terça-feira, 13 de outubro de 2015

Stop The World - Capitulo 28


                                                      >> AGORA <<

Estacionei o carro e fui até o impala que estava vazio. Caminhei até a porta e toquei a capinha quando a namorada do Gary me atendeu.

Eu: Boa tarde senhora Duck, sou agente Simpson do FBI.
Sra Duck: Não sabia que o FBI havia mandando mais agentes pra cá, afinal foi apenas um ataque de animal.
Eu: Já sabia que meu parceiro estava aqui. E precisamos do seu depoimento. - sorri -
Sra Duck: Entre. - entrei - é ótimo que há muita responsabilidade nisso, eu acredito que o FBI realmente esteja trabalhando nisso e até fico mais tranquila.
Eu: O que a policia não faz, o FBI faz, e ainda reforça.

Assim que entrei na sala o Dean me olhou serio.

Dean: Agente. - disse surpreso -
Eu: Sim. - me sentei ao lado dele. -
Sra Duck: Como eu havia dito ao agente, Gary não tinha inimigos, ou porque ter sido morto por um, e os policiais disseram que foi ataque de animal.
Eu: Temos que aceitar todas as maneiras possíveis, e como eu disse, os policiais só se preocupam com roubos e outras coisas.
Dean: É tudo o que preciso até agora.
Sra Duck: Não vão precisar de mais nada?
Eu: Só mais uma coisa, durante o tempo de escola, sabe de Gary tem álbuns, coisas assim.. que mostre bem quem ele era?
Sra Duck: Sim. - ela foi pegar e trouxe pra mim - Ele é o menor ao lado da menina.
Eu: Essa é a Brooke.
Dean: Sim. - olhei para ele -
Eu: Nesse tempo sabe se ele tinha inimigos, ou talvez alguma pessoa com quem não se envolvia?
Sra Duck: Gary e Brooke eram amigos até onde sei, mas se separaram depois que ela saiu da cidade. Depois de um tempo Gary ficou sozinho e não se enturmou desde então, até que alguns colegas implicavam com ele.
Eu: E você?
Sra Duck: Conheci Gary no colegial, ele me contou que chegaram a fazer bullying com das meninas da sala dele, a Brooke e a outra... nome era..
Eu: Hailey Dant.
Sra Duck: Como sabe?
Eu: Informações. - sorri -
Sra Duck: E ele a protegeu gerando uma briga com o menino da turma, o que todos achavam o mais popular, Eric, mas desde de que eu sei eles não se falam.
Eu: Mas ele se veem?
Sra Duck: Quando o Gary estava vivo, poucas vezes.
Eu: Isso é tudo, obrigada. - me levantei -

Saímos da casa e fomos em direção ao carro.

Dean: O que deu em você em vir atrás de mim? eu disse que viria sozinho.
Eu: Mas não disse a onde. Já estamos aqui, podemos continuar.
Dean: Tá.
Eu: Eles três tem ligações, e eles não foram atacados por lobisomens.
Dean: E sim por um maluco do colegial.
Eu: É.

Ligamos para o Sam e encontramos ele de frente a casa de Eric, e eu e o Dean batemos a porta.

Eu: Eric?
Eric: - Sim.
Dean: Somos sou o a gente Morton e essa e minha parceira Simpson e estamos aqui pra falar da  Brooke e Gary, e sobre o desaparecimento de Hailey Dant.
Eric: Soube que estão mortos, mas o que tenho haver com isso?
Eu: Não sei, talvez saiba..
Eric: Olha, não faz muito tempo que os vi mas eu não tenho nada haver com isso.
Dean: Soubemos que vocês tiveram um passado.
Eric: Sim, a um tempo atrás.
Dean: Só queremos conversar.
Eric: Tudo bem. - entramos - Eu não sabia que o FBI iria vir, pra isso. Mas então.. eu e o Gary nunca nos gostamos, assim como eu e Hailey, mas eu e Brooke já tivemos um passado e ela voltou pra cidade, eu resolvi visita-la, terminei com minha namorada no caso de que houvesse possibilidades de voltarmos, mas minha namorada ela.. ela está sempre me vigiando desde de que terminamos e isso nunca teve um fim.
Eu: Isso é constante?
Eric: Sim.. - me olhou - O que aconteceu com eles?
Eu: Ataque de animal.
Eric: E o que isso tem haver com o depoimento que dei?
Dean: Sobre sua namorada, onde ela mora.
Eric: Há quarto quarteirões daqui.
Dean: Obrigado 
Eu: Nada, mais é preciso ouvir exatamente tudo. - me levantei - virei se precisar mais de alguma coisa.

Saímos e nos encontramos com o Sam e a SuaAmiga.

Eu: Vocês veem o histórico do Eric enquanto eu e o Dean vamos fazer uma visita a namorada dele.
Sam: Ok.

Eu e o Dean entramos por trás e vimos que a casa estava vazia quando chegam, então invadimos. Encontramos as coisas bagunçadas e algumas coisa rasgada por garras, e parecia que a casa estava bagunçada por um bom tempo.

Eu: Não acho que ela seja a vilã disso tudo.
Dean: Talvez não, mas e o namorado?
Eu: Acha que devemos ficar de olho nele?
Dean: Acho.
Eu: Ok.

Ao entardecer ficamos observando Eric pelo lado de fora da casa até escutarmos algo estranho, mas não ouvimos nada. Estava cansada e aproveitei pra cochilar mas acordei com um soco no ombro que o Dean me dera.

Dean: Algo estranho.
Eu: Vamos. - saímos do carro. -

Sai do carro dando de cara com o Sam e a SuaAmiga que correram em direção a porta e arrombaram ela.  Encontramos o Eric transformado e assim que nos viu pulo a janela.

Dean: SAMMY, VAI ATRÁS DELE.
Sam: Mas..
Dean: VAI.

Ouvi um gemido parecendo que estavam vindo do porão e rapidamente desci para saber se realmente tinha alguém ali e encontrei uma menina amarrada com corrente e um pano em sua boca. Arrebentei a corrente e tirei o pano de sua boca.

Eu: Tá tudo bem, estamos aqui pra te ajudar, agora venha. - puxei ela -  Rápido.
Dean: Você vai ficar com o meu telefone, vai ligar pra policia e dar uma desculpa mais esfarrapada que poder, ajudamos você e você vai nos ajudar ok?
Eu: Dean, vamos.

Entramos no carro seguindo o Sam pelo GPS e onde paramos foi em uma floresta abandona.

Dean: Não posso deixar você entrar lá.
Eu: O que?
Dean: Desculpe. - puxou meu braço -

Ele prendeu meu braço no volante com as algemas que tinha e me deixou sozinha dentro do carro.

Eu: Eu nunca vou perdoar você por isso.

Lembrei que em meus cabelos haviam grampo que estava de bom tamanho e que iria ajudar muito. Tentei me destrancar e consegui, peguei a lanterna e a arma e caminhei até uma casa, entrei pelos fundos e devagar e andei até a sala onde vi a SuaAmiga e Sam amarrados e Dean desmaiado no chão. Haviam dois homem grandes um do lado dos dois e percebi que estavam tirando o sangue dos dois e colocando dentro de baldes. Fiquei impressionada e tentei sair dali mas ao andar para trás me esbarrem em algo e assim que me virei vi que era alguém.

xxx- Bem-vinda ao club mocinha. - me bateu -

Cai ao chão e me rastejei para perto do Dean e o mexi e não tive sucesso, ele continuava desacordado.

xxx- Sinceramente,  não tivemos janta melhor e nem tivemos que precisar caçar.
XXX- Senhor não acha que devemos acabar logo com isso?
xxx- Verdade, a menina é minha. - se aproximou de mim.-

O homem me puxou pelos cabelo e outro levantou o Dean.

Eu: Não.

Senti que iria ser ali, mas vi que o Dean estava acordado e ele logo atacou um dos homem com a faca de prata, e ao me soltar recuperei minha arma e atirei no peito dos outros dos homens.

Dean: Disse pra ficar no carro. - fiquei quieta.

Me agachei ao lado da Suaamiga retirando a agulha de seu braço e a levantando com cuidado, e o Dean fez a mesma coisa com o Sam. Caminhamos até os carros e os levamos pro hospital. Fiquei na sala de espera com o Dean, estava explodindo por dentro de tanto ódio que estava sentindo por ele ter me deixado no carro, mas naquele momento pensava mais no Sam e no SuaAmiga que logo foram liberado e seguimos caminho de volta pro hotel. Ao chegar a primeira coisa que fizemos foi deitar e descansar, exceto eu que não consegui fechar os olhos pois não conseguia ficar exatamente ali.

                                                              ~DEAN ON~

Fiquei pensando sobre ter deixado a SeuNome presa no carro e no quão P* ela deveria está comigo. Enquanto pensava ouvi barulhos vindo de sua cama e vi que ela havia deixado a cama.

Ao mesmo tempo me levantei e a observei pela janela do quarto e vi que estava arrumando suas coisas.

                                                                ~ DEAN OF~

Dean: Aonde vai?
Eu: Não é dá sua conta.
Dean: Ok,  desculpe por deixar você no carro, precisava evitar que..
Eu: Eu morresse? Você não tem que evitar, essa é a ordem natural das coisas.
Dean: Eu sei.
Eu: Nunca topei caçar com vocês, é uma coisa que eu costumava fazer muito bem quando estava sozinha.
Dean: Pretender ir?
Eu: Pretendo.
Dean: E depois?
Eu: Esse trabalho não é pra mim, vingança atrás de vingança, ódio, luta, sangue. Eu to largando...
Dean: Não tem como, não há jeito, não tem como fugir disso se já entrou, uma hora tudo volta.
Eu: Talvez você esteja certo, mas eu preciso parar.
Dean: É isso?
Eu: É. Adeus Dean.
        
Entrei no carro e o deixei na porta em pé olhando enquanto eu dava partida no carro. Iria sem rumo por ai até encontra um caso. Procurei no celular noticias bizarras e encontrei um ataque de animal em uma construção em St Louis e então eu resolvi passar para ver o que era só para me ocupar. Continuei dirigindo até de manhã e então parei pra comer alguma coisa, e entrei em uma lojinha.

Eu: Bom dia.
Moça: Bom dia. - sorriu - É a nossa primeira cliente.  Está muito a tempo na estrada?
Eu: Sim.
Moça: Essa é a estrada pra Illinois, acho que é pra lá que está indo? - joguei o pacote de doces e salgadinhos no caixa -
Eu: É talvez, to sem rumo.
Moça: Recomeçando a vida?
Eu: Fugindo da vida.

Paguei as coisas e caminhei até o carro quando senti meu celular tocar, era a SuaAmiga.

Cell on:

SuaAmiga: Onde você está?
Eu: Na estrada.
SuaAmiga: Nos deixou ontem a noite...
Eu: Pra seguir meu caminho sozinha, eu vou ficar bem.
SuaAmiga: E eu?
Eu: Ficará bem, Sam e Dean estão ai.
SuaAmiga: Eu poderia ter ido com você.
Eu: Poderia, mas não era o melhor a se fazer.
SuaAmiga: Estamos pegando a estrada agora, pegamos um novo caso.
Eu: Eu decidir desistir, esse trabalho não é pra mim.
SuaAmiga: Como assim?
Eu: Dean me fez seguir um caminho diferente, eu vou aproveitar e seguir.
SuaAmiga: Você sabe que tem jeito de parar.
Eu: Eu vou tentar, e bem.. não dá pra viver dando golpes em cartões.. vou ter uma vida agora.
SuaAmiga: Tudo bem.
Eu: Eu amo você.
SuaAmiga: Também amo você, boa sorte.
Eu: Boa sorte.

Entrei no carro ido para a cidade e parei no primeiro motel que encontrei.

                                                  ~ 2 ANOS DEPOIS ~

Anos foram passando e fazia tempo que não caçava. Havia conseguido um emprego na livraria perto da minha nova casa. O salário era bom, conseguia pagar o aluguel e comprar o necessário, apesar da gente chata e irritante era um bom trabalho.
Depois que fechei a livraria passei na loja da esquina para comprar o meu jantar.

Ted: Oi (seunome) como vai?
Eu: O mesmo de sempre.
Ted: É o trabalho?
Eu; É o trabalho. - forcei um sorriso - sempre o trabalho.
Ted: Já vou fechar a loja.
Eu: Quer que eu espere você?
Ted: Seria bom.
Eu: Tudo bem.

O esperei fechar e caminhamos juntos para casa.

Ted: Bom, é isso, nós nos vemos amanhã.
Eu: Claro. - sorri - Boa noite.

Fiquei parada por alguns minutos ao lado de fora no jardim até ver que ele estava bem, e reparei no jardim completamente morto e feio.

Eu: Estranho, isso só acontece quando... não, isso não é possível. - ri

Continuei andando até o final do quarteirão e entrei em casa. Coloquei todas as sacolas no balcão da cozinha e subi para tomar um banho e logo depois desci de novo e preparei o jantar.
Enquanto não ficava pronto aproveitei para pesquisar sobre alguns acontecimentos na cidade, e nenhum violento a não ser pelo acidente de carro na rodovia, onde uma moça morreu.

Eu; Prometi ficar fora disso. - fechei o notebook -

Voltei para a cozinha e terminei de fazer o jantar. Após comer subi para dormir.
No dia seguinte aproveitei para passar na lojinha do Ted antes de ir pro trabalho e ao chegar vi dois homens altos e de terno, pareciam ser da policia. Entrei na loja e vi que meu pesadelo só estava virando realidade, pois eram Sam e Dean.

Eu: O que fazem aqui?
Ted: Conhece eles?
Eu: Infelizmente sim.
Ted: Como?
Eu: Trabalho.
Ted: Nunca contou que era do FBI.
Eu: Nunca achei que precisasse saber.
Sam: É bom vê-la de novo.
Eu: O que querem?
Sam: Saber sobre a morte de Andrea, soubemos que ela morreu em um acidente.
Ted: Sim, mas o que tenho haver?
Dean: O namorado dela foi encontrado morto na noite passada, talvez pudesse nos contar sobre ele já que fizeram faculdades juntos.
Ted: Sim, Scott, era...bem, ele e Andrea estavam brigados na noite que ela bateu com o carro, é o que eu sei.
Dean: Sabe o motivo?
Ted: Talvez, talvez ele se sentisse culpado pois... ele a traiu.
Dean: É suficiente. - saiu da loja -
Eu: Ei. - fui atrás deles -
Dean: Não precisa se preocupar, vamos cuidar disse e vamos embora.
Eu: É o trabalho Dean, não tem como deixar, não tem jeito de sair.
Dean: Descobriu sozinha?
Eu: E a SuaAmiga?
Sam: Ela saiu.
Eu:  Eu posso ajudar você.
Dean: Não.
Eu: Eu não pedi permissão, eu vou e pronto.

Entrei no carro e pedi que fosse para minha casa. Peguei as chaves do carro indo para o motel.

Eu: Chegaram a ir na casa do Ted?
Sam: Não, por que?
Eu: Há um monte de plantas mortas, quer dizer que isso acontece quando um espi...- me interromperam -
Dean: Não é um espírito.
Eu: O que é?
Sam: Achamos que é alguém a trouxe de volta, como um zumbi.
Eu: Como assim?
Sam; Fomos ao cemitério, não havia corpo, apenas símbolos que vimos em um livro de grego antigos que acreditamos que seja para traze-la de volta a vida.
Eu: Acham que o Ted, ele fez isso?
Sam: O pai da Andrea era professor de grego antigo, e o Ted era um de seus alunos.
Eu: Eu... não, ele não... ele parece ter feito isso.
Dean: Se sente decepcionada? - me olhou -
Eu: Não importa, temos que para-la.
Sam: Sabe como?
Eu: Fazendo ele dizer onde ele está.
Dean: Por acaso sabe como mata-la?
Eu: Tiro na cabeça?
Dean: Bom palpite.
Sam: Acreditam que ela pode ser morta de formas diferentes, prata, ritual, e esse é o meu favorito, arrancar seu coração e dar para cães famintos.
Eu: Vamos tentar com a prata.
Sam: Também é bom.
Dean: Vamos leva-la ao cemitério.
Eu: Como?
Dean: O Ted vai ajudar.

Ao cair a noite, fomos até a loja para conversar com ele.

Dean: Sabemos o que fez.
Ted: Como assim?
Dean: A morta viva, olha, já vi muito cara fazendo de tudo por uma transa, mas você meu caro, ganho um Oscar.
Ted: Sobre o que ele tá falando?
Eu: Sobre o ritual que fez para trazer Andrea.
Dean: Agora ela está tentando matar todos que um dia a traíram, o namorado, a melhor amiga, quem mais?
Eu: Vamos consertar tudo.
Dean: Mas precisamos saber onde ela está?
Ted: Na minha casa.

Havia plantas mortas ao redor dele, soou como mentira.

Eu: Serio?
Ted: Sim.
Eu: Tudo bem, não vamos atrás dela, mas precisamos que sai daqui o mais rápido possível, enquanto iremos ao cemitério fazer o ritual. E você vai entender uma coisa, não se trás ninguém dos mortos vivos.
Dean: Vamos.

Demos partida para o cemitério, colocamos velas e esperamos para que ela viesse.

Eu: E se isso não der certo?
Dean: É melhor que dê.
Eu: É se não der? - ouvimos barulhos -
Dean: Vai ter que dá. - me olhou -


Caminhei pela a mata que havia e senti a sensação de que estava sendo observada e quando eu me virei a vi.

Andrea: Não podem fazer isso, eu voltei, mas ainda sou eu.
Eu: Não me importa. - aponte a arma para ela -
Andrea: Por favor.

Eu atire e não aconteceu apenas nada, corri o mais rápido que pude para fugir e acabei tropeçando.

Andrea: Não deveria ter atirado.
Eu: SAMMY AGORA. - gritei -

Ele atirou nela até que estivesse na beira de seu túmulo, e com a estaca de prata, Dean e acertou a jogando no caixão. Tentei me levantar mas havia torcido o pé e com a ajuda do Sam consegui levantar e caminhamos até o carro.

Eu: Não entendi por que eu fui a isca. - olhei para o Dean - Acho que ela quebrou meu pé.
Sam: Vamos.

Voltei para casa com os garotos.

Eu: Foi bom.
Sam: Vai ficar bem?
Eu: Quero voltar.
Sam: Serio?
Dean: Não.
Eu: Não sou boa no que faço, empilha livros e arrumas prateleiras, não é pra mim.
Dean: E a resposta ainda será não.
Eu: Eu quero fazer isso, é o que eu quero pra mim.
Dean: Está tendo uma vida tranquila, boa, conseguiu o que queria.
Eu: Pareço feliz?
Dean: Não é questão de parecer feliz, é questão de se manter a salvo.
Eu: Eu sei cuidar de mim mesma.
Dean: Eu estou bem sabendo que está bem tendo uma vida normal, um trabalho normal, segurança.
Eu: É o trabalho, Dean, não há como sair.
Dean: Mas você conseguiu.
Sam: Eu vou deixar vocês sozinhos.
Eu: Pra mim acabou. - me levantei -
Dean: Tudo bem, não posso mandar fazer o que eu quero.
Eu: Sabe... - ele me olhou - quando eu vim pra cá, eu só pensava em uma coisa, uma vida nova. Conseguir um trabalho normal, ter uma casa e não ficar dormindo em quartos baratos de motéis pela estrada, ter uma pessoa pra dividir tudo, e torna uma família. Mas até agora só consegui um trabalho chato, uma casa grande e vazia e estou sozinha, quais são as chances do meu sonho se tornar realidade? Isso, nenhuma.  Sabe por que? por que eu desisti de tudo isso, quando tive a chance de fazer isso funcionar, entrar pra faculdade, conhecer gente nova, gente legal. Me formar, conseguir um cara bacana e fazer a família que eu sempre quis, mas Dean, isso nunca foi pra mim. Meu trabalho é caçar, caçar sozinha, ou com minha melhor amiga que nesse caso não está mais no trabalho, mas que se dane, posso fazer o que eu sei fazer sozinha, e farei melhor. Quer me proteger? eu agradeço sua preocupação e sua proteção, mas não pode fazer isso 24 horas por dia em todos os dias. Terá que me aguentar enquanto estiver viva Dean Winchester, e pra falar a verdade, quando eu morrer sentirá minha falta, mas isso é a ordem das coisas e não se pode trazer ninguém do mundo dos mortos. Eu vou voltar. - sorri -

Ele me deu um abraço e me ajudou a arrumar as coisas e colocar tudo na mala do carro. Enquanto fazia isso senti o meu celular tocar no bolso de trás da minha calça e assim que peguei vi que era a SeuNome.

Cell on:

SuaAmiga: Sei que não está mais caçando, mas será que poderia me ajudar com uma coisa? Quer dizer, com uma pessoa?
Eu: Quem?
SuaAmiga: Estou em 351 Executive Pkwy em Illinois, acho bom vir.

Cell of:

Eu: SuaAmiga precisa de ajuda.

Coloquei o resto das coisas na mala e peguei caminho para Rockford.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Stop The World - Capitulo 27

Capitulo Anterior

Tentei puxa-lo mas não tive sucesso, ele se levantou pegando a (SeuNome) no colo e a levando para o carro.

                                 >> AGORA <<

Voltamos pro hotel e entramos no quarto e colocamos o corpo na cama. Deixei que o Dean esfriasse a cabeça um pouco e quando percebi que estava quase amanhecendo e ele não apareceu fui atrás dele e o encontrei perto da ponte sentado no capo do carro com uma cerveja na mão. Me aproximei devagar sem que ele percebesse que eu estava ali o vendo chorar.

Dean: Castiel, eu preciso de ajuda cara.. Eu.. eu não posso perder mais alguém cara, por favor.
Eu: Dean.
Dean: Sammy. - limpou o rosto -
Eu: Eu estava aqui a alguns minutos atrás.
Dean: É, percebi.
xxx- Eu escutei sua oração Dean.
Eu: Castiel.
Dean: Castiel por favor traga ela de volta.
Castiel: Volte pro hotel, descanse.
Dean: Descansar, eu fiquei horas sentado aqui rezado pra que você me mandar descansar? Espero que você saiba pra onde irei mandar você ir.
Castiel: Certas coisas tem que ser resolvidas com clareza.
Dean: Clareza? Eu vou..
Eu: Dean, ele tá certo. - ele me olhou -
Dean: Certo? - o Castiel desapareceu - Eu pedi pra que ele trouxesse uma amiga nossa e sabe o que ele fez? isso Sammy, nada.
Eu: Dean, talvez tinha que ser dessa forma.
Dean: Nunca é dessa forma, pessoas boas sempre morrem, e mais uma vez vamos enterrar um amigo, eu to cansado Sammy, essa é a vida que a gente escolheu.
Eu: Eu sinto muito.
Dean: Todos sentimos - ele entrou no carro.-

Voltamos pro hotel, estacionamos o carro e fomos até os quarto.

Dean: Esqueci as chaves.
Eu: Tenho grampos.
Dean: Me da - dei a eles -

Ele tentou abri a porta e logo abriram por dentro, quando olhamos vimos que era a (SeuNome), ela estava com sangue na camisa e nos olhava com lágrimas nos olhos e com um sorriso.

SeuNome: Dean.

Ele a abraçou forte.

Eu: Como eu..?
Dean: Não importa, o que importa e que ela está aqui e agora.
Eu: Isso importa, a alguns minutos atrás Dean estava jantando com minha família, eu vi minha mãe e meu pai, não existia você, não existia dor, ou outro tipo de coisa, eu era feliz e de repente eu acordei e tudo voltou ao normal e agora vocês estão aqui e eu não entendo.
Sam: Chamamos o Castiel.
Eu: Castiel?
Dean: Pedi a ele que te trouxesse de volta
Eu: E por que fez isso?
Dean: Porque foi minha culpa.
Eu: Não foi.
Dean: Não aguentaria enterrar você, e eu já enterrei muita gente. Mas você, eu preciso te deixar salva.
Eu: Eu, eu voltei Dean. - abri a porta e fui embora.

Sai do quarto e fui em direção ao Sam e ele me abraçou forte e disse ao meu ouvido "Desculpe o Dean, ele estava desesperado, ele precisava fazer isso." Quando o soltei pude ver verdade em seus olhos e logo a raiva que estava sentido passou. Me sentei ao lado da SuaAmiga em cima do capo do carro.

Eu: O que vocês tem pra mim?
SuaAmiga: Por enquanto nada.
Eu: Folga?
Sam: Sim, pelo menos.
Eu: Ótimo
Sam: Não quer folga?
Eu: Eu acabei de voltar da morte, acha que eu quero ficar parada?
Sam: Acho que não. - riu - eu vou procurar o que tenho pra você
Eu: Tudo bem, obrigada. - sorri -

Ele entrou e eu continuei sentada com a SuaAmiga bebendo cerveja.

Eu: Ele não deveria ter me trazido de volta, essa é a ordem natural das coisas, e ele não aceitou.
SuaAmiga: Teria sido pior se fosse feito por pacto, tem que agradecer ao Castiel.
Eu: Eu não vou rezar por um anjo caído que me trouxe de volta, eu preferia te morrido, seria mais fácil.
SuaAmiga: É minha única família, não iria aguentar.
Eu: Iria.
SuaAmiga: Não iria.
Eu: Iria, você não iria morrer por mim, da mesma forma que se alguém se jogar do Niágara dentro de um barril você não pula pra salvar.
SuaAmiga: Não.
Eu: Sim, mas eu penso por você, pode ser dificil. Mas eu juro que não penso pelo Dean.
SuaAmiga: Entramos nisso junto com eles, e durante esse tempo viramos uma família, nos merecemos, eles merecem.
Eu: Ok, mudando de assunto, Sam tem algo pra mim?
Sam: Hum, sim. Eu encontrei um caso, em Belton há algumas horas daqui.
Eu: O que tem lá?
Sam: Nas últimas 3 semana houveram certos ataques.
Eu: Ataques?
Sam: De animais.
Eu: Em Belton o que tem pra nós é ataques de animais, porque não ver?
Sam: Tudo bem. - me mostrou os papeis - parece que a primeira vitima foi atacada enquanto vinha do trabalho, e a policia encontrou o corpo dias depois sem o coração.
Eu: Lobisomem?
Sam: Belo palpite, mas como houveram outros casos na cidade, duas das outras vitimas foram atacadas de formas diferente, uma das vitimas ainda está desaparecida.
Eu: Então temos um vampiro lobisomem? Uau..e a outra vitima?
Sam: Apareceu sem os órgãos.
Eu: Fígado, e outras coisas?
Sam: Uhum.
Eu: Tudo bem, quem são as vitimas?
Sam: Hailey Dant, Brooke Omiti e Gary Philips e todos tem algo em comum, frequentaram a mesma faculdade.  Mas nunca se falaram.
Eu: Estranho, tá tudo bem vou arrumar as coisas.
Sam: Ok.

Entrei no quarto e vi o Dean sentado na cama bebendo um copo cheio de Whisky, arrumei as coisas enquanto ele me olhava e ao terminar ele se levantou e caminhou até a mim.

Dean: Sam disse que queria caçar.
Eu: Certo, Sam não mentiu pra você.
Dean: Está pronta?
Eu: Não vê?
Dean: Talvez, quero dizer se está bem.
Eu: Sim, não pela parte de me sentir um zumbi mas estou bem, só quero esfriar a cabeça e o trabalho agora é a melhor coisa a se fazer.
Dean: Eu..
Eu: Dean, você fez errado em me trazer de volta, se sabe disso e sabe que foi errado não tem que dizer nada.
Dean: Pra mim foi o certo.
Eu: Está errado quanto a isso.
Dean: E.. - eu o interrompi -
Eu: Não quero escutar nada, temos um trabalho é melhor irmos. -

Peguei a bolsa e o deixei sozinho.

Coloquei as coisas na mala do carro e peguei as chaves com a SuaAmiga e vi o Dean fazer a mesma coisas.

Eu: Vamos a Belton. - olhei pra SuaAmiga -

Dei partida no carro, resolvemos continuar até o dia seguinte e quando chegássemos pela manhã iriamos tomar o café. Chegamos em Belton as 6h30 e então paramos no posto e comemos algumas coisa, abastecemos o carro e fomos até a Cherry St, onde aconteceu os ataques. Pegamos um hotel e nos arrumamos para ir até a casa da família das vitimas.

Eu: Tudo bem, iremos em duplas ou nos separamos?
Dean: Eu vou sozinho.
SuaAmiga: Vou com o Sam.
Eu: Tá tudo bem, eu vou sozinha.

Eu peguei meu carro e Sam e SuaAmiga foram sozinho já que estavam próximos a casa da primeira vitima. Ou chegar na casa da terceira vitima o que eu não esperava por vê-lo.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Stop the world - Capitulo 26

Stop The World

Continuamos pesquisando mais algumas coisas até saber aonde Vesta costumava a enterras suas virgens

                                                   >> AGORA << 

Jody: Vesta muitas vezes se envolvia no lago azul de luz que ela podia controlar para desorientar, mutilar ou matar.
Eu: Vocês acharam alguma forma de mata-la? - o telefone do Sam tocou -
Sam: Dean? - eu me surpreendi - Dean, fala direito, não to te escutando Dean? - ele desligou - Caiu, por aqui existe alguma estação de trem?  Posso jurar que ouvi um apito.
Jody: Posso ver, tem um mais não muito longe.
Sam: Okay, a 8 da noite o trem saiu de SilFalls a 127km por hora, o que tem a 8km de Asphalt?
Eu: Pasto.
SuaAmiga: Não, tem a velha fazenda Wilmer.
Sam: Vamos.  - se levantou -
Eu: E como a matamos?
Jody: Carvalho e sangue de uma virgem.
Eu: Onde vamos achar uma virgem?
Sam: Eu sou virgem.
Jody: Acho que tem que ser de verdade Sam.
SuaAmiga: Cat.

Peguei meu casaco e fomos, entrei no carro com o Sam e ele dirigiu até a igreja e a Cat estava arrumando vidro de comida um em cima do outro.

Eu: Oi Cat, acho que você me conhece né?
Cat: E.
Eu: Então, to sem tempo pra falar, estamos sem tempo pra falar e precisamos de uma coisa que só você tem.
Cat: O que?
Eu: Precisamos do seu sangue.
Cat: Precisam de que?
Jody: Só um pouco.
Cat: Pagões que precisam de sangue, vocês são pagões?
Eu: Pagão? o que? não e pra uma arma.
Cat: Vocês estão na casa de deus, seus rituais loucos não funcionam aqui - caminhou até nós no empurrando pra trás - Não tenho tempo pra adoradores do diabo, vou chamar a policia. - eu dei um soco na cara dela - ai.
Eu: A Jody e a policia, então obrigada. - limpei no guardanapo -
Cat: Mas que merda e essa?
Eu: Vamos.

Fomos pra fazenda e quando chegamos não havia nada além de mato e escuridão, me separei com o Sam e a Jody e a SuaAmiga, olhamos cada canto, enquanto anda sem querer tropecei em um pedaço de madeira que me fez cair do chão, apesar de ter caído em uma madeira nem parecia que estava no lugar de tão escondido. Tiramos a madeira e tentamos abrir a porta, chamei a Jody e ela veio ajudar. Tentei abrir a porta e senti alguém me puxando pelo casaco, quando olhei pra trás vi a Bonnie e ela me jogou longe me fazendo bater com a cabeça na porta do celeiro, levantei a cabeça e vi o Sam e a SuaAmiga desacordados a Bonnie estava com a Jody, eu não consegui me levantar por causa do ferimento no abdômen que estava sangrando e tinha se aberto. Bonnie levou a Jody até uma mesa e a amarrou. Me segurei e tentei me levantar mas cai no chão novamente gritando de dor. O Sam se levantou com cuidado e quando a Jody tentou enfiar o carvalho na Bonnie ele a empurrou furando o carvalho na Jody. De longe a SuaAmiga veio até a mim tentando me ajudar e pedi que ela a ajudasse o Sam que estava sendo atacado e mesmo assim a Bonnie ainda consegui atingi-la.  A Bonnie estava tentando matar o Sam e a Jody chegou por trás dela a furado com o carvalho. O Dean consegue sair do bueiro. O Sam me colocou no colo me levando pro carro, voltamos pro hotel e ele ajudou a costurar a ferida, mesmo depois ainda me senti mal, eu não podia me  levantar.

Dean: Você tá bem? - se aproximou -
Eu: Não, mas vou ficar. - sorri - Não consigo me levantar, parece que eu perdi a movimentação das pernas - ri - não e pra ser engraçado, mas eu prefiro ver tudo desse jeito.
Dean: Eu sei é dificil, mas você vai ficar bem.
Eu: Agora entendi porque você disse que eu deveria ficar longe desse caso.
Dean: Você ajudou muito. - se sentou - até pela confissão que deu no grupo - riu - acha aquilo mesmo?
Eu: Acho que você não entendeu a parte que eu disse, "eu retiro tudo que eu disse". - ri -
Dean: Eu aprendi uma coisa sobre essa última caçada.
Eu: O que?
Dean: Que eu não posso prometer algo que não vou cumprir, algo realmente serio, ou eu prometo ou fico longe e sobre isso eu prefiro ficar longe.
Eu: Quem quer ficar por perto? acho que ninguém, eu também acho que se perdemos algo que já nascemos com, não há como ter de volta, nem deu pode trazer.
Dean: Pecado tá ai pra ser perdoado.
Eu: Perdão, por tão forte não cura a dor.
Dean: Deus purifica os pecados.
Eu: Como e que você tá aguentando falar disso, lembro de quando me disse que não se importava com o que ele fazia.
Dean: As vezes temos de acreditar.
Eu: Ok, uma mãozinha aqui - estendi a mão pra ele levantar - Ok. Já vamos sair da cidade?
Dean: Já.
Eu: Então tá. - fui até o Sam - Vamos.
Sam: Vamos

Fui andando até o carro onde estavam a Jody e a SuaAmiga conversando, caminhei com um pouco de dificuldade, mas consegui ir sozinha.

Jody: Ai está ela.- sorriu - Como você está?
Eu: Andando - ri - estou bem.
Jody: Toma cuidado querida, trabalho e muito pesado pra você.
Eu: Quando mais pesado, melhor. -
Jody: Ok meninas, já me de Sam e Dean, já estou indo.
Eu: Até a vista.
Jody: Até, adeus - entrou no carro e se foi -
SuaAmiga: Acho que deveríamos ficar um tempo por aqui até você melhore.
Eu: Eu já estou melhor, eu estou bem.
SuaAmiga: Uma hora você nem consegue andar porque seu corte se abriu e em outra você anda como se nada disso tivesse acontecido?
Eu: E exatamente isso que eu faço.
SuaAmiga: Não, sabe, você e o Dean são realmente parecidos, porque vocês dois são teimosos, orgulhosos e idiotas.
Eu: Mas alguma coisa porque eu to sem paciência pra sermão. - entrei no carro - Vamos sair de Nova York, e só o que eu quero.
SuaAmiga: Vou com o Sam.
Eu: Quer que eu sai pra ir com o Dean?
SuaAmiga: E.
Eu: No meu carro?
SuaAmiga: E.
Eu: Faço porque ele é seu namoradinho, mas se não fosse por isso você ficaria por aqui até encontrar carona - sai do carro e entrei no empala -
Dean: Ohh que que isso?
Eu: Relaxa não e um assalto.
Dean: Eu sei que não e um assalto, mas tá fazendo o que aqui?
Eu: Fui expulsa, da pra acreditar? Do meu próprio carro.
Dean: Se foi expulsa pela SuaAmiga da pra acreditar.
Eu: Aonde acha que o namorinho deles vão?
Dean; Sinceramente, a lugar nenhum.
Eu: Exatamente, e ela disse que eu sou igual a você, olha eu deveria ter acertado um tiro no joelho dela.
Dean: Eu faria o mesmo. Que sacanagem - falamos juntos. -
Eu: Eu hein.  - ri - Pensando bem, somos um pouco parecidos.
Dean: Tenho que concordar.
Eu: Qual e o nosso destino afinal - ele deu partida no carro - Pra onde vamos?
Dean: Chicago.
Eu: Tem trabalho lá?
Dean: Tem, homem foi atacado na rua depois de se declarar pra sua esposa.
Eu: Ótimo, realmente ótimo, sabe eu amo essa vida onde mal saímos de um caso e já entramos em outro, e se saímos ferrados, continuamos.
Dean: E, e assim que chegarmos em Chicago, você vai direto pro quarto porque eu não vou querer você ferida do meu lado.
Eu: Você não vai mandar em mim.
Dean: A pouco tempo disse que mal podia andar - gritou -
Eu: E agora eu to dizendo que posso, eu não vou morrer, eu dou conta.
Dean: Eu já perdi gente demais, mais um já e a gota d'agua então você fica.
Eu: Eu vou, nem que eu cuide desse caso sozinha, você entendeu?

Ficamos calado o caminho todo, talvez chegássemos pela manhã se não parássemos pra fazer algo. E como não paramos conseguimos chegar na madrugada do dia seguinte. Pegamos um hotel e nos arrumamos pra ir até a delegacia. E quando chegamos havia um detetive então mandamos ele ir embora.

Eu: Por que não explica o que aconteceu naquela noite - olhei a ficha dele - Luke, mas explica direitinho.
Luke: Eu fui ao restaurante, com minha esposa. Eu pedi que colocassem a aliança na taça pra que ela se surpreendesse com minha surpresa, e quando eu fui falar com o dono Ryan, eu vi um homem, normal, mas quando eu olhei pro espelho ele estava deformado, eu sei o que eu vi, eu sou louco. Precisam acreditar em mim, e depois quando eu sai com a Pamela do restaurante e esperamos porque eu iria a pedir em casamento ali, mas ai o Ryan apareceu ferido eu pedi pra que ela ligasse pra policia mas depois um homem com uma capa preta e com garra apareceu a jogando na parede e depois arrancou o coração do Ryan, e ai quando eu fui ver a Pamela ela estava...morta  .
Dean: Eu sinto muito, não existe monstro algum. - saiu da sala e eu fui depois -
Eu: Nossa quanta honestidade e sinceridade toda junta e misturada.
Dean: Acha que podemos dizer a verdade?
Eu: Não, ele perdeu a esposa no dia que iria se declarar, ele só quer respostas.
Dean: E "existem monstros por ai" não e uma delas pra ele, não agora.
Eu: Tá.
Sam: Acho que devemos ver o local.
Eu: Ok.

Voltamos pro hotel e tiramos as roupas, almoçamos e fomos ao restaurante,entramos escondido e assim que entramos vimos o Luke sendo atacado por um vampiro, andei até eles e cortei a cabeça do vampiro.

Eu: Acho que você tem que tomar mais cuidado com vampiros, talvez um facão na sua bolsa sempre caia bem.
Luke: O que era isso?
Eu: Um vampiro.
Luke: E o homem que eu vi no espelho? e o que matou minha mulher?
Eu: To pensando o primeiro e um aspecto e o que matou sua mulher ainda estamos vendo isso, um de cada vez meu querido. - o Dean ficou vendo o restaurante -
Dean: Aqui tá cheio de sangue e carne. - veio até a gente - O que e isso? monstros matando monstros?
Sam: Não acha que devemos olhar o corpo?
Luke: Eu vou com vocês.
Eu: Você acha que vai, você não vai.
Luke: Ou o que? vão matar a mulher que eu amo, acabar comigo e com minha vida? desculpem chegaram um pouco tarde.
Eu: Você quase foi morto por um vampiro, lá fora tem muito mais de onde veio, e tem piores, e se há monstros matando monstro você não imagina como são.
Dean: Vamos.
Eu: Okay - fomos embora. -

O Sam e o Dean foram pro legista e eu voltei pro hotel e pesquisei saber o que tava acontecendo.

Eu: Tá tudo normal por aqui tirando a parte do ataque no restaurante, vocês tem ideia de que está acontecendo aqui em Chicago?
SuaAmiga: Imaginem se Chicago está  tomada por monstro? - riu - incrível.
Eu: E.. - o celular dela tocou -
SuaAmiga: Sam e Dean estão na frente da casa do Julian Dovale, aqui tem o endereço, vem.

Entramos no carro e fomos nos encontrar com ele, quando chegamos eles estavam na frente de uma casa que mais parecia um castelo, e eles não tinham explicação do que estava acontecendo.

Eu: Tem uma coisa matando pessoas, temos que achar e mata-la.
Dean: E bom ideia, mas espera ai, você tem noção do que é?
Eu: Não.

Eu me encostei no carro quando ouvi um grito vindo da casa, corremos até lá e encontramos um cara caído no chão percebi que estava ferido com três furos na camisa, o Luke apareceu por trás de uma árvore e ajudou ele a levantar.

Dean: Quem e esse?
Luke: David.
Dean: Ferro - olhamos os guardas da casa. - Vamos corre.

Corremos até o carro e fomos embora, mais pra frente paramos pra resolver as coisas, eu sai do carro e fui até ele.

Dean: Você tá me dizendo que tem 5 famílias de monstros mandando em Chicago, o que e isso? O chefão todo poderoso de monstros?
Luke: Se for vou precisar de toda ajuda possível.
Eu: Me diz uma coisa, se são 5 famílias quer dizer que... o grupo e bem grande pra apenas 5 pessoas atacarem?
Dean: Pois e o moleque e guerreiro.
David: A Viollet não tá atendendo.
Sam: Ela e metamorfa também?
David: Lobisomem
Eu: Incrível
Dean: Incrível.
Luke: Incrível - falamos juntos. - Se ela tá com o celular e só rastrear o sinal.
Sam: E tem razão, qual e o numero?
David: Me levem com você e pronto.
Luke: Não.
SuaAmiga: Se decidem logo. - eles ficaram se olhando -
Luke: Não, fala serio não. Cara ele e uma porcaria de transformer  
Dean: Olha só, as vezes você tem que trabalhar com os caras maus pra pegar os piores.
David: Cara, eu to bem aqui.
Dean: Eu não to cego não o mané. - eu ri da piada -
Eu: Vamos - entrei no meu carro.

Os meninos foram na frente e seguimos ele e paramos em um terreno baldio, abri meu porta-malas e peguei minhas arma e enquanto fazia isso ouvia o papinho do David com o Luke.

Eu: Quando isso acabar terei orgulho de sair e nunca mais pisar aqui, me diz uma coisa no seus grupos de monstros, vocês tem o que?
David: Demônios, Dijins, metamorfos, lobisomens, brincalhões, vampiros, vetalas, e tudo que você pode imaginar.
Eu: Eu trabalhando com um monstro - ri - brincadeira.
Dean: Deixa o romantismo pra depois porque temos que trabalhar, vamos embora.

Peguei a arma e entramos devagar em duplas, seunome e David, eu e Dean, Sam e Luke, tinha duas entradas então eu fui por um lugar e o Dean foi pro outro. Senti alguém passando e quando me virei não vi ninguém, então segui o caminho e cruzei com um homem de capa e quando tentei correr ele me cortou no peito com uma faca e assim que olhei pra sua mão vi garras.

Eu: DEAN - gritei -

Ele me acertou na cabeça me fazendo desmaiar. Quando acordei minhas mão estavam amarradas em uma corda presa no teto. Havia uma moça ao meu lado ela estava consciente e muito melhor que eu, eu já não sentia minhas mãos nem minhas pernas, meu abdômen ainda estava machucando e eu estava sentindo uma dor intensa e grande, como se eu pudesse apenas focar naquela dor.

Eu: Você e Viollet? - ela balançou a cabeça fazendo sim - Não vai servir de consolo mas seu namorado tá te procurando.
Viollet: Julian?
Eu: Você tem dois? - ri - você tá melhor que eu, faz algum tempo que eu renasci e virei virgem e agora to aqui.
Viollet: O David está aqui?
Eu: E, esse ai mesmo, Romeu. - ri - ai.
Homem: Acho que vou fazer você de exemplo também.
Eu: Faz, contando que seja bom.
Viollet: Não toque nela, ela não e um de nos.
Homem: VOCÊ VAI FAZER O QUE? - ameaçou ela -
Eu: Se tocar nela terá de tocar em mim também.
Homem: OU QUE? - ele veio em minha direção - Você aqui e só mais uma inútil
Eu: E você e um idiota psicopata - ele cravou suas garras de prata em meu peito. - AHHHHHH - gritei de dor. - Para, para por favor.
Homem: Perdeu a valentia?
Eu: Nunca - ri - vai ter que me matar se quiser porque minha ironia e maior do que minha vontade de viver - ele cravou de novo - Ahhhhhh ahaha - meu grito soou como uma gargalhada. -
Homem: Vocês parecem humanos, agem como humanos mas no fundo são apenas monstros.
Eu: MONSTRO E VOCÊ, VOCÊ TÁ FAZENDO ISSO COM A GENTE.
Homem: Eles mataram o meu filho
Eu: Você matou mais que uma pessoa, mas ainda tem muito mais de onde veio, um exercito e pra deter um exercito e preciso de um, e você e apenas um lixo no meio de monstros comandando a cidade.
Homem: O que?
Eu: Isso mesmo. - ele arranhou meu rosto -
Homem: CALADA.

Eu fiquei quieta e olhei a Viollet se armando e virando lobisomem enquanto ele me atacava. Eu já estava desejando morrer se continuasse pendurada ali. Enquanto ele me torturava a fúria da Viollet estava ficando pior, quando as cordas de arrebentaram e ela atacou o homem. Com toda minha força eu puxei as cordas e elas arrebentaram de uma vez, fui até ela e a acalmei.

Eu: Tá tudo bem. - levantei ela -

O Sam, Dean, Luke, SuaAmiga e o David apareceram, a Viollet me segurava enquanto eu não podia e nem aguentava minhas pernas.

Dean: Perdemos algo?
David: Viollet. - gritou -
Homem: Você, eu me lembro de você, eu sinto muito pela garota, mas eu não tive escolha ela estava no caminho, você entende, eu sei que entende, eles são monstros - olhou pra Viollet -
Luke: Eu só vejo um monstro aqui - atirou no homem -
Eu: Dean - cai no chão. -

A Viollet me pois em seu colo até o Dean descer pelas escadas, eles trocaram de lugar.

Eu: Até quando eu vou ficar em um caso sem ser morta?
Dean: Você vai ficar bem - me levantou -

Ele me levou pro carro e ajudou a fazer curativos, levamos a Viollet e o David pra casa e logo em seguida o Luke, eu agradeci a ela e depois fomos embora, levamos o Luke até o apartamento dele.

Eu: Você mora sozinho?
Luke: Minha irmã mora do outro lado da cidade e meu pai morreu.
Sam: Acho que deveria ficar perto dela por um tempo.
Luke: E, mas eu vou cuidar da cidade.
Eu: Acha que da conta de uma família de monstros? vamos entrar em contatos com alguns caçadores e mandar eles cuidarem disso, só não entre nesse lance de caçar, não e pra você.
Luke: Não, eles acabaram com a minha vida.
Eu: Vai por mim, eu perdi minha família também, eu tenho um irmãozinho, um bebe, minha mãe foi morta por demônios e meu pai por vetalas, e foi tudo minha culpa, eu me sinto bem, eu superei. To tentando não estragar tudo outra vez, então se cuida.
Dean: Todos estamos caçando por uma razão, e não paramos porque nos atraímos monstros.
SuaAmiga: E cada um de nos tem uma historia triste ou trágica pra contar, mas nem parece.. nos seguimos em frente, faça o mesmo.
Eu: E. - sorri - Obrigada pela pista Jake.
Dean: Se cuida. - eu entrei no carro -
Sam: Vou com a SuaAmiga.
Eu: Okay.

Me despedi do Luke depois fomos embora. No caminho eu fiquei cuidando dos ferimentos do meu rosto e do resto do meu corpo. Tirei a camisa e limpei o sangue do meu peito.

Dean: Isso vai demorar um pouco pra sair.
Eu: Acredite, eu sou um gato, tenho 7 vidas.
Dean: Com essa que você quase morreu já se foram 4, acho que deveria ficar longe por um tempo.
Eu: O que adianta me afastar se eu posso morrer de qualquer jeito, se eu morrer que seja lutando.
Dean: Teimosa.
Eu: E.. essa e minha vida não e - limpei o corte - eu tenho que continuar.
Dean: E se for morta?
Eu: Eu vou pro inferno ou pro céu não e? então... um dia nos veremos por lá. Talvez mais cedo que o normal, você também te a morte ao seu lado. - ri -
Dean; E..

Pegamos a estrada pro Kansas, eu encostei a cabeça no vidro sem a intenção de descansar apesar de estar exausta e acabei dormindo. Acordei com o Dean me batendo pedindo pra acordar.

Dean: Pensei que não quisesse comer.
Eu: Eu tava no meu melhor sonho, onde eu sonhava que você não existia.
Dean: E muito amor.
Eu: Prefiro chamar de ódio. E ai?
Dean: Você me ama, por que não diz logo? - eu me desfiz do sorriso -  O que foi?
Eu: Cala a boca.
Dean: Ok, vamos parar um pouco com os casos até você melhorar, até lá pra mim tudo bem, e você?
Eu: Estou bem.
Dean: Não está, ontem me disse que estava morrendo e hoje tá me dizendo que está bem, você não está.
Eu: Acontece que ontem foi ontem, e adivinha, hoje e hoje.
Dean: Vai por mim eu sei quando as pessoas estão mal, e você está ferida.
Eu: Eu vou ficar bem. - ele sorriu -

Ficamos na estrada até anoitecer e ai paramos pra comer. Arrumei as coisas no meu carro antes de entrar no bar então pedi pra eles irem na frente que depois eu iria. Enquanto eu ajeitava as armas na porta-malas eu vi um jornal no chão e tinha manchete como "Duas pessoas desaparecem do estado de Kansas na mesma semana." peguei o jornal e coloquei no bolso do casaco, fechei o carro e fui andando até o bar. Entrei e procurei onde eles estavam e quando os achei sentados, me sentei mostrando o jornal ao Sam já que dessa vez iria ficar fora da caçada.

Sam: O que acha que deve ser?
Eu: Não sei, eu acho que devo ficar fora dessa vez, completamente. - olhei pro Dean. - SuaAmiga pode ajudar vocês
Sam: Ok, amanhã vamos ao necrotério ver os corpos e a SuaAmiga vai falar com a policia.
Dean: Bom saber que está longe, uma de nossas melhores.
Eu: Se decide se me quer longe ou por perto querido, você me quis longe, não vou morrer um dedo pra ajudar, até volta..
Dean: Então vai... - o Sam o interrompeu -
Sam: Melhor assim, acho que você está machucada demais pra ficar nessa caçada.
Eu: A única coisa com que ajudarei e as pesquisas.
Sam: Vai ajudar muito.
Eu: Deveria ser mais como seu irmão, ninguém gosta de gente ignorante.
Dean: Melhor calar a boca.
Eu: Vai fazer o que? antes de você pegar sua linda arma eu te furo com minha faca - tirei a faca do bolso -
Dean: Deixa a faca no bolso do casaco? quem faz isso?
Eu: Eu, não, o FBI faz isso - mostrei a identidade. -
SuaAmiga: Vocês parecem crianças, vocês já tentaram se entender ou respeita um ao outro? - nos dos viramos a cara - não né? mas lembrando, o ódio muitas vezes se torna amor.
Eu: No dia que estiver apaixonada por ele você pode atirar em mim.
Dean: Digo o mesmo pra você Sam.
Sam: Dá pra parar. Vamos procurar um hotel.

Levei um lanche pra viagem e procuramos um hotel. Pegamos um quarto, comi a comida e depois fui dormir... Na manhã seguinte quando acordei não tinha ninguém no quarto além de mim, me levantei e sai pra comprar comida e depois voltei. Olhei o celular e tinha uma ligação do Dean, mas não retornei... Quando deu umas 2h da tarde o Sam voltou sozinho.

Sam: Jax House, trabalha em uma mercearia e depois do trabalho ele ia ao bar próximo. E Kate Moore também foi vista pela ultima vez no mesmo bar.
Eu: Onde estávamos ontem?
Sam: Sim, o Dean disse que iria falar com as pessoas que o viram, eu falei com os familiares. - SuaAmiga chegou - e ai como foi no necrotério.
SuaAmiga: Olhei os corpos, e dessa você não espera, havia mordidas no pescoço de cada vitima, no começo pensei em vampiros, mas os órgãos não estavam, e o legista disse que todo o sangue possível foi retirado do corpo.
Eu: Lobisomens?
SuaAmiga: Talvez, também pensei em uma coisa, vetalas.
Eu: Elas não tiram os órgãos.
SuaAmiga: E vampiros e lobisomens não sequestram, eles vão ao que interessam.
Sam: Vamos esperar o Dean chegar.  

Ele ficou o dia inteiro fora, e na madrugada quando Sam e SuaAmiga se descuidaram e não perceberam, peguei meu casaco e sai e peguei o carro. Tentei ligar umas 4 vezes e o motor não conseguiu pegar.

Eu: Droga. - sai e bati a porta do carro com força -

Resolvi ir a pé mesmo, coloquei a chave no bolso e fui andando. Enquanto andava ouvia passos e senti que estava sendo seguida mas quando me virava não havia ninguém. Acelerei meus passos e senti alguém me puxando pra trás e colocou uma faca no meu pescoço.

xxx- Fique quieta. - riu - todo esforço que fiz valeu a pena.
Eu: Não - peguei a arma.

Me virei pra mirar a arma mas ele conseguiu me atingir primeiro... Quando acordei estava amarrada em uma cadeira, tentei me soltar mas não consegui.

xxx- Sabe o quão dificil foi procurar comida, e depois que soube que haviam caçadores na cidade eu pensei por que não junta-los, mas um de cada vez, um pro almoço, pro jantar e sempre tem a melhor parte a sobremesa, e eu quero o Dean Winchester pra sobremesa
Eu: Por que não você no purgatório queimando?
xxx- Nos vampiros somos ótimos caçadores, e quando se trata de enganar pessoas, basta estalar os dedo .
Eu: Não somos burros, somos caçadores, sabemos do que enfrentamos.
xxx- Você não sabia quando peguei você no estacionamento.
Eu: Covardia, eu ainda revidei.
xxx- Lenta demais. - deu um tapa na minha cara - Eu sei que um dos Winchesters vão vir atrás de você.
Eu: Ou não, eles tão ocupado agora com garotas, então me mata logo se vai te fazer feliz.
xxx- Você tem um dia. - foi embora -

Passei a noite rezando pra que o Dean, Sam ou SuaAmiga dessem conta de que eu não estava no hotel e que viesse ou eu daria conta sozinha. Me mexi na tentativa de achar minha faca e encontrei ela presa na minha cintura mas não a peguei com medo de que o vampiro entrasse na sala. Olhei pra janela e já estava de manhã... Fiquei mais de 5horas presa na sala sem chamar ou ver ninguém, sem comer ou beber algo. Já havia escurecido... Peguei minha faca e com cuidado consegui cortar a corda.. Peguei meu celular e liguei pro Dean mas o só dava em caixa de mensagens então fui andando até a porta que dava em uma rua vazia e escura. De longe consegui ver um carro vindo e quando se aproximou vi que era o empala do Dean.

Dean: SEUNOME. - o vi de longe -
Eu: VÃO EMBORA, E UMA CILADA, SAIAM - gritei
Dean: SEU NOME CUIDADO

Sem perceber o vampiro estava atrás de mim e quando me virei  ele me acertou com a faca e furou minha barriga.

Dean: NÃOOOOOOOOOO - correu até a mim. - Sam...
Sam: Vamos. - correu atrás do vampiro com a ajuda da SuaAmiga -
Eu: Sempre disse que eu estava com um pé no inferno e outro na terra, mas não pensei que seria hoje.
Dean: Cala a boca.
Eu: Eu odeio você
Dean: Olha pra mim, você não vai morrer, ok? não vai, e quando isso acabar eu juro que vou dar um jeito de te tirar disso.

Ele me colocou no carro e dirigiu até o hospital, me carregou no colo e gritou por ajuda dos médicos. Me colocaram em uma cama e me doparam... Quando acordei o Dean estava ao lado da cama com a cabeça baixa.

Eu: De.. - não consegui falar -
Dean:  Hey hey. - sorriu -
Eu: Estou em um hospital, de novo, e e exatamente onde iremos parar depois da minha morte oficial.
Dean: Você não vai morrer, eu não vou deixar.
Eu: Você me tirou da cidade primeiro e depois me trouxe pro hospital, eu adoro esse seu jeito. - tirei as agulhas de soro do meu braço -
Dean: O que está fazendo?
Eu: Me reerguendo.- me sentei -
Dean: Ok, você..
Eu: Eu estou bem, ótima pra falar a verdade. - sorri - eu juro.
Dean: Sam e a SuaAmiga estão trabalhando em um caso.
Eu: Eu sei, você quer me manter longe.
Dean: Não, eu não consigo, eu não quero que você fique longe. - riu - e estranho porque eu to dizendo isso, mas prefiro a gente junto, vai ser mais fácil.
Eu: Tá brincando não e?
Dean: Não,porque precisamos de você. - me olhou -

Eu: Sabe quando terei alta?
Dean: Não, ainda não.
Eu: Então vamos. - me levantei -
Dean: O que?
Eu: Se acha que vou ficar aqui em um hospital, você tá enganado.
Dean: Consegue andar?
Eu: Até correr se der.
Dean: Tudo, vamos ter que localizar o Sammy e ir até ele. - ligou - estranho.
Eu: O que?
Dean:  Tá desligado. - se levantou - vamos.
Eu: Vou te fazer um favor ligando pra SuaAmiga.
Dean: Obrigado.

Saímos escondidos do hospital e entramos no carro pegando a estrada, no caminho tentei ligar pra SuaAmiga e também estava desliga. Até mesmo o GPS do celular do Sammy e o dela estavam desligados e nem sinal dos dois. Paramos um pouco e comemos um sanduíche no restaurante da esquina, peguei os notebook e tentei localizei eles mas a localização não se concluía então continuamos a tentar a ligar para eles.

Eu: Que estranho, eles dois não atenderem ou retornarem. - guardei o telefone. -
Dean: Estranho e não saber a localização deles, eles me disseram que ficariam bem enquanto fossem caçar.
Eu: Idiotice foi deixar eles dois irem caçar.
Dean: Ok.
Eu: Iriam caçar o que?
Dean: Não sei, eu estava no hospital quando o Sammy ligou e disse que estava em um caso com a SuaAmiga, mas ok, vamos. - se levantou e deixou o dinheiro. - vou tentar ligar pra SuaAmiga.
Eu: Tá. - se afastou e ligou -
Dean: Nada.
Eu: Sabe o que foram caçar?
Dean: Não me disseram.
Eu: Ótimo, vamos descobrir. - o telefone tocou - coloca no viva voz.  - ele fez isso. -
Dean: Sammy.
Sam: Dean, precisamos de ajuda.
Eu: Sabemos, o que tá acontecendo?
Sam: SeuNome? pensei que estava no hospital com o Dean.
Eu: E bom poder falar com você Sammy, mas e ai o que aconteceu?
Sam: Estou em uma caçada e acho que você vai se lembrar da Krissy, ultima caçada procuramos um vampiros que mataram os pais delas.
Dean: E...?
Sam: Soube que estão caçando novamente.
Eu: Caçando o que?
Sam: E isso que eu preciso de ajuda, eu consegui localiza-los, e descobri o que estavam caçando uma Anfisbena.
Eu: O que é?
Sam: Uma criatura da mitologia, em grego significa "que vai em duas direções. " usa forma humana mas sua verdadeira face contem duas cabeças, a lenda conta que a Anifisbena contem uma cabeça na calda facilitando a movimentação da serpente.
Eu: Vai ser fácil encontrar uma pessoa humana com duas cabeças.
Sam: E pode se mover e mudar de direção com facilidade, se alimenta de cadáveres  e uma ótima caçadora.
Eu: Como podemos mata-las?
Sam: Ainda não tenho a certeza mas andei pesquisando e descobri que são letais a prata.
Eu: Acho que vamos precisar de um facão.
 Dean: Onde você está?
Sam: Conway, Kansas.
Dean: Algumas horas daqui, estamos indo. - desligou -
Eu: Quem é Krissy, Dean?
Dean: Uma longa historia.
Eu: Tem versão resumida?
Dean: Trabalhando uma vez em um caso de vetalas eu, Sam, ela e o pai dela, depois de um tempo a encontramos, o pai tinha morrido e ela estava caçando pelo vampiro que o matou, mas ela mal sabia que o Vitor um "amigo" estava criando falsos vampiros pra que eles terem suas vinganças.
Eu: E depois disso?
Dean: Os deixamos com os amigos dela, ela me garantiu que não entraria nessa vida.
Eu: Prometi a minha mãe que não entraria nesse negocio de caçada, e eu me tornei uma caçadora. Talvez não seja a promessa quebrada, Dean e sim o passado que bate a porta e acaba entrando sem pedir.
Dean: Não é isso, ela é uma criança.
Eu: Qual é Dean, entramos nesse trabalho cedo, não deu certo. Viramos caçadores, proteção nunca foi nosso forte, ou foi?
Dean: Não, mas mantemos o cuidado.
Eu: Não mantemos o cuidado, olha pra nos, temos um pé na terra e outro no inferno, isso pra você é manter o cuidado. Apenas conseguimos escapar de algumas situações, eu tenho mais de 7 vidas, e quase todas foram quebradas, imagina quando eu tiver de...
Dean: Isso não vai acontecer, eu não vou deixar. - me olhou -
Eu: Tudo bem, tá, vamos parar pra comer? - olhei o relógio -
Dean: Sim.

Ele estacionou o carro em frente a um barzinho, peguei minha bolsa junto com meu notebook e entrei com ele e me sentei em uma mesa enquanto ele pedia o jantar e pesquisei sobre a Anfisbena.

Dean: O que descobriu?
Eu: Não muita coisa, e as mesma coisas que o Sammy, mas sei como mata-la. Anfisbena e uma criatura da mitologia grega.. bla bla bla, obtém duas cabeça. Nas lendas antigas as anfisbena costumava matar para se alimentar dos cadáveres da vitimas escolhida pela cobra, seu veneno poderoso era utilizado nesse processo e uma só picada poderia ser mortal, acho que temos um problema. Mas continuando, em algumas lendas antigas a criatura costuma  levar as vítimas pra casa e comer aos poucos e podem ser mortas por prata.
Dean: Acha que temos chances?
Eu: E porque não teriamos?
Dean: Nada dá certo.
Eu: É, não temos o melhor mas acho que podemos fazer o melhor, não acha? - os lances chegaram - come.
Dean: Temos que achar o Sam, antes que aquela coisa ache ele - se levantou - leva pra viagem.
Eu: Tá. - levantamos - 

Ficamos horas dirigindo até Kansas e chegamos pela manhã. Tentamos ligar pro Sam e saber onde ele estava mas o celular só da em caixa de mensagem. Localizamos ele pelo o celular e assim que vimos que estava próximo fomos até lá. O hotel onde dava a localização do celular do Sam estava aberto com pouca movimentação. Conversamos com o recepcionista do hotel e ele disse que o Sam a ultima vez que viu Sam ele estava chegando sozinho e não saiu. Pedimos pra ver o quarto e quando chegamos ele estava todo revirado, roupas e bolsas pelo chão.

Eu: Ótimo, e agora?
Dean: Não sei.
Eu: Celular da SuaAmiga.

Localização eles e ao cair da noite fomos até o galpão abandonado e ficamos um tempo dentro do carro.

Dean: Atire pra matar.
Eu: Se sairmos dessa ilesos, você paga a bebida.
Dean: Feito - saímos do carro. -  

Andamos e entramos no galpão devagar, em uma cadeira estava o Sam e a outra a SuaAmiga, fui até eles com cuidado. Eles estavam desacordados, coloquei a arma no chão e peguei a faca para solta-lo. Ouvi passos e não era do Dean, peguei a arma rapidamente e me virei.

xxx- Que bom que veio pra sobremesa, achei que iria demorar, mas chegou em boa hora já que eles está uns cacos. -

Ela desapareceu em um piscar de olhos e apareceu atrás de mim me empurrando contra parede. Tentei me por de pé mas a criatura apertou com suas mãos meu ferimento na barriga.

Eu: Parece que minha testa está escrita, aperte minha barriga.
xxx- Vai por mim, isso só vai fazer cócegas perto do que vou fazer com você. - empurrou a mão mais pra dentro -

Vi o Dean se aproximando por trás e bem na hora ela se vira.

XXX- Não dessa vez - o agrediu - acho que eu não saberia que viria com amigos, Dean Winchester e bem conhecido no Purgatório ou quem sabe no inferno.
Dean: Se não fosse pela mitologia eu nem saberia que você existia.
XXX- A mãe que nos criou, a centenas da minha espécie esperando por um momento como meu, e acredite nem todos tem a chances de sair do Purgatório e dar de cara com os Winchesters e ainda mais come-los.
Dean: Mulher de sorte.
XXX- Acredite, eu sou. - riu - Mas eliminar suas amigas e seu irmão acho que vai ser mais doloroso pra você Winchester,  mas então deixa eu apenas terminar o serviço - ela mordeu a SuaAmiga. -
Eu: NÃO!
XXX- O QUE? - veio até mim -
Eu: Sabe - me levantei - Recebeu fatos sobre os Winchesters, mas o Purgatório ainda não me conhece. - enfiei a faca em seu peito. - Eu ainda vou cobrar pela bebida.
Dean: Depois dessa, tudo bem.
Eu: Vem - dei a mão a ele e o levantei.- Ajuda o Sammy.

Eu desamarrei a SuaAmiga e ela foi acordando aos poucos e ao mesmo o Sam. Eles estavam muitos fracos e com pouco sangue, a criatura havia sugado quase todo seu sangue.

Eu: Você estão bem?
Sam: Ficaremos.
Eu: Ótimo.
Dean: Vem - ajudou o Sam

Levamos  eles pro hotel e ajudamos com os curativos, e depois foram descansar. Vi o Dean sentado no carro bebendo cerveja. Fui até ele e fiquei ao seu lado.

Eu: Ficou tudo bem.
Dean: Ainda tenho que te pagar.
Eu: E... quanto isso.. Dean - eu tirei a cerveja da sua mão - Acho que..

Eu me aproximei dele lhe dando um beijo.

Eu: Me desculpa.. 
Dean: Tudo bem.
Eu: Acho que podemos pegar a estrada a tarde, o Sam e SuaAmiga não estão feridos ou precisando de atendimento medicos então podemos continuar, o que acha?
Dean: Acho que podemos.
Eu: Ok. - sorri - Eu já vou indo dormir.
Dean: Tá, tudo bem, depois eu vou.

Entrei no quarto tirando os meus sapatos e logo em seguida me deitei na cama me cobrindo com o edredom. Demorei um pouco pra conseguir dormir, mas logo peguei no sono. Na manhã seguinte quando me virei não havia ninguém no quarto, apenas eu, dormindo. Me levantei, coloquei meus sapatos e o meu casaco e sai. O carro do Dean ainda estava estacionado e ele estava dentro dele com uma caixa de rosquinhas.

Dean: Bom dia. - limpou a boca -
Eu: Bom dia.
Dean: Quer? - ofereceu as rosquinhas -
Eu: Não, obrigada. E o Sam e a SuaAmiga onde estão?
Dean: Mercadinho.
Eu: Sim.
Dean: Pegaremos a estrada agora, a noite vamos parar um pouco, por enquanto não temos trabalhos.
Eu: Ótimo.
Dean: Eu disse por enquanto.
Eu: E eu disse ótimo, ou não ouviu?
Dean: Eu ouvi.
Eu: Ótimo.
Dean: É..
Eu: É.. - me encarou -
Dean: Por quanto tempo vamos ficar nessa?
Eu: O que?
Dean: Eu e você.
Eu: O que tem nós?
Dean: Existe algo forte entre nós.
Eu: Não minta para si mesmo, Dean. - ri -
Dean: Eu to falando serio, não preciso mais fingir que não existe.
Eu: Eu.. - vi o Sam vindo de longe. -
Dean: Okay.
Sam: Ah... oi.
SuaAmiga: Aqui - me deu o copo de café-
Sam: Podemos ir?
Dean: Claro  - me olhou -
Eu: Vamos. - peguei as chaves. -

Pegamos a estrada e a noite paramos em um hotel. Sai pra beber e deixei o pessoal no hotel enquanto bebia. Estava sentada quando vi o Dean chegar e se sentar ao meu lado.

Eu: Como me achou?
Dean: Esse não é o único bar da estrada, mas é o mais perto, e como não saiu com o carro, foi o meu palpite.
Eu: Hum..Queria ficar sozinha.
Dean: Ah, claro. - se levantou -
Eu: Eu falei que queria ficar sozinha, mas não te expulsei.
Dean: Não, claro.
Eu: É..
Dean: Dois whisky. - pediu - Acho que já está na hora de pegar um pouco pesado.
Eu: Serio?
Dean: Por que não?
Eu: Ok.

Apostamos que quem bebesse mais e primeiro pagava tudo e eu consegui beber mais e muito mais rápido que ele. Me senti mal logo depois e ele me ajudou a ir até o hotel.

Dean: Você não poderia está pior.
Eu: Eu fico melhor que você quando está bêbado, você fica insuportável.
Dean: Olha quem fala, você está sendo carregada.
Eu: Dane- se.

Empurrei ele e continuei andando sozinha na frente. Fui cambaleando e assim que cheguei na porta do hotel eu cai no chão.

Dean: Vem - puxou meu braço e me levantou -
Eu: Não.
Dean: Não teime comigo, eu vou ajuda-la, ok?
Eu: Não é o seu trabalho, você não é minha babá.
Dean: dane-se - me beijou -

Dean: Vem.

Ele me levou para o outro quarto do hotel, abrindo a porta e me jogando para dentro do quarto.

Eu: Você..
Dean: Shhh. - me beijou -

As coisas continuaram esquentado, era tudo que eu sempre quis, tê-lo. Ele me colocou no colo me levando para a cama..

                                                                              (...)

Manhã seguinte não havia ninguém no quarto além de mim, coloquei minha roupa e sai do quarto. No carro estava o Sam com um jornal na mão e um copo na outra. Caminhei até ele e me sentei ao seu lado em cima do capo do carro.

Eu: Oi. - sorri -
Sam: Bom dia.
Eu: E.. bom dia, e ai? trabalho?
Sam: Ah... sim! Em Ohio.
Eu: O que tem em Ohio pra nós?
Sam: Parece que ontem a noite uma mulher foi atacada.
Eu: Até ai normal.
Sam: Mas a vítima tinha marcas de presas no pescoço.
Eu: Lobisomem?
Sam: Talvez, estou pensando em vampiros.
Eu: Eu nem pensei nessa possibilidade.
Sam: Tudo bem..
Eu: Ok.
SuaAmiga: Então Sammy.. - ela me olhou - Bom dia Cinderela, Dean me contou que você se embebedou, que lindo.
Eu: Me erra.
SuaAmiga: Também te amo, então contou sobre o caso que achamos em Ohio.
Eu: Sim, e eu não te amo. - sorri - Brincadeira, por falar no Dean, onde ele está?
SuaAmiga: No banho.
Dean: E..  mas já terminei.
Eu: Ótimo, acho que podemos ir agora pra Ohio, e vocês?
Dean: Não acho, podemos.
Eu: Tá.
Dean: Você vem comigo.
Eu: Eu?
Dean: É, por que? 
Eu: Nada.
Dean: Ok.

Peguei minhas bolsas e coloquei no banco de trás. Entrei e me mantive em silêncio o caminho todo até Ohio onde chegamos na manhã seguinte. Pegamos dois quarto, já que a SuaAmiga pediu pra que ficasse sozinha com o Sam.. Não falei uma palavra com o Dean desde de que entramos no carro..

Dean: Eu não posso, não posso. - me olhou - Não posso fugir disso.
Eu: Okay.
Dean: Você não entende.
Eu: Não porque eu deveria?
Dean:  Eu fico tão louco isso tem que parar, eu sinto como se estivesse preste a subir pelas paredes, entende?
Eu: Sim, eu entendo.
Dean: Mas eu não posso assumir.
Eu: Não agora, eu também entendo.
Dean: Me desculpe.
Eu: Não tudo bem, não daria certo.

Deixei minhas coisas onde estavam e peguei a chave do meu carro..Fui até o bar mais longe possível para que ele não me seguisse. Assim que escureceu resolvi ir embora já que o bar estava fechando. Paguei a conta e fui até o carro.. Me enrolei na hora de abrir a porta e acabei deixando cai-las e quando fui pega-la vi um vulto passando e logo peguei a arma. Quando percebi que não havia ninguém me virei e novamente senti o vulto outra vez mas quando virei vi uma pessoa e ela me empurrou contra o carro fazendo com que eu batesse a cabeça no vidro

                                                            (...)

Assim que acordei e tentei me mexer percebi que estava totalmente presa. Haviam mais 4 meninas presas ao meu lado e todas já tinham virado vampiras. Um homem entrou na sala dando sangue a primeira moça que estava presa

xxx- Olha quem acordou. - riu -

Ele se aproximou. Havia uma agulha retirando meu sangue, e por mais que eu tentasse me mexer mais doía. Aos pouco ia me sentindo mais fraca, e cada vez mais.

xxx- Eu preciso de você intacta, sabia? Quero o melhor pro final, você é apenas a sobremesa e a isca para o Winchesters, eu esperei muito por isso, ter eles como refeição principal, por ter matado minha família.
Eu: Deixe-me ir.
xxx- NÃO. - gritou -
Eu: Não precisa gritar, estou bem aqui. - arregalei os olhos - Mas sabe de uma coisa que você não sabe, pros Winchesters eu não sou nada menos que ninguém, eles não se importa.
xxx- Uhum.. Então aproveite o intervalo. - mostrou a faca. -

Passei mais algumas horas presa quando o homem trouxe mais uma moça e a prendeu.

XXX- Vocês deveriam me agradecer, eu dou comida a vocês. Vocês são como minhas filhas.
Eu: Você é tudo, menos como um pai pra mim. - ele caminhou até a mim.
XXX- Deveria ter mais cuidado.
Eu: Ou o que? - Ele passou a faca em meu rosto -
XXX- Não irei te morder, não ainda.

Ele tirou a faca de perto de mim e saiu pela morta. Lembrei que havia uma faca no meu bolso e tentei puxa-la devagar e cortei as cordas. As meninas estavam desacordadas e não me viram sair. Estava fraca mas conseguia me movimentar de pressa. Não sabia onde estava porém sabia que era uma floresta e peguei o primeiro caminho que encontrei e fui embora sem olhar pra trás. Caminhei o mais rápido que pude já que não conseguia correr. Parei um pouco pra descansar em uma árvore. Eu tinha que sair dali e já estava escurecendo. Ouvi barulho de motor de carro e fui andando até onde vinha o som. Parei novamente em uma árvore e senti alguém puxando meu braço e quando me virei era o vampiro. Ele me pões contra a árvore com a faca em minha barriga.

xxx- Seu dia de sorte.
Eu:  Me deixe ir.

Vi o Dean chegando por trás com o Sam e SuaAmiga.

Dean: Solta ela. - ele olhou pra trás.
xxx- Vai precisar mais que isso.

Ele se virou furando minha barriga com a faca e me soltou no chão.

Dean: NÃO. -

Pude ver o Dean cortando a cabeça do vampiro sem pena e logo após furando varias e varias vezes seu peito. Tirei a faca do meu estômago e tentei me sentar e consegui com dificuldades.

Eu: Dean. - o chamei - DEAN.
Sam: Vamos levar você pro hospital, vai ficar tudo bem.
Eu: Me deixe ir.
SuaAmiga: NÃO, NÃO, eu não posso..
Eu: Por favor.

Senti minha respiração parando aos poucos, e meu coração parando devagar.  O Dean me abraçou forte e foi o último abraço..


                                                         ~ SAM NARRANDO ON ~

Sam: Dean.

Tentei puxa-lo mas não tive sucesso, ele se levantou pegando a (SeuNome) no colo e a levando para o carro.

domingo, 14 de setembro de 2014

Stop the world - Capitulo 25

Stop The World

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Ele me deitou no banco de trás do empala e me levou até o hospital.

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Eu: Não devia me trazer pra cá, podíamos apenas fazer um curativo.
Dean: Não conseguia se erguer de pé.
Eu: Eu disse que estava bem, já aconteceu antes..
Dean: Aconteceu, mas não quer dizer que vai ser igual as últimas vezes.
Eu: Eu sei.
Dean: Daqui a pouco vamos embora.
Eu: Conseguiu alta?
Dean: Digamos que sim. - ele jogou roupas em mim - Vista-se.

Me levantei e fui pro banheiro com dificuldade, coloquei a roupa e sai do quarto e caminhei até o estacionamento devagar, parei na porta de um consultório pra respirar um pouco pois não conseguia andar muito rápido e me cansava fácil. Haviam dois doutores conversando e mesmo sem querer ouvi a conversa deles.

Doutora: Há dois caçadores aqui, um dos irmãos Winchester.
Doutor: Qual deles?
Doutora: Dean.
Doutor: E a outra e uma paciente minha, avisem aos outros e não deixem que eles saiam do hospital.

Antes que a doutora pudesse me ver acelerei meu passo mesmo com dificuldade pra andar, corri me apoiando nas coisas e procurando o Dean. Sem ar me encostei na parede e senti uma mão em meu ombro, eu rezei pedindo que não fosse um dos médicos, com medo eu me virei e vi o Dean, me senti aliviada e dei um abraço nele.

Dean: O hospital está cheio de demônios.
Eu: Eu sei.
Dean: Liguei pro Sam e ele já está no estacionamento, vamos.  
Eu: E vamos deixar o hospital nas mãos desses demônios?
Dean: Estão aqui por uma razão.
Eu: Qual?
Dean: Por nos, eles não ligam pras pessoas que estão aqui, mas ligam pra nós, então vamos - ele me puxou e eu fiz força pra ficar -
Eu: A gente sempre luta.
Dean: Você tá ferida.
Eu: Eu estou andando não estou?
Dean: Vamos - pegou minha mão -

Ele me puxou com força pra fora do hospital. Olhei pra trás e vi pessoas nos seguindo, provavelmente estavam possuídas, tentamos correr e quando chegamos no estacionamento procuramos o empala.

Dean: DROGA SAM. - olhei o empala de longe. - Eles estão vindo.
Eu: Olha o Sam lá - apontei. -
Dean: Consegue correr?
Eu: Não te garanto isso.
Dean: No três, um, dois e três.. - corremos até o carro -
Eu: Pera ai, eu não aguento mais. - parei -
Dean: Só mais um pouco.

Dois homens estavam vindo atrás da gente, tentei correr de novo e quando eles se aproximaram o Sam acelerou o carro o máximo que pode, atrás estava a SuaAmiga com o meu carro. Entrei depressa no empala e o Sam deu partida. Me senti mais aliviada quando entrei no carro e vi que já estávamos longe daqueles demônios. Ficamos horas na estrada, eu me deitei no banco de trás e conseguir dormir.. Manhã seguinte acordei com o abdômen doendo muito, me levantei e percebi que estávamos parados em um estacionamento, eu sai do carro e tranquei a porta, andei com dificuldade até um bando perto do supermercado e observei as pessoas que passavam. De longe vi o Dean saindo da doceria e vindo em minha direção, na mão tinha dois cafés, ele se sentou no banco e me deu um copo.

Dean: Como está se sentindo?
Eu: Mal.
Dean: O que tem?
Eu: Dores, mas passa. - desviei o olhar. -
Dean: A ferida tá melhor?
Eu: Não, ainda sinto dores.
Dean: Vai cicatrizar - vi o Sam e a SuaAmiga vindo de longe -
Eu: Eles parecem felizes juntos.
Dean: Só parecem.
Eu: O que aconteceu com eles?
Dean: Brigaram quando chegamos aqui. - ele abaixou a cabeça. -
Eu: E o Sam? Como acha que ele vai reagir quando souber da Amy.
Dean: Ele não vai saber, okay? - eles se aproximaram - Fica quieta.
Sam: Ah.. Oi. - sorriu - Você tá melhor?
Eu: Sim.
SuaAmiga: Acho que deveríamos pegar a estrada.
Eu: Já encontraram algum trabalho na cidade? - falei me levantando -
SuaAmiga: Mesmo se tivéssemos você não iria ferida - eu soltei uma risada leve -
Eu: O que te faz pensar que eu não iria? Desde de que eu sei, estou ferida, mas não morta.
Sam: Okay, vamos então.  - ele jogou a chave do carro pro Dean - Vou com a SuaAmiga.

Entrei no carro, e encostei a cabeça no vidro fechando os olhos.

Dean: Ah.. tem um caso em Nevada - ele me deu um susto - um caso estranho, um competidor morreu depois de participar de um concurso de comer cachorro quente.
Eu:  O que aconteceu?
Dean: Ele foi atacado no carro, eu queria dizer que e um caso comum como o outros, mas não e por ai, ele encolheu de 136 para 40kg.
Eu: Bruxaria?
Dean: Ou um laxante poderoso. - deu partida - e nesse momento vamos a delegacia ver o que tá acontecendo.
Eu: Não vamos nos hospedar.
Dean: Sim.

Mais pra frente ele parou perto de um hotel, pegamos um quarto e nos arrumamos e fomos a delegacia...

Policial: Sou a Hillary, eu não sabia que o FBI trabalha em trio.
Eu: Vai por mim, trabalhamos até em quarteto. - sorri -
Hillary: Aqui o relatório do legista. - entregou ao Sam -
Sam: Louis Dallas pesava 136k momentos antes de morrer?
Hillary: Na verdade 143kg.
Dean: E a causa oficial da morte?
Hillary: Ataque cardíaco, mas aqui entre nos e só um palpite, a vitima sofreu danos os órgãos, baço rompido, fígado perfurado, falência do pulmão, parece que tudo foi sugado de dentro dele - pegou um copo de café -
Dean: Como se ele tivesse sido aspirado?
Hillary: E tipo isso colegas, - ofereceu rosquinhas pra gente -
Dean: E, eu aceito - comeu -
Eu: Limpa a boca - limpou -
Hillary: Estamos perplexos, esse tipo de coisa não acontece por aqui.
Eu: Louis tinha inimigos?
Hillary: Era mais uma rivalidade hostil, um cara chamado Don Hermes, como o Louis ele também era conhecido pelo circuito da comida competitiva.
Eu: Circuito da comida competitiva?
Hillary: E, o pessoal da cidade leva muito a serio a competição, eles comem feijão assado, asinhas, manteiga...
Eu: Manteiga? - ri -
Hillary: E, algumas vezes frita. Só esse ano o Louis ganho a copa manteiga, a taça asas e camaronia, e mas o lance e que o Louis era o único que o Don não ganhava em toda a região.
Dean: Então ele e um suspeito?
Hillary: Nos investigamos, mas o Don estava na casa do cachorro quente quando Louis morreu, temos 13 testemunhas pra provar.
Eu: Serio?
Hillary: Aham.
Eu: Tá, obrigada, e só isso mesmo - saímos da delegacia. -   Acho melhor irmos falar com esse Don.
Dean: Não me diga isso. - entrou no carro -

Entrei no carro com ele e fomos pra casa do Don e quando chegamos ele estava comendo alface.

Don: E pro treinamento. Quando me preparo pra uma competição como alface, delata o estômago.
Dean: Mais um motivo pra ficar longe da salada.
Eu: Você conhecia Louis Dallas?
Don: Era o bastante pra saber que ele era um trairá, ele roubava.
Dean: Interessante - olhava as fotos da família dele -
Don: Amuletos da Maila.
Dean: E a Maila e...?
Don: Minha esposa.
Dean: Sua esposa e supersticiosa?
Don: E, ela e romani.
Dean: E isso e o que? eu não to entendendo.
Eu: Ela e cigana.
Don: E mas não chama ela disso não, ela diz que e depreciativo, mas eu acho que um elogio, quer dizer ciganos estão com tudo na tv, casamento cigano, irmãs ciganas... - eu não deixei ele terminar -
Sam: Eu posso usar o seu banheiro?
Don: Sim, usa o de cima nos fundos, o primeiro banheiro tá ocupado, a Maila tá tomando banho. 
Dean: Perdeu mesmo o concurso de cachorro quente por um?
Don: E...

Eu me sentei e esperei o Sam descer, logo o Dean se sentou ao meu lado e assim que o Sam desceu fomos embora pro hotel.

SuaAmiga: Saquinho e vudu?
Sam: E acho que sim.
Dean: Isso aqui parece cabelo do Louis - mexeu no saquinho - e temos aqui uma bolsa sinistra.
Sam: Esse e um saquinho de feitiços, mas conhecida como bolsa putsi.
Dean: Sei, e a Maila usa feitiços pra competição do marido, né? e como e o negocio? a maldição que emagreci?
Sam: E, e o Louis pode nem saber. - bateram na porta. -
Eu: Vou ver.

Eu olhei pelo olho mágico e vi uma moça, olhei de volta pros meninos e estranhei, peguei a arma da minha cintura e mirei por trás da porta sem que ela visse.

Eu: Oi - abri. - 
Moça: Acho que vocês estão com uma coisa minha.
Eu: Entra. - ela entrou e se sentou - Acho que você nos deve uma explicação pelas bolsas putsi, e por que usou ela contra o Louis e o matou?
Maila: Matei o Louis? Eu amava o Louis.
SuaAmiga: Então vocês tinham um...?
Maila: Sim, um caso, na verdade a anos.
Dean: Olha só, sem querer ser rude, mas como que e que o Louis pode ser o seu tipo, você é casada com um cara que e, peso pena.
Maila: O que eu posso dizer, as vezes e bom ter no que pegar.
Eu: Um pneuzinho extra, né? não? ok. - ficamos quietos -
Sam: Eu preciso saber de uma coisa, se você amava o Louis, porque jogou uma maldição nele?
Maila: Não era uma maldição, bolsas putsi também serve pra bênçãos, eu queria que o Louis ganhasse. O plano era, pegar o premio, ter um divorcio rápido, sair e nos casar em Orlando. Louis me chamava de sua pequena princesa Jasmim.
Eu: Sinto muito.

Logo depois ela pegou a bolsa e foi embora. Eu me deitei e fui dormir.. Manhã seguinte o Dean me acordou dando tapas em meu braço.

Dean: Nova morte, vai se arrumar que vamos até a academia.
Eu: Vamos malhar?
Dean: hahaha vai logo.
Eu: Ok.

Eu me arrumei e fui com ele até a academia e havia uma mulher morta na balança, eu dei uma olhada no corpo enquanto o Sam, Dean e a SuaAmiga falavam com o policial.

Eu: Que horror.
Dean: Quanto ela tinha de peso?
Policial: 74
Dean: 81, todo mundo sabe que mulher adora dar uma mentida na idade e principalmente no peso.
Eu: Não e bem no meu caso.
Sam: E você diz pras mulheres que tem 29 anos.
Dean: Cala a boca.
Policial: Mais alguma coisa agentes?
Sam: Sim a xerife Hillary.
Policial: Ela vai está fora o resto da semana, que hora pra tirar folga né? - foi embora. -
Eu: E...
Sam: Nos temos duas vitimas que não tem nada em comum.
Eu: A não ser o amor pelos doces.
SuaAmiga: E essa marca perto do abdômen.
Sam: O peso tinha que sair de algum jeito, e se for marca de sucção?
Dean: Sucção? ok.. - Nos levantamos. - Ah meu deus. - olhou a menina que estava falando com o policial - E melhor nos separarmos, Eu e a SeuNome ficamos aqui e você vão pro nicroterio.
Sam: Vocês vão e nos ficamos.
Dean: Qual e Sam, você não tem jeito com meninas, e todo esquisitão.
Sam: Eu não quero meninas, quero que você mantenha o foco.
Dean: Estou trabalhando - foi até ele -
Sam: Cuida dele.
Eu: Vai ser dificil. - fui com ele -
Dean: Ah.. oi, eu só quero conversar com você.
Eu: Nos queremos, venha - levei eles pra sala -
Dean: E você que fecha a academia?
Rose: E, mas não fui eu que fechei ontem, porque eu tinha um encontro, e eu não queria cortar o barato dela, a coitada tava dando duro pra emagrecer antes do casamento, e eu dei a chave a ela e pedi que trancasse tudo - o corpo dela foi levado - foi minha culpa. - se virou pra pegar um lenço e deixou uma marca a mesma que a menina que morreu tinha -
Eu: E essa marca?
Rose: Qual?
Eu: Nas suas costas, o que aconteceu?
Rose: Não sei, eu não sei.
Eu: Ok, e tudo que precisamos, pode ir.

Voltamos pro hotel e esperamos o Sam e a SuaAmiga chegarem, enquanto isso não aconteceu pesquisamos outros acidentes em comum que aconteceram na cidade, e só tinha dois casos. Assim que eles chegaram disseram quem que encontrar a mesma marca de sucção só que na nuca.

SuaAmiga: Eles tinham a mesma marca de sucção, estranho.
Eu: Rose também tinha.
Sam: Só que ela estava magra e viva.
Dean: E perdeu uma tonelada de peso, e quando perguntamos da marca ela ficou toda na defensiva, ai eu verifiquei e parece que ela tirou 2 dias de folga no mês passado e eu procurei o lugar e bem aqui - virou o notebook pra gente. -
Eu: Canvon Valley?
Dean: E.. - soltou o play do video. -
Moça Do video: Quando você se olha no espelho e se senti a pessoa gorda olhando de volta pra você - o Dean me olhou -
Homem do video: Você já tentou todas as dietas, todas as tendências da malhação e nada parece funcionar?
Moça: Aqui em Canvon Valley nos garantimos perda de peso, sem se esforçar e sem cirurgia.
Homem: Sem dieta radical.
Moça: E sem rotina intensiva de malhação
Homem: Resultado garantido em uma semana e você vai atingir suas metas de perda de peso, como nos.
Moça: Mas só se pegar o telefone e ligar pra Canvon valley agora. - o Dean parou o video -
Sam: Esse lugar e muito longe?
Dean: 2horinhas só.

Pegamos as nossas coisas e fomos pra Canvon Valley, e falamos com os donos de lá.

Marisa: Você são personas trainers formados?
Eu: Sim.
SuaAmiga: E nos ficamos realmente impressionados com os depoimentos na internet.
Dean: E, realmente.
John: E são personalizados em?
Dean: Fazer a galera suar. - bateu na mesinha - Porque saúde e o que interessa o resto não tem pressa. - olhou pra mim. -
Sam: O que meu irmão quer dizer e que nos somos apaixonados por boa forma.
Marisa: E pois e, alias foi assim que nos nos conhecemos.
John: E, foi o primeiro caso da Marisa no peru, e eu um estudante, sozinho, comendo e.. e.
Marisa: Ele era do tamanho de uma casa.
John: Ah, e isso e verdade e eu estava a dois pés do infarto. E ela me encontro e me ajudou a ser o que sou hoje - ele lutou com o ar - Ok, - riu - a boa noticia e que estamos contratando, e a má e que só tem uma vaga de personal trainer disponíveis.
Eu: Tem problema não, o Sam vai adorar essa vaga.
John: E faxineira?
Eu: SuaAmiga, com certeza.
Marisa: Ótimo, vocês dois podem ficar na cozinha. - eu forcei um sorri -


Nos aceitamos o emprego e ela nos deu o uniforme, eu ri da touca do Dean. Enquanto servíamos o pessoal o Sam vinha com um mini short.

Eu: Que shortinho e esse? - ri -
Sam: Touca linda - eu me desfiz do sorriso -
Dean: Eai?
Ajudante: Parem de dar em cima do personal trainer e vão trabalhar.
Eu: Ok.
Sam: Tudo bem, minha aula de ioga vai começar daqui a 5minutos.
Dean: Desde de quando conhece alguma coisa de ioga?
Sam: Você não foi o único que teve uma namorada flexível - foi embora -
Homem: Tem mingau de aveia?
Dean: Mingau de aveia? tem não, mas tem uma coisa aqui de tofu, panqueca de tofu.

Continuamos atendendo a todos até que eles já tivessem terminado de comer, depois fomos lavar a louça e paramos um pouco pra descansar. O ajudante jogou uma toalha no Dean pedindo pra que ele se levantasse e ajudasse a limpar a cozinha.

Dean: To cheio de fome, o que tem pra comer?
Ajudante: O mesmo dos clientes.
Eu: Prefiro ficar sem comer.
Dean: Essa gororoba ai? essa ração de coelho?
Ajudante: Não e ração de coelho, e super comida. - foi até a geladeira -
Eu: E, e eu não vou comer dessa super comida.
Ajudante: A quem não vale nos temos que dar o exemplo. - colocou uma vasilha na mesa pro Dean
Dean: Isso ai e dar o exemplo?
Ajudante: Não e pra gente estúpido, e pros clientes, eles comem pudim, e como o ultimo agrado antes da dureza começar. - me jogou um pote - Ajuda ele, ao trabalho. - foi embora da cozinha.
Eu: Da conta sozinho? - ele me olhou -
Dean: Sim

Ele ficou colocando o pudim nas tigelas enquanto eu estava deitada no chão da cozinha. Eu adormeci no chão e quando acordei o Dean não estava mais na cozinha, eu me levantei e procurei ele por todo spa e não encontrei, fui em salas, saunas e nada dele. Senti meu celular tremer no bolso da calça, e quando vi era o Dean.

Cell on:

Eu: Dean.
Dean: (SeuNome) - sua voz soava como se ele estivesse bêbado  -
Eu: O que aconteceu com você?
Dean: Me ajuda aqui.
Eu: Onde você tá?
Dean: Bata.. batata doce. - desligou o telefone -

Cell of:

Eu corri até a cozinha de volta e desci as escadas, verifiquei as portar que estavam abertas e nada do Dean.

Eu: Dean - gritei - cadê você?
Dean: SEUNOME - gritou de uma sala.

Encontrei ele caído no chão em cima dos sacos de batata, tentei levantar ele mas ele pois todo seu peso em cima de mim.

Dean: Por que você demorou?
Eu: O que aconteceu com você?
Dean: Eu fui drogado.
Eu: Com o que?
Dean: Pudim, era pros clientes mas eu não resisti - sorriu -
Eu: Ah? - cheirei o vidro - Caramelo salgado.
Dean: E, e bom a beça isso ai.
Eu: Eu vou ligar pro Sam.

Eu liguei pro Sam dizendo o que aconteceu e pedi pra ele ver o que o cozinheiro colocava no pudim enquanto eu iria ficar com o Dean até ele melhorar. Me encostei na prateleira e fiquei olhando o Dean dormindo. O Sam chegou logo com a SuaAmiga, levantamos o Dean e demos energético pra ele beber.

Eu: O que eles colocam no pudim?
Sam: Suplementos.
Dean: Que tipo de suplementos - SuaAmiga deu o vidro de suplemento pro Dean -
SuaAmiga: Isso acelera o metabolismo, e do John e da Marisa.
Dean: Que suplementos nada, isso e boa noite Cinderela. - peguei o vidro -
Eu: Como você sabe que e boa noite Cinderela?
Dean: Como você não sabe? - me olhou - Vocês acham que eu quero acabar numa banheira, com o fígado arrancado na Chechênia? Descobriu alguma coisa lá na ioga?
Sam: Descobri, sobre os invasores de corpos, cada uma das pessoas da turma tinha uma dessas marcas de sucção.
Dean: Esse negocio tá esquisito.
Sam: A Hillary tá aqui.
Eu: A xerife?
SuaAmiga: Ela mesma. Quer saber devemos falar com ela.
Sam: Quando eu a encontrei estava no mesmo estado que o Dean, um pouco melhor, ela me reconheceu, mas eu escapei.
Eu: Vamos. - levantei o Dean - papa pudim.

Procuramos ela e a encontramos no quarto, entramos e nos sentamos pra falar com ela.

Hillary: Eu  não queria furar com vocês, eu esperei 6 meses pra entrar em Canvon Valley, e valeu a pena, eu perdi 5kg.
Sam: Em 1 dia?
Dean: Olha xerife, você está ótima, mas não está curiosa de saber como emagreceu de um dia pro outro?
Hillary: Pra dizer a verdade eu não to curiosa com isso não. Meu marido Dog, me largou no ano passado,ele disse que eu gostava mais de milkshake do que ele.
Eu: Eu sinto muito.
Dean: Ainda bem que o Dog vazou, você merece coisa muito melhor.
Hillary: Obrigada, mas e verdade, foi um tempo dificil pra mim. Não falam pra engolir a dor, eu a devorava. Eu só queria me sentir bonita de novo, e Canvon Valley fez isso, mas a questão e, o que vocês estão fazendo aqui?
Dean: Nos estamos infiltrados.
Hillary: E, eu reparei.
SuaAmiga: Estamos achando que Canvon Valley e as mortes na cidade tem uma conexão.
Hillary: Que conexão?
Eu: Marca de sucção.
Hillary: Tipo essa aqui - nos mostrou -
Sam: Onde aconteceu isso?
Hillary: No tratamento, ventosas.
Dean: Ventosas?
Hillary: E, eu pensei que iria doer, mas não, eu cochilei o tratamento inteiro. E quando acordei tinha diminuído dos tamanhos.
Dean: Isso das ventosas, você comeu pudim.
Hillary: Uma delicia, lambi o potinho.
Sam: Hillary, sabe quem fez o tratamento?
Hillary: Sim, Marisa. - nós nos olhamos -
Sam: Vamos deixar você descansar. - sorriu - Obrigada xerife.

Saímos e nos separamos e olhamos todas as salas, eu e o Dean procuramos juntos saber porque as pessoas estão morrendo desse jeito. Quando entramos em uma sala vimos a Marisa comendo gorduras que estavam dentro do pote, na mesma hora senti nojo e uma forte vontade de vomitar.

Dean: Eu não sou louco por saúde, mas isso pra mim já e demais.

Nos a amarramos na cadeira e pedimos pra que ela se explicasse antes que eu contasse até três e cravasse uma bala em sua testa.

Marisa: Não e nada disso que você tá pensando, eu não sou uma assassina, eu sou um pishtaco.
Dean: Um pitaco?
Marisa: Pishtaco.
Eu: Sugador na mitologia peruana.
Dean: Eu nunca ouvi falar disso não,  vocês são o que? Uns vampiros que gostam de celulite?
Marisa: Vampiros matam, parasitas.
Dean: Essa tua historinha não me convence não.
Marisa: Olha eu nunca machucaria ninguém. E foi por isso que John e eu começamos o Canvon Valley, eu podia ajudar as pessoas a emagrecer e eu a comer, todo mundo ganhava.
Eu: Tá, e aqueles dois que você sugou até a morte.
Marisa: Só que não fui eu.
Eu: Então me diga, quem foi?
Marisa: Alonso.
Dean: O cara da lanchonete? - me olhou -
Marisa: Ele e meu irmão. - o Sam entrou na sala  com a SuaAmiga-
Sam: John foi morto - a Marisa chorou -
Eu: Pelo Alonso, por que trouxe ele pra cá?
Marisa: Trouxe ele do Peru, pra mostrar pra ele um jeito mais civilizado, um jeito de não sermos monstros.
Sam: Deixa eu adivinhar, o Alonso não era muito fã do controle das porções não era?
Marisa: Não, durante um tratamento de rotina, ele quase matou um cliente, sugou gordura demais, foi quando eu o mandei pra cozinha, sem contato humano, gordura só do jarro, mas ele disse que quanto mais eu o privava, mais faminto ele ficava. E agora três pessoas estão morta. O meu marido - chorou -
Eu: Onde está o Alonso agora?
Marisa: Ele deve está no porão, e lá que ele passa a maior parte do tempo agora.
SuaAmiga: O que faremos com ela?
Dean: Até saber de que lado ela tá, ela fica aqui.
Marisa: Eu estou do lado de vocês.
Sam: E como o matamos?
Marisa: Faca de prata, corte a língua dele.
Eu: Vamos.

Deixamos a SuaAmiga com ela, e fomos atrás dele, e quando chegamos na cozinha a luz do porão não ligava mais, pegamos lanternas e descemos. Havia sangue no chão da escada e seguia uma trilha até uma porta e se acabava ali, nos separamos, Sam foi por uma lado e eu e o Dean pro outro, com cuidado fomos tentando abrir porta por porta, algumas estavam trancadas, havia uma em particular, entramos e olhamos tudo por dentro, tinha jarros de gordura por toda parte, estava tudo bagunçado. Enquanto olhávamos o quarto ouvimos barulho na sala ao lado e corremos, o Sam estava deitado com o Alonso em cima dele tentando suga-lo, o Dean puxou sua língua e a cortou com a faca.Estendi  a mão ajudando o Sam se levantar. Chamamos a policia e mentimos dizendo que havia um assassino psicótico a solta, mas que tudo se resolveu. Depois voltamos pro hotel e pegamos a estrada novamente, só que pra fora de Las Vegas. Voltamos pra Nova Iorque e no caminho o telefone do Dean estava tocando e eu coloquei no viva voz.

Cell on:

xxx - Dean?
Dean: Xerife Jody? o que manda pra nos?
Jody: Um caso, aqui em SillFalls, parece que vão gostar.
Dean: Estamos perto.
Jody: Tudo bem.
Dean: E sobre o que?
Jody: Desaparecimento.
Dean: Ok, já estamos indo.

Cell of:

Paramos em uma lanchonete e assim que o Dean viu uma mulher parada ao lado de um carro foi até ela e a abraçou, fiquei de longe olhando mais me aproximei quando ela explicou que uma menina foi desaparecida na noite anterior.

Jody: Pessoas que estavam na hora, disseram que viram um homem levantar o carro onde a menina estava.
Dean: Disse que tem testemunhas, podemos falar com ele?
Jody: Claro, entre na lanchonete eu vou leva-lo até vocês.

Nos sentamos na mesa e esperamos ela voltar, e quando chegou com um homem eles se sentaram.

Jody: Conte a eles o que viu Jake.
Jake: O nome dela era Kate, ela me dava bolo de carne. Mas naquela noite eu vi um homem levantando o carro assim o - mostrou como - e depois se explodiu e uma luz.
Sam: Branca?
Jake: Azul como o fogo.
Eu: Sabe de mais alguma coisa?
Jake: Não.
Eu: Então isso foi o bastante Jake, agradecemos - demos dinheiro a ele -
Dean: E...  então, disse que as pessoas que desapareceram eram membros de uma igreja, igreja da boa fé, então e melhor nos prepararmos vamos colocar a oração em dia.

Pegamos o caminho até e a igreja e falamos com a Bonnie a representante do grupo.

Bonnie: Que bom que estão aqui, quero dizer, não e sempre que temos pessoas nova querendo saber o que e um pouco do que fazemos.
Eu: E, nos como somos amigos eu desci traze-los e mostrar o caminho de deus a eles. - sorri -
Bonnie: Sim.
Sam: Sobre as pessoas que desapareceram, isso nos assustou um pouco, mas sei que estamos juntos pra tentar ter uma explicação sobre o que aconteceu.
Bonnie: Eu e o nosso grupo da castidade sempre incluímos eles em nossas orações.
Sam: Grupo de castidade, poderíamos  ver se isso e pra gente, se nos encaixamos?
Bonnie: Desculpe só para membros.
Sam: Nos aceitamos. - eu olhei pro Sam. -
Bonnie: Nossa, isso e incrível eu vou pegar os papeis.
Dean: Acha que podem ser dragões?
Eu: Eu to nem ai pra dragões eu só quero saber porque você aceitou a castidade cabeção - bati no Sam -
Bonnie: Prontinho. - nos deu os crachás -
Dean: Isso e tipo um botão onde você aperta e volta a ser virgem?
Bonnie: Isso não e um botão, isso e oficial, depois que assinarem voltaram a ser virgens, como um pecado cometido e logo após pedido perdão ao senhor, e isso o que te torna puro. Isso não e apenas um pedaço de papel.
Dean: E gostei disso ai, me convenceu. - entregamos os crachás. -
Bonnie: Sam, Dean, SeuNome e SuaAmiga, parabéns vocês voltaram a ser virgens. - demos um sorriso a ela - Mas sabe, deram sorte porque agora temos reunião e pra vocês serão suas primeiras reuniões, então vamos lá. - falou animada. -

Ela nos levou em uma sala onde só tinha mulher estranha e sem sal, nos sentamos um perto do outro e a reunião começou, primeiro elas se apresentaram pra gente, depois contaram um pouco da vida delas.

Susan: Ok, e agora quem quer falar? - eu abaixei a cabeça -
Cat:  Eu fiz um poema sobre a raquete de deus, e a bola está do outro lado da quadra.
Susan: Ok Cat, depois ouvimos. SeuNome quer falar o porque que quis sair do caminho dos pecados e resolveu pedir perdão e recomeçar a vida de virgem novamente?
Eu: Ah, claro - me levantei - Eu nunca tive tempo pra ter uma vida amorosa, e como sempre e eu que termino meus namoros porque eu mudo de cidade frequentemente, e quando eles me pediu uma explicação sobre eu ter terminado eu dizia que não tinha uma explicação especifica e ia embora . Na minha primeira vez foi ótimo, mas ai o tempo trouxe complicações, arrependimentos e eu escolhi a pessoa errada, e porque não ter algo de volta, algo que sempre foi meu, minha virgindade, acho que e por isso que escolhi voltar, eu escolhi a pessoa errada, no tempo errado e eu decidi que devo esperar pra encontrar alguém que eu esteja realmente apaixonada e que eu queira levar pra minha vida toda. - me sentei de volta -
Todos: Fique forte, fique puro.
Eu: Eu retiro tudo que eu disse.

Todos nos falamos e depois que a reunião acabou ajudamos guardas as cadeira e limpar a sala, eu vi o Dean dando em cima da Susan e depois os dois sairão, fui até o Sam e perguntei aonde foram e ele respondeu até a casa dela. O Sam e a SuaAmiga falavam com a Cat e eu comia a comida que a Bonnie estava me oferecendo.

SuaAmiga: Advinha.
Eu: O que?
SuaAmiga: Kate e o pastou transaram, e os dois desapareceram, Peter e Ellie também e os dois..
Eu: Desapareceram, e deixa eu adivinhar também, desaparecem aqueles que se purificaram e acabaram em uma cama com aquele que também se purificou, e tipo uma traição de castidade, entendi.
SuaAmiga: E, vamos voltar pro hotel onde a Jody tá hospedada.
Eu: Okay.

Fomos pro hotel e a Jody disse a mesma coisa que a SuaAmiga me falou.

Jody: Eu to acho que a coisa não persegue virgens nem desvirginados.
Sam: Ela pega virgens que descumprem o voto de castidade.
Eu: Eu também tava pensando nisso.
Sam: E dragões estão fora da lista.
Jody: Dragões, como e? Eles são coisas?
Eu: Sim, são. Muitas coisas são coisas.

Eu me deitei e fiquei olhando pro teto e pensando coisas sobre o Dean, o Sam tentou ligar pro Dean, eu tirei uma soneca e quando acordei com o Sam batendo na minha perna.

Sam: Acorda, vamos atrás do Dean - colocou o casaco - Essa coisa pega gente que descumpre os votos e o Dean e Susan faz mais de uma hora.
Eu: Tá. - peguei meu casaco - vamos.

Em um carro fomos eu e o Sam em outro a SuaAmiga e a Jody. Fomos até a casa da Susan e estava tudo bagunçado e quebrado, as porta estava aberta e outras coisas a mais. A Jody foi falar com os vizinhos com a ajuda da SuaAmiga, eu e o Sam ficamos na casa. Eu parecia uma louca querendo saber pra onde ele tinha ido. Elas voltaram dizendo que os vizinhos apenas viram uma luz azul como fogo, pegamos os notebook que achamos pela casa e pesquisando sobre virgens e luz azul e achamos a Vesta deusa romana do fogo.

Eu: Escutem, na Roma antiga 6 virgens eram dedicadas a deusa a todo ano, e o líder principal era cuidar do fogo de Vesta.
Sam: Então o fogo está ligado a virgindade?
Jody: E, as moças tinham que ser puras porque o fogo e o símbolo da pureza.
Eu: Enquanto o fogo de Vesta ainda era mantido aceso, Roma teria duas colheitas.
SuaAmiga: As virgens tinham que ser manter castas por 30.
Eu: Uma vida inteira?
Sam: O máximo ou mais.
SuaAmiga: E se elas rompessem os votos eram enterradas vivas.

Continuamos pesquisando mais algumas coisas até saber aonde Vesta costumava a enterras suas virgens