terça-feira, 13 de outubro de 2015

Stop The World - Capitulo 28


                                                      >> AGORA <<

Estacionei o carro e fui até o impala que estava vazio. Caminhei até a porta e toquei a capinha quando a namorada do Gary me atendeu.

Eu: Boa tarde senhora Duck, sou agente Simpson do FBI.
Sra Duck: Não sabia que o FBI havia mandando mais agentes pra cá, afinal foi apenas um ataque de animal.
Eu: Já sabia que meu parceiro estava aqui. E precisamos do seu depoimento. - sorri -
Sra Duck: Entre. - entrei - é ótimo que há muita responsabilidade nisso, eu acredito que o FBI realmente esteja trabalhando nisso e até fico mais tranquila.
Eu: O que a policia não faz, o FBI faz, e ainda reforça.

Assim que entrei na sala o Dean me olhou serio.

Dean: Agente. - disse surpreso -
Eu: Sim. - me sentei ao lado dele. -
Sra Duck: Como eu havia dito ao agente, Gary não tinha inimigos, ou porque ter sido morto por um, e os policiais disseram que foi ataque de animal.
Eu: Temos que aceitar todas as maneiras possíveis, e como eu disse, os policiais só se preocupam com roubos e outras coisas.
Dean: É tudo o que preciso até agora.
Sra Duck: Não vão precisar de mais nada?
Eu: Só mais uma coisa, durante o tempo de escola, sabe de Gary tem álbuns, coisas assim.. que mostre bem quem ele era?
Sra Duck: Sim. - ela foi pegar e trouxe pra mim - Ele é o menor ao lado da menina.
Eu: Essa é a Brooke.
Dean: Sim. - olhei para ele -
Eu: Nesse tempo sabe se ele tinha inimigos, ou talvez alguma pessoa com quem não se envolvia?
Sra Duck: Gary e Brooke eram amigos até onde sei, mas se separaram depois que ela saiu da cidade. Depois de um tempo Gary ficou sozinho e não se enturmou desde então, até que alguns colegas implicavam com ele.
Eu: E você?
Sra Duck: Conheci Gary no colegial, ele me contou que chegaram a fazer bullying com das meninas da sala dele, a Brooke e a outra... nome era..
Eu: Hailey Dant.
Sra Duck: Como sabe?
Eu: Informações. - sorri -
Sra Duck: E ele a protegeu gerando uma briga com o menino da turma, o que todos achavam o mais popular, Eric, mas desde de que eu sei eles não se falam.
Eu: Mas ele se veem?
Sra Duck: Quando o Gary estava vivo, poucas vezes.
Eu: Isso é tudo, obrigada. - me levantei -

Saímos da casa e fomos em direção ao carro.

Dean: O que deu em você em vir atrás de mim? eu disse que viria sozinho.
Eu: Mas não disse a onde. Já estamos aqui, podemos continuar.
Dean: Tá.
Eu: Eles três tem ligações, e eles não foram atacados por lobisomens.
Dean: E sim por um maluco do colegial.
Eu: É.

Ligamos para o Sam e encontramos ele de frente a casa de Eric, e eu e o Dean batemos a porta.

Eu: Eric?
Eric: - Sim.
Dean: Somos sou o a gente Morton e essa e minha parceira Simpson e estamos aqui pra falar da  Brooke e Gary, e sobre o desaparecimento de Hailey Dant.
Eric: Soube que estão mortos, mas o que tenho haver com isso?
Eu: Não sei, talvez saiba..
Eric: Olha, não faz muito tempo que os vi mas eu não tenho nada haver com isso.
Dean: Soubemos que vocês tiveram um passado.
Eric: Sim, a um tempo atrás.
Dean: Só queremos conversar.
Eric: Tudo bem. - entramos - Eu não sabia que o FBI iria vir, pra isso. Mas então.. eu e o Gary nunca nos gostamos, assim como eu e Hailey, mas eu e Brooke já tivemos um passado e ela voltou pra cidade, eu resolvi visita-la, terminei com minha namorada no caso de que houvesse possibilidades de voltarmos, mas minha namorada ela.. ela está sempre me vigiando desde de que terminamos e isso nunca teve um fim.
Eu: Isso é constante?
Eric: Sim.. - me olhou - O que aconteceu com eles?
Eu: Ataque de animal.
Eric: E o que isso tem haver com o depoimento que dei?
Dean: Sobre sua namorada, onde ela mora.
Eric: Há quarto quarteirões daqui.
Dean: Obrigado 
Eu: Nada, mais é preciso ouvir exatamente tudo. - me levantei - virei se precisar mais de alguma coisa.

Saímos e nos encontramos com o Sam e a SuaAmiga.

Eu: Vocês veem o histórico do Eric enquanto eu e o Dean vamos fazer uma visita a namorada dele.
Sam: Ok.

Eu e o Dean entramos por trás e vimos que a casa estava vazia quando chegam, então invadimos. Encontramos as coisas bagunçadas e algumas coisa rasgada por garras, e parecia que a casa estava bagunçada por um bom tempo.

Eu: Não acho que ela seja a vilã disso tudo.
Dean: Talvez não, mas e o namorado?
Eu: Acha que devemos ficar de olho nele?
Dean: Acho.
Eu: Ok.

Ao entardecer ficamos observando Eric pelo lado de fora da casa até escutarmos algo estranho, mas não ouvimos nada. Estava cansada e aproveitei pra cochilar mas acordei com um soco no ombro que o Dean me dera.

Dean: Algo estranho.
Eu: Vamos. - saímos do carro. -

Sai do carro dando de cara com o Sam e a SuaAmiga que correram em direção a porta e arrombaram ela.  Encontramos o Eric transformado e assim que nos viu pulo a janela.

Dean: SAMMY, VAI ATRÁS DELE.
Sam: Mas..
Dean: VAI.

Ouvi um gemido parecendo que estavam vindo do porão e rapidamente desci para saber se realmente tinha alguém ali e encontrei uma menina amarrada com corrente e um pano em sua boca. Arrebentei a corrente e tirei o pano de sua boca.

Eu: Tá tudo bem, estamos aqui pra te ajudar, agora venha. - puxei ela -  Rápido.
Dean: Você vai ficar com o meu telefone, vai ligar pra policia e dar uma desculpa mais esfarrapada que poder, ajudamos você e você vai nos ajudar ok?
Eu: Dean, vamos.

Entramos no carro seguindo o Sam pelo GPS e onde paramos foi em uma floresta abandona.

Dean: Não posso deixar você entrar lá.
Eu: O que?
Dean: Desculpe. - puxou meu braço -

Ele prendeu meu braço no volante com as algemas que tinha e me deixou sozinha dentro do carro.

Eu: Eu nunca vou perdoar você por isso.

Lembrei que em meus cabelos haviam grampo que estava de bom tamanho e que iria ajudar muito. Tentei me destrancar e consegui, peguei a lanterna e a arma e caminhei até uma casa, entrei pelos fundos e devagar e andei até a sala onde vi a SuaAmiga e Sam amarrados e Dean desmaiado no chão. Haviam dois homem grandes um do lado dos dois e percebi que estavam tirando o sangue dos dois e colocando dentro de baldes. Fiquei impressionada e tentei sair dali mas ao andar para trás me esbarrem em algo e assim que me virei vi que era alguém.

xxx- Bem-vinda ao club mocinha. - me bateu -

Cai ao chão e me rastejei para perto do Dean e o mexi e não tive sucesso, ele continuava desacordado.

xxx- Sinceramente,  não tivemos janta melhor e nem tivemos que precisar caçar.
XXX- Senhor não acha que devemos acabar logo com isso?
xxx- Verdade, a menina é minha. - se aproximou de mim.-

O homem me puxou pelos cabelo e outro levantou o Dean.

Eu: Não.

Senti que iria ser ali, mas vi que o Dean estava acordado e ele logo atacou um dos homem com a faca de prata, e ao me soltar recuperei minha arma e atirei no peito dos outros dos homens.

Dean: Disse pra ficar no carro. - fiquei quieta.

Me agachei ao lado da Suaamiga retirando a agulha de seu braço e a levantando com cuidado, e o Dean fez a mesma coisa com o Sam. Caminhamos até os carros e os levamos pro hospital. Fiquei na sala de espera com o Dean, estava explodindo por dentro de tanto ódio que estava sentindo por ele ter me deixado no carro, mas naquele momento pensava mais no Sam e no SuaAmiga que logo foram liberado e seguimos caminho de volta pro hotel. Ao chegar a primeira coisa que fizemos foi deitar e descansar, exceto eu que não consegui fechar os olhos pois não conseguia ficar exatamente ali.

                                                              ~DEAN ON~

Fiquei pensando sobre ter deixado a SeuNome presa no carro e no quão P* ela deveria está comigo. Enquanto pensava ouvi barulhos vindo de sua cama e vi que ela havia deixado a cama.

Ao mesmo tempo me levantei e a observei pela janela do quarto e vi que estava arrumando suas coisas.

                                                                ~ DEAN OF~

Dean: Aonde vai?
Eu: Não é dá sua conta.
Dean: Ok,  desculpe por deixar você no carro, precisava evitar que..
Eu: Eu morresse? Você não tem que evitar, essa é a ordem natural das coisas.
Dean: Eu sei.
Eu: Nunca topei caçar com vocês, é uma coisa que eu costumava fazer muito bem quando estava sozinha.
Dean: Pretender ir?
Eu: Pretendo.
Dean: E depois?
Eu: Esse trabalho não é pra mim, vingança atrás de vingança, ódio, luta, sangue. Eu to largando...
Dean: Não tem como, não há jeito, não tem como fugir disso se já entrou, uma hora tudo volta.
Eu: Talvez você esteja certo, mas eu preciso parar.
Dean: É isso?
Eu: É. Adeus Dean.
        
Entrei no carro e o deixei na porta em pé olhando enquanto eu dava partida no carro. Iria sem rumo por ai até encontra um caso. Procurei no celular noticias bizarras e encontrei um ataque de animal em uma construção em St Louis e então eu resolvi passar para ver o que era só para me ocupar. Continuei dirigindo até de manhã e então parei pra comer alguma coisa, e entrei em uma lojinha.

Eu: Bom dia.
Moça: Bom dia. - sorriu - É a nossa primeira cliente.  Está muito a tempo na estrada?
Eu: Sim.
Moça: Essa é a estrada pra Illinois, acho que é pra lá que está indo? - joguei o pacote de doces e salgadinhos no caixa -
Eu: É talvez, to sem rumo.
Moça: Recomeçando a vida?
Eu: Fugindo da vida.

Paguei as coisas e caminhei até o carro quando senti meu celular tocar, era a SuaAmiga.

Cell on:

SuaAmiga: Onde você está?
Eu: Na estrada.
SuaAmiga: Nos deixou ontem a noite...
Eu: Pra seguir meu caminho sozinha, eu vou ficar bem.
SuaAmiga: E eu?
Eu: Ficará bem, Sam e Dean estão ai.
SuaAmiga: Eu poderia ter ido com você.
Eu: Poderia, mas não era o melhor a se fazer.
SuaAmiga: Estamos pegando a estrada agora, pegamos um novo caso.
Eu: Eu decidir desistir, esse trabalho não é pra mim.
SuaAmiga: Como assim?
Eu: Dean me fez seguir um caminho diferente, eu vou aproveitar e seguir.
SuaAmiga: Você sabe que tem jeito de parar.
Eu: Eu vou tentar, e bem.. não dá pra viver dando golpes em cartões.. vou ter uma vida agora.
SuaAmiga: Tudo bem.
Eu: Eu amo você.
SuaAmiga: Também amo você, boa sorte.
Eu: Boa sorte.

Entrei no carro ido para a cidade e parei no primeiro motel que encontrei.

                                                  ~ 2 ANOS DEPOIS ~

Anos foram passando e fazia tempo que não caçava. Havia conseguido um emprego na livraria perto da minha nova casa. O salário era bom, conseguia pagar o aluguel e comprar o necessário, apesar da gente chata e irritante era um bom trabalho.
Depois que fechei a livraria passei na loja da esquina para comprar o meu jantar.

Ted: Oi (seunome) como vai?
Eu: O mesmo de sempre.
Ted: É o trabalho?
Eu; É o trabalho. - forcei um sorriso - sempre o trabalho.
Ted: Já vou fechar a loja.
Eu: Quer que eu espere você?
Ted: Seria bom.
Eu: Tudo bem.

O esperei fechar e caminhamos juntos para casa.

Ted: Bom, é isso, nós nos vemos amanhã.
Eu: Claro. - sorri - Boa noite.

Fiquei parada por alguns minutos ao lado de fora no jardim até ver que ele estava bem, e reparei no jardim completamente morto e feio.

Eu: Estranho, isso só acontece quando... não, isso não é possível. - ri

Continuei andando até o final do quarteirão e entrei em casa. Coloquei todas as sacolas no balcão da cozinha e subi para tomar um banho e logo depois desci de novo e preparei o jantar.
Enquanto não ficava pronto aproveitei para pesquisar sobre alguns acontecimentos na cidade, e nenhum violento a não ser pelo acidente de carro na rodovia, onde uma moça morreu.

Eu; Prometi ficar fora disso. - fechei o notebook -

Voltei para a cozinha e terminei de fazer o jantar. Após comer subi para dormir.
No dia seguinte aproveitei para passar na lojinha do Ted antes de ir pro trabalho e ao chegar vi dois homens altos e de terno, pareciam ser da policia. Entrei na loja e vi que meu pesadelo só estava virando realidade, pois eram Sam e Dean.

Eu: O que fazem aqui?
Ted: Conhece eles?
Eu: Infelizmente sim.
Ted: Como?
Eu: Trabalho.
Ted: Nunca contou que era do FBI.
Eu: Nunca achei que precisasse saber.
Sam: É bom vê-la de novo.
Eu: O que querem?
Sam: Saber sobre a morte de Andrea, soubemos que ela morreu em um acidente.
Ted: Sim, mas o que tenho haver?
Dean: O namorado dela foi encontrado morto na noite passada, talvez pudesse nos contar sobre ele já que fizeram faculdades juntos.
Ted: Sim, Scott, era...bem, ele e Andrea estavam brigados na noite que ela bateu com o carro, é o que eu sei.
Dean: Sabe o motivo?
Ted: Talvez, talvez ele se sentisse culpado pois... ele a traiu.
Dean: É suficiente. - saiu da loja -
Eu: Ei. - fui atrás deles -
Dean: Não precisa se preocupar, vamos cuidar disse e vamos embora.
Eu: É o trabalho Dean, não tem como deixar, não tem jeito de sair.
Dean: Descobriu sozinha?
Eu: E a SuaAmiga?
Sam: Ela saiu.
Eu:  Eu posso ajudar você.
Dean: Não.
Eu: Eu não pedi permissão, eu vou e pronto.

Entrei no carro e pedi que fosse para minha casa. Peguei as chaves do carro indo para o motel.

Eu: Chegaram a ir na casa do Ted?
Sam: Não, por que?
Eu: Há um monte de plantas mortas, quer dizer que isso acontece quando um espi...- me interromperam -
Dean: Não é um espírito.
Eu: O que é?
Sam: Achamos que é alguém a trouxe de volta, como um zumbi.
Eu: Como assim?
Sam; Fomos ao cemitério, não havia corpo, apenas símbolos que vimos em um livro de grego antigos que acreditamos que seja para traze-la de volta a vida.
Eu: Acham que o Ted, ele fez isso?
Sam: O pai da Andrea era professor de grego antigo, e o Ted era um de seus alunos.
Eu: Eu... não, ele não... ele parece ter feito isso.
Dean: Se sente decepcionada? - me olhou -
Eu: Não importa, temos que para-la.
Sam: Sabe como?
Eu: Fazendo ele dizer onde ele está.
Dean: Por acaso sabe como mata-la?
Eu: Tiro na cabeça?
Dean: Bom palpite.
Sam: Acreditam que ela pode ser morta de formas diferentes, prata, ritual, e esse é o meu favorito, arrancar seu coração e dar para cães famintos.
Eu: Vamos tentar com a prata.
Sam: Também é bom.
Dean: Vamos leva-la ao cemitério.
Eu: Como?
Dean: O Ted vai ajudar.

Ao cair a noite, fomos até a loja para conversar com ele.

Dean: Sabemos o que fez.
Ted: Como assim?
Dean: A morta viva, olha, já vi muito cara fazendo de tudo por uma transa, mas você meu caro, ganho um Oscar.
Ted: Sobre o que ele tá falando?
Eu: Sobre o ritual que fez para trazer Andrea.
Dean: Agora ela está tentando matar todos que um dia a traíram, o namorado, a melhor amiga, quem mais?
Eu: Vamos consertar tudo.
Dean: Mas precisamos saber onde ela está?
Ted: Na minha casa.

Havia plantas mortas ao redor dele, soou como mentira.

Eu: Serio?
Ted: Sim.
Eu: Tudo bem, não vamos atrás dela, mas precisamos que sai daqui o mais rápido possível, enquanto iremos ao cemitério fazer o ritual. E você vai entender uma coisa, não se trás ninguém dos mortos vivos.
Dean: Vamos.

Demos partida para o cemitério, colocamos velas e esperamos para que ela viesse.

Eu: E se isso não der certo?
Dean: É melhor que dê.
Eu: É se não der? - ouvimos barulhos -
Dean: Vai ter que dá. - me olhou -


Caminhei pela a mata que havia e senti a sensação de que estava sendo observada e quando eu me virei a vi.

Andrea: Não podem fazer isso, eu voltei, mas ainda sou eu.
Eu: Não me importa. - aponte a arma para ela -
Andrea: Por favor.

Eu atire e não aconteceu apenas nada, corri o mais rápido que pude para fugir e acabei tropeçando.

Andrea: Não deveria ter atirado.
Eu: SAMMY AGORA. - gritei -

Ele atirou nela até que estivesse na beira de seu túmulo, e com a estaca de prata, Dean e acertou a jogando no caixão. Tentei me levantar mas havia torcido o pé e com a ajuda do Sam consegui levantar e caminhamos até o carro.

Eu: Não entendi por que eu fui a isca. - olhei para o Dean - Acho que ela quebrou meu pé.
Sam: Vamos.

Voltei para casa com os garotos.

Eu: Foi bom.
Sam: Vai ficar bem?
Eu: Quero voltar.
Sam: Serio?
Dean: Não.
Eu: Não sou boa no que faço, empilha livros e arrumas prateleiras, não é pra mim.
Dean: E a resposta ainda será não.
Eu: Eu quero fazer isso, é o que eu quero pra mim.
Dean: Está tendo uma vida tranquila, boa, conseguiu o que queria.
Eu: Pareço feliz?
Dean: Não é questão de parecer feliz, é questão de se manter a salvo.
Eu: Eu sei cuidar de mim mesma.
Dean: Eu estou bem sabendo que está bem tendo uma vida normal, um trabalho normal, segurança.
Eu: É o trabalho, Dean, não há como sair.
Dean: Mas você conseguiu.
Sam: Eu vou deixar vocês sozinhos.
Eu: Pra mim acabou. - me levantei -
Dean: Tudo bem, não posso mandar fazer o que eu quero.
Eu: Sabe... - ele me olhou - quando eu vim pra cá, eu só pensava em uma coisa, uma vida nova. Conseguir um trabalho normal, ter uma casa e não ficar dormindo em quartos baratos de motéis pela estrada, ter uma pessoa pra dividir tudo, e torna uma família. Mas até agora só consegui um trabalho chato, uma casa grande e vazia e estou sozinha, quais são as chances do meu sonho se tornar realidade? Isso, nenhuma.  Sabe por que? por que eu desisti de tudo isso, quando tive a chance de fazer isso funcionar, entrar pra faculdade, conhecer gente nova, gente legal. Me formar, conseguir um cara bacana e fazer a família que eu sempre quis, mas Dean, isso nunca foi pra mim. Meu trabalho é caçar, caçar sozinha, ou com minha melhor amiga que nesse caso não está mais no trabalho, mas que se dane, posso fazer o que eu sei fazer sozinha, e farei melhor. Quer me proteger? eu agradeço sua preocupação e sua proteção, mas não pode fazer isso 24 horas por dia em todos os dias. Terá que me aguentar enquanto estiver viva Dean Winchester, e pra falar a verdade, quando eu morrer sentirá minha falta, mas isso é a ordem das coisas e não se pode trazer ninguém do mundo dos mortos. Eu vou voltar. - sorri -

Ele me deu um abraço e me ajudou a arrumar as coisas e colocar tudo na mala do carro. Enquanto fazia isso senti o meu celular tocar no bolso de trás da minha calça e assim que peguei vi que era a SeuNome.

Cell on:

SuaAmiga: Sei que não está mais caçando, mas será que poderia me ajudar com uma coisa? Quer dizer, com uma pessoa?
Eu: Quem?
SuaAmiga: Estou em 351 Executive Pkwy em Illinois, acho bom vir.

Cell of:

Eu: SuaAmiga precisa de ajuda.

Coloquei o resto das coisas na mala e peguei caminho para Rockford.