ele percebeu o que o Andrew e os outros fizeram ele não fez nada, porque sabia o que o Jacob tinha feito.
Andrea: Por que não contou pra mim?
Mãe: Porque eu queria protege-lo e agora não tenho ninguém pra proteger.
Dean: Tem sim - olhou pra Andrea -
Saí da casa e fiquei de vigia na frente com o Sam, e a SuaAmiga dentro com o Dean.
Eu: Que estranho, o espírito do Jacob quer vingança e como vamos acabar com isso?
Sam: Tirando o corpo do pântano -
Eu: Ah tá bom - eu ri e quando olhei pra ele ele estava serio então eu parei -
Sam: Dean tá vindo.
Dean: SuaAmiga vai ficar com a Andrea e a mãe dela, agora vamos ao pântano e tirar o corpo da água.
Eles foram no carro dele e eu no meu, quando chegamos haviam um trator, eu disse que ficaria com essa parte, e eu puxei o caminhão pra fora da água, eles pegaram o isqueiro, álcool e abriram a porta do carro que veio com um cheiro horrível me fazendo quase vomitar, o Sam tirou o corpo do carro e deitou, jogo o álcool e queimou e vimos o corpo pegar fogo.
Eu: Será que vai resolver - olhei o corpo -
Dean: Eu acho que não - me cutucou - o caminhão.
Eu: Não resolveu e o espírito tá furioso e tem alguma coisa prendendo ele, agora procurem que eu vou dar um pequeno passeio com caminhão fantasma, e que deus me abençoe.
Sam: Não.
Eu: Tá tudo bem, escuta queimem o caminhão.
Dean: Como?
Eu: Dá o pulo de vocês.
Entrei no carro e dirigi, peguei a estrada na velocidade que o meu carro pode e o caminhão ficou batendo na traseira do meu carro, eu fiquei nervosa e não sabia o que eu faria.
Ele estava destruindo o meu carro todo, o Sam me ligou e pediu o endereço exato de onde eu estava, eu dei a ele me pediu pra dar a volta e eu dei, ele me perguntou se eu conseguia ver a estrada do lado esquerdo mas só conseguir ver mas pra frente e entrei, e ele disse que tinha que andar 7 décimos exatos e parar, e assim que cheguei parei, eu vi o caminhão vindo de longe e ele vinha acelerado eu fechei os olhos e rezei, e o Sam disse pra atrai ele, então esperei que ele viesse e quando ele chegou perto ele se explodiu e desapareceu. Eu peguei o celular e o Sam ainda estava na linha.
Ligação on:
Eu: Ele desapareceu.
Sam: Você tá na igreja que o Jacob queimou.
Eu: E, não sobrou muita coisa.
Sam: Chão de igreja e solo sagrado esteja a igreja lá ou não e quando os espíritos cruzam o solo sagrado as vezes são destruídos e eu pensei que talvez funcionasse
Eu: Talvez? TALVEZ SAMMY, sabe quanto eu rezei pra que ele parasse de me seguir? eu quase morri Sam, e você me diz talvez? deu sorte por não está perto e eu te mostraria o talvez, e se estivesse errado o patetão.
Sam: Eu não pensei nesse caso - desligou -
Ligação of:
Eu voltei pro pântano e eles ainda estavam lá, eu agradeci ao Sam e voltamos pro hotel, liguei pra SuaAmiga dizendo que já podia voltar pro hotel eu tomei um banho e fui dormir, manhã seguinte arrumamos as coisas pra sair, enquanto arrumava as coisas na mala eu e o Sam víamos o Dean e a Andrea se beijando.
Eu: Ele tá apaixonadinho por ela. - ri -
Sam: E, mas ele nunca admite, e fica nessa. Mas nosso trabalho nos impede de nos apaixonar ou se quer viver uma vida normal.
Eu: Já tentaram?
Sam: Sim, não vai acreditar em nos, então eu prefiro não contar.
Eu: Eu já vi muitas coisas na minha vida, e eu acho que vou acreditar sim no que você vai dizer.
Sam: Quando o Dean morreu eu não tentei, eu fiquei vivendo com um demônio e depois quando ele voltou ele soube, eu morri, eu me joguei na jaula junto com Lúcifer, ele tentou viver uma vida normal com a Lisa, eu voltei, e ele voltou a caçar largou a família pela caça, ai depois ele descobriu que quando voltei da jaula estava sem alma, demos duro pra conseguir ela de volta, ai apareceu leviatãs e tentando matar um chefe de todos ele o Dean foi parar no purgatório e eu tentei viver minha vida com uma menina e quando o Dean voltou eu voltei a caçar com ele.
Eu: E você tinha razão, eu não ia acreditar, e eu não acredito - ri - mentira, eu acredito, acredito até no impossível e morrer e voltar da morte e impossível. - ele riu -
Sam: E você já teve uma vida normal?
Eu: Só quando criança, e quando eu tentei voltar, minha casa foi atacada e foi ai que eu descobri que não há mais volta.
Sam: E, já namorou alguma vez na vida? - riu -
Eu: Uma vez, quando eu estudava, era um garoto da escola, eu pensava que ele era único até eu começar a namorar com ele e a gente só brigava, ele só reclamava do que eu fazia, eu caçava o dia inteiro e chegava a noite em casa, ele me irritava demais até que um dia eu mandei ele pastar, foi a melhor coisa que fiz na minha vida, mas eu não podia dizer a ele que eu tinha que matar tudo que entrava no meu caminho, eu sai da casa dele, peguei meu carro e até hoje me hospedo em hotéis baratos pela cidade e sempre como meu carro que hoje tá essa porcaria por causa daquele caminhão monstro.
Sam: Fala com o Dean, ele conserta pra você.
Eu: Eu sei conserta Sam, vivi na estrada por anos eu e meu carro pelo menos alguma coisa sobre carros eu tinha que saber se quisesse viver assim.
Sam: E, eu to nessa vida a muito tempo e eu não sei como consertar.
Eu: Pra isso que você tem o Dean.
Sam: Eu e o Dean não somos bem o que parecemos, também temos nossos dias ruins.
Eu: Quem não tem? todos tem. - o Dean se aproximou -
Dean: Vamos?
Eu: Não, resolveu as coisas apaixonadinho.
Dean: Nunca vou resolver uma relação com tão pouco tempo, mas você ajudou muito hoje e salvou a vida da Andrea, eu agradeço.
Eu: Guarde seus agradecimentos pra depois, ainda vai acontecer muitas coisas desse tipo, vamos pegar as estrada. - entrei dentro do carro
Pegamos a estrada e saímos da região, ficamos dirigindo por horas, paramos pra comer e depois voltamos a estrada, quando anoiteceu paramos no primeiro hotel que encontramos por ali, pegamos um quarto só com três camas de solteiros, eu iria dividir a cama com a SuaAmiga, ela foi com o Dean comprar cerveja e comida e eu fiquei com o Sam.
Eu: Pelo menos um dia de folga.
Sam: Daqui a pouco vai aparecer um trabalho, você vai ver.
Eu: Sai fora - deitei -
Enquanto estava deitada estava ouvindo uns barulhos estranhos.
Eu: Tá ouvindo? - me levantei -
Sam: To.
Eu: Vou ver quem e. - fui até a porta e quando vi era um cachorro e ele entrou - Ei, fora sai, Sam.
Sam: Ah, quem e o cachorro?
Eu: Não sei, ele entrou vê se tem dono - fechei a porta. -
Sam: Não tem dono, temos que dar um jeito dele sair daqui, o Dean não gosta de cachorros.
Eu: E? - ouvi barulho de carro - então ferro.
Sam: Você explica você deixou ela entrar.
Eu: Nos dois vamos.
Abrimos a porta e tentamos fazer com que o Dean não entrasse.
Capitulo Anterior
Ficamos acordados até 5h da manhã, e o Sam recebeu uma ligação da policia avisando que tinha outra vitima, fomos até o local.
>> AGORA <<
Policia: Parece que o prefeito foi atropelado por um caminhão, e o estranho e que não havia crimes nesse lado da estrada, e só o que sabemos até agora.
Sam: Tudo bem, obrigado - policial foi embora - Eu vou falar com
Eu: Eu vou ligar pra SuaAmiga, tudo bem.
Eu liguei pra ela tentar descobrir algo sobre a primeira morte e se encontrasse me ligasse depois, eu e o Sam esperamos, e logo ela ligou de volta.
Ligação On:
SuaAmiga: Eu descobri pelo registro do tribunal diz que o prefeito comprou o terreno abandonado e onde os donos anteriores eram a família Jones por 150 anos, e eles eram donos do jornal da cidade e que Jacob Jones desapareceu 4 de setembro 63 o caso foi investigado mas não encontraram nada bem no que teve a serie de crimes por aqui, e a casa quando o prefeito comprou estava péssima, ele derrubou a casa e ele fez isso dia 1 no mês passado e a primeira morte foi no dia seguinte, foi tudo que eu encontrei.
Eu: Você encontrou muito mais do que eu precisava, eu agradeço, estamos voltando pro hotel.
Ligação Of:
Voltei pro hotel com o Sam, logo em seguida o Dean chegou, eu me joguei na cama e tentei dormir mas não consegui, o resto do pessoal estava dormindo, o celular do Dean tocou e ele acordou assustado, ele pegou o casaco chamou o Sam e saiu apressado, eu chamei a SuaAmiga e segui eles com o carro, quando chegamos vi que era a casa da Andrea, o Dean abriu a porta e ela estava sentada assustada do chão, ele tentou acalma-la, eu dei água pra ela e ela nos explicou o que aconteceu, liguei pra mãe de Andrea e ela veio de pressa.
Andrea: Eu não sei porque aquela coisa não me matou.
SuaAmiga: Talvez seja porque ela queira te assustar antes.
Andrea: Meu pai disse antes de morrer que tinha visto o caminhão também, eu vou ser aproxima.
Eu: Digamos que sim. - o Dean me olhou serio - mas isso não vai acontecer porque não vamos deixar seja lá como vamos fazer pra não acontecer.
Andrea: Mãe, a senhora sabe de alguma coisa sobre a visão do pai?
Mãe da Andrea: Não. - parecia esconder alguma coisa -
Dean: Se sabe diz agora.
Mãe: Sim, ele viu o caminhão.
Dean: Ele sabe de quem era?
Mãe: Sim, de um homem chamando Jacob. - Dean pegou um jornal -
SuaAmiga: Eu sei quem e.
Dean: Esse Jacob. - mostrou -
Mãe: Jacob Jones, morreu a mais de 40 anos.
SuaAmiga: Como sabe que ele morreu, se o jornal e a internet diz que ele desapareceu?
Mãe: Eu traia o Andrew com o Jacob quando era mais nova, e quando eu terminei com o Jacob, ele soube do Andrew, ele mudou, o ódio tomou conta dele.
Sam: A serie de crimes.
Mãe: Ouve alguns boatos que os negros haviam sumidos, e ninguém fazia nada. Andrew e eu iriamos casar na igreja perto daqui mas na ultima hora decidimos fugir, e no dia marcado pro casamento foi o dia que puseram fogo na igreja e todas as crianças que estavam lá dentro morreram, e isso não fez com que os crimes parassem e uma noite o caminhão veio buscar o Andrew e o Jacob bateu nele, os dois brigaram e o Andrew foi pro chão e o Jacob continuou batendo, o Andrew conseguiu se levantar e ele começou a bater no Jacob até ele morrer, não tinha como chamar a policia, o Andrew, Evan e Nicollas colocaram o corpo do Jacob no caminhão e o afundou no pântano e até hoje eles guardaram segredo.
Eu: O prefeito Robert disse que não era racista, mas porque ele morreu?
Mãe: Ele não era, ele era um bom homem, ele investigou o desaparecimento do Jacob e quando ele percebeu o que o Andrew e os outros fizeram ele não fez nada, porque sabia o que o Jacob tinha feito.
Andrea: Por que não contou pra mim?
Mãe: Porque eu queria protege-lo e agora não tenho ninguém pra proteger.
Dean: Tem sim - olhou pra Andrea -
Saí da casa e fiquei de vigia na frente com o Sam, e a SuaAmiga dentro com o Dean.
Eu: Que estranho, o espírito do Jacob quer vingança e como vamos acabar com isso?
Sam: Tirando o corpo do pântano -
Eu: Ah tá bom - eu ri e quando olhei pra ele ele estava serio então eu parei -
Sam: Dean tá vindo.
Dean: SuaAmiga vai ficar com a Andrea e a mãe dela, agora vamos ao pântano e tirar o corpo da água.
Eles foram no carro dele e eu no meu, quando chegamos haviam um trator, eu disse que ficaria com essa parte, e eu puxei o caminhão pra fora da água, eles pegaram o isqueiro, álcool e abriram a porta do carro que veio com um cheiro horrível me fazendo quase vomitar, o Sam tirou o corpo do carro e deitou, jogo o álcool e queimou e vimos o corpo pegar fogo.
Eu: Será que vai resolver - olhei o corpo -
Dean: Eu acho que não - me cutucou - o caminhão.
Eu: Não resolveu e o espírito tá furioso e tem alguma coisa prendendo ele, agora procurem que eu vou dar um pequeno passeio com caminhão fantasma, e que deus me abençoe.
Sam: Não.
Eu: Tá tudo bem, escuta queimem o caminhão.
Dean: Como?
Eu: Dá o pulo de vocês.
Entrei no carro e dirigi, peguei a estrada na velocidade que o meu carro pode e o caminhão ficou batendo na traseira do meu carro, eu fiquei nervosa e não sabia o que eu faria.
Ele estava destruindo o meu carro todo, o Sam me ligou e pediu o endereço exato de onde eu estava, eu dei a ele me pediu pra dar a volta e eu dei, ele me perguntou se eu conseguia ver a estrada do lado esquerdo mas só conseguir ver mas pra frente e entrei, e ele disse que tinha que andar 7 décimos exatos e parar, e assim que cheguei parei, eu vi o caminhão vindo de longe e ele vinha acelerado eu fechei os olhos e rezei, e o Sam disse pra atrai ele, então esperei que ele viesse e quando ele chegou perto ele se explodiu e desapareceu. Eu peguei o celular e o Sam ainda estava na linha.
Ligação on:
Eu: Ele desapareceu.
Sam: Você tá na igreja que o Jacob queimou.
Eu: E, não sobrou muita coisa.
Sam: Chão de igreja e solo sagrado esteja a igreja lá ou não e quando os espíritos cruzam o solo sagrado as vezes são destruídos e eu pensei que talvez funcionasse
Eu: Talvez? TALVEZ SAMMY, sabe quanto eu rezei pra que ele parasse de me seguir? eu quase morri Sam, e você me diz talvez? deu sorte por não está perto e eu te mostraria o talvez, e se estivesse errado o patetão.
Sam: Eu não pensei nesse caso - desligou -
Ligação of:
Eu voltei pro pântano e eles ainda estavam lá, eu agradeci ao Sam e voltamos pro hotel, liguei pra SuaAmiga dizendo que já podia voltar pro hotel eu tomei um banho e fui dormir, manhã seguinte arrumamos as coisas pra sair, enquanto arrumava as coisas na mala eu e o Sam víamos o Dean e a Andrea se beijando.
Eu: Ele tá apaixonadinho por ela. - ri -
Sam: E, mas ele nunca admite, e fica nessa. Mas nosso trabalho nos impede de nos apaixonar ou se quer viver uma vida normal.
Eu: Já tentaram?
Sam: Sim, não vai acreditar em nos, então eu prefiro não contar.
Eu: Eu já vi muitas coisas na minha vida, e eu acho que vou acreditar sim no que você vai dizer.
Sam: Quando o Dean morreu eu não tentei, eu fiquei vivendo com um demônio e depois quando ele voltou ele soube, eu morri, eu me joguei na jaula junto com Lúcifer, ele tentou viver uma vida normal com a Lisa, eu voltei, e ele voltou a caçar largou a família pela caça, ai depois ele descobriu que quando voltei da jaula estava sem alma, demos duro pra conseguir ela de volta, ai apareceu leviatãs e tentando matar um chefe de todos ele o Dean foi parar no purgatório e eu tentei viver minha vida com uma menina e quando o Dean voltou eu voltei a caçar com ele.
Eu: E você tinha razão, eu não ia acreditar, e eu não acredito - ri - mentira, eu acredito, acredito até no impossível e morrer e voltar da morte e impossível. - ele riu -
Sam: E você já teve uma vida normal?
Eu: Só quando criança, e quando eu tentei voltar, minha casa foi atacada e foi ai que eu descobri que não há mais volta.
Sam: E, já namorou alguma vez na vida? - riu -
Eu: Uma vez, quando eu estudava, era um garoto da escola, eu pensava que ele era único até eu começar a namorar com ele e a gente só brigava, ele só reclamava do que eu fazia, eu caçava o dia inteiro e chegava a noite em casa, ele me irritava demais até que um dia eu mandei ele pastar, foi a melhor coisa que fiz na minha vida, mas eu não podia dizer a ele que eu tinha que matar tudo que entrava no meu caminho, eu sai da casa dele, peguei meu carro e até hoje me hospedo em hotéis baratos pela cidade e sempre como meu carro que hoje tá essa porcaria por causa daquele caminhão monstro.
Sam: Fala com o Dean, ele conserta pra você.
Eu: Eu sei conserta Sam, vivi na estrada por anos eu e meu carro pelo menos alguma coisa sobre carros eu tinha que saber se quisesse viver assim.
Sam: E, eu to nessa vida a muito tempo e eu não sei como consertar.
Eu: Pra isso que você tem o Dean.
Sam: Eu e o Dean não somos bem o que parecemos, também temos nossos dias ruins.
Eu: Quem não tem? todos tem. - o Dean se aproximou -
Dean: Vamos?
Eu: Não, resolveu as coisas apaixonadinho.
Dean: Nunca vou resolver uma relação com tão pouco tempo, mas você ajudou muito hoje e salvou a vida da Andrea, eu agradeço.
Eu: Guarde seus agradecimentos pra depois, ainda vai acontecer muitas coisas desse tipo, vamos pegar as estrada. - entrei dentro do carro
Pegamos a estrada e saímos da região, ficamos dirigindo por horas, paramos pra comer e depois voltamos a estrada, quando anoiteceu paramos no primeiro hotel que encontramos por ali, pegamos um quarto só com três camas de solteiros, eu iria dividir a cama com a SuaAmiga, ela foi com o Dean comprar cerveja e comida e eu fiquei com o Sam.
Eu: Pelo menos um dia de folga.
Sam: Daqui a pouco vai aparecer um trabalho, você vai ver.
Eu: Sai fora - deitei -
Enquanto estava deitada estava ouvindo uns barulhos estranhos.
Eu: Tá ouvindo? - me levantei -
Sam: To.
Eu: Vou ver quem e. - fui até a porta e quando vi era um cachorro e ele entrou - Ei, fora sai, Sam.
Sam: Ah, quem e o cachorro?
Eu: Não sei, ele entrou vê se tem dono - fechei a porta. -
Sam: Não tem dono, temos que dar um jeito dele sair daqui, o Dean não gosta de cachorros.
Eu: E? - ouvi barulho de carro - então ferro.
Sam: Você explica você deixou ela entrar.
Eu: Nos dois vamos.
Abrimos a porta e tentamos fazer com que o Dean não entrasse.
Stop the world - Capitulo 12
Capitulo Anterior
Ele deu partida e voltamos a estrada.
>> AGORA <<
Fiquei olhando o jornal que ele tinha comprado e vi a manchete " Jake Hayles desapareceu após voltar pra casa depois da pesca ."
Eu: Trabalho?
Dean: Lê a manchete atrás.
Eu: Louise desapareceu.
Dean: A pessoas desaparecendo e agora mesmo vamos passar lá e ver o que está acontecendo.
Ficamos duas horas no carro até chegar na cidade onde houveram os desaparecimentos e paramos pra pedir o endereço da casa do Jake, quando chegamos o Eu, Sam e o Dean bateram na porta e o irmão nos atendeu e parecia bem calmo, mas não nos deixou entrar.
Eu: Qual e seu nome?
xxx- David.
Eu: Então David, eu e meus parceiros vamos ficar bem na sua cola e na cola do seu pai, até encontrarmos sua mãe ok? então fica esperto. - ele fechou a porta -
Dean: Janela.
Fomos até a janela e vimos o a Louise presa na cadeira enquanto o David parecia fazer um ritual e sangrava nele, o Dean quebrou a porta e pegou ela, eu atirei no pai porque ele me atacou e o Sam deixou o David fugir, eu procurei levamos ela pro hospital
Eu: Louise, me diz, porque ele fez aquilo?
Louise: Não sei, por uma hora eles eram meu filho e meu marido mas depois não eram mais.
Eu: Sabe porque ele prendeu você e seu filho?
Louise: Não.
Eu: Doutora, veja se ela está bem.
Dean: Tem alguma coisa errada, as linhas telefônicas estão mudas, celulares não tem sinal.
SuaAmiga: O que tá acontecendo?
Dean: Não sei.
Enfermeira: O que está acontecendo, vocês mataram o meu vizinho.
Dean: A gente vai ver o que tá acontecendo, SeuNome, você vem comigo, Sam e SuaAmiga, fiquem por proteção.
Eu fui atrás dele, e na cidade não havia ninguém, passamos por perto de um poste e olhei o nome escrito "Croatoan" eu parei o Dean e ele ficou olhando.
Dean: O que significa?
Eu: Croatoan é distinguido como um vírus demoníaco mortal, criado pelo demônio Azazel, que transforma as pessoas em criaturas violentas como os Zumbis que vemos nos filmes as pessoas infectadas pelo vírus também acabam sumindo depois de um certo tempo, pra pegar o vírus você tem que ter contato com sangue Dean, temos que sair e tirar aquelas pessoas dali, mas se sabe que não vai ser fácil temos que pedir ajuda, e não temos celulares.
Dean: A alguns minutos daqui tem uma delegacia vamos até lá e buscar ajuda.
Entramos no carro e fomos até lá, no meio do caminho tivemos de parar porque a estrada estava fechada por pessoas com o vírus, o Dean ficou parado com o carro, um homem bateu no capo do carro me dando um susto.
Homem: Por que a princesa não sai do carro pra gente poder conversar?
Eu: Eu?
Homem: Sim. - olhei pro Dean -
Eu: Tá. - abri a porta o empurrando -
O Dean deu ré no carro e voltamos pra cidade, enquanto ele dirigia eu arrumava as armar e armei todas.
No caminho o Dean freio e eu quase bati a cabeça, quando vi tinha um homem armado, saímos do carro apontando a arma pro homem.
xxx- Quem são vocês.
Eu: Dean e (SeuNome), qual e o seu?
xxx- Cody, vocês são um dele.
Eu: Não.
Cody: SÃO OU NÃO?
Eu: NÃO SOMOS SE NÃO JÁ TERÍAMOS ATACADO VOCÊ, OLHA SE QUISER IR COM A GENTE PRA HOSPITAL TUDO BEM, AGORA SE QUISER MORRER FICA AI.
Cody: Tá.
Fomos pro hospital e quando chegamos Jake e a Lauren estava amarrados no chão, e o Sam disse que a Lauren atacou ele e por precaução amarrou o Jake também, o Dean assim que a viu atirou na Lauren e quase atirou no Jake se eu não tivesse tirado a arma dele, pedi pra que a doutora fizesse o exame nele e ele estava limpo, enquanto eu via o exame a assistente da doutora derrubou os sangue no chão derramando todo nela, eu ajudei ela se limpar e depois vi que tinha enxofre no sangue da Lauren e do pai do Jake, depois quando olhei a janela vi um monte de pessoas parada olhando pro hospital.
Eu; Tudo bem não temos chances com isso tudo de pessoas.
SuaAmiga: Mas aqui no hospital, temos o que precisamos pra fazer uma bomba, -olhei pras garrafas de álcool na prateleira da enfermaria.-
Dean: Então vamos
Eu ajudei fazer as bombas e enquanto colocava o álcool dentro das garrafas vi que o Dean estava me olhando.
Dean: Não dá pra confiar em ninguém, porque em alguns minutos, todos vão pirar.
Eu: Eu sei que eu não vou, então tá.
Continuei fazendo as bombas e o Sam me pediu que eu pegasse mais álcool, eu fui até a enfermaria e a assistente da doutora passou do meu lado, quando me virei ela estava fechando a porta.
Eu: O que e isso?
SuaAmiga: Eu tava esperando esse momento pra poder te pegar. - eu coloquei a mão na cintura e não senti a arma - Chegou sua vez
Ela se jogou em cima de mim me fazendo cai no chão, ela cortou minha mão com a faca e cortou a dela também e passou na minha mão, o Dean arrombou a porta, o Sam me pegou no colo e me levou até a sala da doutora.
Sam: Mais um exame.
Doutora: O exame demora 4hora até lá ela já deve ter sido infectada.
Jake: Vai ter de mata-la.
SuaAmiga: Não.
Sam: Ninguém aqui mais vai morrer ok?
Cody: Ela já está infectada.
SuaAmiga: VOCÊS NÃO ESCUTARAM NINGUÉM VAI MATA-LA.
Eu: E o melhor a fazer agora.
Dean: Ela não vai morrer.
Jake: Você quase me matou e nem sabia que eu estava infectado, você tem que mata-la.
Dean: Olha aqui e a segunda vez que eu vou dizer ela não vai morrer. - o Cody apontou a arma pra mim -
Cody: Se vocês não consegue eu faço.
Dean: Se você não abaixar essa arma, você vai bater no chão antes de qualquer coisa, se eu disse que ela não vai morrer ela não vai morrer, toma Sam - deu a chave do carro - no meu carro vocês tem tudo pra fazer uma bomba e ir embora, agora vão.
SuaAmiga: Não - chorou -
Sam: Vamos. - ele foram embora e o Dean trancou a porta-
Eu: Não vou ser por muito tempo eu mesma, então sai. - sorri - e melhor e se acontecer eu não quero atacar você - ele me mostrou as armas - vai fazer pessoalmente?
Dean: Eu disse a você que as pessoas que estão ao meu redor sempre acabam mortas.
Eu: Não e verdade.
Dean: Qual e, e verdade, todos dizem.
Eu: Então faz diferente, não escuta, eu quero que vá embora e não olhe pra trás e nem se culpe por ter acontecido, por a culpa não foi sua, foi um descuido meu e não seu, tudo bem? sorria porque você me conheceu e só lembre das partes que eu te irritei ou te enchi porque esse era meu trabalho.
Dean: Então.. - ficou calado
Doutora: O exame saiu - me entrego - você não está infectada não há enxofre ou coisa do tipo no seu sangue, ele está normal, mas venham vem ver uma coisa.
Quando saímos do hospital não havia ninguém todos tinham desaparecido, eu arrumei as coisas no carro e a SuaAmiga não falou nada comigo desde de que sai do hospital mas também não falei porque não queria dizer como não fui infectada, ela dirigiu, mas pra frente o Dean passou ao lado e saiu do carro e nos paramos também.
Dean: Uma velha amiga Andrea me ligou e quer nossa ajuda, parece que o pai dela morreu em um acidente
Eu: Velha amiga quer dizer peguei ela no passado?
Dean: E.. não, ela me deu o endereço dela e vamos passar pra ver como ela está.
Eu: Tá, - entrei no carro - vamos.
A SuaAmiga deu partida no carro e fomos até lá, assim que chegamos ela pediu que sentássemos e nos trouxe café, eu percebi quando o Dean chegou a maneira que eles se olhavam, eu fiquei olhando a rua pela janela enquanto, Sam, Andrea, SuaAmiga e o Dean conversavam.
Andrea: Semana passada aconteceu o acidente, eu não sei explicar, esse o terceiro acidente e todos que morreram são negros.
Eu: Racismo? - andei até o sofá -
Andrea: Eu ainda não sei, mas Dean, eu não ligaria se soubesse o que está acontecendo.
Dean: E iremos descobrir o que está acontecendo, mas agora vamos ir ao hotel e nos hospedar - sorriu -
Eu: Eu vamos.
Saímos da casa e fomos até o hotel perto da casa da Andrea, pegamos dois quarto, assim que entrei me joguei na cama e dormi, manhã seguinte acordei com os gritos do Dean me pedindo pra mim acordar porque outro acidente aconteceu ontem a noite, eu me arrumei e fui pro local, o Dean, Sam e a SuaAmiga ficaram olhando a cena do crime enquanto eu via a Andrea brigando com o prefeito da cidade.
Andrea: Todos estão morrendo, e ninguém sabe como.
Prefeito: E, o que você quer que eu faça?
Andrea: Feche esse trecho da estrado.
Prefeito: Não, essa e a única estrada que passa pela cidade. - me aproximei - isso são apenas acidentes.
Eu: Acidentes? não e meio estranho semana passada um homem morre e essa semana outro acontece, então na próxima semana acontece outro e ninguém sabe o que cometeu ou o que causou esse acidente não e meio estranho?
Prefeito: Quem e você - mostrei a identidade do FBI - não há nada de estranho na estrada.
Eu: Claro que não apenas 4 homens negros morreram em semana, acha normal porque não tenta de novo? Por que não fecha logo a estrada, ninguém sai ou entra, e assim mais pessoas não morrem.
Prefeito: Não.
Eu: Fecharia a cidade se todos esse todas as vitimas fossem brancas? - olhei serio pra ele -
Prefeito: Está me chamando de racista? - Dean e o Sam se aproximaram da gente - sabe quem sou eu?
Eu: Sei um ninguém.
Dean: Ei, desculpe ela e meia cabeça dura as vezes e sai falando o que não deve.
Eu: Não, eu to dizendo a verdade, talvez ele fechasse a estrada.. - o Dean me puxou - ei..
Sam: Não pode sair falando qualquer coisa pro prefeito.
Dean; Ainda mais quando você está usando identidades falsas.
Sam: Descobrimos que o Ed o cara que morreu parece que tem amigos perto daqui eu e o Dean vamos falar com ele e se voces quiserem voltem pro hotel.
Eu: Eu vou.
Voltamos pro hotel, o Dean e o Sam se arrumaram e foram embora, eu dormi um pouco, quando acordei já era de noite e a SuaAmiga estava dormindo e o Sam sentado, eu procurei pelo o Dean e ele não estava, só depois o Sam falou que estava na casa da Andrea resolvendo uns negócios e eu já pensei que estavam ficando.
Sam: Parece que um caminhão antigamente matava negros na estrada e nunca foi pego por policia ou algo assim, ele desapareceram, e eu estou pensando que o caminhão e fantasma e as pessoas que estão morrendo tem ligação com a Andrea ou são da família dela.
Eu: Hum, tá, o que vai fazer?
Sam: Ainda não sei, estou pesquisando e tentando saber o que tá acontecendo.
Ficamos acordados até 5h da manhã, e o Sam recebeu uma ligação da policia avisando que tinha outra vitima, fomos até o local.
domingo, 15 de junho de 2014
Stop The World - Capitulo 11
Pegamos as coisas e saímos correndo pelos fundos e eu joguei a estaca fora entramos no carro e voltamos pra casa do Bobby e assim que chegamos o Dean pegou uma cerveja e bebeu e eu fui dormir.
>> AGORA <<
Assim que acordei eu fui tomar alguma coisa, eu abri a geladeira e só tinha cerveja, eu peguei uma e tomei, a SuaAmiga estava com um jornal e depois devolvi a ele porque não queria mais trabalho depois do último.
SuaAmiga: Querendo ou não temos que ver o que estava acontecendo acidentes estranhos perto daqui em um hotel da cidade, não e bem frequentado mas temos que ver.
Sam: O que tem no hotel?
SuaAmiga: Teve 2 acidentes em três semanas e parece que o último foi ontem a noite, um homem caiu da escada e o pescoço dele simplesmente se virou.
Eu: Eu não to bem pra resolver isso.
Sam: Mas temos que ver o que está acontecendo.
Eu: Vamos nos hospedar no hotel?
Sam: Sim, vou falar com o Dean. -saiu -
Ele saiu, aproveitei e arrumei minhas roupas na bolsa, eu entrei no carro e fui pro hotel, quando chegamos não havia eu olhei ao redor e encontrei um Quincas 1.5 no vaso das plantas na entrada do hotel, feito em vudu e que se você encher ela com ervas de sangue se torna um feitiço poderoso e afasta inimigos mas não havia nenhuma erva de sangue por perto, eu entrei e o Dean, Sam e a SuaAmiga estava na recepção.
Recepcionista: Olá sou Harper, querem um quarto?
Eu: Sim, dois quartos?
Harper: Com camas de casais? - Dean me olhou -
Eu: Não, ninguém aqui e namorados, só amigos sabe? amigos - duas meninas esbarraram em mim - adoro crianças.
Harper: Desculpe, elas vivem correndo pelo hotel e esbarrado nas coisas.
Sam: Eu entendo, mas porque o hotel e tão vazio?
Harper: Ele vai ser fechando na próxima semana, então quer dizer que são os últimos hospedes.
Eu: Uhum - ela bateu o sininho -
Harper: Dane pode mostrar o quarto a eles?
Dane: Claro, ah você são namorados?
Eu: Não, - olhei pro Dean - que nojo.
O Dane me mostrou o meu quarto e depois o dos meninos, eu arrumei as minhas coisas depois peguei os papeis que estavam na bolsa da SuaAmiga onde falava das mortes e antigos donos que cuidaram do hotel, fui até o quarto dos meninos contar a novidade e eles estavam arrumando as coisas no armário, eu entrei e me deitei na cama deles e ri enquanto o Dean reclamava das coisas do hotel.
Eu: Parece que aqui tem uns quincas 1.5 na entrada do hotel no vasos das plantas, e prestem a atenção, primeira vitima era corretora do hotel, Beatrice ela estava cuidando sobre a venda do hotel, segunda vitima Carl Wayne, transportavas as coisas pra ajudar e sabe os dois estavam envolvidos com o fechamento do hotel e parece que alguém do hotel não está querendo ir embora daqui e está usando vudu pra reagir contra o fechamento
Dean: Então não e fantasma.
Eu: Ainda não sei, que tal fazermos uma turnê pelo hotel e descobrir o que e?
Sam: E podemos falar com a Harper sobre as mortes - me levantei -
Eu: Então vamos
Andamos pelo hotel e encontramos mais hudu nos objetos, passamos no quarto da Rarper e batemos, esperamos alguns minutos e ela atendeu, eu vi as bonecas nas prateleiras e mostrei ao Dean.
Dean: Podemos ver as bonecas? elas são antigas?
Harper: Sim.
Eu: Ah, o Sam adora bonecas e impressionante o quanto ele ama elas, ele diz que se pudesse parar um pouco com o trabalho e fazer um chá com as amiguinhas ele faria e ainda passaria o resto do tempo penteando seus cabelos e trocando suas roupinhas - ele deu um pisão no meu pé - Ai, e ele disse que tem uma coleção, podemos vê-las? você vai amar vê-las não e, Sam?
Sam: Sim, eu ia amar.
Harper: Podem vê-las sim.
Entramos e vimos as bonecas, uma boneca me chamou atenção porque eu já tinha visto uma menina muito parecida com ela, eu coloquei ela de volta no lugar e olhei a casa, e percebi que era a replica do hotel, a replica exata do hotel, eu fui atrás pra ver a casa e vi uma boneca com a cabeça virada pra trás e mostrei pro Sam.
Eu: Carl. - olhei pra ele. -
Sam: A cabeça dele está torta, o que aconteceu com ele?
Harper: Deve ter sido a Maddie. - ela desceu correndo -
Maddie: Mamãe a Cat e muito má comigo.
Harper: Pede pra Cat respeitar você e ser boazinha.
Eu: Oi Maddie, você quebrou o boneco?
Maddie: Não.
Eu: Foi a Cat?
Maddie: Não, nos não podemos quebrar os brinquedos, a vovó não deixa e ontem quando fui ver ela já estava assim.
Eu: Não foi você, acreditamos.
Sam: E onde está a vovó?
Maddie: No quarto dela.
Dean: Podemos falar com a vovó por uns minutinhos?
Harper: Não - disse brava - não, minha mãe está cansada e eu não quero incomoda-la.
Eu: Nem nos queremos, então já vamos, obrigada - sai do quarto -
Voltamos pro quarto e eu fiquei pensando porque ela não nos deixou vê-la.
Eu: Bonecas, símbolos a vó trancada, eu entendi ela e a feiticeira.
Dean: Eu vou ver o que consigo com a vó e vocês vê o que ela fez no passado se já matou.
Eu: Eu vou com você, vê o que consegue com a SuaAmiga, - ri -
Sam: Eu posso fazer isso sozinho
Eu e o Dean olhamos cada coisa do hotel, pegamos a lanterna e descemos pro porão, aquele lugar me dava medo e enquanto descia peguei a mão do Dean e ele olhou pra mim rindo e eu ri junto.
Eu: Me desculpa, eu to assustada - sorri-
Dean: Eu reparei, vamos voltar.
Voltei pro quarto e a SuaAmiga não estava, eu olhei a janela e lá embaixo havia policias e médicos, desci e encontrei ela falando com a Harper e ela disse que o cara que comprou o hotel foi encontrado enforcado no ventilador pelo Dane, eles levaram o corpo, eu e a SuaAmiga subimos, eu fui pro quarto dos meninos e o Sam estava sozinho no quarto, desci e procurei o Dean e encontrei ele bebendo no bar do hotel, eu fui até ele e me sentei enquanto o Dane enchia o copo dele.
Eu: Desapareceu do quarto, pensei que tinha acontecido alguma coisa, coloca um copo pra mim por favor.
Dean: Sam estava bêbado quando entrei no quarto.
Eu: Por que?
Dean: Não sei, ele sempre dá esses ataques.
Eu: Tá, Dane sabe de alguma coisa sobre o homem que morreu no quarto vizinho ao nosso?
Dane: Não muita coisa, só sei que ele assinou o contrato de fechamento do hotel e iria colocar esse hotel abaixo.
Eu: E como se sente sobre isso tudo que está acontecendo?
Dane: Mal, mas há histórias que nunca irei esquecer desse hotel.
Eu: Porque não aproveita e conta pra gente? adoraríamos escutar -sorri-
Dane: Então vamos, essas são a senhora Lauren a mãe de Harper e sua irmã Amanda no hotel. - desci e vi o resto das fotografias.
Eu: Dane quem são as moças - olhei o cordão com o quincas.-
Dane: Lauren e sua baba, ela cuidava da menina como fosse sua filha - olhei pro Dean e subi pro quarto-
Entrei no quarto e tirei a roupa tomei um banho e fui dormir, Manhã seguinte acordei e olhei pra janela e estava chovendo, a SuaAmiga entrou no quarto colocando nossas roupas na mala.
Eu: O que aconteceu?
SuaAmiga: Temos que ir embora, por culpa do Dean, ele entrou na casa da Harper e parece que eles falaram com a vó dela sem a autorização e ela pediu que fôssemos embora se não ela chamaria a policia.
Eu: Dean.
Eu coloquei as coisas no carro e vi que eles já estavam prontos e fomos embora, mas pra frente o Dean deu retorno pro hotel e eu segui ele sem entender porque ele fez aquilo, quando chegamos no hotel o carro da Harper estava ligado correndo atrás dela, o Sam pegou ela antes que o carro atropelasse ela e eu tirei a chave do carro, entramos no hotel e levamos a Harper pro bar, ela pediu uma bebida e o Sam levou.
Harper: Porque está acontecendo isso?
Eu: Eu pensava que era vudu pelos símbolos nos objetos, mas ai pelo que vi lá fora, agora sei que e um espírito
Dean: Me diga uma coisa quando aconteceu o derrame da sua mãe?
Harper: A mais ou menos de um mês.
SuaAmiga: Antes das mortes começarem.
Eu: Então se a Lauren usava hudu não era pra matar alguém e sim pra proteger a casa dos espíritos.
Sam: E ela usava as quincas 1.5 pra afasta-los até ter o derrame e não poder mais, olha você pode até não acreditar na gente mas você tem que tirar todos daqui, empregados sua mãe e suas filhas, todos daqui.
Harper: Filhas?
Dean: Sim a Maddie e a Cat.
Harper: Maddie e minha filha e Catherine e a amiga imaginaria dela.
Eu: Me diz, sua mãe tinha uma irmã?
Harper: Sim, ela morreu afogada na piscina.
Eu: Sabe como ela era?
Harper: Eu tenho uma foto, eu vou pega-la. - ela foi e voltou rápido - aqui.
Eu: Ah... obrigada - eu lembrei da boneca - Onde está a Maddie nesse exato momento?
Harper: Deve está no quarto nesse momento.
Eu: Fiquem com ela, SuaAmiga, vem.
Eu subi correndo e entrei na casa, a SuaAmiga procurou na parte de baixo e eu em cima, no quarto só estava a Lauren e mais ninguém, eu desci e avisei pra ele, procuramos fora e dentro do hotel e não encontramos ninguém, a Harper avisou a gente que tinha um piscina, fomos até lá e a Maddie estava pendurada na varanda e estava prestes a pular na piscina, assim que ela nos viu ela nos olhou assustava, ela não conseguiu se sair da ponta da varanda mas ficou se segurando, o SuaAmiga, Harper e o Dean fora pra entrada dos fundos e eu e o Sam tentamos quebrar o vidro e não conseguimos, ela não se segurou por muito tempo e caiu.
Eu: NÃO! - fiquei olhando -
O Sam pegou um pedaço de madeira e quebrou o vidro, abriu a porta e pulou, eu fiquei olhando mas ele não achava a menina e eu lembrei da boneca, voltei pro hotel e subi pra casa e peguei a boneca e queimei e joguei ela no chão, vi ela queimado e joguei o resto fora, e voltei pra piscina e ela estava deitada nos braços da Harper e estava acordada.
Dean: A Lauren. - correu -
Subimos correndo e quando chegamos lá ela estava morta com a cabeça quebrada, chamamos a policia e o necrotério, eles levaram o corpo. A Harper chamou um táxi e arrumou os restos das coisas, Sam e ela pareciam que se gostavam, e quando ele abriu a porta do carro pra ela, ela deu um beijo nele, eu e o Dean estávamos de vela e rindo pela cara da SuaAmiga que não estava muito boa, o carro se foi e eu parei o Sam.
Eu: Vai falar com ela - apontei pra SuaAmiga - Ciúmes.
Sam: Claro - eu fui até o Dean. -
Eu: Não era pra Lauren ter morrido, eu queimei a boneca.
Dean: Talvez ela não tenha sido cremada.
Eu: E.. mas acabou.
Dean: Tem certeza?
Eu: Não, e Dean, você tem razão, eu tenho bebido muito e dormido pouco, eu tenho trabalhado demais e esquecido que eu também tenho descanso, mas eu não consigo descansar sabendo que fui julgada de condenada a uma coisa que eu nunca fiz, e sim a culpa dos meus pais terem morrido foi minha e se quer saber sim, e o que você escutou no cemitério se eu tivesse de morrer por mim eu morreria, mas o Sam me salvou ai eu lembrei de uma coisa, eu não posso morrer sabendo que meu irmão ainda tá por ai, mas se ele crescer e virar um caçador ai eu mereço a morte porque eu não quero que ela faça nada do que eu fiz, e não quero que ele saiba que irmã dele e assim. - entrei no empala - Eu vou com você já que o Sam e a (NDSuaAmiga) vão, você sabe.
Voltamos pra casa do Bobby pegamos os restos das nossas coisas e pegamos a estrada, eu emprestei meu carro ao Sam e fui com o Dean pra eles poderem conversarem, enquanto ele dirigia eu tentei dormir, eu consegui e quando acordei o carro estava parado em um estacionamento de mercado, de repente um telefone tocou eu pensei que era o meu mas depois vi que não, eu peguei o do Dean e vi que era o dele, quem ligava era uma moça chamada Lisa, eu deixei pra lá, eu vi ele de longe com chocolate na boca e uma sacola na mão e dois copos no outro, ele entrou no carro, olhou o celular e deixou pra lá.
Dean: Café.
Eu: Obrigada. - peguei - Dean, porque você não atendeu a Lisa?
Dean: Porque agora ela tem uma família e eu não devo mais atormenta-la.
Eu: Ainda gosta dela?
Dean: Não mais - ficou quieto - pronto Sam já saiu da loja e podemos ir.
Ele deu partida e voltamos a estrada.
sábado, 14 de junho de 2014
Stop the world - Capitulo 10
Stop The World
Capitulo Anterior
Pegamos a trilha e chegamos em um galpão abandonado.
>> AGORA <<
Entramos devagar, eu ia atrás pra garantir que o Matt não iria desaparecer, quando entramos o wendigo ia saindo, no escondemos e ele passou bem do nosso lado, o Matt ia gritar mas eu tampei a boca dele e depois que ele se foi corremos rápido pra procurar o Dean e eu e o Sam nos separamos ele ficou com o Matt e eu fui sozinha, e quando eu entrei em uma sala e vi o Dean pendurado pelas mãos no teto.
Eu: Ei ei, - mexi nele -
Dean: Ele vai voltar logo.
Eu: Eu sei, eu vou soltar você - cortei as cordas-
Dean: Corta as cordas dela. - eu cortei -
Anna: Justin?
Ela foi até o cara amarrado e mexeu nele, e ele não acordou, eu me virei e ele me agarrou com os pés e o Dean me tirou de perto dele e viu que ele ainda estava vivo e soltou ele também e eu soltei a SuaAmiga.
Eu: Eu tenho três sinalizadores, pra você - joguei pra ele - uma tá com o Sam e outra comigo, SuaAmiga leva eles daqui e leva as bolsas que eu e o Dean vamos tentar matar essa coisa.
SuaAmiga: Tem certeza?
Eu: Tenho, eu vou ficar bem. - sorri - vão!
Dean: Eu e você. - eu sorri pra ele - vamos.
Fiquei atrás dele e assim que o wendigo chegou o Dean me olhou e balançou a cabeça fazendo sim, eu entrei na frente do wendigo e ele correu atrás de mim, ai eu lembre que estava com a arma e atingi ele com o fogo, não estava funcionando e ele me pegou pelo casaco e me jogou pela parede.
Sam: Ei coisa feia. - jogou álcool nele - AGORA DEAN.
Dean: (SeuNome) se protege - jogou fogo nele -
Ele pegou fogo, o Sam me pegou pelo braço e me levou pra fora e o galpão pegou fogo, a Anna chamou a ambulância, eu deixei o Dean sozinho com a Anna e depois fui falar com eles.
Eu: Oi.
Anna: Obrigada por me salvar. - sorriu -
Eu: E meu trabalho não há de que.
Anna: Obrigada Dean - beijou ele - vou ao hospital levar o Justin - ela foi embora.
Eu: Hum. - ri -
Dean: Não foi nada demais.
Eu: Vamos dizer que não porque você já está acostumado porque todas as meninas bonitas beijam você.
Dean: Eu sei que sou demais.
Eu: Uhum, obrigada por salvar minha vida.
Dean: Você me ajudou, me tirou de lá, foi o mínimo que pude fazer.
Sam: Ah, oi eu tava pensando porque a gente não vai pra casa do Bobby e ficamos por um tempo.
Dean: E o melhor, vamos.
Entrei no carro, eles foram na frente pra nos mostrar o caminho até a casa do Bobby, quando chegamos vi que a casa dele ficava no meio do ferro velho, mas o lugar era bem legar até, entrei na casa e subi pro quarto, tomei um banho e fui dormir... Dia seguinte acordei e olhei o relógio e vi que era meio-dia, eu desci e a SuaAmiga me deu um copo com café e eu tomei, o Sam estava pesquisando e o Dean estava ajeitando o carro, eu me sentei na mesa e vi o que o Sam tinha.
Sam: Duas mortes dentro do hospício e um amigo nosso nos informou que há uma coisa matando dentro do hospício por outro lado estão dizendo que foi suicido - me mostrou as fotos - pulsos cortados.
Eu: Dentro de uma clinica particular para loucos, eles deveriam deixar coisas afiadas e que podem machucar longe do pacientes.
Sam: E e, mas não sabem como ela cortou os pulsos.
Eu: Como vai entrar no hospício?
Sam: Por isso que precisamos da sua ajuda, você vai nos colocar dentro da clinica.
Eu: Como?
Sam: Arrume um jeito, eu vou cuidar do caso.
Eu: Tá, essa tarde eu coloco vocês como meus irmãozinhos doentes - ri - e, essa vai ser mole.
Eu coloquei minha roupa e peguei minha identidade da FBI e fui com eles até a clinica, esperamos na recepção e entramos na sala do doutor, eu me segurei pra não rir na cara dos meninos por eles serem internados mas eu ficaria vigiando eles o dia todo.
Eu: Olá eu sou agente do FBI Carter Rain e esses são meus irmãos Beck Rain e Paul Rain e está acontecendo uma coisa muito, muito triste, meu irmãos e eu somos o melhor trio da FBI e eu não entendo uma palavra do que eles dizem e eu resolvi fazer o que era certo interna-los nessa clinica.
Doutor: Mas o que está acontecendo com eles?
Eu: Ah o senhor quer saber? Falem a eles meninos.
Sam: Olha eu brigo muito com meu irmão porque ele diz que a culpa foi minha, porque eu causei o apocalipse, e mas nessa caso a culpa foi minha sim, mas ele deveria ter tentado me tirar da jaula de Lúcifer mas não, ele tentou viver a sua vidinha normal com a namorada.
Dean: Não e culpa minha se você ficou chapadão no sangue de demônio e trouxe o apocalipse e quem disse que eu não tentei te tirar do inferno? eu tentei, mas quando eu estava no inferno você ficou com a Ruby e afogando as magoas no sangue de um demônio com más intenções Beck, e sabe o que você fez me deixou queimando no fogo do inferno.
Sam: E? e você não disse sim a Miguel.
Dean: Eu não sou uma camisinha não, e essa guerra era sua.
Eu: Tudo bem meninos, eu não sei mais o que fazer Doutor - fingi choro -
Doutor: Eu quero que eles finquem em segurança por isso vou deixa-lo em observação.
Eu: Eu posso acompanhar o tratamento?
Doutor: Eu acho.. - mostrei a identidade - sim, pode.
Eu: Muito obrigada doutor. - me levantei. -
Fiquei a doutora que iria cuidar dos meninos e entrei na sala pra ver o exame que seria ser feito e quando ela disse que iria pra eles tirarem as calças e colocou as luvas eu ri igual uma idiota e sai da sala onde fiquei conversando com o Dean sobre as mortes, assim que o Sam saiu e eu e o Dean reparamos no jeito que ele saiu, todo duro, rimos demais na cara dele, mas paramos quando nos pediram silêncio, o Dean olhou pra um paciente e foi até a mesa dele.
Dean: Scott.
Scott: Sam, Dean, e quem e essa mocinha - eu me apresentei - sentem, sentem, então eu não sei bem o que está acontecendo mas as morte que aconteceram aqui essa semana com certeza me deixaram bem assustado, e eu poderia cuidar sozinhos disso se não estivesse tão louco quanto estou agora mas o remédios estão me deixando viciado. - eu olhei pro Sam. - o hospital teve algumas mortes nos últimos e todos os médicos dizem que foram suicido, mas eu conheço esse lugar e sei que não há nada afiado e que possa machucar nos quartos, e porque elas cometeriam suicídios?
Eu: Porque talvez elas estão em uma clinica psiquiátrica, não e o tipo de lugar que uma pessoa gostaria de estar, mas se não há nada que corte como e que estão matando?
Scott: Eu não sei, eu só sei que se não tivesse coisa errada nesse hospital eu não chamaria vocês.
Eu: Você viu os corpos?
Scott: Não, eu não mexo mais com gente morta.
Eu: Sabia que você e um cara muito louco, tipo muito. - o Dean pisou no meu pé - no sentido bom. - sorri -
Doutor: Beck, Paul, estão se enturmando, por que vocês e a senhorita Carter não se juntam ou grupo assim pode dizer o que enfrentaram com a vida e enfrentar seus medos e lidaram com os problemas.
Eu: E uma ótima ideia, mas eu não sou.. - Sam me interrompeu.-
Sam: Claro, seria ótimo.
Doutor: Então vamos. - ele parou o Dean - Mas Paul, você não, um tempo longe de seu irmão.
Dean: Maravilha.
Eu: Sam, eu vou ficar com o Dean, você está mais protegido perto do doutor, então..
Sam: Claro.
Eu deixei ele ir e depois fui até a cafeteria e comprei o Dean e quando voltei ele estava sentado na mesa, fiquei observando ele, depois percebi que os cadastros dele tinham chegado na recepção e vi a doenças que eles tinham que por sinal não dizia nada apenas que eram malucos e que talvez não iriam sair tão cedo, logo o Sam saiu da sala de terapia e me perguntou onde estava o Dean e eu apontei a ele, os dois vieram até a minha e caminhamos pelos corredores.
Sam: Parece que o Luke meu companheiro de terapia viu as mortes que aconteceram aqui, e parece que o doutor não gosta quando falam sobre o monstros que há dentro da clinica.
Eu: Então não são suicídios.
Sam: Nunca foi.
Eu: Vou falar com o Doutor, fiquem longe de problemas enquanto isso.
Eu fui falar com o Doutor e ele disse que não sabia porque os pacientes estão se matando e quando voltei o Dean avisou que Luke estava morto e eles foram ver o corpo do cara a noite, eu fiquei sentada no corredor de frente pras portas onde eles estavam, quando deu meia-noite eu avisei que já poderiam sair, depois a enfermeira veio com os dois pro quarto e eu pedi um tempo pra falar com o Sam.
Sam: A criatura seja lá qual for, suga o cérebro até ressecar e depois faz com que a morte pareça suicídio.
Eu: Alguma ideia de como seja?
Sam: Tenho, Scott disse que talvez seja uma aparição.
Eu: Mas o cara e doido Sam, não há como confiar.
Sam: Ok, uma aparição pode abrir seu crânio e beber todo seu liquido cerebral, e se você tocar a aparição com metal a pele dela racha e ela se passa por humana e o espelho pode refletir sua verdadeira imagem.
Eu: Eu tenho meus palpites.
Sam: O Dean vai ficar de olho nos espelhos.
Eu: E eu vou falar com as pessoas.
Sam: Não tem como, esse lugar e perfeito pra uma aparição caçar, não a como você contar pra alguém se ser julgado como louco.
Eu: Eu não sou um paciente Sam, não aqui.
Eles foram dormir, e eu fiquei de vigia no corredor, olhando quem passava e vendo quem era a aparição, logo que amanheceu o Dean ficou no corredor vendo as pessoas enquanto, assim que escureceu o Sam de meu um espátula de metal afiadas, reuniu eu, Dean ele e o Scott e uma menina veio na direção do Dean.
Dean: Por favor não me beija, por favor hoje não. -
Ela trocou a direção e beijou o Sam, e eu fiquei rindo da cara do Dean.
Menina: Não ele e mais lindo, forte e mais alto.
Eu: Toma. - ri -
Dean: Eu vou ficar com os enfermeiros de plantão e o Sam os seguranças, Scott e a SeuNome vão cortar o pescoço do chefe.
Eu: Beleza, eu sempre me ferro, mas eu não posso se quiserem que eu continue então eu fico com o seguranças e o Sam com o chefe.
Scott: Eu não posso, eu parei de caçar eu só não posso, desculpa eu não vou continuar - foi embora. -
Eu: Vai com deus, somos só nos três então.
Eu fiquei vigiando os seguranças e eles estavam sentados na cadeira dormindo, depois fui pra outra porta e subi de volta quando vi o Sam em cima do doutor e corri pra tirar eles.
Eu: Não Sam, olha o braço - peguei a espátula -
O Doutor chamou os médicos e levaram o Sam a força pro quarto, eu não pude fazer nada e deixei que levasse, e os médicos doparam ele, o Dean foi falar com ele e quando voltou disse que o Sam estava ficando louco e a gente se separou pra procurar a coisa e eu não achei ninguém e assim que voltei ao corredor o doutor me chamou a sala e eu fui.
Eu: O que houve?
Doutor: Paul, disseram que ele foi visto falando sozinho.
Eu: Ele não e disso.
Doutor: Pois e, se não fosse algo serio eu não a chamaria, agora ele está no quarto, já deram os medicamentos a ele e agora está bem.
Eu: Já notou o quanto o senhor tá louco, olha porque eu vou dizer, mais louco e o dono dessa espelunca aqui, porque se você não reparou que o que deixa os paciente loucos são os remédios que dão a eles? o Sam estava ótimo até entrar aqui.
Doutor: Ele disse que cometeu o apocalipse me diz isso e normal?
Eu: Eu não ligo pro quão doido isso e, mas lá no inferno quem sabe um dia quando você estiver lá você se lembre de tudo que tá acontecendo aqui e talvez o próprio diabo diga a você que deveria ter acreditado na gente.
Doutor: Eu vou pedir pra que levem você pro quarto - pegou o telefone e eu o quebrei -
Eu: Não me julgue de ser louca, ou eu o prendo por falsa acusação. - sai da sala -
Eu fui pra sala de estar e vi o Sam lutando com o vento e depois os médicos agarraram ele e o levaram, o Dean estava sentado apavorado e eu não sabia o que eram, eu tentei falar com ele mas não quis falar comigo eu fiquei olhando pra ele sem saber o que fazer.
Eu: Péssima ideia quando pediram pra mim colocarem vocês dentro desse hospício, agora vocês estão realmente loucos.
Dean: Lute com a aparição.
Eu: Não eu nem sei quem e a aparição Dean, eu só quero saber o que fez vocês ficarem assim, porque eu não estou maluca.
Dean: E isso.. a pista e a loucura (SeuNome) e a loucura
Eu: Você e o Sam piraram no mesmo dia, o que e estranho porque eu não pirei, e essa aparição além de se alimentar de gente louca ela também deixa elas malucas?
Dean: Não sei.
Eu: Aquela menina beijou o Sam, e você disse que não queria, ela beijou você também?
Dean: Beijou.
Eu: Vem - puxei o braço dele - Scott, - entrei no quarto - precisamos da sua ajuda.
Scott: Eu não posso ajudar.
Eu: Pode vem maluco - peguei o braço dele - onde fica o quarto da menina?
Ele não me respondeu e eu escutei um grito, a gente correu pro quarto e quando chegamos a enfermeira que cuidou dos meninos no inicio de tudo estava lá, eu olhei pro espelho eu vi a aparição e o Dean pegou meu braço.
Dean: Ah meu deus isso e realmente verdade.
Enfermeira: Sim.
Eu: Eu deveria saber desde de que pisei aqui, porque pra mim aparecia de boa moça não e nada.
Enfermeira: Então porque não me matou antes -
Ela me pegou pela roupa e me jogou pela janela me fazendo bater com a cabeça, quando acordei estava no quarto deitada e a porta estava aberta, eu sai e fui até o quarto dos meninos e peguei a chave do carro deles, abri a mala e peguei a estaca de metal que eles tinha e entrei pelos fundos, assim que entrei no sala devolvi a chave e fui atrás da aparição e lembrei do quarto onde o Sam estava e quando cheguei ela gritando no chão pois o Dean quebrou a garra dela.
Eu: Esqueci de dizer uma coisa, eu nunca vou deixar que você toque em mim, se eu não te conhecer muito bem antes. - enfiei a estaca no pescoço dela -
Dean: Você viu? eu quebrei a garra dela.
Sam: Eu não to mais louco.
Eu: Nunca mais me peça pra que eu os coloque dentro de um hospício, vamos ir embora, antes que peguem vocês. - soltei o Sam -
Pegamos as coisas e saímos correndo pelos fundos e eu joguei a estaca fora entramos no carro e voltamos pra casa do Bobby e assim que chegamos o Dean pegou uma cerveja e bebeu e eu fui dormir.
Capitulo Anterior
Pegamos a trilha e chegamos em um galpão abandonado.
>> AGORA <<
Entramos devagar, eu ia atrás pra garantir que o Matt não iria desaparecer, quando entramos o wendigo ia saindo, no escondemos e ele passou bem do nosso lado, o Matt ia gritar mas eu tampei a boca dele e depois que ele se foi corremos rápido pra procurar o Dean e eu e o Sam nos separamos ele ficou com o Matt e eu fui sozinha, e quando eu entrei em uma sala e vi o Dean pendurado pelas mãos no teto.
Eu: Ei ei, - mexi nele -
Dean: Ele vai voltar logo.
Eu: Eu sei, eu vou soltar você - cortei as cordas-
Dean: Corta as cordas dela. - eu cortei -
Anna: Justin?
Ela foi até o cara amarrado e mexeu nele, e ele não acordou, eu me virei e ele me agarrou com os pés e o Dean me tirou de perto dele e viu que ele ainda estava vivo e soltou ele também e eu soltei a SuaAmiga.
Eu: Eu tenho três sinalizadores, pra você - joguei pra ele - uma tá com o Sam e outra comigo, SuaAmiga leva eles daqui e leva as bolsas que eu e o Dean vamos tentar matar essa coisa.
SuaAmiga: Tem certeza?
Eu: Tenho, eu vou ficar bem. - sorri - vão!
Dean: Eu e você. - eu sorri pra ele - vamos.
Fiquei atrás dele e assim que o wendigo chegou o Dean me olhou e balançou a cabeça fazendo sim, eu entrei na frente do wendigo e ele correu atrás de mim, ai eu lembre que estava com a arma e atingi ele com o fogo, não estava funcionando e ele me pegou pelo casaco e me jogou pela parede.
Sam: Ei coisa feia. - jogou álcool nele - AGORA DEAN.
Dean: (SeuNome) se protege - jogou fogo nele -
Ele pegou fogo, o Sam me pegou pelo braço e me levou pra fora e o galpão pegou fogo, a Anna chamou a ambulância, eu deixei o Dean sozinho com a Anna e depois fui falar com eles.
Eu: Oi.
Anna: Obrigada por me salvar. - sorriu -
Eu: E meu trabalho não há de que.
Anna: Obrigada Dean - beijou ele - vou ao hospital levar o Justin - ela foi embora.
Eu: Hum. - ri -
Dean: Não foi nada demais.
Eu: Vamos dizer que não porque você já está acostumado porque todas as meninas bonitas beijam você.
Dean: Eu sei que sou demais.
Eu: Uhum, obrigada por salvar minha vida.
Dean: Você me ajudou, me tirou de lá, foi o mínimo que pude fazer.
Sam: Ah, oi eu tava pensando porque a gente não vai pra casa do Bobby e ficamos por um tempo.
Dean: E o melhor, vamos.
Entrei no carro, eles foram na frente pra nos mostrar o caminho até a casa do Bobby, quando chegamos vi que a casa dele ficava no meio do ferro velho, mas o lugar era bem legar até, entrei na casa e subi pro quarto, tomei um banho e fui dormir... Dia seguinte acordei e olhei o relógio e vi que era meio-dia, eu desci e a SuaAmiga me deu um copo com café e eu tomei, o Sam estava pesquisando e o Dean estava ajeitando o carro, eu me sentei na mesa e vi o que o Sam tinha.
Sam: Duas mortes dentro do hospício e um amigo nosso nos informou que há uma coisa matando dentro do hospício por outro lado estão dizendo que foi suicido - me mostrou as fotos - pulsos cortados.
Eu: Dentro de uma clinica particular para loucos, eles deveriam deixar coisas afiadas e que podem machucar longe do pacientes.
Sam: E e, mas não sabem como ela cortou os pulsos.
Eu: Como vai entrar no hospício?
Sam: Por isso que precisamos da sua ajuda, você vai nos colocar dentro da clinica.
Eu: Como?
Sam: Arrume um jeito, eu vou cuidar do caso.
Eu: Tá, essa tarde eu coloco vocês como meus irmãozinhos doentes - ri - e, essa vai ser mole.
Eu coloquei minha roupa e peguei minha identidade da FBI e fui com eles até a clinica, esperamos na recepção e entramos na sala do doutor, eu me segurei pra não rir na cara dos meninos por eles serem internados mas eu ficaria vigiando eles o dia todo.
Eu: Olá eu sou agente do FBI Carter Rain e esses são meus irmãos Beck Rain e Paul Rain e está acontecendo uma coisa muito, muito triste, meu irmãos e eu somos o melhor trio da FBI e eu não entendo uma palavra do que eles dizem e eu resolvi fazer o que era certo interna-los nessa clinica.
Doutor: Mas o que está acontecendo com eles?
Eu: Ah o senhor quer saber? Falem a eles meninos.
Sam: Olha eu brigo muito com meu irmão porque ele diz que a culpa foi minha, porque eu causei o apocalipse, e mas nessa caso a culpa foi minha sim, mas ele deveria ter tentado me tirar da jaula de Lúcifer mas não, ele tentou viver a sua vidinha normal com a namorada.
Dean: Não e culpa minha se você ficou chapadão no sangue de demônio e trouxe o apocalipse e quem disse que eu não tentei te tirar do inferno? eu tentei, mas quando eu estava no inferno você ficou com a Ruby e afogando as magoas no sangue de um demônio com más intenções Beck, e sabe o que você fez me deixou queimando no fogo do inferno.
Sam: E? e você não disse sim a Miguel.
Dean: Eu não sou uma camisinha não, e essa guerra era sua.
Eu: Tudo bem meninos, eu não sei mais o que fazer Doutor - fingi choro -
Doutor: Eu quero que eles finquem em segurança por isso vou deixa-lo em observação.
Eu: Eu posso acompanhar o tratamento?
Doutor: Eu acho.. - mostrei a identidade - sim, pode.
Eu: Muito obrigada doutor. - me levantei. -
Fiquei a doutora que iria cuidar dos meninos e entrei na sala pra ver o exame que seria ser feito e quando ela disse que iria pra eles tirarem as calças e colocou as luvas eu ri igual uma idiota e sai da sala onde fiquei conversando com o Dean sobre as mortes, assim que o Sam saiu e eu e o Dean reparamos no jeito que ele saiu, todo duro, rimos demais na cara dele, mas paramos quando nos pediram silêncio, o Dean olhou pra um paciente e foi até a mesa dele.
Dean: Scott.
Scott: Sam, Dean, e quem e essa mocinha - eu me apresentei - sentem, sentem, então eu não sei bem o que está acontecendo mas as morte que aconteceram aqui essa semana com certeza me deixaram bem assustado, e eu poderia cuidar sozinhos disso se não estivesse tão louco quanto estou agora mas o remédios estão me deixando viciado. - eu olhei pro Sam. - o hospital teve algumas mortes nos últimos e todos os médicos dizem que foram suicido, mas eu conheço esse lugar e sei que não há nada afiado e que possa machucar nos quartos, e porque elas cometeriam suicídios?
Eu: Porque talvez elas estão em uma clinica psiquiátrica, não e o tipo de lugar que uma pessoa gostaria de estar, mas se não há nada que corte como e que estão matando?
Scott: Eu não sei, eu só sei que se não tivesse coisa errada nesse hospital eu não chamaria vocês.
Eu: Você viu os corpos?
Scott: Não, eu não mexo mais com gente morta.
Eu: Sabia que você e um cara muito louco, tipo muito. - o Dean pisou no meu pé - no sentido bom. - sorri -
Doutor: Beck, Paul, estão se enturmando, por que vocês e a senhorita Carter não se juntam ou grupo assim pode dizer o que enfrentaram com a vida e enfrentar seus medos e lidaram com os problemas.
Eu: E uma ótima ideia, mas eu não sou.. - Sam me interrompeu.-
Sam: Claro, seria ótimo.
Doutor: Então vamos. - ele parou o Dean - Mas Paul, você não, um tempo longe de seu irmão.
Dean: Maravilha.
Eu: Sam, eu vou ficar com o Dean, você está mais protegido perto do doutor, então..
Sam: Claro.
Eu deixei ele ir e depois fui até a cafeteria e comprei o Dean e quando voltei ele estava sentado na mesa, fiquei observando ele, depois percebi que os cadastros dele tinham chegado na recepção e vi a doenças que eles tinham que por sinal não dizia nada apenas que eram malucos e que talvez não iriam sair tão cedo, logo o Sam saiu da sala de terapia e me perguntou onde estava o Dean e eu apontei a ele, os dois vieram até a minha e caminhamos pelos corredores.
Sam: Parece que o Luke meu companheiro de terapia viu as mortes que aconteceram aqui, e parece que o doutor não gosta quando falam sobre o monstros que há dentro da clinica.
Eu: Então não são suicídios.
Sam: Nunca foi.
Eu: Vou falar com o Doutor, fiquem longe de problemas enquanto isso.
Eu fui falar com o Doutor e ele disse que não sabia porque os pacientes estão se matando e quando voltei o Dean avisou que Luke estava morto e eles foram ver o corpo do cara a noite, eu fiquei sentada no corredor de frente pras portas onde eles estavam, quando deu meia-noite eu avisei que já poderiam sair, depois a enfermeira veio com os dois pro quarto e eu pedi um tempo pra falar com o Sam.
Sam: A criatura seja lá qual for, suga o cérebro até ressecar e depois faz com que a morte pareça suicídio.
Eu: Alguma ideia de como seja?
Sam: Tenho, Scott disse que talvez seja uma aparição.
Eu: Mas o cara e doido Sam, não há como confiar.
Sam: Ok, uma aparição pode abrir seu crânio e beber todo seu liquido cerebral, e se você tocar a aparição com metal a pele dela racha e ela se passa por humana e o espelho pode refletir sua verdadeira imagem.
Eu: Eu tenho meus palpites.
Sam: O Dean vai ficar de olho nos espelhos.
Eu: E eu vou falar com as pessoas.
Sam: Não tem como, esse lugar e perfeito pra uma aparição caçar, não a como você contar pra alguém se ser julgado como louco.
Eu: Eu não sou um paciente Sam, não aqui.
Eles foram dormir, e eu fiquei de vigia no corredor, olhando quem passava e vendo quem era a aparição, logo que amanheceu o Dean ficou no corredor vendo as pessoas enquanto, assim que escureceu o Sam de meu um espátula de metal afiadas, reuniu eu, Dean ele e o Scott e uma menina veio na direção do Dean.
Dean: Por favor não me beija, por favor hoje não. -
Ela trocou a direção e beijou o Sam, e eu fiquei rindo da cara do Dean.
Menina: Não ele e mais lindo, forte e mais alto.
Eu: Toma. - ri -
Dean: Eu vou ficar com os enfermeiros de plantão e o Sam os seguranças, Scott e a SeuNome vão cortar o pescoço do chefe.
Eu: Beleza, eu sempre me ferro, mas eu não posso se quiserem que eu continue então eu fico com o seguranças e o Sam com o chefe.
Scott: Eu não posso, eu parei de caçar eu só não posso, desculpa eu não vou continuar - foi embora. -
Eu: Vai com deus, somos só nos três então.
Eu fiquei vigiando os seguranças e eles estavam sentados na cadeira dormindo, depois fui pra outra porta e subi de volta quando vi o Sam em cima do doutor e corri pra tirar eles.
Eu: Não Sam, olha o braço - peguei a espátula -
O Doutor chamou os médicos e levaram o Sam a força pro quarto, eu não pude fazer nada e deixei que levasse, e os médicos doparam ele, o Dean foi falar com ele e quando voltou disse que o Sam estava ficando louco e a gente se separou pra procurar a coisa e eu não achei ninguém e assim que voltei ao corredor o doutor me chamou a sala e eu fui.
Eu: O que houve?
Doutor: Paul, disseram que ele foi visto falando sozinho.
Eu: Ele não e disso.
Doutor: Pois e, se não fosse algo serio eu não a chamaria, agora ele está no quarto, já deram os medicamentos a ele e agora está bem.
Eu: Já notou o quanto o senhor tá louco, olha porque eu vou dizer, mais louco e o dono dessa espelunca aqui, porque se você não reparou que o que deixa os paciente loucos são os remédios que dão a eles? o Sam estava ótimo até entrar aqui.
Doutor: Ele disse que cometeu o apocalipse me diz isso e normal?
Eu: Eu não ligo pro quão doido isso e, mas lá no inferno quem sabe um dia quando você estiver lá você se lembre de tudo que tá acontecendo aqui e talvez o próprio diabo diga a você que deveria ter acreditado na gente.
Doutor: Eu vou pedir pra que levem você pro quarto - pegou o telefone e eu o quebrei -
Eu: Não me julgue de ser louca, ou eu o prendo por falsa acusação. - sai da sala -
Eu fui pra sala de estar e vi o Sam lutando com o vento e depois os médicos agarraram ele e o levaram, o Dean estava sentado apavorado e eu não sabia o que eram, eu tentei falar com ele mas não quis falar comigo eu fiquei olhando pra ele sem saber o que fazer.
Eu: Péssima ideia quando pediram pra mim colocarem vocês dentro desse hospício, agora vocês estão realmente loucos.
Dean: Lute com a aparição.
Eu: Não eu nem sei quem e a aparição Dean, eu só quero saber o que fez vocês ficarem assim, porque eu não estou maluca.
Dean: E isso.. a pista e a loucura (SeuNome) e a loucura
Eu: Você e o Sam piraram no mesmo dia, o que e estranho porque eu não pirei, e essa aparição além de se alimentar de gente louca ela também deixa elas malucas?
Dean: Não sei.
Eu: Aquela menina beijou o Sam, e você disse que não queria, ela beijou você também?
Dean: Beijou.
Eu: Vem - puxei o braço dele - Scott, - entrei no quarto - precisamos da sua ajuda.
Scott: Eu não posso ajudar.
Eu: Pode vem maluco - peguei o braço dele - onde fica o quarto da menina?
Ele não me respondeu e eu escutei um grito, a gente correu pro quarto e quando chegamos a enfermeira que cuidou dos meninos no inicio de tudo estava lá, eu olhei pro espelho eu vi a aparição e o Dean pegou meu braço.
Dean: Ah meu deus isso e realmente verdade.
Enfermeira: Sim.
Eu: Eu deveria saber desde de que pisei aqui, porque pra mim aparecia de boa moça não e nada.
Enfermeira: Então porque não me matou antes -
Ela me pegou pela roupa e me jogou pela janela me fazendo bater com a cabeça, quando acordei estava no quarto deitada e a porta estava aberta, eu sai e fui até o quarto dos meninos e peguei a chave do carro deles, abri a mala e peguei a estaca de metal que eles tinha e entrei pelos fundos, assim que entrei no sala devolvi a chave e fui atrás da aparição e lembrei do quarto onde o Sam estava e quando cheguei ela gritando no chão pois o Dean quebrou a garra dela.
Eu: Esqueci de dizer uma coisa, eu nunca vou deixar que você toque em mim, se eu não te conhecer muito bem antes. - enfiei a estaca no pescoço dela -
Dean: Você viu? eu quebrei a garra dela.
Sam: Eu não to mais louco.
Eu: Nunca mais me peça pra que eu os coloque dentro de um hospício, vamos ir embora, antes que peguem vocês. - soltei o Sam -
Pegamos as coisas e saímos correndo pelos fundos e eu joguei a estaca fora entramos no carro e voltamos pra casa do Bobby e assim que chegamos o Dean pegou uma cerveja e bebeu e eu fui dormir.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Stop The World - Capitulo 9
Stop the world
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Deixei eles sozinhos e sai do restaurante.
>> AGORA <<
Enquanto eu via o Sam arrumar as armas ele riu do nada, quando me virei vi o Dean agarrado com a Ariel e eu ri junto com ele, os dois se aproximaram o Dean deu um beijo, eu andei até o meu carro e ela me chamou.
Ariel: Procure alguém que confia e se abra com ela, porque o que sente por dentro e culpa, angustia e tristeza, só quem conhece os verdadeiro sentimentos sabem nota-los a distância, você consegue enganar muita gente. E se nunca colocar isso pra fora, você vai ficar pior. Só procurei alguém pra conversar. - olhei pro Dean e ele olhou. -
Eu: Estou bem obrigada. - sorri -
Ariel: Obrigada você.
Eu entrei no carro e fui embora, conseguimos chegar a Lawrence a noite, o Dean mostrou o caminho pra uma casa abandona, não era assustadora, era bem bonita do lado de fora, entramos e ficamos a noite a ali, na bolsa que estava no meu carro tinha comida, eu dei a eles e não quis comer, enquanto isso o Sam estava pesquisado.
Sam: Parece que temos na cidade, escuta, grupo de adolescentes que estavam em um colina aqui em Lawrence, desapareceram, dizem que eles foram atacados por ursos.
Dean: Urso e o escambau Sam, eu conheço um ataques de ursos.
Sam: Então amanhã a gente verifica.
Dean: Tá.
SuaAmiga: Vou dormir.
Sam: Também, boa noite.
Eu fiquei sentada no sofá e o Dean saiu, eu abri a porta e vi ele arrumando as coisas no carro e fui até ele, ele se sentou no cabo do carro e me olhou.
Dean: Quer conversar?
Eu: Não, to bem.
Dean: Serio? porque faz alguns dias que você não come, dorme pouco e sempre bebe, quando digo beber não estou dizendo beber café ou outras coisas, estou falando de whisky e cerveja, e Ariel disse que se deveria falar com alguém que confiasse você olhou pra mim, e ela também disse que se guardasse pra você mesma ficaria pior.
Eu: O problema e que Ariel era maluca, era um vidente falsa, ninguém consegue ver o que as pessoas sentem, ninguém Dean.
Dean: Me diz o que tá acontecendo?
Eu: Não tem nada acontecendo. -
Dean: Tá. -
Eu entrei e subi pro quarto, me deitei e tentei dormir.. Manhã seguinte ouvi o Dean chamando meu nome, eu tomei um banho e desci, peguei minhas coisas e coloquei no carro, iriamos falar com o xerife e enquanto ele não chegava o Sam via o mapa onde mostrava a floresta, logo o xerife chegou e fomos falar com ele.
Xerife: São amigos da Anna?
Dean: E..
Eu: Somos.
Xerife: Eu lamento pelo desaparecido do irmão dela, mas diga a ela que ele está bem e que voltará logo.
Eu: Pode nos dar o formulário do dia da volta dele pra possamos dar a ela e acalma-la, porque ela está desesperada pra saber onde está o irmão.
Xerife: Claro. - me entregou - Parece que ele e os amigos deles foram atacados pelo um urso.
Eu: Eu sei, e tão triste, mas eu ainda tenho fé e esperança de que todos estão vivos. Obrigada. - saímos da delegacia - Diz onde mora, quando ele foi e quando volta, diz o nome Justin e Anna Walker, e ainda tem o endereço da irmã.
Dean: Vamos ver o que tá acontecendo.
Eu tinha deixado a SuaAmiga no carro e fomos pra casa da Anna, eu deixei ela no carro de novo e entrei com o Sam e o Dean.
Dean: Olá, ah.. sou Dean, esse e o Sam e essa e minha parceira (SeuNome), somos os guardas da cidade e o xerife nos mandou aqui para que pudéssemos ajudar e saber mais sobre seu irmão Justin.
Anna: Entrem.
Eu: O Justin vai voltar em breve.
Anna: Não confio, faz alguns dias que ele não dá noticias e o ultima mensagens de voz que me mandou um uns 2 dias atrás.
Sam: Podemos ver?
Anna: Nossos pais morreram e eu cuido dos meus dois irmãos, Justin e Matt.
Eu: O telefone e por satélite e por isso que ele manda essa mensagens.
Anna: E fotos também.
Eu: Pode me mostrar?
Anna: Claro.
Ela me mostrou as fotos pelo computador e vi uma coisa estranha no fundo da foto, tipo uma pata com garras enormes, ela me mostrou os áudios e o som parecia arranhar e tinha gritos de ursos no fundo, eu passei pro meu celular.
Anna: Eu cansei de esperar noticias, eu e um guia amanhã de manhã vamos atrás do Justin com o Matt.
Dean: Tá bom, e o bastante - saímos da casa-
Eu: Não podemos deixar eles irem pra um lugar onde não e seguro, eu não tenho duvidas de que aquilo não era um urso.
Dean: Eu também não, mas amanhã vamos até a colina e protege-la do que há ali.
Escureceu, fomos até o restaurante perto dali e almoçamos, eu comprei algumas comidas pra levar pra colina e voltei pro carro, eu olhei o notebook e os ataque de urso e parece que ainda há um sobrevivente.
Eu: Sabe o que eu descobri? que ainda a um vitima do suposto ataque de urso viva, e devemos falar com ele.
SuaAmiga: Sabe o endereço?
Eu: Sim - dei a ela. -
SuaAmiga: Vamos - vamos.
Quando chegamos batemos na porta e ele pediu que entrássemos, a SuaAmiga fez algumas perguntas e eu fiquei olhando as coisas.
Eu: Você tem que me dizer o que tinha lá quando foi atacado.
Homem: Eu era pequeno, e eu estava na cabana e a coisa não fez muito esforço pra entra, ela apenas abriu a porta.
Eu: Mas que tipo de coisa, como ela era?
Homem: Grande, feia, e tinha garras, ela marcou meu braço - mostrou as cicatrizes - eu estou dizendo, tem alguma coisa naquele mato.
Eu: E eu prometo que vou acabar com isso, agora temos que ir, obrigado - fomos embora. -
SuaAmiga: Ok, vamos fazer uma lista, demônios e fantasmas, não, não porque eles atravessam portas e paredes, ursos também não, ursos não abrem portas então o que e.
Eu: Não sei, vou ligar pro Sam.
Liguei pro Sam e disse que tinha falado com um sobrevivente e pedi que me encontrasse. Assim que encontrei eles contei o que o homem disse e falei das cicatrizes, ficamos no carro e dormimos nele, assim que amanheceu fomos direto pra colina e quando chegamos a Anna já estava lá com o irmão e o guia, eu sai do carro e peguei minha mochila e coloquei no ombro.
Anna: Guardas? vocês vão entrar no mato de casaco de couro e jeans?
Eu: Sim porque antes malucos do que picados por mosquitos e outros animais. - sorri -
Anna: Esse e meu guia Steve, o parque mandou eles pra ver o que está acontecendo.
Steve: Espero que não traga problemas.
Dean: Ao menos que você tenha um.
Steve: Não temos tempo pra suas piadas, temos que encontrar logo o Justin e ir embora, porque e mais perigoso a noite.
Eu: Acha que vamos conseguir acha-lo em poucas horas assim? por acaso tem uma bola de cristal na testa como GPS, então e melhor parar de brigar e começar a andar se quiser achar o irmão dela.
Steve: Vocês são incompetentes.
Eu: Sim, somos. - andei na frente e ele me puxou -
Steve: Ninguém anda na minha frente. -
Ele continuou andando até que chegamos onde o irmão da Anna acampou, eu olhei as barracas e encontrei marcas de garra com sangue e chamei a SuaAmiga e ela chamou todos pra ver.
Steve: Com certeza e um urso, vamos procurar.
Eu: Não e um urso.
Dean: Eu sei que não e, mas ainda não sei o que e.
Alguém gritou e corremos pra ver o que era, e quando voltamos as mochila das armas sumiram e só fiquei com a minha mochila que estava com sinalizadores e comida, mas eu tinha arma na cintura e uma faca de prata na minha mochila.
Steve: Eu só queria saber que urso e esse que quer nossas mochilas.
Dean: Isso não e um urso.
Steve: E como tem tanta certeza disso.
SuaAmiga: Porque se fosse um urso ele não nos atrairia a lugar e depois quando voltássemos as nossas coisas ainda estariam no lugar, por isso que não e um urso.
Sam: Posso falar com vocês. - fomos até ele - pois e, não e um urso, e sim um wendigo.
Dean: Como eu não pensei nisso.
Eu: O que e um wendigo?
Sam: Me dá o diário do pai. - me mostrou.- De acordo com a mitologia, o wendigo é formado a partir de um humano qualquer, que passou muita fome durante um inverno rigoroso, e para se alimentar, comeu seus próprios companheiros. após perpetuar atos canibais por muito tempo, acaba se tornando este monstro e ganha muitos atributos para caçar e se alimentar mais como, por exemplo, poder imitar a voz humana, escalar árvores, suportar cargas muito pesadas, e além disso tem uma inteligência sobrehumana. eles também tem a capacidade de hibernar por anos, e para suportar os invernos, estoca suas vítimas em cavernas subterrâneas onde as devora lentamente. De acordo com a mitologia indígena, para destruir um é preciso queimá-lo, pois segundo os indígenas, wendigo tem um corpo sobrehumano também que lhe permite sobreviver a qualquer tipo de ferimento inconstante. -
Eu: Meu deus - estranhei-
Eu: Então temos que tirar esse pessoal daqui antes que ele ataque mais alguém.
Sam: Vou fazer um símbolos que vai afasta-lo até de manhã, e não podemos sair.
Eu: E vai dizer o que "Não saiam de perto dos símbolos porque ele vai afastar um wendigo que querem comer vocês."?
Dean: E isso ai.
SuaAmiga: Então tenta, porque eu já vi de tudo e ainda não acredito e eles vão achar que você não e um guarda e sim um louco que fugiu do hospício.
Dean: Prestem atenção, o que estamos enfrentando não e um urso, mas sim um wendigo que se alimenta de de pessoas, ele e um humano ou melhor um humano canibal, então o Sam tá fazendo uns símbolos no chão e eu quero que não os ultrapassem. - o Steve riu - tá rindo por que o idiota?
Steve: Você tá brincadeira.
Dean: To com cara de quem tá de brincadeira? Essa coisa e esperta, consegue imitar a voz humana e subir em arvores, então fiquem perto dos símbolos.
Logo escureceu, o Dean fez uma fogueira e eu dei minha comida pra eles e fiquei sem comer porque não estava com fome, eu vi o Dean conversando com a Anna e o Matt com Sam e eu estava sozinha, de repente os gritos continuaram e o Steve correu, dei minha arma pro Dean e corri atrás dele e ele atirou no wendigo, eu consegui ver o wendigo puxando o Steve pra cima da árvore e depois o jogou no chão, eu corri voltando pro lugar. Disse a eles que ele tinha morrido pelo wendigo. As folhas começaram a se mover como se tivesse alguém dentro da mata mas logo parou.
Anna: Justin não está vivo não e?
Eu: Não sabemos ainda, mas vamos acha-lo se estiver.
Amanheceu rápido e pudemos sair dos símbolos, fomos procurar o local onde aquela coisa de escondia, o Sam contou que wendigos ficam em lugares escuros e bem escondidos, peguei minha mochila e andamos, as folhas se mexeram rápido e eu consegui o vulto do monstro, corremos tentando voltar pro acampamento, eu acabei escorregando pra trás com o peso da mochila mas me levantei rápido, o Sam e o Matt pararam pra tentar me ajudar e corremos, os outros estavam mais adiantados, quando ouvi gritos da Anna e da SuaAmiga e quando chegamos no local onde estavam ele desapareceram e minha arma de sinalização que dei ao Dean estava no chão e eu peguei, continuamos andando e o Matt se agachou.
Matt: O Dean deixou uma trilha com doces.
Eu: Onde? - ri - idiota.
Pegamos a trilha e chegamos em um galpão abandonado.
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Deixei eles sozinhos e sai do restaurante.
>> AGORA <<
Enquanto eu via o Sam arrumar as armas ele riu do nada, quando me virei vi o Dean agarrado com a Ariel e eu ri junto com ele, os dois se aproximaram o Dean deu um beijo, eu andei até o meu carro e ela me chamou.
Ariel: Procure alguém que confia e se abra com ela, porque o que sente por dentro e culpa, angustia e tristeza, só quem conhece os verdadeiro sentimentos sabem nota-los a distância, você consegue enganar muita gente. E se nunca colocar isso pra fora, você vai ficar pior. Só procurei alguém pra conversar. - olhei pro Dean e ele olhou. -
Eu: Estou bem obrigada. - sorri -
Ariel: Obrigada você.
Eu entrei no carro e fui embora, conseguimos chegar a Lawrence a noite, o Dean mostrou o caminho pra uma casa abandona, não era assustadora, era bem bonita do lado de fora, entramos e ficamos a noite a ali, na bolsa que estava no meu carro tinha comida, eu dei a eles e não quis comer, enquanto isso o Sam estava pesquisado.
Sam: Parece que temos na cidade, escuta, grupo de adolescentes que estavam em um colina aqui em Lawrence, desapareceram, dizem que eles foram atacados por ursos.
Dean: Urso e o escambau Sam, eu conheço um ataques de ursos.
Sam: Então amanhã a gente verifica.
Dean: Tá.
SuaAmiga: Vou dormir.
Sam: Também, boa noite.
Eu fiquei sentada no sofá e o Dean saiu, eu abri a porta e vi ele arrumando as coisas no carro e fui até ele, ele se sentou no cabo do carro e me olhou.
Dean: Quer conversar?
Eu: Não, to bem.
Dean: Serio? porque faz alguns dias que você não come, dorme pouco e sempre bebe, quando digo beber não estou dizendo beber café ou outras coisas, estou falando de whisky e cerveja, e Ariel disse que se deveria falar com alguém que confiasse você olhou pra mim, e ela também disse que se guardasse pra você mesma ficaria pior.
Eu: O problema e que Ariel era maluca, era um vidente falsa, ninguém consegue ver o que as pessoas sentem, ninguém Dean.
Dean: Me diz o que tá acontecendo?
Eu: Não tem nada acontecendo. -
Dean: Tá. -
Eu entrei e subi pro quarto, me deitei e tentei dormir.. Manhã seguinte ouvi o Dean chamando meu nome, eu tomei um banho e desci, peguei minhas coisas e coloquei no carro, iriamos falar com o xerife e enquanto ele não chegava o Sam via o mapa onde mostrava a floresta, logo o xerife chegou e fomos falar com ele.
Xerife: São amigos da Anna?
Dean: E..
Eu: Somos.
Xerife: Eu lamento pelo desaparecido do irmão dela, mas diga a ela que ele está bem e que voltará logo.
Eu: Pode nos dar o formulário do dia da volta dele pra possamos dar a ela e acalma-la, porque ela está desesperada pra saber onde está o irmão.
Xerife: Claro. - me entregou - Parece que ele e os amigos deles foram atacados pelo um urso.
Eu: Eu sei, e tão triste, mas eu ainda tenho fé e esperança de que todos estão vivos. Obrigada. - saímos da delegacia - Diz onde mora, quando ele foi e quando volta, diz o nome Justin e Anna Walker, e ainda tem o endereço da irmã.
Dean: Vamos ver o que tá acontecendo.
Eu tinha deixado a SuaAmiga no carro e fomos pra casa da Anna, eu deixei ela no carro de novo e entrei com o Sam e o Dean.
Dean: Olá, ah.. sou Dean, esse e o Sam e essa e minha parceira (SeuNome), somos os guardas da cidade e o xerife nos mandou aqui para que pudéssemos ajudar e saber mais sobre seu irmão Justin.
Anna: Entrem.
Eu: O Justin vai voltar em breve.
Anna: Não confio, faz alguns dias que ele não dá noticias e o ultima mensagens de voz que me mandou um uns 2 dias atrás.
Sam: Podemos ver?
Anna: Nossos pais morreram e eu cuido dos meus dois irmãos, Justin e Matt.
Eu: O telefone e por satélite e por isso que ele manda essa mensagens.
Anna: E fotos também.
Eu: Pode me mostrar?
Anna: Claro.
Ela me mostrou as fotos pelo computador e vi uma coisa estranha no fundo da foto, tipo uma pata com garras enormes, ela me mostrou os áudios e o som parecia arranhar e tinha gritos de ursos no fundo, eu passei pro meu celular.
Anna: Eu cansei de esperar noticias, eu e um guia amanhã de manhã vamos atrás do Justin com o Matt.
Dean: Tá bom, e o bastante - saímos da casa-
Eu: Não podemos deixar eles irem pra um lugar onde não e seguro, eu não tenho duvidas de que aquilo não era um urso.
Dean: Eu também não, mas amanhã vamos até a colina e protege-la do que há ali.
Escureceu, fomos até o restaurante perto dali e almoçamos, eu comprei algumas comidas pra levar pra colina e voltei pro carro, eu olhei o notebook e os ataque de urso e parece que ainda há um sobrevivente.
Eu: Sabe o que eu descobri? que ainda a um vitima do suposto ataque de urso viva, e devemos falar com ele.
SuaAmiga: Sabe o endereço?
Eu: Sim - dei a ela. -
SuaAmiga: Vamos - vamos.
Quando chegamos batemos na porta e ele pediu que entrássemos, a SuaAmiga fez algumas perguntas e eu fiquei olhando as coisas.
Eu: Você tem que me dizer o que tinha lá quando foi atacado.
Homem: Eu era pequeno, e eu estava na cabana e a coisa não fez muito esforço pra entra, ela apenas abriu a porta.
Eu: Mas que tipo de coisa, como ela era?
Homem: Grande, feia, e tinha garras, ela marcou meu braço - mostrou as cicatrizes - eu estou dizendo, tem alguma coisa naquele mato.
Eu: E eu prometo que vou acabar com isso, agora temos que ir, obrigado - fomos embora. -
SuaAmiga: Ok, vamos fazer uma lista, demônios e fantasmas, não, não porque eles atravessam portas e paredes, ursos também não, ursos não abrem portas então o que e.
Eu: Não sei, vou ligar pro Sam.
Liguei pro Sam e disse que tinha falado com um sobrevivente e pedi que me encontrasse. Assim que encontrei eles contei o que o homem disse e falei das cicatrizes, ficamos no carro e dormimos nele, assim que amanheceu fomos direto pra colina e quando chegamos a Anna já estava lá com o irmão e o guia, eu sai do carro e peguei minha mochila e coloquei no ombro.
Anna: Guardas? vocês vão entrar no mato de casaco de couro e jeans?
Eu: Sim porque antes malucos do que picados por mosquitos e outros animais. - sorri -
Anna: Esse e meu guia Steve, o parque mandou eles pra ver o que está acontecendo.
Steve: Espero que não traga problemas.
Dean: Ao menos que você tenha um.
Steve: Não temos tempo pra suas piadas, temos que encontrar logo o Justin e ir embora, porque e mais perigoso a noite.
Eu: Acha que vamos conseguir acha-lo em poucas horas assim? por acaso tem uma bola de cristal na testa como GPS, então e melhor parar de brigar e começar a andar se quiser achar o irmão dela.
Steve: Vocês são incompetentes.
Eu: Sim, somos. - andei na frente e ele me puxou -
Steve: Ninguém anda na minha frente. -
Ele continuou andando até que chegamos onde o irmão da Anna acampou, eu olhei as barracas e encontrei marcas de garra com sangue e chamei a SuaAmiga e ela chamou todos pra ver.
Steve: Com certeza e um urso, vamos procurar.
Eu: Não e um urso.
Dean: Eu sei que não e, mas ainda não sei o que e.
Alguém gritou e corremos pra ver o que era, e quando voltamos as mochila das armas sumiram e só fiquei com a minha mochila que estava com sinalizadores e comida, mas eu tinha arma na cintura e uma faca de prata na minha mochila.
Steve: Eu só queria saber que urso e esse que quer nossas mochilas.
Dean: Isso não e um urso.
Steve: E como tem tanta certeza disso.
SuaAmiga: Porque se fosse um urso ele não nos atrairia a lugar e depois quando voltássemos as nossas coisas ainda estariam no lugar, por isso que não e um urso.
Sam: Posso falar com vocês. - fomos até ele - pois e, não e um urso, e sim um wendigo.
Dean: Como eu não pensei nisso.
Eu: O que e um wendigo?
Sam: Me dá o diário do pai. - me mostrou.- De acordo com a mitologia, o wendigo é formado a partir de um humano qualquer, que passou muita fome durante um inverno rigoroso, e para se alimentar, comeu seus próprios companheiros. após perpetuar atos canibais por muito tempo, acaba se tornando este monstro e ganha muitos atributos para caçar e se alimentar mais como, por exemplo, poder imitar a voz humana, escalar árvores, suportar cargas muito pesadas, e além disso tem uma inteligência sobrehumana. eles também tem a capacidade de hibernar por anos, e para suportar os invernos, estoca suas vítimas em cavernas subterrâneas onde as devora lentamente. De acordo com a mitologia indígena, para destruir um é preciso queimá-lo, pois segundo os indígenas, wendigo tem um corpo sobrehumano também que lhe permite sobreviver a qualquer tipo de ferimento inconstante. -
Eu: Meu deus - estranhei-
Eu: Então temos que tirar esse pessoal daqui antes que ele ataque mais alguém.
Sam: Vou fazer um símbolos que vai afasta-lo até de manhã, e não podemos sair.
Eu: E vai dizer o que "Não saiam de perto dos símbolos porque ele vai afastar um wendigo que querem comer vocês."?
Dean: E isso ai.
SuaAmiga: Então tenta, porque eu já vi de tudo e ainda não acredito e eles vão achar que você não e um guarda e sim um louco que fugiu do hospício.
Dean: Prestem atenção, o que estamos enfrentando não e um urso, mas sim um wendigo que se alimenta de de pessoas, ele e um humano ou melhor um humano canibal, então o Sam tá fazendo uns símbolos no chão e eu quero que não os ultrapassem. - o Steve riu - tá rindo por que o idiota?
Steve: Você tá brincadeira.
Dean: To com cara de quem tá de brincadeira? Essa coisa e esperta, consegue imitar a voz humana e subir em arvores, então fiquem perto dos símbolos.
Logo escureceu, o Dean fez uma fogueira e eu dei minha comida pra eles e fiquei sem comer porque não estava com fome, eu vi o Dean conversando com a Anna e o Matt com Sam e eu estava sozinha, de repente os gritos continuaram e o Steve correu, dei minha arma pro Dean e corri atrás dele e ele atirou no wendigo, eu consegui ver o wendigo puxando o Steve pra cima da árvore e depois o jogou no chão, eu corri voltando pro lugar. Disse a eles que ele tinha morrido pelo wendigo. As folhas começaram a se mover como se tivesse alguém dentro da mata mas logo parou.
Anna: Justin não está vivo não e?
Eu: Não sabemos ainda, mas vamos acha-lo se estiver.
Amanheceu rápido e pudemos sair dos símbolos, fomos procurar o local onde aquela coisa de escondia, o Sam contou que wendigos ficam em lugares escuros e bem escondidos, peguei minha mochila e andamos, as folhas se mexeram rápido e eu consegui o vulto do monstro, corremos tentando voltar pro acampamento, eu acabei escorregando pra trás com o peso da mochila mas me levantei rápido, o Sam e o Matt pararam pra tentar me ajudar e corremos, os outros estavam mais adiantados, quando ouvi gritos da Anna e da SuaAmiga e quando chegamos no local onde estavam ele desapareceram e minha arma de sinalização que dei ao Dean estava no chão e eu peguei, continuamos andando e o Matt se agachou.
Matt: O Dean deixou uma trilha com doces.
Eu: Onde? - ri - idiota.
Pegamos a trilha e chegamos em um galpão abandonado.
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