domingo, 27 de julho de 2014

Stop The World - Capitulo 22

stop the world

Entrei no carro. Pegamos a estrada e ficamos dirigindo a manhã toda, chegando a tarde no Texas.

                                                 >>AGORA<<

Antes de ir a um hotel em uma lojinha e compramos algumas coisas, vi o Sam parado no balcão e fui até ele e vi que estava segurando um jornal que dizia "Homem desaparece da cidade."

Eu: Trabalho?
Sam: E, Ryan Scoot sumiu ontem a noite na rua, aqui tem o endereço.
Eu: Vai com o Dean, vê o que sabe, eu vou procurar um hotel e descansar um pouco.
Sam: Tá.

Procurei o hotel com a SuaAmiga depois mandei a localização pro Sam por SMS e ele respondeu dizendo que iria logo pro hotel. Comi alguma coisa e me deitei e dormir..Quando acordei eles já estavam no quarto, me sentei e o Sam me explicou o caso.

Sam: Parece que Ryan foi sequestrado no estacionamento, uma criança que assistiu tudo disse que ele fui puxado pra debaixo do carro. Ele ouviu barulhos estridentes.
Dean: E mas tanto faz, quem topa ir ao bar da cidade fazer uma boquinha?
Eu: Eu.

Fomos até o carro e fomos até o bar, o Sam levou tudo e quando chegamos lá eu ajudei ele a saber sobre mais coisas.

Sam: A policia não descartam a possibilidade de crime pelos relatos de sinais de luta
Eu: E vai ver não seja um dos nosso, apenas um sequestro normal.
Sam: E, exceto por isso - mostrou o diário - local marcado por um aspecto agressor, e tem uma lenda que fala que uma coisa sombria sai a noite pega a gente e depois some e esse condado parece que tem mais gente sumida que por capta no estado.
SuaAmiga: Pensei que aspecto agressores pegavam pessoas na cama e não no estacionamento.
Sam: Pois e, tem de todos os tipos e tem aspectos brincalhões, podem te pegar a qualquer hora ou em lugar e mas eu também não sei se e dos nossos.
Dean: Tem razão, vamos investigar melhor amanha.
Sam: Então vamos, temos que acordar cedo amanhã.
Eu: Vão que eu vou comprar algumas coisa pra gente levar de viagem.
Dean: E eu vou no banheiro

Eu pedi 4 lanches e esperei o Dean sair do banheiro e saímos do bar. SuaAmiga veio na nossa direção assustada nos puxando sem conseguir falar uma palavra, fomos até onde o carro estava estacionando e o Sam não estava lá, gritamos perguntamos e ninguém viu ele.

Dean: COMO VOCÊ DEIXOU ELE SUMIR?
SuaAmiga: Eu não deixei, ele ouviu um barulho e de repente sumiu.
Eu: A gente vai voltar pro hotel, dormir e amanhã a gente vê o que aconteceu.

Voltamos pro hotel e não conseguimos dormir, na manhã seguinte fomos até a policia pra saber alguma coisa do Sam e eu e a SuaAmiga ficamos do lado de fora da delegacia esperando o Dean com noticiais e ele demorava demais, mas logo chegou sem noticias nenhuma e disse que a policial iria trazer algumas coisas. Vi ela vindo de longe, nas mão tinham papeis e ela entregou ao Dean.

Dean: Essas são minhas amigas (SeuNome) e (SuaAmiga), essa e a policial Haley.
Haley: Oi, olha a câmera de trafico tiram fotos de minutos em minutos, e o que parece na fotos são momentos antes e depois do Sam ter sido raptado.
Dean: Não e bem isso que eu quero - foi passando as fotos -
Haley; E, mas olha essa foto, do caminhão, foi tirado logo após que o Sam saiu do bar, e olha atrás do caminhão.
Eu: Carretas.
Haley: Agora olha a placa, M5L-154, parece nova mas e roubada, e eu acho que o motorista daquele balde de ferruge, deve está envolvido.

Passou uma van e o Dean não parava de olhar e o barulho dela era muito estranho.

Dean: Ouviram o motor? Não parece um ruindo estridente?
Eu: Parece.
Dean: Muito estranho.

Checamos todas as câmeras por onde o caminhão passou, enquanto a gente olhava o notebook que estava com a Haley apitou.

Haley: Nathan?
Dean: Eu.
Haley: Eu mandei seu numero de registro, e rotina quando trabalhamos em um caso com a policia estadual para fins de contabilidades e eles retornaram - ela parou o carro - E aqui diz que o distintivo foi roubado e tem uma foto sua. - nos mostrou -
Dean: E que eu emagreci, e tenho a doença de pele do Michael Jackson.
Haley: Tá, todo mundo fora do carro.
Dean: Ei, espera, espera, se você quer me prender, tudo bem, eu colaboro, eu juro, mas antes por favor me deixe achar o Sam.
Haley: Olha, eu nem sei quem você e, ou quem são elas, ou se o tal do Sam sumiu mesmo.
Dean: Olhe bem nos meus olhos e veja se estou mentindo.
Haley: Roubo de identidade? você está fingindo que e policial.
Dean: Olha e o seguinte, quando éramos pequenos, eu o salvei de um incêndio, desde então eu me sinto responsável por ele, e meu trabalho, mantê-lo a salvo, eu tenho medo se não acha-lo rápido, por favor, ele e minha família.
Haley: Desculpe, você não me dá escolha, vou ter que prende-lo, depois que acharmos o Sam.

Terminamos de ver as câmeras depois voltamos pro hotel. SuaAmiga foi dormir, o Dean estava pesquisando no notebook. Fiquei olhando e nada dele olhar de volta ou falar alguma coisa.

Eu: Ficar assim não te ajuda.
Dean: Eu tenho que encontrar o Sam.
Eu: Pois e, temos, mas você não tem comido ou dormido, acha que ele vai querer te ver assim?
Dean: Não me importa o que ele vai achar, o que importa e que eu tenho que encontra-lo.
Eu: E MAS PENSA EM VOCÊ TAMBÉM.
Dean: Se fosse sua família, você não estaria tão relaxa.
Eu: Mas não e minha família, eu não estou relaxada, estou tensa Dean, meu pensamento ainda está no Kansas, eu não vi meu irmão, eu não sei o que está acontecendo com eles, mas eu to tentando ficar bem.
Dean: E meu irmão, e meu trabalho cuidar dele.
Eu: Também era o meu cuidar dele e olha pra mim, olha onde estamos, eu te entendo e sei que sua cabeça está cheia e não vai me escutar, então.. se quiser dormir pode dormir na minha cama ok,. Não fique tão preocupado, vamos acha-lo, to indo. - me levantei  -

 Eu me deitei, apaguei as luzes e tentei dormir. Algumas horas depois o Dean se deitou na cama e dormiu.. Manhã seguinte percebi que ainda tinha alguém na cama, abri os olhos devagar e vi o Dean dormindo, me levantei e fui me arrumar. Tinha que acorda-lo mas o jeito que ele dormia, parecia realmente muito cansado. Mexi nele e ele acordou. Iriamos nos encontrar com a Haley, fomos até onde ela estava, o Dean e a SuaAmiga foram comprar café e me deixou com ela.

Eu: Olha eu sei que o Dean já está ferrado por mentir sobre a identidade dele, as por que está nos ajudando agora?
Haley: A 3 anos meu irmão Cooper, ele desapareceu, da mesma forma que o Sam, e eu sei como ele está sentido por ter perdido o primo, e tudo que eu posso fazer por ele agora, mas depois de tudo se resolver ele vai fazer como o combinado, cumprir a lei.
Eu: Claro
Haley: Mas então chega, temos que continuar. - entrou no carro -

O Dean me deu o café e fomos olhar o resto das câmeras de trafico. No retorno encontramos uma entrada estranha paramos e olhamos.

Haley: Eu vou e vocês ficam.
Eu: Eu poderia deixar se você não estivesse sozinha, mas não.
Haley: Eu vou e vocês ficam, olha eu não conheço quase nada de você, ele pode ser um civil ou um bandido, mas eu vou sozinha.
Eu: Não teima com a gente, nos vamos.
Haley: Ok, tudo bem, mas vocês prometem que não vai se envolver?
Eu: Sim, ao menos se acontecer alguma coisa.
Haley: Ok, será que vocês duas podem pegar uma coisa pra mim?
Eu: Tá, mas o que?
Haley: Dentro do carro tem duas armas pra você vão e pegue.

 Eu e a SuaAmiga fomos e procuramos as armas, de repente as portas se fecharam e as janelas subiram, tentamos abrir a porta mas nada, estávamos trancada. A Haley veio puxando o Dean e ele estava com algemas e ela o prendeu na maçaneta do carro.

Haley: Desculpem.
Eu: Pelo menos abre as janelas.
Haley: Desculpem não posso.
Eu: EU NÃO VOU MORRER AQUI, VOCÊ TÁ OUVINDO? MERDA!

Ela foi embora e deixou a gente preso, eu procurei alguma coisa pra quebrar o vidro e a única coisa que encontrei foi a arma que estava no porta luvas  Ouvi uns barulhos de carro vindo da floresta, vi o Dean se esticando todo. Pedi pra SuaAmiga se proteger e afastar o banco pra trás.

Eu: Por que não? - atirei no vidro -

Eu quebrei o resto do vidro com o pé e sai pela janela. Ai percebi que o Dean estava se esticando pra tentar pegar o para-choque e tirar as algemas, eu tirei o para-choque e tentei tirar ele.

Dean: Rápido, tem gente vindo.
Eu: Quem?
Dean: Eu não sei.

Ouvimos umas risadas e pessoas falando, eu consegui tirar o Dean das algemas e nos escondemos na mata, depois que eles entram no carro da policia e foram embora, fomos até a mata e encontramos a casa, devagar entramos e fomos direto pro porão e lá encontramos a Haley e o Sam.

SuaAmiga: Sam, que bom te encontrar.
Dean: Até que enfim cara.
Haley: Como saiu das algemas e vocês duas saíram do carro.
Eu: Eu encontrei uma arma, e eu atirei na janela.
Haley: Me deve uma janela nova.
Eu: Tá preocupada com a janela? mal sabe você que o carro foi roubado.
Dean: Essas trancas vão dar trabalho.
Sam: Tem um controle automático que abre as jaulas bem ali. - apontou -
SuaAmiga: Você viu eles?
Sam: Sim, e Dean, eles são só pessoas.
Eu: E pegaram você?
Sam: E.. e eles soltaram o Ryan e parecia uma armadilha, não faz sentido pra mim.
Dean: E pois e, as coisas que vimos, tem regras, padrões ou até sentidos, mas as pessoas, ah.. as pessoas, elas são doidas.
Sam: E ai, tem alguma coisa lá fora?
SuaAmiga: Sim, dúzias de carros escondidos lá fora, placas, e quando pegam alguém levam o carro.
Haley: Você viu o mustang preto de uns 10 anos.
Dean: E.. eu vi.
Eu: Do seu irmão, nos lamentamos.
Dean: Vamos tirar vocês daqui e depois cuidamos deles, essa coisa por acaso tem chave?
Sam: Eu não sei.
Dean: Tá, eu procuro.
Eu: Toma cuidado
Dean: Tá. - foi embora.

Ficamos tentando ver como se abria as jaulas mas não tinha como ver,  a SuaAmiga ficou de vigia pra ver se eles estavam vindo ou se estavam por perto. O tempo foi passando e o Dean estava demorando demais, eu desci e fui ver o que estava acontecendo e quando vi ele também tinha sido pego por aqueles.

Homem: Vai me dizer quem você quer morto primeiro? Ou eu tiro um olho seu.
Dean: O cara o cara.
Homem: Matem o cara, mas não o solte, mate-o na jaula.
Eu: Merda, merda Sammy
Dean: Você disse que não iria matar o cara, que ia dar mais uma chance a ele.
Homem: E depois que matarem o cara, matem a moça também.

Subi pro porão antes que ele, contei ao Sam sobre o plano que tinha inventado na hora.

Eu: Estarei bem aqui atrás.

SuaAmiga ficou na porta e assim que ele entrou ela trancou a porta sem ele perceber, ele abriu a jaula e apontou a arma pro Sam.

Eu: SAM AGORA.

O Sam pulou em cima do cara e eu tirei a arma dele dando uma coronhada nele. A arma travou e eu joguei no chão, desci de volta e me escondi de novo.

Homem: Lee - gritou - ei Ted, você vem comigo e eu vou ver o que aconteceu com ele, Samanta cuide dele.

Ele subiu pro porão e eu fiquei olhando a menina que estava de costas pro corredor.

Eu: Ei. - chamei sem ela vê - ei

Ela foi até a cozinha sem saber onde estava e quando voltou eu dei um chute nela.

Eu: Eu sei que e crime bater em crianças, mas você está longe de ser uma.
Samanta: AHHH - veio pra cima de mim -
Eu: Vem desconta toda sua raiva em mim, mas só uma coisa, você está com uma faca eu to com um revolve.

Eu Atirei no braço dela fazendo ela vir com toda raiva pra cima de mim e me fez soltar o revolve longe, empurrei ela longe e esperei ela levantar.

Dean: Mata ela.
Eu: Mas..
Dean: MATA ELA. -
Eu: NÃO!

Eu soltei ele e prendemos ela no armário, saímos da casa e vimos a Haley e a SuaAmiga saindo do celeiro.

Haley: Onde está a menina?
Eu: Presa no armário e o homem?
SuaAmiga: Morto.
Haley: Vou pedir reforços.

Ela ligou pra policia e esperamos ela.

Haley: Liguei pra policia e ela está vindo, e querem falar com vocês.. então eu espero vocês estejam bem longe.
Dean: A gente tá no meio do nada, pode nos dar uma carona.
Haley: Claro. - jogou a chave do carro - podem ir.
Dean: Sinto muito pelo seu irmão.
Haley: Obrigada.

Fomos até os carros onde estavam escondidos.

Dean: Nunca mais suma desse jeito.
Sam: Ficaram preocupados?
Eu: Não, o que o Dean quer dizer que não vamos atrás de você.
Sam: A vão. - riu -
SuaAmiga: Dean você foi derrubado por uma menina de 13 anos.
Dean: Dá um tempo.
Eu: 13 anos, tá ficando enferrujado - olhou pra mim serio - brincadeira - ri -

Voltamos pro hotel, pegamos a coisa e pegamos a estrada pra outra cidade.

sábado, 26 de julho de 2014

Stop The World - Capitulo 21

Stop The World

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Deixamos o caminhão parado lá e voltamos pro apartamento pra pegar nossas coisas

                                            >> AGORA<<

Eu estava arrumando as armas na minha bolsa, eu vi o Dean se aproximando, o Sam e a SuaAmiga desceram e colocaram o resto das bolsas na mala do carro.

Dean: A culpa foi minha por ter deixado você ir sozinha pro duto de ar.
Eu: Sabe Dean, eu pensei que morreria ali, de fome, de sede de tudo, mas sabe, a culpa não foi sua porque eu quis ir sozinha, e eu confiei em vocês o tempo todo e eu esperei por isso, pra poder te agradecer por ter me resgatado, fizeram um bom trabalho.
Dean: Fizemos um bom trabalho.
Eu: Vocês fizeram e fazem mais por mim do que eu mesma. -olhei pra ele -

Dean: Vamos? - sorriu -
Eu:  Vamos.

Eu peguei a bolsa e ele tomou ela da minha mão e levou ele. Abracei ele de lado e fomos até o carro, entrei e pegamos a estrada. Ficamos dirigindo a tarde toda e quando anoiteceu paramos pro comer. O Sam iria comprar a comida eu dei o dinheiro a ele e pedi pra que ele comprar um hambúrguer e refrigerante. Ele voltou e me deu a comida, eu dei a sugestão ao Dean de irmos a um hotel e passar a noite e depois voltaríamos a estrada e ele aceitou, pegamos o hotel mais próximo e nos acomodamos.  Pegamos dois quartos, depois que eles comeram foram dormir, menos eu. Fiquei pesquisando casos na internet e não tinha nada na cidade e isso era o mais estranho, então parei de procurar e fechei o notebook. Peguei uma cerveja e sentei de volta e olhei pro Sam e pro Dean que estavam dormindo na cama. Eu fui pro quarto e me deitei, o sono veio e eu consegui dormir.. Manhã seguinte eu me levantei coloquei meus sapatos e sai do quarto, o Dean estava no carro, me aproximei e percebi que ele estava preocupado.

Eu: Tudo bem?
Dean: Sim.
Eu: Parece preocupado, tem certeza?
Dean: E tenho, só tava pensando.
Eu: Tá bom então
Dean: E vamos tomar café?
Eu: Vamos.

Fomos a cafeteria tomamos café depois eu pedi pra que o Dean viesse comigo até a banca, olhei os jornais e não tinha nada de estranho na cidade, eu fiquei alguns minutos.

Dean: O que foi?
Eu: A cidade tá muito parada, por mais que eu não goste desse trabalho isso me incomoda.
Dean: Pelo menos temos uns dias de folga.
Eu: E...

Andamos de volta pro hotel, depois que comi me deitei, o Sam disse que não tem trabalho na cidade então preferi dormir já que a noite, me acordei era 5h da tarde, eu arrumei as minhas coisas e coloquei as coisas na mala.

Sam: Não vamos embora hoje.
Eu: E vamos quando?
Sam: Amanhã de manhã, o Dean preferiu assim.
Eu: Tá por mim tudo bem então compra o jantar pra gente - dei o dinheiro - torta por favor.
Sam: E, Dean e você.
Eu: E.

Ele foi comprar a comida e eu fiquei esperando, assim que ele chegou entrei e comi. Logo escureceu, fomos até um barzinho e ficamos bebendo por ali e depois voltamos, fui pro quarto e dormi. Manhã seguinte olhei pro lado e não vi a SuaAmiga, eu me arrumei e fui até o outro quarto e ela estava lá com o Dean e o Sam, e o Dean  estava vendo as noticias enquanto o Sammy estava sentando com um bloquinho.

Dean: Sabe, eu acho que deveríamos ir para o norte do Texas, tem noticias que as últimas semanas teve gado mutilado lá e..
Eu: Ou podemos ir pra Sagramento onde um homem atirou na própria cabeça, o que você acha Sam? - ele ignorou - Então tá.
Sam: Eu to escutando pode falar.
Eu: Não, ele tá fingindo que está, o pensamento dele está longe.
Sam: Eu já vi isso antes. - se levantou. -

Ele pegou a antiga foto que deixava na bolsa da família dele e mostrou a árvore que ele desenhou e a árvore da foto.

Sam: Já sei pra onde temos que ir.
Dean: Pra onde?
Sam: Pra casa, lá no Kansas.
Eu: E pra que a gente voltaria pro Kansas que faz nem um mês que saímos de lá.
Sam: Olha Dean, lembra da casa, que eu saiba ela não queimou toda e ela foi reconstruida, e eu sei que parece ou vai parecer loucura, mas as pessoas que moram lá, eu acho que elas correm perigo.
SuaAmiga: Porque acha isso?
Sam: Eu não sei, mas eu quero que você confie e acreditem em mim, e só o que eu peço.
Dean: Ah.. confiar? olha só isso pra mim e pouco.
Eu: Pra mim também, você vai ter que nos convencer.
Sam: Não dá pra explicar pra vocês.
Dean: Então tenta se não não vou a lugar nenhum com você.
Sam: Eu tenho pesadelos.
Eu: Tá tudo bem, até ai normal, mas alguma coisa?
Sam: E as vezes eles acontecem..
Eu: Próxima piada por favor. - ri -
Sam: Não e engraçado, eu tive um pesadelo com minha namorada antes dela morrer, e isso aconteceu 3 vezes antes de acontecer.
Eu: Não, olha Sam, as vezes temos sonhos estranhos e achamos que aquilo realmente e real ou que vai acontecer, mas não, e você deve estar...
Sam: Maluco? pois e, eu bem queria mas não estou, mas eu vi o sangue pingando no teto a casa pegando fogo tudo, e eu não fiz nada pra impedir e eu não acreditei, agora eu to sonhando com essa árvore e com a nossa casa e com uma mulher dentro dela gritando por socorro e foi lá que começou e tem alguma coisa haver não tem?
Dean: Eu não sei.
Sam: Como você não sabe essa mulher pode está em perigo, pode ser a mesma coisa que matou a mamãe e a Jess.
Dean: CALMA Sam, calma, primeiro você está parecendo um maluco, depois quer que a gente volte pra casa ainda mais que eu... jurei que nunca mais voltaria.
Eu: Já tá virando problema de família, tchau - o Sam me puxou de volta - o que foi?
Sam: Estamos nessa, vocês entraram nessa, fica. - me sentei - Dean, nos temos que ir até lá, só pra garantir.
Dean: Eu sei disso.

Arrumamos as coisas colocamos na mala e pegamos a estrada de volta pro Kansas chegamos em Lawrence por volta de 3 horas da tarde, iriamos direto pra casa dos pais dele. Assim que chegamos saímos do carro, o Sam saiu primeiro e o Dean demorou um pouco, eu fui até a janela e ele estava olhando pra casa e depois saiu. Fomos até a porta e batemos e a moça nos atendeu.

Dean: Olá senhora, desculpe incomodar.. - o Sam interrompeu -
Sam: Sou Sam e esse e o meu irmão Dean Winchester, e essas são nossas amigas (SeuNome) (NomeDaSuaAmiga). E alguns anos moramos aqui e estávamos de passagem e de repente nos deu uma vontade enorme de vir aqui olhar a casa.
Moça: Winchester, que engraçado, eu acho que encontrei umas fotos de vocês no porão ainda quando criança e com os pais de vocês outro dia.
Dean: Mesmo?
Moça: Sim, entrem eu vou buscar.
Dean: Obrigado.

Entramos e acompanhamos ela até a cozinha, e vimos um menininho brincando e pedindo suco a mãe, olhei pro Dean e ele me olhou de volta.

Moça: Ele e o Tyler ele e viciado em suco, essa e a Amanda e claro sou Ellen.
Eu: Prazer Ellen. - sorri -
Ellen: Amanda esses são, Sam e Dean eles moravam aqui e essas são as amigas deles (SeuNome) e (SuaAmiga).
Eu: Oi Amanda.
Amanda: Oi.
SuaAmiga: Então, se mudaram a pouco tempo?
Ellen: E, pois e.
Dean: Tem família aqui?
Ellen: Não, eu só queria recomeçar tudo, eu sofri muito com a morte do meu marido sabe e por isso..
Eu: Você quis um tempo pra esquecer um pouco e resolver se mudar, pois e, sei como e isso.
Ellen: E, então, cidade nova, trabalho novo assim que eu consegui, casa nova.
Sam: E o que está achando da casa?
Ellen: E, olha com todo respeito ao lar da sua infância e eu sei que devem ter boas lembranças daqui, mas o lugar tem problemas.
Dean: Que tipo de problemas?
Ellen: Bom, a casa e antiga, a fiação.. sabe como e, as luzes piscam de hora em hora.
Eu: E, coisa chata não e?
Ellen: E, pois e e além disso a pia transbordou e tem ratos no porão. - o Dean ficou meio pra baixo - Me desculpa, eu não to reclamando.
Dean: Não, que isso, viu os ratos ou só ouviu o barulho?
Ellen: Só o barulho.
Amanda: Mãe, pergunte a eles se já o viram quando estavam aqui?
Eu: O que Amanda?
Amanda: A coisa no meu armário.
Ellen: Ah meu amor, não tinha nada no seu armário, só foi um pesadelo, não tinha nada no armário deles, tinha?
Dean: Não, não tinha.
Amanda: Eu não sonhei ela era entrou no meu quarto pegando fogo.  - o Sam olhou pra gente.

Nos despedimos da família e saímos da casa.

Sam: Viu? Um vulto em chamas.
Dean: Foi com essa Ellen que você sonhou?
Sam: Foi, e sabe do que ela falou? De barulhos, luzes piscando, são dois sinais de espíritos malignos.
Dean: Pois e, até da medo dessas suas visões estranhas acontecerem.
Sam: Esquece essas um pouquinho, a coisa na casa acha mesmo que foi a mesma coisa que matou mamãe e a Jess?
Dean: Eu não sei.
Sam: Será que ela voltou ou esteve aqui o tempo todo e..
Dean: Não, talvez seja uma coisa diferente, ainda não sabemos.
Sam: Essas pessoas correm perigo Dean, temos que tira-las da casa.
Dean: E nos vamos.
Sam: Tem que ser agora.
Dean: E? e como vai ser? tem uma historia que ela acredite?
Sam: E o que vamos fazer?
Dean: Vamos manter a calma, se isso fosse um outro tipo de serviço o que faríamos?  
Eu: Tentaríamos descobrir outras coisas, investigar a casa e descobri a historia dela.
Dean: Exato mas sabemos o que aconteceu.
Eu: Mas nesse caso o que significa e o quanto sabemos, o que você se lembra?
Dean: Pouca coisa, eu me lembro do fogo, do calor e que levei o Sam pela porta da frente.
Sam: Levou?
Dean: Sim, você não sabia?
Sam: Eu era um bebe.
Dean: Deveria saber, e e nos dois sabemos da historia do papai, a mamãe estava no teto seja o que a colocou lá sabia que o papai a encontrou.
Eu: E esse demônio seu pai nunca contou a vocês?
Dean: Sobre o demônio do olho amarelo? só nos contou sobre isso, agora temos que ir lá e mata-lo.
Eu: E agora se querem isso temos que descobrir o que houve naquela época.
Dean: E, falar com os amigos do papai, gente que esteve lá na época, então primeiro vou começar com Dom, ele trabalha em uma oficina perto daqui e você vê outros por ai, tá tudo na lista do papai, vem (SeuNome).

Entrei no carro e fui até a oficina com ele, e o Dom que trabalhava disse que não sabia muito só sabia de algumas coisas.

Dom: Por anos John desapareceu e só agora vocês vem procura-lo.
Eu: E só preciso que diga o que aconteceu no dia do acidente na casa dele, e só o que precisamos agora.
Dom: Depois do acidente John me procurou, conversamos ele me disse que alguma coisa matou a esposa mas eu sei que foi apenas um acidente normal e comum apenas um curto circuito, mas com o tempo ele foi lendo uns livros estranhos e eu falei com ele pra procurar ajuda mas ele só fez piorar mais e mais.. ele procurou uma vidente na cidade na qual não sei o nome ou onde mora agora.
Eu: E só isso mesmo obrigada. - sorri -

Eu fui até a banca e comprei um jornal pra ver a listas de vidente da cidade.

Eu: Aqui tem algumas listas cartomantes e vidente, olha tem uma que se chama El divino, mas que nome e El divino? - O Dean sorriu - Scarlett.
Dean: Scarlett, uma vidente?
Eu: E o que parece.
Dean: O diário do meu pai, olha aqui - fui até ele - pagina um primeira fase leia.
Eu: Não.
Dean: Pensei que ele só falasse de estrada.
Eu: Vai ficar ai ou vai até lá bonitão? - entrei no carro -

Fomos até a casa da moça e ela estava atendendo um homem e que já estava de saída.

Scarlett: Sua mulher adora você - ele agradeceu e saiu - Pobre coitado, mal sabe que a mulher odeia ele e o trai com o jardineiro.

Eu ri e o Dean me deu um pisão no pé.

Dean: E por que não disse a ele?
Scarlett: As pessoas não querem a verdade, só querem boas noticias, então Dean e SeuNome entrem logo, não tenho o dia todo, olha só pra você Dean tá bem bonitão, e olha que você era bem desengonçado.
Eu: Eu já tentei falar isso pra..
Dean: Cala a boca. 
Scarlett: Oh querida, e uma pena o que aconteceu com sua mãe - pegou minha mão - Seu irmãozinho está tão grande deveria vê-lo.
Eu: Como sabe?
Scarlett: Sou vidente não uma farsa, e olha que ele já está falando algumas palavrinhas, e o Sam?
Dean: Deveria saber e vidente.
Scarlett: Eu só sei porque vi ela pensando na família, e eu não sou GPS e não tenho que dizer onde ele está querido, não faço mágica, agora senta ai por favor.  - nos sentamos - Garoto coloca os pés na sua mesa e eu parto você.
Dean: E mas eu não disse nada.
Scarlett: E mas pensou.
Eu: Quando conheceu o pai deles?
Scarlett: Ele veio pra uma consulta um dia depois daquele incêndio, eu contei a ele o que estava oculto, pode se dizer que eu abri as cortinas pra ele.
Dean: E sobre o incêndio o que contou a ele?
Scarlett: Bom, ele me levou até a casa, ele achava que eu pudesse sentir, sentir os ecos e as impressões da coisas mas não consegui, só sei que era do mal, mas vocês acham que a coisa voltou pra casa?
Eu: Pra mim eu não acho, eu tenho a certeza.
Scarlett: Olha eu não voltei mas lá, mas eu fiquei de olho na casa, tudo quietinho, sem mortes súbitas, sem acidentes e por que voltou a ativa agora?
Dean: Não sei, mas o papai morreu, a Jess também e a casa tudo ao mesmo tempo alguma coisa começando a si manifestar.
Eu: E mas vamos ficar de olho por isso vamos voltar lá agora e precisamos que venha com a gente pra ver o que está acontecendo..
Scarlett: Melhor, vamos.
Eu: E, vamos - sorri -

Ligamos pro Sam nos encontrar na casa. Pegamos o caminho de volta pra casa e quando chegamos eles chegaram na mesma hora que nos. Batemos na porta a Ellen nos atendeu assustada com o Tyler no colo.

Ellen: Dean, Sam o que fazer aqui?
Dean: Essa e a nossa amiga Scarlett e queríamos que ela visse porque ela também morou aqui com a gente sendo a nossa babá.
Ellen: Desculpem mas não e uma boa hora.
Dean: Olha Ellen, e que e muito importante - A Scarlett bateu nele -
Scarlett: Dá um tempo pra menina não vê que ela está nervosa? Desculpe ele não faz por mal não e que não e dos mais brilhantes agora você me escuta.
Ellen: Escutar o que?
Scarlett: Sobre a casa.
Ellen: Do que está falando?
Scarlett: Acho que sabe do que estou falando, você acha que tem alguma coisa na casa e você acha que ela quer machucar sua família não é? To enganada? .
Eu: Ela e boa. - O Dean me deu um tapa na cabeça - Olha aqui tem sorte de estarmos em um caso se não eu arrancaria seus lindos olhos verdes com meu canivete de prata e daria pros cachorros comerem.
Ellen: Quem são vocês?
Scarlett:  Pessoas que realmente podem te ajudar, que pode parar essa coisa, mas vai ter que confiar um pouco na gente agora e nos deixar ver a casa.
Ellen: Tudo bem, podem entrar e olhar.

Olhamos tudo embaixo e depois subimos pro quarto.

Scarlett: Tem algo errado nessa casa, a energia, e.. esse quarto, e o centro da energia dessa casa.
Sam: Por que?
Scarlett: Porque aqui era o seu quarto Sam, foi aqui que tudo aconteceu.

Peguei o detector e o Dean fez o mesmo e ele começou a apitar e ficar vermelho e tinha alguma coisa no quarto.

Scarlett: Olha eu não sei se e aliviou ou decepção mas essa não e a coisa que matou sua mãe.
Sam: Tem certeza?
Scarlett: Sim, e sei porque não e a mesma energia que senti quando estive a primeira vez com seu pai, essa e diferente.
SuaAmiga: O que e?
Scarlett: O que e não, o que são? tem mais de um espírito nesse lugar.
Dean: E por que  estão aqui?
Scarlett: Estão aqui pelo o que ouve com sua família, a muitos anos uma coisa muito maligna esteve aqui, entrou pela casa esse tipo de coisa que deixa feridas. E feridas podem se infectar. Esse lugar atrai energia paranormal e atraiu um Poltergeist e uns dos mal e não vai descansar até matar Ellen e os filhos dela.
Eu: E você disse que tem mais de um espírito.
Scarlett; E tem sim. E eu só não consigo identificar o segundo.
Dean: Então, uma coisa e certa, ninguém mais vai morrer nessa casa, nunca mais  o que podemos fazer pra evitar afinal?
Scarlett: Feitiço e na minha casa tem o que precisamos.
Eu: Então vamos voltar pra lá e fazer.

Peguei meu carro e voltei pra lá, estava cansada de ficar pra lá e pra cá, zanzando de carro, ela pegou algumas coisas.

SuaAmiga: O que e isso?
Scarlett:  raiz de angélica, óleo van-van poeira de encruzilhada
Eu: E o que vamos fazer com isso?
Scarlett: Vamos colocar dentro das paredes nos cantos, norte, sul, leste, oeste em cada lugar da casa.
Dean: Fazer buracos na parede a Ellen vai adorar.
Scarlett: Ela sobrevive.
Eu: E isso vai destruir os espíritos?
Scarlett: Com certeza vai purificar a casa completamente, olha cada um em um andar, e temos que ser rápido porque quando os espíritos perceberem nossa intenção a coisa vai ficar feia.

Fizemos tudo e colocamos dentro da bolsa e voltamos pra casa da Ellen e pedimos pra que ela saísse com as crianças. Eu ficaria com a sala e a cozinha. SuaAmiga banheiros, Dean porão e o Sam e a Scarlett os quartos. Quebrei a parede com o machado quando escutei barulho de lamina uma na outra e assim que me virei uma veio em minha direção mas consegui me abaixar e quando olhei pra porta 5 facas estavam flutuando, coloquei a mesa na frente e ela ficam presas nela, eu joguei a bolsinha dentro da parede e apareceu uma luz branca, eu sai da cozinha e subi pro quarto onde estava o Sam e o Dean abraçados no chão. Descemos e a Scarlett e a SuaAmiga estava na sala.

Eu: Você realmente tem certeza que era boa?
Scarlett: Sim.
Eu: Pelo menos terminamos.
Dean: E.

 A Ellen tinha acabado de chegar e assim que ligou a luzes e viu a bagunça ficou assustada.

Ellen: O que aconteceu?
Eu: Oi, desculpa, e nos vamos pagar por isso e o Dean vai limpar tudo, vamos gente

O Dean limpou tudo e depois saímos da casa, o Sam nos pediu pra ficar de olho na casa porque não estava com um bom pressentimento então ficamos até uma hora lá. Eu fiquei olhando a janela e vi a Ellen na janela pedindo socorro o Dean arrombou a porta entramos, Sam e a SuaAmiga foram pegar as crianças e eu e o Dean a Ellen, fomos a pro lado de fora e esperamos o Sam chegar com as crianças e com a SuaAmiga mas eles estavam demorando demais.

Eu: Não, não por favor não.

Só saiu a Amanda e o irmãozinho dela.

Eu: Cadê a (NomeDaSuaAmiga)?
Amanda: A coisa pegou eles.

Eu olhei pro Dean e corremos pra tentar ajuda-los mas a porta se fechou e não abriu, eu tentei abrir ela mas de jeito algum abria, o Dean pegou as armas e corremos até a porta que estava trancada, quebramos e entramos e vimos a coisa com chamas andando na direção do Sam e a SuaAmiga, mas o estranho e que ela não nos machucou nem machucou eles, assim que se aproximou o Dean se armou pra atirar mas o Sam não deixou e ela foi tomando forma humana até aparecer uma linda moça. Ela falou com ele de pois foi embora explodindo-se em chamas. Tiramos o Sam e a SuaAmiga dali e levamos ele pra, depois nos certificamos se a Ellen bem e fomos embora. Fiquei pensando se deveria visitar o Bob mas preferi não vê-lo.

Dean: Próxima parada...
SuaAmiga: Texas.
Eu: Tinha que ser lá, tipo Texas.
Dean: Eu gosto.
Sam: Eu também - entraram no carro. -
Eu: Idiotas. - revirei os olhos -

Entrei no carro. Pegamos a estrada e ficamos dirigindo a manhã toda, chegando a tarde no Texas.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Stop the world - Capitulo 20

Stop The World

Eu me deitei e fui dormir um pouco.

             >> AGORA <<

Quando acordei na manhã seguinte me levantei e arrumei minha bolsa, o Sam estava no quarto.

Eu: Ei.
Sam: Oi.
Eu: Onde está a Sara, Sammy?
Sam: Eu falei pra ela que eu não queria nada, eu soube sobre a briga de vocês dois, Dean..
Eu: Nada demais.
Sam: Um soco na cara pra mim não e normal.
Eu: Ele te contou por que?
Sam: Sim e eu quero me desculpar por ele, aquilo que ele disse, não e verdade.
Eu: Você e diferente do Dean.
Sam: Eu sei.
Eu: Vamos - abracei ele -

Ele guardou as coisas e pedi pra que fosse comigo no carro e ele aceitou, passei algumas horas dirigindo então pedi pra ele dirigir no meu lugar, ele me pediu pra que eu dormisse mas eu não consegui dormir, mas quando amanheceu eu consegui dormir um pouco, quando acordei ele ainda estava dirigindo, ele me deu um jornal e eu olhei e não tinha nada de interessante.

Eu: Porque você me deu isso?
Sam: Viu falar sobre a menina desaparecida?
Eu: Sim, o que tem ela? Sammy se acha que um caso, eu não sei o que aconteceu mais pessoas desaparecem sem deixar rastros o tempo todo.
Sam: Ai e que está, a moça foi raptada por um culto maligno, e esse não e o primeiro, nos últimos 80 anos aconteceu a mesma coisa, cinco jovens todas no mesmo edifício e todas lindas e morenas, em cada um década ou duas, a policia não achou o padrão.
Eu: Ah tá.

Paramos no edifício pra ver o apartamento, enquanto o Dean e o Sam estavam olhando, eu e a SuaAmiga estávamos falando com o sindico sobre a menina que saiu e ele disse que saiu rápido sem ninguém ver e sem pagar o aluguel, enquanto fomos caminhando até o apartamento que eu iria comprar com o dinheiro que peguei no cofre da minha mãe antes de ir embora e vimos o Dean e o Sam parados em frente ao apartamento, eu corri até o Dean e agarrei ele e a SuaAmiga fez a mesma coisa com o Sam.

Eu: Esse e o meu namorado Dean e o namorado da SuaAmiga Sam. - sorri -
Sindico; Tem sorte de namorarem essas meninas linda.
Dean: Você tem razão, ela e um avião - ele me apertou - Já demos uma olhada no apartamento.
Sindico: Como?
Dean: Estava aberto e entramos.
Eu: Então, nos conte da menina que saiu do apartamento.
Sindico: E, ela foi embora e não pagou o aluguel.
Eu: Então sorte nossa, porque iremos ficar com o apartamento - dei o dinheiro -
Sindico: Obrigado - foi embora.

Entramos e arrumamos as nossas coisas e começamos a pesquisas sobre os desaparecimentos.

Dean: Como conseguiu dinheiro?
Eu: Minha mãe.
SuaAmiga: Olhem, o prédio e de 1924 primeiro foi um armazém convertidos em apartamentos depois.
Eu: O que era antes de 1924?
SuaAmiga: Nada, terreno baldio
Sam: A apoteose  mais provável e que alguém teve uma morte sangrenta no prédio e voltou pra infernizar.
SuaAmiga: Eu já olhei os últimos 80 anos, não teve mortes violentas a não ser o faxineiro que escorregou e bateu a cabeça.
Dean: Você checou os relatórios policiais e os registro de orbito?
SuaAmiga: Sim, obturarias, registros mostruários e mais 7 fontes.
Eu: Então deve ser um objeto amaldiçoado que trouxe o espírito.
Dean: E logo, então eu e você vamos chegar o andares de cima, Sam e a SuaAmiga o debaixo.
Eu: Não, vamos fazer melhor se nos separarmos.
Dean: Não.  

Eu e o Dean checamos o andares com o "Sem", ele não desgrudava de mim, parecia chiclete o que eu mais queria era sair dali.

Eu: Idiota.
Dean: Por não deixar você vir sozinha? então eu prefiro sim ser um idiota ao deixar você sozinha podendo ser pega, você faz o tipo do fantasminha.
Eu: Esse era o plano.
Dean: Ser isca? não, eu não ia deixar você nem a SuaAmiga serem iscas, por isso mandei o Sam com ela.
Eu: Olha aqui, antes de ter trabalhado com você fofinho eu já trabalhei sozinha e pra sua informação eu dei conta do recado, se quer me proteger só quero que que saiba de um coisa: Você não precisa. -andei na frente - 

Ele puxou meu braço e foi na frente, eu parei pra olhar as coisas e olhei as paredes, o Dean continuou andando e eu fiquei parada, eu senti a presença de alguém e quando me virei não tinha ninguém.

Dean: O que foi?
Eu: Nada.
Dean: Tá sentindo o cheiro?
Eu: Se for de gás vazando sim, estou.
Dean: Não, outra coisa, eu sei o que e, só não consigo identificar. - eu me abaixei e o Sem apitou - boa.
Eu: Tá dentro do duto.

Eu segurei a lanterna pra ele e ele abriu o duto e colocou a mão dentro dele e quando tirou achou um rolo de cabelo, voltamos pro apartamento e comemos alguma coisa, enquanto eu fui dormir um pouco o eles continuaram trabalhando e quando acordei o Dean estava me olhando.

Dean: Bom dia bela adormecida, como foi no seu sonho encantado?
Eu: Não enche Cinderela, vai procurar seu sapatinho.
Dean: Sammy foi pegar café com a SuaAmiga pra gente, vão voltar logo.

Eu fui até a mesa onde estava e me sentei, ele pegou a agenda do pai dele e eu fiquei vendo o nome gravado John.

Eu: O que se lembra do seu pai?
Dean: Oi?
Eu: O que se lembra do John, Dean?
Dean: Quando ele me levava pra atirar nas garrafas, e eu acertei todas - eu sorri - ele me deu um sorriso assim e eu.. fiquei feliz.
Eu: Ele estava orgulhoso de você.
Dean: E o que você se lembra do seu?
Eu: Eu era bem pequena, mas me lembro bem, quando ele me colocava no carro pra me levar a escola e no caminho ele me perguntava o que eu queria ser e eu respondia ser igual a ele e ele sorria e me respondia: "Você será uma heroína" eu passei a minha infância sem entender porque seria uma heroína  e agora eu sei. - ele me olhou -

Eu: Eu tinha uma família feliz Dean, independente do que meu pai fazia. Meus pais eram felizes, o relacionamento deles era comum, como de qualquer casal, eles se amavam, se respeitavam e eram unidos. E ele ainda teve chance de sempre voltar pra casa, minha maior alegria era quando ele conseguia chegar pra jantar, e assim que pisava na porta eu corria pra poder abraça-lo e beija-lo e ele fazia o mesmo com minha mãe. Essa era a vida que eu queria pra mim, mas agora não e mais. Eu só penso em caçar, salvar as pessoas, fazer o que ele me ensinou e manter isso vivo dentro de mim, pra mim ainda acho que ele ainda tem orgulho pelo que faço e eu lamento muito pelo que fiz, eu causei aquilo, eu era pequena tudo bem, mas eu causei aquilo e eu levo esse peso nas minhas costas e isso vira um motivo pra querer levantar e fazer o meu trabalho e eu espero continuar tento esse motivo sempre.
Dean: Ele deve ter muito orgulho de você - sorriu -
Sam: Oi. - entrou - tá cheio de policiais lá embaixo, outra menina desaparecida.

Eu peguei meu casaco e fui até ao apartamento da menina com o Dean, depois voltei e fiquei olhando a internet e vendo as vitimas do desaparecimento e logo o Dean chegou.

Dean: Cheguei,o nome da menina era Jessie parece que desapareceu na madrugada.
Eu: E o apartamento?
Dean: Tem rachaduras no reboco, na parede, no teto e tinha ectoplasma também, Sam.
SuaAmiga: Com isso e o tufo de cabelo, diríamos que esse ser sai pela parede.
Eu: E, mas quem e que faz isso, eu vi a historia do edifício e não diz nada.
SuaAmiga: Pois e, mas acho que estamos olhando no lugar errado, - mostrou a foto do terreno baldio - foi ai que o prédio foi construido, agora olhem a porta ao lado, as janelas - olhamos -
Eu: Grades, estamos perto de um prisão?
SuaAmiga: Sim, e pelo que eu descobri sobre essa prisão foi erguida em 835 e derrubada em 963 e eles costumavam enforcar condenados no terreno baldio ao lado.
Eu: Então precisamos da lista de todos que foram executados ai?
SuaAmiga: Sim, e como eu e o Sam começamos a fazer tudo primeiro enquanto vocês dormiam, agradeça a nos que conseguimos. - sorriu - Mas essa lista e um pouco grande, tem 167 nomes nela e vamos ter que de diminuir ela.
Eu: Como?
Dean: Desenterrando os corpos.
Sam: Eu achei um nome conhecido, Herman Mudgett, eu conheço ele e o Dean também.
SuaAmiga: Eu também.
Eu: Não sei nem quem e.
SuaAmiga: Ok - pegou o notebook - vamos ver o que ele aprontou: "Assassino múltiplo  executado em 7 de Maio de 1966"
Sam: Pois e, H.H Holmes em pessoa, qual e as chances disso ser real?
Eu: Tudo bem, quem e esse cara?
Dean: O termo assassino múltiplo foi inventado pra descrever Holmes ele foi o primeiro serial killer da América antes de saber que era um serial killer.
SuaAmiga: Ele confessou 27 crimes mas dizem que no total pode passar de cem.
Dean: E as vitimas preferida dele, morenas pequenas e bonitas.
SuaAmiga: Eu sou loira então.. - riu -
Dean: Ele usava cloro forme nelas, o cheiro que eu senti no corredor. A policia encontrou restos humanos na casa dele, fragmentos de ossos e cachos de cabelo moreno ensanguentados. Poxa sabe mesmo escolher. - olhou pra mim.
Eu: Passo.
SuaAmiga: E o pior de tudo, e que não tem como queimar o corpo, porque foi enterrado debaixo de toneladas de concreto, porque diz a historia que ele não queria que ninguém mutilasse o cadáver dele.
Dean: Porque era o que ele costumava fazer.
Sam: E teremos um trabalho ainda maior.
Eu: Maior impossível.
Sam: Holmes construiu um prédio de apartamentos em Chicago, chamado de O Castelo do Crime, o lugar era uma fabrica da morte, tinha portas de armadilhas, jato de ácido, poços de lodo, e ele fez câmaras secretas, dentro das paredes, prendia as vitimas e as deixa vivas por dias, umas ele sufocava, e outras deixavam morrer de fome.
Dean:  Então a Jessie pode está viva ainda.
Eu: Ou não.
SuaAmiga: Se sim, pode estar dentro das paredes.
Dean: Precisamos, de marretas e barras de ferro pra destruir as paredes que podem está escondendo uma moça.

Pegamos tudo e que precisamos, Sam e a SuaAmiga ficou com a paredes do andar de baixo, eu e o Dean e de cima, era tudo apertado e quase não dava pra passar.

Dean: E muito estreito, não dá pra passar.
Eu: Não pra mim, sai.
Dean: O que você vai fazer. - passei - ai
Eu: Eu passo aqui.
Dean: E mais você não vai passar ai sozinha.
Eu: Se tiver alguma ideia melhor eu não passo, se não tiver eu passo sim, como você então tem..

Eu entrei e fiquei no telefone falando com ele, tava escuro demais, eu andei até a parede norte e entrei no duto de ar e avisei ao Dean e ele me pediu pra voltar mais eu não aceitei, eu desci e quando cheguei mais pra frente não consegui passar então parei um pouco. Eu ouvi barulhos estranho como se algo estivesse vazando e assim que olhei pras paredes estavam saindo uma gosta preta de dentro delas.

Eu: Dean, me ajuda, DEAN.
Dean: O que foi?

Senti alguém me puxando...

                                      >> Dean Narrando on <<

Corri pra tentar encontra-la no duto de ar, quebrei a parede e coloquei a cabeça dentro e olhei, vi no chão o telefone dela, eu sai dali e voltei, no caminho esbarrei com o Sam e a (NomeDaSuaAmiga).

Eu: Sam a coisa pegou a (SeuNome).
SuaAmiga: COMO DEAN?
Eu: Disse pra ela não ir sozinha mas ela não me escutou e foi, eu tentei encontra-la no duto mas o que eu encontrei foi somente o celular dela, DROGA.
Sam: Vamos encontra-la.
Eu: Onde?
SuaAmiga: Lá dentro.
Eu: NÃO, FICAMOS DIAS, NOITES E NÃO ENCONTRAMOS NENHUMA DAS GAROTAS E ELA TAMBÉM NÃO.
SuaAmiga: Ok, tudo bem, agora Dean, você vai parar de gritar e vai se acalmar, porque podemos está enganados sobre Holmes
Eu: E melhor a gente pensar de pressa.
Sam: Ok, mas Dean não fica se culpando, você não podia fazer nada.
Eu: ELA NÃO SERIA PEGA SE EU NÃO A DEIXASSE IR.
SuaAmiga: Eu não consigo colocar nada naquela cabeça, ela e assim, quando ela quer, ela insisti, ela consegue.
Eu: Diz que acharam alguma coisa.
SuaAmiga: E, talvez, andei pesquisando e achei que o projeto do castelo do crime e as câmeras de torturas são dentro das paredes, não são? E, mas tem uma que ainda não olhamos que fica em um porão.
Eu: Esse prédio não tem porão.
Sam: E pois e, não tem, mas eu achei uma coisa debaixo do LC parece um sistema de esgoto, não e usado a mais de..
Dean: Vamos. - peguei meu casaco. -  

Eu abri a porta e esperei eles virem comigo.

                                        >> Dean Narrando of <<

Assim que acordei e vi onde estava, peguei a lanterna no meu bolso e acendi e vi que parecia está enterrado ou estava, na mesma hora comecei a me desesperar, olhei ao lado e vi uma brecha aberta e olhei para ver onde estava e eu não sabia.

Eu: Oi - falei na esperança de ser respondida. -
xxx- Tem alguém ai?
Eu: Meu deus, Jessie?
Jessie: Sim.
Eu: Olha eu sei que não vai sair muito bem mas eu vim resgatar você, mas como eu também estou presa, eu to esperando os lerdos dos meus amigos descobrirem onde eu estou e vim nos tirar daqui.
Jessie: Mas ele está perto, ele vai nos matar.
Eu: Não vai não, apenas mantenha-se calma, por favor.
Jessie: AH ELE ESTÁ VINDO.
Eu: Cala a boca mulher. - olhei -

Tudo estava calmo demais, e eu sabia que iria acontecer alguma coisa então fiquei de olho. De repente ele colocou a mão sobre meu cabelo e o puxou, eu senti uma dor enorme. Depois ele foi embora e eu tentei quebrar aquele caixão mas não dava pois era de aço e me deitei de volta. Ouviu passos e coloquei os olhos na brecha pra tentar ver quem era e quando vi o velho me assustei.

Holmes: Você e muito bonita, tão bonita.
Eu: Vai ver se eu to na esquina, seu doente.
Holmes: Ah.. pele macia.

Ele tentou por a mão no meu rosto mas eu me virei, peguei a faca e assim que ele colocou a mão no meu braço eu espetei ele com a faca de ferro.

Eu: Gostou? E ferro puro babaca, porque não aproveita e encosta a mão em mim de novo?

Eu fiquei esperando ele atacar de novo, e assim que tive a certeza eu respirei fundo. De repente ele colocou as mãos na minha boca e tentou me sufocar pelo pescoço, vi que o Dean estava na porta e atirou nele com a bala de sal.

Dean: (SEUNOME) - gritou -
Eu: Eu to aqui.

Ele me tentou abrir o caixão e me ajudou a sair, o Sam e a SuaAmiga ajudaram a Jessie, o Dean me abraçou.

Eu: Vamos dar o fora daqui rápido.
Dean: Não dá, lembra quando eu disse a você que ser isca e o mal plano? esquece o que eu disse, você vai ser a isca.
Eu: O que? Não, agora que eu não quero ser você quer que eu seja? não.
Dean: Você vai ser, vem.

Eu me sentei no chão e esperei ele aparecer. Olhei pro Dean e ele me deu um olhar tipo "Você consegue" eu nunca senti tanto medo de ser morta por um fantasma quanto agora, e ficar ali, sozinha, sentada foi a pior coisa. Fiquei esperando, estava de costa quando ele apareceu, mas eu sabia que ele estava ali e estava se aproximando de mim.

Dean: AGORA.

Assim que ele gritou, eu corri pra onde ele estavam e eles atiraram nos sal que estavam presos no teto e o prendeu no esgoto. Trancamos ele lá. O Dean foi atrás saiu por um estante, fiquei com o Sam e a SuaAmiga enquanto esperávamos ele.

Sam: Você tá bem?
Eu: Sim. - sorri - E se alguém achar o esgoto?
Sam: Por isso estamos esperando aqui.
SuaAmiga: Pois e.
Eu: Pra que?
Sam: E, olha lá o Dean - vi o caminhão dando ré - AI - gritou -
Eu: Meu deus - o Dean saiu do caminhão - Você roubou um caminhão de cimento?
Dean: Eu devolvo. - sorriu -
Eu: Você não vale nada. - ligou a maquina. -
Dean: Acho que isso vai fazer ele ficar lá até o inferno congelar - me olhou -

Deixamos o caminhão parado lá e voltamos pro apartamento pra pegar nossas coisas

domingo, 6 de julho de 2014

Stop the world - Capitulo 19

Stop The World

Voltamos pro hotel, entramos no quarto.

            >> AGORA <<

Dean: Quais são as providencias?
Eu: Procedências burro, certificado de origem, e tipo uma biografia e se você não sabe serve pra rastrear a historia das peças ver se alguma coisa tem passado estranho.
Dean: Nos não podemos conseguir nada, mas a Sara - olhou pro Sam -
Eu: E você Dean pode conseguir tudo que ela tem no único guardanapo - ele me olhou com raiva -
Dean: Então por que você não chega perto dela e diz: Oi eu só queria saber a historia desse quadro, porque eu sou uma caçadora e eu mato fantasmas."
Sam: Em outras palavras você quer que eu a use pra conseguir informações.
Dean: E preciso se sacrificar pelo time. - Ele pegou o celular e deu pro Sam - liga pra ela.

O Sam a Sara pra sair, a SuaAmiga ficou emburrada e não falou nada, quando deu 9h o Sam foi se arrumar colocou o terno e saiu sem falar com ela, eu sabia que a culpa era do Dean mas pra não arrumar confusão com ele eu preferi ficar na minha. Assim que deu meia-noite o Sam chegou com as procedências e nos entregou.

Dean: Ela entregou isso a você?
Sam: Sim, a gente jantou depois fomos pra casa dela e ela me deu.
Dean: Assim, sem fazer um favorzinho ou coisa do tipo? - o Sam olhou pra SuaAmiga. -
Sam: Dean da pra mudar o rumo da conversa?
Dean: Quando isso acabar podemos ficar um tempinho aqui.
Eu: Pra que?
Dean: Pra poder encontrar ela de novo
Sam: Encontrei alguma coisa. - fomos até ele -
Eu: Retrato da família Thompson pintado em 1910.
Sam: Dean agora repara nos nomes com o diário do pai - ele pegou o caderno. -
Dean: Comprado em 1912 por Jessie Lee e Jessie Lee foi assassinado em 1912, a mesma coisa em 1945 e o mesmo em 1970.
Sam: Ficou guardado até ir parar em um leilão mês passado quando os Renners compraram.
SuaAmiga: Então o quadro e assombrado ou maldito?
Dean: Não sei, mas vamos ver agora.

Pegos o carro e fomos até o leilão, vimos se tinha seguranças depois que tivemos a certeza que a barra estava limpa o Dean e o Sam pularam o portão, logo em seguida eu a SuaAmiga, o Dean me ajudou a descer, corremos até a porta onde o Sam desativou os alarmes e entramos, peguei as lanternas e entreguei a eles, nos separamos procuramos o quadro.

Dean: Achei, lá em cima.

Subimos as escada e pegamos o quadro, tiramos a fotografia e deixamos o quadro, descemos de volta e fomos embora, quando saímos do leilão colocamos álcool na fotografia e queimamos, voltamos pro hotel e dormimos.. Na manhã seguinte eu me levantei e arrumei as minhas coisas depois fui ver os meninos com a SuaAmiga.

Eu: Oi.
Sam: Oi.
Dean: Temos um problema - saiu do banheiro assustado - eu perdi minha carteira.
Eu: Então e um problema seu, não nosso.
Dean: Eu perdi minha carteira, eu acho que deixei no deposito ontem.
Eu: O que?
SuaAmiga: Você tá brincando não e?
Dean: Não, tem minhas digitais, meu RG, meu RG falso, nos temos que achar, antes que alguém ache anda logo Sammy.

Fomos até o deposito e procuramos a carteira, enquanto a gente procurava a Sara chegou por trás da gente nos dando um susto e eu quase derrubei o vazo que estava na minha mãos.

Sam: Ah.. nos vamos sair da cidade então e.. viemos nos despedir.
Dean: O que isso, vamos continuar na cidade um dia ou dois, então aqui Sam aquelas 20 pratas que eu tava te devendo. - eu ri - agora vamos SeuNome.
Eu: Como você achou? - andamos -
Dean:  Eu achei perto do vazo de flores - saímos do deposito. -
Sam: DEAN - gritou - temos problemas.
Eu: Vai dizer que perdeu a carteira em algum lugar?
Sam: Pior, o quadro que queimamos, ainda está no leilão, ele não está queimado ou coisa assim, ainda está lá.
SuaAmiga: O quadro se pois de novo?
Sam: Sim, mas eu não entendo, queimamos o quadro.
Eu: Ah valeu sabe tudo, agora temos que achar um jeito de se livrar do quadro alguma ideia?
SuaAmiga: Nas historias de quadros assombrados e sempre o retratado na obras que a assombra, e temos que descobrir o tudo sobre a família que está no quadro.
Eu: Quem era os donos?
Sam: Vou passar na biblioteca e ver.

O Sam e o Dean na biblioteca e voltamos pro hotel, ficamos pesquisando, eu não achei nada e fiquei pesquisando por horas, eu resolvi me deitar e dormir um pouco e depois voltar a pesquisar sobre a família.

SuaAmiga: Eu encontrei uma coisa, vem ver. - me aproximei - Família Stone: Jay o pai matou a famila cortou as gargantas dos filhos depois a da mulher e logo após a própria, ele era barbeiro e utilizou uma navalha qualquer, algumas pessoas que o conhecia disseram que ele tinha um temperamento severo, ele controlava a rampeira com mãos de ferro, e haviam rumores que a mulher queria pegar as crianças e fugir e os corpos foram todos cremados, eu encontrei uma foto da família. - me mostrou -
Eu: Será que eles já sabem disso.
SuaAmiga: Sim, eu acho bem provável.

Os meninos chegaram e me deram uma foto, eu observei bem e vi algo diferente na fotografia.

Eu: Olha, na pintura do quadro o pai olha pra baixo e porque aqui na foto ele olha pra frente?
Dean: Tá maluca?
SuaAmiga: Não ela não tá maluca, eu também reparei isso.
Sam: Você acham que o pai está preso no quadro?
Eu: Sim eu acho que ele está preso no quadro e fica distribuindo navalhadas por ai como fez com a família dele.
SuaAmiga: Pois e, só tem uma coisa, se o corpo foi cremado, me diga como vamos impedi-lo?
Eu: Olhem, se o rosto do Jay mudou algumas coisas na pintura também deve ter mudado.
Dean: O que nos daria pistas.
Sam: O código da Vinci?
Eu: Eu não sei, temos que voltar e ver o quadro.
Dean: O que e uma boa porque você vai ter mais tempo pra curtir sua namorada. - a SuaAmiga ficou seria-
Sam: Dean, para, desde de que você chegou aqui você quer que eu fique com a Sara - olhou pra
SuaAmiga - eu não quero.
Dean: Tá, mas ainda temos que ver o quadro então você vai ter que ligar pra Sara.

O Sam ligou e perguntou sobre o quadro e ela disse que venderam, o Sam pegou o endereço e fomos até lá, quando chegamos a Sara estava lá, não conseguimos então eu dei o abridor e ele abriu quando entramos a moça estava sentada e a Sara mexeu nela, o pescoço da mulher virou pra trás e o Jazy se moveu no quadro, eu gritei junto com a SuaAmiga e a Sara o Dean me abraçou e nos levou pra fora, saímos da casa e fomos embora, a Sara iria falar com a policia, voltamos pro hotel, nem eu nem eles conseguiram dormir, depois de algumas hora a Sara apareceu.

Sara: Eu menti pra policia disse que eu fui até a casa dela e vi a assim, agora da pra me dizer quem está matando as pessoas?
Eu: Sabe o quadro que você vendeu, sabe qual era o nosso medo? isso acontecer, por isso não queríamos que vendesse o quadro, pode não acreditar na gente mas aquele quadro está matando as pessoas.
Sara: Vocês estão brincando comigo, não pode ser.
SuaAmiga: Acreditando ou não você não tem nada haver, só tem que ficar fora.
Eu: Relaxa SuaAmiga, o quadro e assombrado, e não sabemos como parar.
Sara: Eu vendi o quadro, eu vou com você até lá, eu não quero saber o que vai dizer, to te esperando no carro - ela foi embora. -
Dean: Sam, casa com ela cara.

O Sam foi embora e a SuaAmiga saiu do quarto.

Eu: Idiota.
Dean: O que?
Eu: IDIOTA - gritei - PARA DE MANDAR NO SAMMY, CHEGA.
Dean: Quer que ele fique com a SuaAmiga? desculpe mas pergunta pro Sam de quem ele gosta.
Eu: Não vai demorar pra mim acerta minha mão na sua linda cara.
Dean: Quer ouvir, eu não gosto de você, desde do dia que nos encontramos, eai? o único motivo por ainda está com a gente e a SuaAmiga, mas tendo você com a gente não faz diferença. - eu dei um soco na cara dele -
  
Eu: Tem sorte de estarmos em um caso. - SuaAmiga entrou -
SuaAmiga: Tudo bem aqui? - olhou pra nos - parece que morreu alguém, o Sammy tá esperando a gente.

Eu sai do quatro e entrei no meu carro, fomos até a casa da mulher morta pra pegar o quadro, eu fiquei vigia enquanto o eles foram buscar, eles sairam da casa e vieram falar comigo.

Sam: Vamos até o cemitério, no quadro mostra um outro quadro no fundo que aparenta ser um cemitério.

Entrei no carro e fui até lá, fomos em 3 cemitérios diferente e nada, o Dean viu uma cabana entramos nela eu caminhei e olhei as bonecas na parede.

Dean: Olhem as urnas.
SuaAmiga: Só tem da mãe e dos 3 filhos e o pai não tá.

Paramos pra ver as certidões de orbitais pra ver o que aconteceu, eu fiquei olhando junto com a SuaAmiga o Sam, o Dean apareceu e andamos até ele pra ver o que aconteceu com o corpo.

Dean: Parece que os parentes da família ficaram tão envergonhados com o Jay que não o enterraram com o resto da família, eles mandaram para o município, eles o enterraram como indigente, ele não foi cremado, foi enterrado no caixão de pinho.
Sam: Então onde fica.
Dean: Sigam-me.

Eles foram na frente, a noite caiu rápido e fomos até lá, eles cavaram enquanto nos ficamos olhando, salgamos e queimamos os ossos depois fomos embora de volta pra casa da mulher morta pra queimar o quadro, o Sam entrou com a Sara e esperamos no carro, quando abateu um vendo forte e a porta se fechou, corremos até a porta e tentamos abrir, o Sam ligou pro Dean e disse que uma menina havia trancado tudo, eles foram procurar sal enquanto ficamos tentando abrir a porta.

Eu: A menina que tá assombrando o quadro, e naquele tempo quando as crianças morriam eles faziam a boneca em sua forma, então se a boneca foi feita pra ela eles usaram alguma coisa da menina pra fazer a boneca.
Dean: Cabelo.

Eu e ele voltamos ao cemitério, tentamos quebrar o vidro onde a boneca tava, e o Dean tentou fazer isso com a arma, eu tirei a arma da mão dele e atirei no vidro peguei a boneca e queimei o cabelo dela, eu joguei no chão e vi ela pegando fogo, depois entramos no carro e voltamos pro hotel, o Sam foi com a Sara.

Eu: Vou pro quarto. - falei com o Dean. -

Eu me deitei e fui dormir um pouco.

sábado, 5 de julho de 2014

Stop the world - Capitulo 18

Stop The World

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Eu voltei pro carro onde estava o Sam.

          >> AGORA <<

Dean: Eai?
Eu: As crianças estão ficando doentes, acho que devemos para um pouco na cidade e ver o que tá acontecendo, eu e o Sam vamos ver o que tá acontecendo e vocês arrumei sei lá alguma coisa pra fazer.

Eu coloquei meu terno e peguei meu distintivo e fui com o Sam até o hospital, ele foi perguntar onde ficava a enfermaria pediátrica, eu segui ele e fomos até lá, quando passei por um quarto e vi uma velinha e ela olhou de volta com um olhar forte como queria me matar e reparei a cruz de cabeça pra baixo, o Sam me puxou e fomos a enfermaria, chamamos o doutor e pedimos pra ele nos explicar direito.

Doutor: Eu iria chamar mesmo o CCD, eu não sei o que está acontecendo.
Eu: Quanto casos até agora?
Doutor: Seis, no começo pensei que era apenas uma virose depois foi se espalhando e agora temos que manter separados os pacientes. - olhei as crianças - e mantemos ela em quartos de vidro, ninguém sem ser nos médicos entram.
Sam: Não há tratamento?
Doutor: Não, as crianças não respondem aos antibióticos e as contagens de leucócitos está muito baixa, os sistemas imunológico delas está falhando estão definhando.
xxx- Com licença doutor Turner.
Sam: Já viu algo desse tipo?
Doutor: Grave assim não.
xxx- O jeito que se espalha e novidade pra mim.
Eu: Como assim?
xxx- Ele passa através da família, mas só as crianças um irmão depois do outro.
Eu: Podemos falar com umas das crianças?
xxx- não estão conscientes.
Sam: Nenhuma?
xxx- Nenhuma.
Eu: Então podemos falar com os pais de um deles?
Doutor: Se isso vai ajuda, sim, pode.
Eu: Qual foi o mais recente?
Doutor: Leonel, eu vou chama-lo. - foi embora -
Leonel: Pois não, tem que ser rápido eu tenho que ficar com minhas filhas.
Eu: Entendo, qual e o nome dela.
Leonel: Izzie e Mel, Izzie e mais velha 13 anos.
Sam: Ela ficou doente primeiro não foi?
Leonel: Sim e a Mel na noite seguinte.
Eu: Em 24 horas?
Leonel: Sim por ai, olha eu já disse tudo isso ao doutor.
Eu: Eu sei mas e que eu preciso saber de só uma coisa se não foi incomoda-lo, como pegaram pneumonia? elas saíram no frio? ou o que?
Leonel: Não, nos achamos que foram as janelas que ficaram abertas.
Sam: As duas?
Leonel: A primeira eu não sei, mas a segunda eu tenho certeza que fechei a janela antes de colocar a Mel pra dormir.
Sam: Acha que foi ela que abriu a porta?
Leonel: Não, e no segundo andar, ninguém tem acesso e ela não poderia.
Eu: Claro, obrigada.

 Saímos do hospital, Sam ligou pra SuaAmiga e perguntou onde ela estava, ela nos deu o endereço de onde estavam e fomos até o restaurante onde estavam

Sam: Eu não sei pode ser só uma pneumonia.
Eu: Ou alguma coisa abriu a janela, temos 6 crianças internada e todas não conscientes, eu sei que pode ser uma doença mas nunca vi pneumonia deixar alguém em coma.
SuaAmiga: Se for tão grave talvez possa.
Eu: Os pais não estaram na casa o que nos dar uma chance de olhar a casa.
Dean: Vamos agora.
Eu: Tá.

Eu fui no carro com o Dean, assim que chegamos a rua parecia bem vazia e tinha poucas pessoas andando e facilitou mais a nossa entrada na casa. Pra não chamar atenção fomos pelos fundo, eu subi pro quarto das meninas com a SuaAmiga os meninos vieram depois olhar também.

Sam: Tem razão, não e uma pneumonia. - fui até a janela-
Eu: O que deixa uma expressão assim?
Dean: Eu já vi essas digitais, o pai já matou essa coisa antes. - ele olhou pro Sam - vamos terminar esse trabalho e um estriga, e um tipo de bruxa que se alimenta da energia vital das crianças, então vamos.


Logo escureceu procuramos um hotel, assim que chegamos pegamos a bolsa e entramos, eu chamei um atendente e veio um menino.

Menino: Cama de casal ou solteiro?
Eu: Solteiro.
Menino: Ele não e seu.. - ele apontou pro Dean que estava do meu lado -
Eu: Não. - entrou uma moça -
Moça: Registro?
Eu: Sim.
Menino: Estou registrando mãe.
Moça: Não, deixa que eu faço isso, vá dar comida pro seu irmão, eu já vou.
Menino: Solteiro.
Dean: Bem esperto.
Moça: Se acha.
Dean: Paga com cartão?
Moça: Sim. - ele deu o cartão -

Eu fiquei olhando o irmão cuidado de pequeno, e o Dean também mas de repente ele já não tirava os olhos do menino e eu estranhei, eu cutuquei ele e nada, mas depois ele se ligou e pegou o cartão, ela nos deu a chave do quarto e fomos embora, o Sam pegou o notebook e ficou pesquisando.

Sam: Você tem razão e um estriga, ele se alimentam de energia vital das pessoas, eles se alimenta de qualquer um mas prefere crianças.
SuaAmiga: Deve ser porque o sopro vital e mais forte.
Sam: E, escutem, As estrigas são invulneráveis a qualquer arma de origem divina ou humana.
Dean: Não, não e bem assim, ficam vulnerável quando se alimentam - foi até a bolsa - quando você pega-la  quando se alimentam pode mata-la com ferro bento, chumbo grosso ou carga.
Eu: Como você sabe?
Dean: Meu pai me contou eu lembro.
Eu: Se seu pai ja lutou com isso, me diz porque ela ainda está viva?
Dean: Ela fugiu. - ele pegou um caderno -
Sam: Não vai ser fácil de acha-la, sabemos como mata-la agora achar.. vai ser meio dificil as estrigas tomam a forma humana quando não estão caçando, geralmente uma forma inofensiva mas costuma ser uma frágil velinha - eu me lembrei da moça no hospital - e pode explicar a historia da bruxa que começou a ser uma velha má.
Dean: Eu marquei a casa das vitimas - fui até ele - e as três ficam bem próximas e no meio o hospital.
Eu: E no hospital eu vi uma paciente,  uma velinha e no quarto dela tinha uma cruz invertida
Dean: Eu e você vamos agora ao hospital.
Eu: Você é maluco.

Eu coloquei minha roupa e fui até o carro onde o Dean estava, ficamos esperando um pouco na porta do hospital então entramos, estava vazio, eu fui atrás. o Doutor Turner ja estava saindo e quando eu passei na frente o Dean me puxou de volta pra que ele não me visse, ele passou sem nos ver, e assim que a barra ficou limpa fomos até o quarto da velinha, a porta estava fechada, eu abri e entramos, ela estava na cadeira de rodas virada para a janela. Eu peguei minha arma e apontei pra ela o Dean se aproximou o rosto dela e ela virou fazendo a gente tomar um susto.

Eu: Mas que merda. - me acalmei -
Velinha: Quem está aqui? quem e? e um ladrão querendo roubar minhas coisas? tem muito ladrão por aqui.
Eu: Não, senhora e a enfermeira desculpe se eu cheguei sem bater, mas e que eu pensei que estava dormindo.
Velinha: Ah que besteira, eu durmo de olho bem aberto - riu - endireite o crucifixo eu já pedi 5 vezes - o Dean ajeitou - 

O Dean me olhou e saímos da sala, guardei a arma e fui embora do hospital, eu chamei o Dean pra ir ao bar comigo e ficamos lá até 5h da manhã depois voltamos assim que o sol se pois, ele estacionou o carro e eu fiquei lembrando da cena e rindo sozinha.

Eu: Eu durmo de olhos bem aberto, era só o que me faltava. - ri -
Dean: Eu quase matei a velinha.
Eu: Ela quase matou você com o susto - ri - ai meu deus
Dean: E pode rir nos voltamos a estaca zero. - olhou pro menino sentado no banco - o que houve com ele?
Eu: Quem?
Dean: O menino sentado. - eu me aproximei -
Eu: O que foi menino?
Menino: Meu irmão está doente.
Dean: O pequeninho?
Menino: Sim, pneumonia, ele está no hospital, a culpa e minha.
Dean: Que isso? como?
Menino: Eu deveria ter trancado as janelas ele não ia ter pneumonia se eu tivesse trancado as janelas.
Dean: Eu garanto que não e culpa sua, tá?
Menino: Tenho que tomar conta dele. - a moça saiu fora do hotel. -
Moça: Alan, eu quero que ponha um aviso de lotado enquanto estou fora, Roberta vira cuidar do atendimento não se preocupe com nenhum dos quarto.
Alan: Eu vou com você.
Moça: Não.
Alan: Mas eu quero ver o Austin.
Eu: Alan, eu sei como se sente, eu também sou irmã mais velha e entendo, agora deixe ela ir e pega leve com sua mãe.
Moça: Droga. - deixou a bolsa cair. -
Dean: Aqui - entregou a ela - porque não deixa eu te levar ao hospital e a (SeuNome) cuida do Alan.
Moça: Não eu vou sozinha.
Dean: Não, eu levo você, eu insisto ajudar - ela deu a chave ao Dean - cuida dele.
Eu: Claro - peguei a mão do Alan.

Eu fiquei cuidando do Alan com a SuaAmiga enquanto o Sam foi a biblioteca ver o que achavam e enquanto isso eu olhei algumas coisas do Dean na bolsa dele, eu deixei a SuaAmiga com o menino e fui atrás do Sam que estava no computador e eu fui até ele

Eu: Oi - sentei - o que achou?
Sam: Algumas coisas e uma péssima noticia, eu já avisei ao Dean, a cada 15 ou 20 anos ela ataca em uma cidade diferente a coisa do está começando por aqui, e em todos os outro lugares foram meses e dúzias de crianças antes da estriga ir embora. Primeiro as crianças entram em coma depois morrem.
Eu: A quanto tempo isso começou?
Sam: Eu não sei, o primeira vez que eu achei foi em um lugar chamado Black Evills Falls em 1890, e olha o que eu achei - me mostrou a foto -
Eu: Um monte de médicos em volta de uma criança.
Sam: Repara bem - olhei o doutor Turner - O doutor, e a foto foi tirada em 1893.

Voltamos pro hotel e esperamos o Dean chegar, SuaAmiga tinha levando o Alan pra menina que iria cuidar do hotel depois ela voltou.

Eu: Medico e um disfarce perfeito, ainda mais sendo pediatra e cuida das crianças.
Dean: Você não viram a cara de sonso que ele fazia.
Eu: E, eu posso imagina.
Dean: Pois e, eu não podia pega-lo em meio de uma enfermaria pediátrica, também não podia enche-lo de bala porque não funciona, e também porque não estava se alimentando.
SuaAmiga: E, mas eu tenho uma ideia, se a estriga trabalha com irmãos temos um do nosso lado, na noite passada ela veio atrás do Austin e hoje atrás do Alan
Eu: Temos que tira-lo daqui.
SuaAmiga: Ou usamos ele como isca.
Sam: Não de jeito algum.
Dean: Não estragaria tudo.
Sam: O que? Não eu não vou deixar ele ser usado igual uma minhoca no anzol, Dean.
Dean: E a nossa única chance Sam, ESSAS CRIANÇAS ESTÃO MORRENDO POR MINHA CULPA ENTÃO EU VOU USAR O ALAN COMO ISCA.
Sam: Como pode ser sua culpa? Você tá me escondendo alguma coisa, eu sei que o pai não deixou essa coisa fugir, então fala agora.
Dean: O pai foi caçar, ele deixou você comigo, era a terceira noite eu estava no tédio, subindo pelas paredes, então eu resolvi sai e deixei você dormindo, eu fui jogar e assim que fliperama fechou eu voltei pro hotel, assim que eu entrei no quarto eu vi a estriga sugando sua energia mas quando ela me viu ela parou na hora e o pai chegou, ela fugiu pela janela e você não se machucou, o nosso pai pegou a gente e nos deixou na casa do pastor e até ele voltar a estriga tinha desaparecido, sumiu e nunca reapareceu até agora, ele nunca mais tocou nesse assunto nem eu, mas ele me olhava diferente. E sabe qual era o pior? não que eu o culpasse, ele me deu uma ordem e eu não ouvi e você quase morreu.
Sam: Você era um garoto.
Dean: Não, isso e uma coisa mal resolvida pra mim e eu sou resolver.
Eu: Então vamos nos preparar.

Arrumamos todas as coisas e fomos até o Alan quando contamos pra ele ele nos ameaçou de chamar a policia, eu peguei o telefone da mão dele e arrebentei  o fio

Eu: Tem que acreditar na gente, essa coisa entrou pela janela e atacou o seu irmão, e essa coisa já atacou o Sam quando criança, você precisa nos ajudar.
Alan: Essa coisa usa uma roupa preta?
Eu: Você a viu ontem a noite?
Alan: Sim, eu pensei que fosse um pesadelo.
Eu; Eu daria tudo pra que isso fosse apenas um pesadelo, mas as vezes pesadelos são reais, e nos precisamos a sua ajuda.
Alan: Minha ajuda?
SuaAmiga: Sim, podemos mata-la.
Eu: E, podemos eu e eles, e isso que fazemos, somos caçadores.
Dean: E não podemos fazer sem você.
Alan: Não.
SuaAmiga: Olha me escuta, aquela coisa machucou o Austin e vai ferir outras crianças se você não ajudar a matar aquela coisa.
Alan: Não.
Eu: Tá, vamos embora.

Voltamos pro quarto, eu tirei o casaco e joguei na cama e fiquei pensando como iriamos pegar a coisa, o Dean parecia triste mas eu preferi nem falar nada, enquanto estávamos arrumando as armas alguém bateu na porta, eu atendi e quando abri o Alan estava parado.

Alan: Se vocês a matarem o Austin vai melhorar?
Eu: Honestamente, não sabemos.
Alan: Disse que era irmã mais velha.
Eu: E sou.
Alan: Cuidava do seu irmãozinho? Faria qualquer coisa por ele? -

Meus olhos se encheram de lágrimas e eu não consegui responder ele e apenas sorri.

Eu: Sim, eu faria.
Alan: Eu também, eu ajudo.

Assim que anoiteceu fomos até a casa dele, eu e o Dean colocamos a câmera no quarto, o Sam ficou com a SuaAmiga, deixamos a câmera no lugar.

Alan: O que eu faço.
Dean: Fique em baixo da coberta.
Alan: E quando ela entrar?
Eu: Estaremos bem aqui do lado Alan, eu e o Dean estaremos na porta vamos entrar com as armas e você vai rolar pra debaixo na cara.
Alan: E se me acertarem.
Dean: Confie em nos, somos bons de mira e não vamos atirar até que esteja seguro. - sorriu -
Eu: Não tenha medo, estamos aqui.
Dean: Já ouviu um tiro?
Alan: Que nem nos filmes?
Eu: Não será como nos filmes, será bem mais alto, então quero que você fique embaixo da cama tape os ouvidos e não saia até que nos dizermos que pode sair
Alan: Tá.
Eu: Dean, vamos.

Ficamos na porta esperamos a coisa aparecer, eu me sentei ficamos até as 4h esperando e nada eu já estava com sono e cansada de esperar então me deitei um pouco e o Sam e o Dean estava conversando.

Dean: Ei ei. - eu fui até ele - olha a janela.

Eu olhei a janela e vi uma mão com garras enorme, pegamos as armas e esperamos o sinal da SuaAmiga dizer que já podia entrar, eu iria abrir a porta.

Sam: Agora.
SuaAmiga: Não ainda não.

Eu olhei pro Dean e ele me olhou também, assim que a SuaAmiga deu permissão eu chutei a porta e entramos, o Alan foi pro chão, atiramos na estriga até ela cair no chão, eu me aproximei da estriga que estava deitada no chão devagar e eu desarmei e olhei pro Dean, a criatura se levantou e apertou o meu pescoço me jogando na parede, eu tentei me levantar mas a dor que sentia na barriga não me deixou eu gritei pela SuaAmiga e ela entrou atirando na estriga mas ela também a jogou longe, e foi pra cima do Sam sugando a energia vital dele, eu procurei a arma mas vi que estava muito longe e não consegui pegar.

Dean: Ei - atirou -

A bala pegou na boca da estriga que na hora caiu por cima do Sam, eu me deitei no chão e respirei, o Sam me ajudou a levantar e o Alan saiu de baixo da cama fui atrás da SuaAmiga e ela tinha acabado de se levantar. Ficamos até a manhã com o menino até a mãe chegar, arrumamos as coisas e colocamos no carro.

Dean: Haley, como está o Austin?
Haley: Está bem, ele acordou hoje, então ele vai ficar em observação hoje a noite e amanhã vem pra casa.
Eu: Isso e ótimo.  - sorri - e as outras crianças?
Haley: Estão bem, receberam alta em poucos dias, o doutor Braun disse que a enfermaria vai ficar bem vazia.
Sam: Doutor Braun? o que aconteceu com o Doutor Turner?
Haley: Eu não sei, não apareceu hoje, mas acho que está doente ou de licença alguma coisa assim.
Eu: E, deve ser.
Haley: Aconteceu alguma coisa enquanto eu estava fora?
Alan: Não, tudo na mesma.
Haley: Vamos ver o Austin?
Alan: Agora?
Haley: Sim. - ele sorriu e entrou no carro - Obrigada por tudo, agora deixa eu ir, tchau.

Ela entrou no carro e foi pro hospital, eu terminei de colocar as coisas na mala e fechei tudo.

Eu: E uma pena.
Dean: O menino vai ficar bem.
Eu: O Alan, e uma pena que agora ele saiba que o mal existe.
Dean: Quem sabe um dia a gente acaba com ele.
Eu: Se existisse um jeito.
Dean: Você tá bem?
Eu: Sim por que?
Dean: Eu vi quando a estriga jogou você na parede e você não conseguiu se levantar, como tá o corte?
Eu: Melhor possível. - sorri - com o tempo vai se curar, e você? conseguiu terminar o trabalho pro seu pai.
Dean: E, eu me sinto bem por isso. - ele entrou dentro do carro - vamos Sammy.

O Sam entrou no carro e eu fui pro meu, pegamos a estrada, quando anoiteceu paramos em um bar pra comer, enquanto ficamos na mesa o Dean foi falar com a garçonete.

Sam: (SeuNome)
Eu: Eu.
Sam: Dá uma forcinha pro Dean - olhei pra ele com a moça. - se e que você me entende.
Eu: Não Sam, acho que ele vai ficar bravo comigo.
SuaAmiga: Até parece que você não gosta quando ele fica, você vive irritando ele.
Eu: Idiotas - me levantei e fui até ele - Oi - sorri -
Dean: O que você quer?
Eu: O que eu quero não, o seu namorado quer, e ele quer que você volte pra mesa.
Moça: Como assim namorado?
Eu: Ah ele não te contou? aquele moreninho ali, e namorado dele.
Dean: Como e que e? o Sammy? Não
Eu: O que, Dean você não pode ficar se escondendo de você mesmo, tem que ter orgulho.
Moça: Você e gay?
Eu: Responde Dean - ele gaguejou - vai ser um pouco dificil agora.
Moça: E pra que ele queria meu telefone - eu peguei o papel em suas mãos -
Eu: Pra isso - joguei no lixo. -
Dean: Não, aquele e meu irmão.
Moça: Idiota.
Dean: O que? não espera. - se virou pra mim - eu odeio você.
Eu: Eu sei e eu retribuo o carinho - ri -

Voltamos pra mesa, eu não conseguia parar de rir com a cara do Dean mas quando o Sam me passou o jornal que tinha como manchete "Casal e encontrado com gargantas cortadas em casa."

Dean: Sammy a sua ideia foi tão idiota que posso dizer que você acabou de perder uma menina - apontou pra garota com quem ele estava - ela ta com amiguinha eu podia te apresenta.
Eu: Acorda Dean, tem trabalho - joguei o jornal nele - eles foram mortos como Sam?
Sam: Ainda não sei, sem impressões ou armas no crime portas e janelas foram trancadas, e eles tinham arme.
Dean: Pode ser que não seja nosso e seja trabalho pra policia.
SuaAmiga: Não Dean, eu e o Sam procuramos bem e encontramos crimes iguais so que de anos diferentes, foram 1912, 1945, e o último em1970. Da mesma forma, gargantas cortadas, sem impressões ou armas no crime, porta e janelas trancadas por dentro com alarme, mas tanto tempo se passou entre os crimes que ninguém percebeu o padrão.
Dean: E Sammy meu amor, to contigo, vale a pena conferir, mas vamos esperar até amanhã de manhã.
Sam: E - o Dean se levantou -
Dean: Então tchau. - foi até as meninas. -
Eu: Você tem certeza que ele e seu irmão? porque você e mais.. vou ficar na minha.
SuaAmiga: Mais lindo - beijou ele -
Eu: To fora se vou ficar de vela, eu prefiro ser um Dean da vida, tchau - me sentei no balcão -

Eu me sentei no balcão e pedi uma bebida, e vi que o Dean tava se aproximando e se sentou ao meu lado.

Dean: Preferiu ficar longe do casalzinho ali?
Eu: E você? Onde estão suas mulheres?
Dean: Elas acham que sou gay.
Eu: Eu mandei bem.
Dean: E, você e idiota.
Eu: Você realmente acha que essa garotas de bar são as melhores?
Dean: Não, mas são experientes, e eu gosto de mulheres experientes.
Eu: Tá certo então.
Dean: Sammy gosta da SuaAmiga, pensei que ele nunca mais gostaria de alguém assim como gostou da  Jess.
Eu: E, eu espero que goste. - sorri -
Dean: Vamos procurar um hotel e deixar eles ai. - fomos até ele - Aqui perto tem um hotel, eu vou ir lá espero vocês.
Sam: Ok.

Fomos até o salão pegamos dois quartos com camas de solteiros, o Dean saiu pra comprar cerveja e eu arrumei as coisas quando eu vi ele chegando eu fui até ele me sentei no carro e fiquei olhando o céu, ele fez o mesmo.

Eu: Por que você não volta pra lisa, Sam fica com a SuaAmiga e eu sigo a minha vida?
Dean: Essa vida me persegue e mesmo que se eu quisesse não poderia envolver minha família no meio do meu trabalho.
Eu: Entendi - ele sorriu - Eu vou pro quarto dormir.
Dean: Eu também.

Eu fui pro quarto e ele também, entrei e fui no banheiro, tomei um banho e fui dormir. Dia seguinte olhei pra cama e a SuaAmiga não estava, eu me vesti e sai do carro vi o Dean olhando a mala e fui até ele.

Eu: Oi - ele me olhou -
Dean: Oi, agora vamos até a casa do casal que morreu na noite passada.
Eu: E o Sam?
Dean: Tá no carro, ele vai com a SuaAmiga.
Eu: Então eu vou ter de ir com você? - Ele balançou a cabeça fazendo sim -
Dean: Fique sabendo que eu também não gosto nada disso, mas e pelo Sammy e eu faço qualquer coisa até levar um capeta no meu carro.
Eu: Me odeia tanto assim?
Dean: Depois de ontem a noite, mas do que voce imagina.
Eu: Era de se esperar.

Ele deu partido e fomos pra casa do casal que morreu, quando entramos na casa e não havia moveis ou outra coisa.

Sam: Pra sorte de vocês quando vocês foram embora eu descobri que não havia assombração na casa ou coisas do tipo. e
Eu: Mas onde está os moveis?
Sam: No leilão e e pra lá que vamos.

Fomos pro leilão e quando chegamos e estacionamos o carro, quando sai vi a fila de Ferraris estacionada e eu me virei pro Dean soltando um "Uau" o evento era bem chique. Quando entramos no leilão algumas pessoas ficaram nos olhando e eu imagine o por que, porque não estávamos bem vestidos pra ocasião mas mesmo assim eu tava me lixando só tava afim de comer mesmo, um homem veio até nos e ficou parado nos olhando.

Eu: Que foi?
Sam: Oi, eu sou o Sam, essa e a (SeuNome), Dean meu irmão e a essa e uma amiga nossa SuaAmiga - nos apresentamos. -
xxx: Sou Ryan o dono da casa de leilões.
Eu: Ah, que legal.
Ryan: Eu sou o dono e sei que foi convidados e o nomes de vocês não estão na lista. - o garçom veio com champanhe e o Dean pegou -
Dean: Finalmente.
Eu: Eu garanto que nossos nomes estão sim lá.
Dean: Não importa, só viemos olhar, vamos.

Olhamos algumas coisas mas um quadro realmente chamou minha atenção, eu me aproximei e fiquei olhando, o Sam também se aproximou e olhou.

xxx: Um bom exemplo de primitivo americano não acham?
Eu: E. - sorri -
Dean: Vai que e tua Sammy. - bateu nele -
xxx: Sou Sara. - nos cumprimentou  - 
Sam: Eu sou Sammy, meu irmão Dean, essa e a SuaAmiga e SeuNome.
Sara: Dean e SeuNome eu posso trazer mais comida se quiserem.
Eu: Não precisa não, valeu.
Sara: Então eu posso ajudar vocês?
SuaAmiga: O que sabe sobre esse quadro que era da família Renner?
Sara: Pois e, venderam as coisas tão cedo, mas uma coisa meu pai está certo sensacionalismo atraem multidões, até os ricos.
Sam: Será que eu posso ver as procedências?
Ryan: Eu lamento mas não há menor chance, os nomes de vocês não estão na lista e eu acho que está na hora de ir.
Eu: Precisa nem repetir.
Ryan: Pelo visto preciso.
Eu: Tá,  tudo bem, vamos.

Voltamos pro hotel, entramos no quarto.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Stop the world - Capitulo 17

Stop The World

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Eu me sentei no capo do carro com ele e tomei o café.

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Sam: Temos trabalho.
Eu: Fala ai.
Sam: Parece que um cara apareceu no pronto socorro, estava sem algumas partes dos órgãos. 
Eu: Que tipo de partes?
Sam: Fígado, e eu descobri uma coisa, haviam digitais ensanguentadas no cadáver, mas não na vitima.
Eu: O que? não entendi.
Sam: As digitais são de um cara que morreu a 1961.
Eu: Ah você tá brincando. - ri - então se trata de um zumbir vamos dizer assim.
Sam: E, quem sabe? vamos falar com o legista.
Eu: Eu e você?
Sam: E, eu acho que sim.

Eu sorri pra ele e ele fez o mesmo, o Dean e a SuaAmiga saíram da loja, pegamos um hotel, eu me vesti e fui com o Sam, quando chegamos vimos o doutor e falamos com ele, mostramos os distintivos e ele disse que o fígado não havia sido arrancado e sim removido por alguém que sabia manusear um bisturi depois que vimos o corpo fomos embora.

Eu: Um zumbi cirurgião, já vi de tudo mas essa e novidade nova.
Sam: Pois e, e sabe manusear um bisturi.
Eu: Pois e, será que o Dean conseguiu alguma coisa, olha porque também pode ser caso pra policia, pode ser um roubo de órgãos e não um ataque zumbi, primeiro vamos investigar, se não for problema nosso a gente deixa pra quem realmente trabalha pra isso.
Sam: E, vamos encontrar o Dean e a SuaAmiga e ver logo o que tá acontecendo na cidade.

Fomos até o hospital em que deixamos  o Dean e ele já estava saindo.

Eu: O que encontraram?
Dean: O cara que roubou o rim do homem que estava checando o medidor, e o cara acordou em uma mesa,  vamos dizer que ele foi ver o medidor um homem qualquer vem e bate nele fazendo ele desmaiar e ele acorda em uma mesa de cirurgia, agora vamos voltar e bater um rango.

Voltamos pro hotel, eu fui até a lanchonete e comprei comida e dei a eles, liguei a tv me deitei na cama e comi o hambúrguer, o Sam estava pesquisando sobre cirurgias e outras coisas, eu me sentei perto dele e do Dean e fiquei olhando.

Sam: Eu falei com o medico do paciente e as incisões dele foram suturadas com seda, os médicos usam sedas pra fazer suturas no inicio do século 19, mas com isso os pacientes tinham infecções graves, as mortalidades era alta. Então os médicos faziam de tudo pra que as infecções não se espalhassem eles usavam larvas.
SuaAmiga: Ei, to comendo.
Sam: E pois e, e dava certo porque as larvas comem os tecidos ruins e deixam os tecidos bons e quando acharam o nosso homem sua cavidade do corpo estava cheia de larvas.
SuaAmiga: SAM TO COMENDO CARAMBA.
Dean: Eu já ouvi isso antes, e eu me lembro, quando trabalhava com o pai, eu tinha ouvido um tal de Doutor Cooper, ele era obcecado por alquimia e principalmente pela vida eterna.
Sam: Ele fechou o consultório e por 20 anos ninguém teve noticia deles.
Eu: E de repente começaram a aparecer pessoas mortas.
SuaAmiga: Mortas ou com algum órgão faltando no corpo, e o que ele estava fazendo estava funcionando e ele continuou fazendo e se partes faltavam ele substituía.
Dean: E o pai arrancou seu coração, pensei que tivesse morto.
Eu: E mas não estava e ele foi atrás de outro coração, e isso?
SuaAmiga: Onde ele trabalha Sam?
Sam: Parece que Cooper e bem exigente com o local de laboratório ele gosta de mata densa com acesso a um rio ou córrego ou algum tipo de água pura.
Eu: Por que?
Sam: Lá porque ele gosta de joga os intestinos e os material fecal.
SuaAmiga: NÃO.
Eu: Já perdeu o apetite? - ri -
SuaAmiga: Não, to bem

Quando anoiteceu eles foram dormir, eu fui tomar um banho, coloquei uma roupa e fui assistir a televisão, quando deu o sono eu desliguei e fui dormir. Manhã seguinte eu acordei e Sam, SuaAmiga e o Dean estava vendo o mapa da cidade, eu fui no banheiro escovei os dentes e vesti outra roupa e sai, peguei o mapa que já estava marcado e perguntei o que era os locais dentro do circulo vermelho.

Sam: São antigas cabanas de caça e a maioria estão abandonadas faz anos
Eu: Então, vamos.
Sam: São muitas.
Eu: E dai Sammy, a gente se separa e olhas a cabanas, são 20, cada um fica com 5 e depois a gente se encontra.
Dean: E se alguém achar o Cooper
Eu: Liga avisando que encontrou simples.
Dean; Então vai ser assim.

Eu peguei a bolsa e fomos as cabanas, no separamos, eu tinha olhado quase todas só tinha mais um, eu entrei e vi que não tinha ninguém, desci as escadas pro porão e vi um homem deitado amarrado em uma maca de hospital, fui até ele e verifiquei a pulsação e ele já não tinha, caminhei até o outro lado e tinha uma moça deitada com os braços com larvas aquilo me fez me sentir mal, eu coloquei a mão no pescoço dela e ela deu um grito, envolvi um pano nos braços dela e a soltei.

Eu: Eu vou ajudar, preciso que fique quieta ok? - ouvi a porta batendo. - e ele, fica calma.

Eu coloquei a mão na boca dela e disse que deveria ficar pronta pra correr e ela concordou comigo, assim que vi que o caminho estava livre corremos, mas quando olhei pra trás o médico estava atrás de nos, entramos no carro, eu feche tudo e subi as janelas mas ele quebrou ela.

Eu: O que? VOCÊ ME DEVE UMA JANELA NOVA FILHO DO FRANKENSTEIN.

Eu dei ré no carro e ele agarrou a janela e veio junto eu acelerei e fiz ele cai no chão e depois passei por cima dela e fui embora, no caminho eu liguei pro Dean.

Ligação on:

Eu: Saiam dai agora, eu to indo por hospital com uma menina que encontrei na cabana, ele ainda tá por ai, vão embora, depois eu vou.
Dean: Tá. - desligou -

Ligação of:

Eu deixei ela hospital e depois fui pro hotel, ele chegaram logo.

Eu: Eu não sei vocês, mas eu to cheia de fome e vou a lanchonete comprar comida. - sai -

Eu fui até a lanchonete, a rua estava meia vazia não havia muitas pessoas, depois que compre fui andando até o hotel e no caminho senti que estava sendo seguida, e quando acelerei o passo tive a certeza e quando quase cheguei no hotel cruzei com o doutor eu tentei correr mas ele me puxou e colocou um pano no meu rosto.... Quando acordei senti meus braços presos e quando levantei a cabeça eu vi que estava amarrada.

Cooper: Não tenha medo do que vai acontecer aqui, você tem 99% de chances de sair viva daqui.
Eu: E o resto? ah entendi os 99% porque se eu sair viva os últimos % de chances que eu tenho você vai usar pra me matar, saquei.
Cooper: Você e cheia de piadas.
Eu: E? e você é cheio de si, ou melhor e cheio dos outros porque de dez partes do seu corpo zero são seus
Cooper: Tinha uma coisa que era meu até você me atropelar, meu fígado, mas agora terei outro novo.
Eu: Você perde tudo, menos a vontade de viver. - ele pegou a faca - ei ei ei, tira isso de perto de mim.
Cooper: Você tirou uma coisa de mim, agora vai me devolver.

Ele cortou um pouco a minha barriga, a dor foi insuportável, no meu bolso pude sentir o meu celular vibrando então rezei pra que o Sam ou qualquer um me achasse pelo GPS. Ele foi cortando mas mas quando parou na metade eu gritei.

Eu: ME ESCUTA, eu deixo você tirar, mas me deixa respirar um pouco.
Cooper: Tudo bem, eu vou deixar você um pouco mas depois eu recomeço. - ele largou a faca.

Ele me deu 5 minutos pra respirar, eu me senti mal, tonta como se fosse desmaiar outra vez mas me mantive acordada, depois que o tempo passou ele pegou a faca e quando foi me cortar de novo eu olhe pra porta e vi o Sam parado, ele atirou nele.

Cooper: Atire o quanto quiser.
Sam: Eu sei sobre você.
Cooper: E eu sei sobre você e o seu pai, e me surpreendo por não estarem aqui. - jogou ele na parede -
Sam: Ou não.

A SuaAmiga entrou e esfaqueou ele.

SuaAmiga: Vai ter que ser rápido. - correu -

O Sam foi atrás dele e o Dean entrou logo depois e me soltou -

Eu: Eu não consigo andar Dean - mostrei o corte -
Dean: Ele fez isso com você.
Eu: Eu to amarrada então.. claro que foi ele.
Dean: Caramba.

Ele me soltou e me colocou no chão, o Sam entrou na sala carregando o D.Cooper com a SuaAmiga, eles colocaram o doutor na cama e o amarraram.

Eu: Porque ele tá desmaiado?
SuaAmiga: Eu achei um vidro de sonífero lá em cima e derramei sobre a faca e enfiei no coração dele, eu pensei que não ia funcionar, mas funcionou.
Sam: E você como está?
Eu: Aberta.
Dean: A gente vai te levar pro hospital.
Eu: Eu to sangrando muito, eu não sei se vou aguentar.
SuaAmiga: Eu vou pegar um pano com água.

Ela trouxe e me ajudou a segurar, demorou um pouco pro doutor acordar mas acordou.

Dean: E doutor, acho que sua festinha acabou.
Doutor: Não, por favor.
Eu: Por favor e o escambau a mas 50 anos você vem matando gente inocente pra virar um zumbi, olha o que você fez comigo´, mas a lei da vida e a mesma para todos. -
Dean: E isso ai.

Enquanto eles conversavam eu tentei me levantar, eu consegui me erguer de pé, mas não por muito tempo e cai no chão, o Dean me pois no colo e me levou pra cima.

Eu: Você não deveria me ajudar.
Dean: Não e porque a gente briga que eu odeio você.
Eu: Eu não vou aguentar mais.
Dean: Só mais um pouco até a gente chegar no hospital.

Ele me colocou no banco e me levou pro hospital, assim que a enfermeira me viu toda aberta pediu pra que me colocasse na maca, o Dean ficou na sala de espera, eles me levaram pra sala. Eu pude sentir ele dando anestesia, dor era enorme mas foi parando ao poucos, eles costuraram o corte e me levaram pro quarto, eu peguei o controle e assisti a televisão, e percebi alguém chegando quando olhei pra porta o Dean estava andando até a porta e quando eu vi eu sorri e ele sorriu de volta.

Eu: Oi, eu to melhor, to me sentindo  uma bobona não sei se e por causa da anestesia ou o que mas sei lá, to estranha. - ele sorriu -  o que vocês fizeram com o doutor?
Dean: Eu pedi pro Sam enterra-lo vivo já que ele não pode morrer.
Eu: Fez bem, eu não vou poder sair daqui mas eu vou me dar alta, - me levantei -
Dean: Temos que sair da cidade, mas eu não vou sair com você desse jeito.
Eu: Fala serio Dean, eu posso até morrer, mas não vou morrer em um hospital, não no meio de enfermeiras, CADÊ OS DOUTORES DAQUI? vamos

Eu coloquei a roupa e sai do quarto ele me ajudou a andar e saímos pelo fundo e já caímos no estacionamento, voltamos pro hotel, quando chegamos o Sam e a SuaAmiga ja estavam lá, eu me deitei e dormi, Na manhã seguinte quando acordei o Sam já estava arrumando as coisas, eu aproveitei pra ajudar, já que estava me sentindo melhor, coloquei as coisas no carro e fomos embora, a SuaAmiga foi dirigindo até a noite cair, e assim que anoiteceu eu troquei de lugar com ela e dirigi até a manhã e quando chegamos em Fitchburg paramos pra tomar um café, eu comprei 4 copos e voltei.

Eu: O que foi?
Sam: Olha ali, não tem algo estranho - olhei pro parque da escola - são 4h 15 min.
Eu: Acabou a aula.
Sam: E mas cadê todo mundo, as crianças? deveria estar cheio de crianças brincando agora.
Eu: Eu vou falar com aquela moça, espera.

Eu fui até uma moça que estava sentada vendo uma revista.

Eu: Oi - sorri - aqui e meio quieto não e?
xxx: E uma pena.
Eu: Por que?
xxx- As crianças estão ficando doentes, e uma coisa terrível.
Eu: Quantas?
xxx- 5 ou 6 caso de hospital, os pais estão ficando nervosos acham que e contagioso.
Eu: Sim, obrigada.

Eu voltei pro carro onde estava o Sam.