domingo, 14 de dezembro de 2014

Stop the world - Capitulo 26

Stop The World

Continuamos pesquisando mais algumas coisas até saber aonde Vesta costumava a enterras suas virgens

                                                   >> AGORA << 

Jody: Vesta muitas vezes se envolvia no lago azul de luz que ela podia controlar para desorientar, mutilar ou matar.
Eu: Vocês acharam alguma forma de mata-la? - o telefone do Sam tocou -
Sam: Dean? - eu me surpreendi - Dean, fala direito, não to te escutando Dean? - ele desligou - Caiu, por aqui existe alguma estação de trem?  Posso jurar que ouvi um apito.
Jody: Posso ver, tem um mais não muito longe.
Sam: Okay, a 8 da noite o trem saiu de SilFalls a 127km por hora, o que tem a 8km de Asphalt?
Eu: Pasto.
SuaAmiga: Não, tem a velha fazenda Wilmer.
Sam: Vamos.  - se levantou -
Eu: E como a matamos?
Jody: Carvalho e sangue de uma virgem.
Eu: Onde vamos achar uma virgem?
Sam: Eu sou virgem.
Jody: Acho que tem que ser de verdade Sam.
SuaAmiga: Cat.

Peguei meu casaco e fomos, entrei no carro com o Sam e ele dirigiu até a igreja e a Cat estava arrumando vidro de comida um em cima do outro.

Eu: Oi Cat, acho que você me conhece né?
Cat: E.
Eu: Então, to sem tempo pra falar, estamos sem tempo pra falar e precisamos de uma coisa que só você tem.
Cat: O que?
Eu: Precisamos do seu sangue.
Cat: Precisam de que?
Jody: Só um pouco.
Cat: Pagões que precisam de sangue, vocês são pagões?
Eu: Pagão? o que? não e pra uma arma.
Cat: Vocês estão na casa de deus, seus rituais loucos não funcionam aqui - caminhou até nós no empurrando pra trás - Não tenho tempo pra adoradores do diabo, vou chamar a policia. - eu dei um soco na cara dela - ai.
Eu: A Jody e a policia, então obrigada. - limpei no guardanapo -
Cat: Mas que merda e essa?
Eu: Vamos.

Fomos pra fazenda e quando chegamos não havia nada além de mato e escuridão, me separei com o Sam e a Jody e a SuaAmiga, olhamos cada canto, enquanto anda sem querer tropecei em um pedaço de madeira que me fez cair do chão, apesar de ter caído em uma madeira nem parecia que estava no lugar de tão escondido. Tiramos a madeira e tentamos abrir a porta, chamei a Jody e ela veio ajudar. Tentei abrir a porta e senti alguém me puxando pelo casaco, quando olhei pra trás vi a Bonnie e ela me jogou longe me fazendo bater com a cabeça na porta do celeiro, levantei a cabeça e vi o Sam e a SuaAmiga desacordados a Bonnie estava com a Jody, eu não consegui me levantar por causa do ferimento no abdômen que estava sangrando e tinha se aberto. Bonnie levou a Jody até uma mesa e a amarrou. Me segurei e tentei me levantar mas cai no chão novamente gritando de dor. O Sam se levantou com cuidado e quando a Jody tentou enfiar o carvalho na Bonnie ele a empurrou furando o carvalho na Jody. De longe a SuaAmiga veio até a mim tentando me ajudar e pedi que ela a ajudasse o Sam que estava sendo atacado e mesmo assim a Bonnie ainda consegui atingi-la.  A Bonnie estava tentando matar o Sam e a Jody chegou por trás dela a furado com o carvalho. O Dean consegue sair do bueiro. O Sam me colocou no colo me levando pro carro, voltamos pro hotel e ele ajudou a costurar a ferida, mesmo depois ainda me senti mal, eu não podia me  levantar.

Dean: Você tá bem? - se aproximou -
Eu: Não, mas vou ficar. - sorri - Não consigo me levantar, parece que eu perdi a movimentação das pernas - ri - não e pra ser engraçado, mas eu prefiro ver tudo desse jeito.
Dean: Eu sei é dificil, mas você vai ficar bem.
Eu: Agora entendi porque você disse que eu deveria ficar longe desse caso.
Dean: Você ajudou muito. - se sentou - até pela confissão que deu no grupo - riu - acha aquilo mesmo?
Eu: Acho que você não entendeu a parte que eu disse, "eu retiro tudo que eu disse". - ri -
Dean: Eu aprendi uma coisa sobre essa última caçada.
Eu: O que?
Dean: Que eu não posso prometer algo que não vou cumprir, algo realmente serio, ou eu prometo ou fico longe e sobre isso eu prefiro ficar longe.
Eu: Quem quer ficar por perto? acho que ninguém, eu também acho que se perdemos algo que já nascemos com, não há como ter de volta, nem deu pode trazer.
Dean: Pecado tá ai pra ser perdoado.
Eu: Perdão, por tão forte não cura a dor.
Dean: Deus purifica os pecados.
Eu: Como e que você tá aguentando falar disso, lembro de quando me disse que não se importava com o que ele fazia.
Dean: As vezes temos de acreditar.
Eu: Ok, uma mãozinha aqui - estendi a mão pra ele levantar - Ok. Já vamos sair da cidade?
Dean: Já.
Eu: Então tá. - fui até o Sam - Vamos.
Sam: Vamos

Fui andando até o carro onde estavam a Jody e a SuaAmiga conversando, caminhei com um pouco de dificuldade, mas consegui ir sozinha.

Jody: Ai está ela.- sorriu - Como você está?
Eu: Andando - ri - estou bem.
Jody: Toma cuidado querida, trabalho e muito pesado pra você.
Eu: Quando mais pesado, melhor. -
Jody: Ok meninas, já me de Sam e Dean, já estou indo.
Eu: Até a vista.
Jody: Até, adeus - entrou no carro e se foi -
SuaAmiga: Acho que deveríamos ficar um tempo por aqui até você melhore.
Eu: Eu já estou melhor, eu estou bem.
SuaAmiga: Uma hora você nem consegue andar porque seu corte se abriu e em outra você anda como se nada disso tivesse acontecido?
Eu: E exatamente isso que eu faço.
SuaAmiga: Não, sabe, você e o Dean são realmente parecidos, porque vocês dois são teimosos, orgulhosos e idiotas.
Eu: Mas alguma coisa porque eu to sem paciência pra sermão. - entrei no carro - Vamos sair de Nova York, e só o que eu quero.
SuaAmiga: Vou com o Sam.
Eu: Quer que eu sai pra ir com o Dean?
SuaAmiga: E.
Eu: No meu carro?
SuaAmiga: E.
Eu: Faço porque ele é seu namoradinho, mas se não fosse por isso você ficaria por aqui até encontrar carona - sai do carro e entrei no empala -
Dean: Ohh que que isso?
Eu: Relaxa não e um assalto.
Dean: Eu sei que não e um assalto, mas tá fazendo o que aqui?
Eu: Fui expulsa, da pra acreditar? Do meu próprio carro.
Dean: Se foi expulsa pela SuaAmiga da pra acreditar.
Eu: Aonde acha que o namorinho deles vão?
Dean; Sinceramente, a lugar nenhum.
Eu: Exatamente, e ela disse que eu sou igual a você, olha eu deveria ter acertado um tiro no joelho dela.
Dean: Eu faria o mesmo. Que sacanagem - falamos juntos. -
Eu: Eu hein.  - ri - Pensando bem, somos um pouco parecidos.
Dean: Tenho que concordar.
Eu: Qual e o nosso destino afinal - ele deu partida no carro - Pra onde vamos?
Dean: Chicago.
Eu: Tem trabalho lá?
Dean: Tem, homem foi atacado na rua depois de se declarar pra sua esposa.
Eu: Ótimo, realmente ótimo, sabe eu amo essa vida onde mal saímos de um caso e já entramos em outro, e se saímos ferrados, continuamos.
Dean: E, e assim que chegarmos em Chicago, você vai direto pro quarto porque eu não vou querer você ferida do meu lado.
Eu: Você não vai mandar em mim.
Dean: A pouco tempo disse que mal podia andar - gritou -
Eu: E agora eu to dizendo que posso, eu não vou morrer, eu dou conta.
Dean: Eu já perdi gente demais, mais um já e a gota d'agua então você fica.
Eu: Eu vou, nem que eu cuide desse caso sozinha, você entendeu?

Ficamos calado o caminho todo, talvez chegássemos pela manhã se não parássemos pra fazer algo. E como não paramos conseguimos chegar na madrugada do dia seguinte. Pegamos um hotel e nos arrumamos pra ir até a delegacia. E quando chegamos havia um detetive então mandamos ele ir embora.

Eu: Por que não explica o que aconteceu naquela noite - olhei a ficha dele - Luke, mas explica direitinho.
Luke: Eu fui ao restaurante, com minha esposa. Eu pedi que colocassem a aliança na taça pra que ela se surpreendesse com minha surpresa, e quando eu fui falar com o dono Ryan, eu vi um homem, normal, mas quando eu olhei pro espelho ele estava deformado, eu sei o que eu vi, eu sou louco. Precisam acreditar em mim, e depois quando eu sai com a Pamela do restaurante e esperamos porque eu iria a pedir em casamento ali, mas ai o Ryan apareceu ferido eu pedi pra que ela ligasse pra policia mas depois um homem com uma capa preta e com garra apareceu a jogando na parede e depois arrancou o coração do Ryan, e ai quando eu fui ver a Pamela ela estava...morta  .
Dean: Eu sinto muito, não existe monstro algum. - saiu da sala e eu fui depois -
Eu: Nossa quanta honestidade e sinceridade toda junta e misturada.
Dean: Acha que podemos dizer a verdade?
Eu: Não, ele perdeu a esposa no dia que iria se declarar, ele só quer respostas.
Dean: E "existem monstros por ai" não e uma delas pra ele, não agora.
Eu: Tá.
Sam: Acho que devemos ver o local.
Eu: Ok.

Voltamos pro hotel e tiramos as roupas, almoçamos e fomos ao restaurante,entramos escondido e assim que entramos vimos o Luke sendo atacado por um vampiro, andei até eles e cortei a cabeça do vampiro.

Eu: Acho que você tem que tomar mais cuidado com vampiros, talvez um facão na sua bolsa sempre caia bem.
Luke: O que era isso?
Eu: Um vampiro.
Luke: E o homem que eu vi no espelho? e o que matou minha mulher?
Eu: To pensando o primeiro e um aspecto e o que matou sua mulher ainda estamos vendo isso, um de cada vez meu querido. - o Dean ficou vendo o restaurante -
Dean: Aqui tá cheio de sangue e carne. - veio até a gente - O que e isso? monstros matando monstros?
Sam: Não acha que devemos olhar o corpo?
Luke: Eu vou com vocês.
Eu: Você acha que vai, você não vai.
Luke: Ou o que? vão matar a mulher que eu amo, acabar comigo e com minha vida? desculpem chegaram um pouco tarde.
Eu: Você quase foi morto por um vampiro, lá fora tem muito mais de onde veio, e tem piores, e se há monstros matando monstro você não imagina como são.
Dean: Vamos.
Eu: Okay - fomos embora. -

O Sam e o Dean foram pro legista e eu voltei pro hotel e pesquisei saber o que tava acontecendo.

Eu: Tá tudo normal por aqui tirando a parte do ataque no restaurante, vocês tem ideia de que está acontecendo aqui em Chicago?
SuaAmiga: Imaginem se Chicago está  tomada por monstro? - riu - incrível.
Eu: E.. - o celular dela tocou -
SuaAmiga: Sam e Dean estão na frente da casa do Julian Dovale, aqui tem o endereço, vem.

Entramos no carro e fomos nos encontrar com ele, quando chegamos eles estavam na frente de uma casa que mais parecia um castelo, e eles não tinham explicação do que estava acontecendo.

Eu: Tem uma coisa matando pessoas, temos que achar e mata-la.
Dean: E bom ideia, mas espera ai, você tem noção do que é?
Eu: Não.

Eu me encostei no carro quando ouvi um grito vindo da casa, corremos até lá e encontramos um cara caído no chão percebi que estava ferido com três furos na camisa, o Luke apareceu por trás de uma árvore e ajudou ele a levantar.

Dean: Quem e esse?
Luke: David.
Dean: Ferro - olhamos os guardas da casa. - Vamos corre.

Corremos até o carro e fomos embora, mais pra frente paramos pra resolver as coisas, eu sai do carro e fui até ele.

Dean: Você tá me dizendo que tem 5 famílias de monstros mandando em Chicago, o que e isso? O chefão todo poderoso de monstros?
Luke: Se for vou precisar de toda ajuda possível.
Eu: Me diz uma coisa, se são 5 famílias quer dizer que... o grupo e bem grande pra apenas 5 pessoas atacarem?
Dean: Pois e o moleque e guerreiro.
David: A Viollet não tá atendendo.
Sam: Ela e metamorfa também?
David: Lobisomem
Eu: Incrível
Dean: Incrível.
Luke: Incrível - falamos juntos. - Se ela tá com o celular e só rastrear o sinal.
Sam: E tem razão, qual e o numero?
David: Me levem com você e pronto.
Luke: Não.
SuaAmiga: Se decidem logo. - eles ficaram se olhando -
Luke: Não, fala serio não. Cara ele e uma porcaria de transformer  
Dean: Olha só, as vezes você tem que trabalhar com os caras maus pra pegar os piores.
David: Cara, eu to bem aqui.
Dean: Eu não to cego não o mané. - eu ri da piada -
Eu: Vamos - entrei no meu carro.

Os meninos foram na frente e seguimos ele e paramos em um terreno baldio, abri meu porta-malas e peguei minhas arma e enquanto fazia isso ouvia o papinho do David com o Luke.

Eu: Quando isso acabar terei orgulho de sair e nunca mais pisar aqui, me diz uma coisa no seus grupos de monstros, vocês tem o que?
David: Demônios, Dijins, metamorfos, lobisomens, brincalhões, vampiros, vetalas, e tudo que você pode imaginar.
Eu: Eu trabalhando com um monstro - ri - brincadeira.
Dean: Deixa o romantismo pra depois porque temos que trabalhar, vamos embora.

Peguei a arma e entramos devagar em duplas, seunome e David, eu e Dean, Sam e Luke, tinha duas entradas então eu fui por um lugar e o Dean foi pro outro. Senti alguém passando e quando me virei não vi ninguém, então segui o caminho e cruzei com um homem de capa e quando tentei correr ele me cortou no peito com uma faca e assim que olhei pra sua mão vi garras.

Eu: DEAN - gritei -

Ele me acertou na cabeça me fazendo desmaiar. Quando acordei minhas mão estavam amarradas em uma corda presa no teto. Havia uma moça ao meu lado ela estava consciente e muito melhor que eu, eu já não sentia minhas mãos nem minhas pernas, meu abdômen ainda estava machucando e eu estava sentindo uma dor intensa e grande, como se eu pudesse apenas focar naquela dor.

Eu: Você e Viollet? - ela balançou a cabeça fazendo sim - Não vai servir de consolo mas seu namorado tá te procurando.
Viollet: Julian?
Eu: Você tem dois? - ri - você tá melhor que eu, faz algum tempo que eu renasci e virei virgem e agora to aqui.
Viollet: O David está aqui?
Eu: E, esse ai mesmo, Romeu. - ri - ai.
Homem: Acho que vou fazer você de exemplo também.
Eu: Faz, contando que seja bom.
Viollet: Não toque nela, ela não e um de nos.
Homem: VOCÊ VAI FAZER O QUE? - ameaçou ela -
Eu: Se tocar nela terá de tocar em mim também.
Homem: OU QUE? - ele veio em minha direção - Você aqui e só mais uma inútil
Eu: E você e um idiota psicopata - ele cravou suas garras de prata em meu peito. - AHHHHHH - gritei de dor. - Para, para por favor.
Homem: Perdeu a valentia?
Eu: Nunca - ri - vai ter que me matar se quiser porque minha ironia e maior do que minha vontade de viver - ele cravou de novo - Ahhhhhh ahaha - meu grito soou como uma gargalhada. -
Homem: Vocês parecem humanos, agem como humanos mas no fundo são apenas monstros.
Eu: MONSTRO E VOCÊ, VOCÊ TÁ FAZENDO ISSO COM A GENTE.
Homem: Eles mataram o meu filho
Eu: Você matou mais que uma pessoa, mas ainda tem muito mais de onde veio, um exercito e pra deter um exercito e preciso de um, e você e apenas um lixo no meio de monstros comandando a cidade.
Homem: O que?
Eu: Isso mesmo. - ele arranhou meu rosto -
Homem: CALADA.

Eu fiquei quieta e olhei a Viollet se armando e virando lobisomem enquanto ele me atacava. Eu já estava desejando morrer se continuasse pendurada ali. Enquanto ele me torturava a fúria da Viollet estava ficando pior, quando as cordas de arrebentaram e ela atacou o homem. Com toda minha força eu puxei as cordas e elas arrebentaram de uma vez, fui até ela e a acalmei.

Eu: Tá tudo bem. - levantei ela -

O Sam, Dean, Luke, SuaAmiga e o David apareceram, a Viollet me segurava enquanto eu não podia e nem aguentava minhas pernas.

Dean: Perdemos algo?
David: Viollet. - gritou -
Homem: Você, eu me lembro de você, eu sinto muito pela garota, mas eu não tive escolha ela estava no caminho, você entende, eu sei que entende, eles são monstros - olhou pra Viollet -
Luke: Eu só vejo um monstro aqui - atirou no homem -
Eu: Dean - cai no chão. -

A Viollet me pois em seu colo até o Dean descer pelas escadas, eles trocaram de lugar.

Eu: Até quando eu vou ficar em um caso sem ser morta?
Dean: Você vai ficar bem - me levantou -

Ele me levou pro carro e ajudou a fazer curativos, levamos a Viollet e o David pra casa e logo em seguida o Luke, eu agradeci a ela e depois fomos embora, levamos o Luke até o apartamento dele.

Eu: Você mora sozinho?
Luke: Minha irmã mora do outro lado da cidade e meu pai morreu.
Sam: Acho que deveria ficar perto dela por um tempo.
Luke: E, mas eu vou cuidar da cidade.
Eu: Acha que da conta de uma família de monstros? vamos entrar em contatos com alguns caçadores e mandar eles cuidarem disso, só não entre nesse lance de caçar, não e pra você.
Luke: Não, eles acabaram com a minha vida.
Eu: Vai por mim, eu perdi minha família também, eu tenho um irmãozinho, um bebe, minha mãe foi morta por demônios e meu pai por vetalas, e foi tudo minha culpa, eu me sinto bem, eu superei. To tentando não estragar tudo outra vez, então se cuida.
Dean: Todos estamos caçando por uma razão, e não paramos porque nos atraímos monstros.
SuaAmiga: E cada um de nos tem uma historia triste ou trágica pra contar, mas nem parece.. nos seguimos em frente, faça o mesmo.
Eu: E. - sorri - Obrigada pela pista Jake.
Dean: Se cuida. - eu entrei no carro -
Sam: Vou com a SuaAmiga.
Eu: Okay.

Me despedi do Luke depois fomos embora. No caminho eu fiquei cuidando dos ferimentos do meu rosto e do resto do meu corpo. Tirei a camisa e limpei o sangue do meu peito.

Dean: Isso vai demorar um pouco pra sair.
Eu: Acredite, eu sou um gato, tenho 7 vidas.
Dean: Com essa que você quase morreu já se foram 4, acho que deveria ficar longe por um tempo.
Eu: O que adianta me afastar se eu posso morrer de qualquer jeito, se eu morrer que seja lutando.
Dean: Teimosa.
Eu: E.. essa e minha vida não e - limpei o corte - eu tenho que continuar.
Dean: E se for morta?
Eu: Eu vou pro inferno ou pro céu não e? então... um dia nos veremos por lá. Talvez mais cedo que o normal, você também te a morte ao seu lado. - ri -
Dean; E..

Pegamos a estrada pro Kansas, eu encostei a cabeça no vidro sem a intenção de descansar apesar de estar exausta e acabei dormindo. Acordei com o Dean me batendo pedindo pra acordar.

Dean: Pensei que não quisesse comer.
Eu: Eu tava no meu melhor sonho, onde eu sonhava que você não existia.
Dean: E muito amor.
Eu: Prefiro chamar de ódio. E ai?
Dean: Você me ama, por que não diz logo? - eu me desfiz do sorriso -  O que foi?
Eu: Cala a boca.
Dean: Ok, vamos parar um pouco com os casos até você melhorar, até lá pra mim tudo bem, e você?
Eu: Estou bem.
Dean: Não está, ontem me disse que estava morrendo e hoje tá me dizendo que está bem, você não está.
Eu: Acontece que ontem foi ontem, e adivinha, hoje e hoje.
Dean: Vai por mim eu sei quando as pessoas estão mal, e você está ferida.
Eu: Eu vou ficar bem. - ele sorriu -

Ficamos na estrada até anoitecer e ai paramos pra comer. Arrumei as coisas no meu carro antes de entrar no bar então pedi pra eles irem na frente que depois eu iria. Enquanto eu ajeitava as armas na porta-malas eu vi um jornal no chão e tinha manchete como "Duas pessoas desaparecem do estado de Kansas na mesma semana." peguei o jornal e coloquei no bolso do casaco, fechei o carro e fui andando até o bar. Entrei e procurei onde eles estavam e quando os achei sentados, me sentei mostrando o jornal ao Sam já que dessa vez iria ficar fora da caçada.

Sam: O que acha que deve ser?
Eu: Não sei, eu acho que devo ficar fora dessa vez, completamente. - olhei pro Dean. - SuaAmiga pode ajudar vocês
Sam: Ok, amanhã vamos ao necrotério ver os corpos e a SuaAmiga vai falar com a policia.
Dean: Bom saber que está longe, uma de nossas melhores.
Eu: Se decide se me quer longe ou por perto querido, você me quis longe, não vou morrer um dedo pra ajudar, até volta..
Dean: Então vai... - o Sam o interrompeu -
Sam: Melhor assim, acho que você está machucada demais pra ficar nessa caçada.
Eu: A única coisa com que ajudarei e as pesquisas.
Sam: Vai ajudar muito.
Eu: Deveria ser mais como seu irmão, ninguém gosta de gente ignorante.
Dean: Melhor calar a boca.
Eu: Vai fazer o que? antes de você pegar sua linda arma eu te furo com minha faca - tirei a faca do bolso -
Dean: Deixa a faca no bolso do casaco? quem faz isso?
Eu: Eu, não, o FBI faz isso - mostrei a identidade. -
SuaAmiga: Vocês parecem crianças, vocês já tentaram se entender ou respeita um ao outro? - nos dos viramos a cara - não né? mas lembrando, o ódio muitas vezes se torna amor.
Eu: No dia que estiver apaixonada por ele você pode atirar em mim.
Dean: Digo o mesmo pra você Sam.
Sam: Dá pra parar. Vamos procurar um hotel.

Levei um lanche pra viagem e procuramos um hotel. Pegamos um quarto, comi a comida e depois fui dormir... Na manhã seguinte quando acordei não tinha ninguém no quarto além de mim, me levantei e sai pra comprar comida e depois voltei. Olhei o celular e tinha uma ligação do Dean, mas não retornei... Quando deu umas 2h da tarde o Sam voltou sozinho.

Sam: Jax House, trabalha em uma mercearia e depois do trabalho ele ia ao bar próximo. E Kate Moore também foi vista pela ultima vez no mesmo bar.
Eu: Onde estávamos ontem?
Sam: Sim, o Dean disse que iria falar com as pessoas que o viram, eu falei com os familiares. - SuaAmiga chegou - e ai como foi no necrotério.
SuaAmiga: Olhei os corpos, e dessa você não espera, havia mordidas no pescoço de cada vitima, no começo pensei em vampiros, mas os órgãos não estavam, e o legista disse que todo o sangue possível foi retirado do corpo.
Eu: Lobisomens?
SuaAmiga: Talvez, também pensei em uma coisa, vetalas.
Eu: Elas não tiram os órgãos.
SuaAmiga: E vampiros e lobisomens não sequestram, eles vão ao que interessam.
Sam: Vamos esperar o Dean chegar.  

Ele ficou o dia inteiro fora, e na madrugada quando Sam e SuaAmiga se descuidaram e não perceberam, peguei meu casaco e sai e peguei o carro. Tentei ligar umas 4 vezes e o motor não conseguiu pegar.

Eu: Droga. - sai e bati a porta do carro com força -

Resolvi ir a pé mesmo, coloquei a chave no bolso e fui andando. Enquanto andava ouvia passos e senti que estava sendo seguida mas quando me virava não havia ninguém. Acelerei meus passos e senti alguém me puxando pra trás e colocou uma faca no meu pescoço.

xxx- Fique quieta. - riu - todo esforço que fiz valeu a pena.
Eu: Não - peguei a arma.

Me virei pra mirar a arma mas ele conseguiu me atingir primeiro... Quando acordei estava amarrada em uma cadeira, tentei me soltar mas não consegui.

xxx- Sabe o quão dificil foi procurar comida, e depois que soube que haviam caçadores na cidade eu pensei por que não junta-los, mas um de cada vez, um pro almoço, pro jantar e sempre tem a melhor parte a sobremesa, e eu quero o Dean Winchester pra sobremesa
Eu: Por que não você no purgatório queimando?
xxx- Nos vampiros somos ótimos caçadores, e quando se trata de enganar pessoas, basta estalar os dedo .
Eu: Não somos burros, somos caçadores, sabemos do que enfrentamos.
xxx- Você não sabia quando peguei você no estacionamento.
Eu: Covardia, eu ainda revidei.
xxx- Lenta demais. - deu um tapa na minha cara - Eu sei que um dos Winchesters vão vir atrás de você.
Eu: Ou não, eles tão ocupado agora com garotas, então me mata logo se vai te fazer feliz.
xxx- Você tem um dia. - foi embora -

Passei a noite rezando pra que o Dean, Sam ou SuaAmiga dessem conta de que eu não estava no hotel e que viesse ou eu daria conta sozinha. Me mexi na tentativa de achar minha faca e encontrei ela presa na minha cintura mas não a peguei com medo de que o vampiro entrasse na sala. Olhei pra janela e já estava de manhã... Fiquei mais de 5horas presa na sala sem chamar ou ver ninguém, sem comer ou beber algo. Já havia escurecido... Peguei minha faca e com cuidado consegui cortar a corda.. Peguei meu celular e liguei pro Dean mas o só dava em caixa de mensagens então fui andando até a porta que dava em uma rua vazia e escura. De longe consegui ver um carro vindo e quando se aproximou vi que era o empala do Dean.

Dean: SEUNOME. - o vi de longe -
Eu: VÃO EMBORA, E UMA CILADA, SAIAM - gritei
Dean: SEU NOME CUIDADO

Sem perceber o vampiro estava atrás de mim e quando me virei  ele me acertou com a faca e furou minha barriga.

Dean: NÃOOOOOOOOOO - correu até a mim. - Sam...
Sam: Vamos. - correu atrás do vampiro com a ajuda da SuaAmiga -
Eu: Sempre disse que eu estava com um pé no inferno e outro na terra, mas não pensei que seria hoje.
Dean: Cala a boca.
Eu: Eu odeio você
Dean: Olha pra mim, você não vai morrer, ok? não vai, e quando isso acabar eu juro que vou dar um jeito de te tirar disso.

Ele me colocou no carro e dirigiu até o hospital, me carregou no colo e gritou por ajuda dos médicos. Me colocaram em uma cama e me doparam... Quando acordei o Dean estava ao lado da cama com a cabeça baixa.

Eu: De.. - não consegui falar -
Dean:  Hey hey. - sorriu -
Eu: Estou em um hospital, de novo, e e exatamente onde iremos parar depois da minha morte oficial.
Dean: Você não vai morrer, eu não vou deixar.
Eu: Você me tirou da cidade primeiro e depois me trouxe pro hospital, eu adoro esse seu jeito. - tirei as agulhas de soro do meu braço -
Dean: O que está fazendo?
Eu: Me reerguendo.- me sentei -
Dean: Ok, você..
Eu: Eu estou bem, ótima pra falar a verdade. - sorri - eu juro.
Dean: Sam e a SuaAmiga estão trabalhando em um caso.
Eu: Eu sei, você quer me manter longe.
Dean: Não, eu não consigo, eu não quero que você fique longe. - riu - e estranho porque eu to dizendo isso, mas prefiro a gente junto, vai ser mais fácil.
Eu: Tá brincando não e?
Dean: Não,porque precisamos de você. - me olhou -

Eu: Sabe quando terei alta?
Dean: Não, ainda não.
Eu: Então vamos. - me levantei -
Dean: O que?
Eu: Se acha que vou ficar aqui em um hospital, você tá enganado.
Dean: Consegue andar?
Eu: Até correr se der.
Dean: Tudo, vamos ter que localizar o Sammy e ir até ele. - ligou - estranho.
Eu: O que?
Dean:  Tá desligado. - se levantou - vamos.
Eu: Vou te fazer um favor ligando pra SuaAmiga.
Dean: Obrigado.

Saímos escondidos do hospital e entramos no carro pegando a estrada, no caminho tentei ligar pra SuaAmiga e também estava desliga. Até mesmo o GPS do celular do Sammy e o dela estavam desligados e nem sinal dos dois. Paramos um pouco e comemos um sanduíche no restaurante da esquina, peguei os notebook e tentei localizei eles mas a localização não se concluía então continuamos a tentar a ligar para eles.

Eu: Que estranho, eles dois não atenderem ou retornarem. - guardei o telefone. -
Dean: Estranho e não saber a localização deles, eles me disseram que ficariam bem enquanto fossem caçar.
Eu: Idiotice foi deixar eles dois irem caçar.
Dean: Ok.
Eu: Iriam caçar o que?
Dean: Não sei, eu estava no hospital quando o Sammy ligou e disse que estava em um caso com a SuaAmiga, mas ok, vamos. - se levantou e deixou o dinheiro. - vou tentar ligar pra SuaAmiga.
Eu: Tá. - se afastou e ligou -
Dean: Nada.
Eu: Sabe o que foram caçar?
Dean: Não me disseram.
Eu: Ótimo, vamos descobrir. - o telefone tocou - coloca no viva voz.  - ele fez isso. -
Dean: Sammy.
Sam: Dean, precisamos de ajuda.
Eu: Sabemos, o que tá acontecendo?
Sam: SeuNome? pensei que estava no hospital com o Dean.
Eu: E bom poder falar com você Sammy, mas e ai o que aconteceu?
Sam: Estou em uma caçada e acho que você vai se lembrar da Krissy, ultima caçada procuramos um vampiros que mataram os pais delas.
Dean: E...?
Sam: Soube que estão caçando novamente.
Eu: Caçando o que?
Sam: E isso que eu preciso de ajuda, eu consegui localiza-los, e descobri o que estavam caçando uma Anfisbena.
Eu: O que é?
Sam: Uma criatura da mitologia, em grego significa "que vai em duas direções. " usa forma humana mas sua verdadeira face contem duas cabeças, a lenda conta que a Anifisbena contem uma cabeça na calda facilitando a movimentação da serpente.
Eu: Vai ser fácil encontrar uma pessoa humana com duas cabeças.
Sam: E pode se mover e mudar de direção com facilidade, se alimenta de cadáveres  e uma ótima caçadora.
Eu: Como podemos mata-las?
Sam: Ainda não tenho a certeza mas andei pesquisando e descobri que são letais a prata.
Eu: Acho que vamos precisar de um facão.
 Dean: Onde você está?
Sam: Conway, Kansas.
Dean: Algumas horas daqui, estamos indo. - desligou -
Eu: Quem é Krissy, Dean?
Dean: Uma longa historia.
Eu: Tem versão resumida?
Dean: Trabalhando uma vez em um caso de vetalas eu, Sam, ela e o pai dela, depois de um tempo a encontramos, o pai tinha morrido e ela estava caçando pelo vampiro que o matou, mas ela mal sabia que o Vitor um "amigo" estava criando falsos vampiros pra que eles terem suas vinganças.
Eu: E depois disso?
Dean: Os deixamos com os amigos dela, ela me garantiu que não entraria nessa vida.
Eu: Prometi a minha mãe que não entraria nesse negocio de caçada, e eu me tornei uma caçadora. Talvez não seja a promessa quebrada, Dean e sim o passado que bate a porta e acaba entrando sem pedir.
Dean: Não é isso, ela é uma criança.
Eu: Qual é Dean, entramos nesse trabalho cedo, não deu certo. Viramos caçadores, proteção nunca foi nosso forte, ou foi?
Dean: Não, mas mantemos o cuidado.
Eu: Não mantemos o cuidado, olha pra nos, temos um pé na terra e outro no inferno, isso pra você é manter o cuidado. Apenas conseguimos escapar de algumas situações, eu tenho mais de 7 vidas, e quase todas foram quebradas, imagina quando eu tiver de...
Dean: Isso não vai acontecer, eu não vou deixar. - me olhou -
Eu: Tudo bem, tá, vamos parar pra comer? - olhei o relógio -
Dean: Sim.

Ele estacionou o carro em frente a um barzinho, peguei minha bolsa junto com meu notebook e entrei com ele e me sentei em uma mesa enquanto ele pedia o jantar e pesquisei sobre a Anfisbena.

Dean: O que descobriu?
Eu: Não muita coisa, e as mesma coisas que o Sammy, mas sei como mata-la. Anfisbena e uma criatura da mitologia grega.. bla bla bla, obtém duas cabeça. Nas lendas antigas as anfisbena costumava matar para se alimentar dos cadáveres da vitimas escolhida pela cobra, seu veneno poderoso era utilizado nesse processo e uma só picada poderia ser mortal, acho que temos um problema. Mas continuando, em algumas lendas antigas a criatura costuma  levar as vítimas pra casa e comer aos poucos e podem ser mortas por prata.
Dean: Acha que temos chances?
Eu: E porque não teriamos?
Dean: Nada dá certo.
Eu: É, não temos o melhor mas acho que podemos fazer o melhor, não acha? - os lances chegaram - come.
Dean: Temos que achar o Sam, antes que aquela coisa ache ele - se levantou - leva pra viagem.
Eu: Tá. - levantamos - 

Ficamos horas dirigindo até Kansas e chegamos pela manhã. Tentamos ligar pro Sam e saber onde ele estava mas o celular só da em caixa de mensagem. Localizamos ele pelo o celular e assim que vimos que estava próximo fomos até lá. O hotel onde dava a localização do celular do Sam estava aberto com pouca movimentação. Conversamos com o recepcionista do hotel e ele disse que o Sam a ultima vez que viu Sam ele estava chegando sozinho e não saiu. Pedimos pra ver o quarto e quando chegamos ele estava todo revirado, roupas e bolsas pelo chão.

Eu: Ótimo, e agora?
Dean: Não sei.
Eu: Celular da SuaAmiga.

Localização eles e ao cair da noite fomos até o galpão abandonado e ficamos um tempo dentro do carro.

Dean: Atire pra matar.
Eu: Se sairmos dessa ilesos, você paga a bebida.
Dean: Feito - saímos do carro. -  

Andamos e entramos no galpão devagar, em uma cadeira estava o Sam e a outra a SuaAmiga, fui até eles com cuidado. Eles estavam desacordados, coloquei a arma no chão e peguei a faca para solta-lo. Ouvi passos e não era do Dean, peguei a arma rapidamente e me virei.

xxx- Que bom que veio pra sobremesa, achei que iria demorar, mas chegou em boa hora já que eles está uns cacos. -

Ela desapareceu em um piscar de olhos e apareceu atrás de mim me empurrando contra parede. Tentei me por de pé mas a criatura apertou com suas mãos meu ferimento na barriga.

Eu: Parece que minha testa está escrita, aperte minha barriga.
xxx- Vai por mim, isso só vai fazer cócegas perto do que vou fazer com você. - empurrou a mão mais pra dentro -

Vi o Dean se aproximando por trás e bem na hora ela se vira.

XXX- Não dessa vez - o agrediu - acho que eu não saberia que viria com amigos, Dean Winchester e bem conhecido no Purgatório ou quem sabe no inferno.
Dean: Se não fosse pela mitologia eu nem saberia que você existia.
XXX- A mãe que nos criou, a centenas da minha espécie esperando por um momento como meu, e acredite nem todos tem a chances de sair do Purgatório e dar de cara com os Winchesters e ainda mais come-los.
Dean: Mulher de sorte.
XXX- Acredite, eu sou. - riu - Mas eliminar suas amigas e seu irmão acho que vai ser mais doloroso pra você Winchester,  mas então deixa eu apenas terminar o serviço - ela mordeu a SuaAmiga. -
Eu: NÃO!
XXX- O QUE? - veio até mim -
Eu: Sabe - me levantei - Recebeu fatos sobre os Winchesters, mas o Purgatório ainda não me conhece. - enfiei a faca em seu peito. - Eu ainda vou cobrar pela bebida.
Dean: Depois dessa, tudo bem.
Eu: Vem - dei a mão a ele e o levantei.- Ajuda o Sammy.

Eu desamarrei a SuaAmiga e ela foi acordando aos poucos e ao mesmo o Sam. Eles estavam muitos fracos e com pouco sangue, a criatura havia sugado quase todo seu sangue.

Eu: Você estão bem?
Sam: Ficaremos.
Eu: Ótimo.
Dean: Vem - ajudou o Sam

Levamos  eles pro hotel e ajudamos com os curativos, e depois foram descansar. Vi o Dean sentado no carro bebendo cerveja. Fui até ele e fiquei ao seu lado.

Eu: Ficou tudo bem.
Dean: Ainda tenho que te pagar.
Eu: E... quanto isso.. Dean - eu tirei a cerveja da sua mão - Acho que..

Eu me aproximei dele lhe dando um beijo.

Eu: Me desculpa.. 
Dean: Tudo bem.
Eu: Acho que podemos pegar a estrada a tarde, o Sam e SuaAmiga não estão feridos ou precisando de atendimento medicos então podemos continuar, o que acha?
Dean: Acho que podemos.
Eu: Ok. - sorri - Eu já vou indo dormir.
Dean: Tá, tudo bem, depois eu vou.

Entrei no quarto tirando os meus sapatos e logo em seguida me deitei na cama me cobrindo com o edredom. Demorei um pouco pra conseguir dormir, mas logo peguei no sono. Na manhã seguinte quando me virei não havia ninguém no quarto, apenas eu, dormindo. Me levantei, coloquei meus sapatos e o meu casaco e sai. O carro do Dean ainda estava estacionado e ele estava dentro dele com uma caixa de rosquinhas.

Dean: Bom dia. - limpou a boca -
Eu: Bom dia.
Dean: Quer? - ofereceu as rosquinhas -
Eu: Não, obrigada. E o Sam e a SuaAmiga onde estão?
Dean: Mercadinho.
Eu: Sim.
Dean: Pegaremos a estrada agora, a noite vamos parar um pouco, por enquanto não temos trabalhos.
Eu: Ótimo.
Dean: Eu disse por enquanto.
Eu: E eu disse ótimo, ou não ouviu?
Dean: Eu ouvi.
Eu: Ótimo.
Dean: É..
Eu: É.. - me encarou -
Dean: Por quanto tempo vamos ficar nessa?
Eu: O que?
Dean: Eu e você.
Eu: O que tem nós?
Dean: Existe algo forte entre nós.
Eu: Não minta para si mesmo, Dean. - ri -
Dean: Eu to falando serio, não preciso mais fingir que não existe.
Eu: Eu.. - vi o Sam vindo de longe. -
Dean: Okay.
Sam: Ah... oi.
SuaAmiga: Aqui - me deu o copo de café-
Sam: Podemos ir?
Dean: Claro  - me olhou -
Eu: Vamos. - peguei as chaves. -

Pegamos a estrada e a noite paramos em um hotel. Sai pra beber e deixei o pessoal no hotel enquanto bebia. Estava sentada quando vi o Dean chegar e se sentar ao meu lado.

Eu: Como me achou?
Dean: Esse não é o único bar da estrada, mas é o mais perto, e como não saiu com o carro, foi o meu palpite.
Eu: Hum..Queria ficar sozinha.
Dean: Ah, claro. - se levantou -
Eu: Eu falei que queria ficar sozinha, mas não te expulsei.
Dean: Não, claro.
Eu: É..
Dean: Dois whisky. - pediu - Acho que já está na hora de pegar um pouco pesado.
Eu: Serio?
Dean: Por que não?
Eu: Ok.

Apostamos que quem bebesse mais e primeiro pagava tudo e eu consegui beber mais e muito mais rápido que ele. Me senti mal logo depois e ele me ajudou a ir até o hotel.

Dean: Você não poderia está pior.
Eu: Eu fico melhor que você quando está bêbado, você fica insuportável.
Dean: Olha quem fala, você está sendo carregada.
Eu: Dane- se.

Empurrei ele e continuei andando sozinha na frente. Fui cambaleando e assim que cheguei na porta do hotel eu cai no chão.

Dean: Vem - puxou meu braço e me levantou -
Eu: Não.
Dean: Não teime comigo, eu vou ajuda-la, ok?
Eu: Não é o seu trabalho, você não é minha babá.
Dean: dane-se - me beijou -

Dean: Vem.

Ele me levou para o outro quarto do hotel, abrindo a porta e me jogando para dentro do quarto.

Eu: Você..
Dean: Shhh. - me beijou -

As coisas continuaram esquentado, era tudo que eu sempre quis, tê-lo. Ele me colocou no colo me levando para a cama..

                                                                              (...)

Manhã seguinte não havia ninguém no quarto além de mim, coloquei minha roupa e sai do quarto. No carro estava o Sam com um jornal na mão e um copo na outra. Caminhei até ele e me sentei ao seu lado em cima do capo do carro.

Eu: Oi. - sorri -
Sam: Bom dia.
Eu: E.. bom dia, e ai? trabalho?
Sam: Ah... sim! Em Ohio.
Eu: O que tem em Ohio pra nós?
Sam: Parece que ontem a noite uma mulher foi atacada.
Eu: Até ai normal.
Sam: Mas a vítima tinha marcas de presas no pescoço.
Eu: Lobisomem?
Sam: Talvez, estou pensando em vampiros.
Eu: Eu nem pensei nessa possibilidade.
Sam: Tudo bem..
Eu: Ok.
SuaAmiga: Então Sammy.. - ela me olhou - Bom dia Cinderela, Dean me contou que você se embebedou, que lindo.
Eu: Me erra.
SuaAmiga: Também te amo, então contou sobre o caso que achamos em Ohio.
Eu: Sim, e eu não te amo. - sorri - Brincadeira, por falar no Dean, onde ele está?
SuaAmiga: No banho.
Dean: E..  mas já terminei.
Eu: Ótimo, acho que podemos ir agora pra Ohio, e vocês?
Dean: Não acho, podemos.
Eu: Tá.
Dean: Você vem comigo.
Eu: Eu?
Dean: É, por que? 
Eu: Nada.
Dean: Ok.

Peguei minhas bolsas e coloquei no banco de trás. Entrei e me mantive em silêncio o caminho todo até Ohio onde chegamos na manhã seguinte. Pegamos dois quarto, já que a SuaAmiga pediu pra que ficasse sozinha com o Sam.. Não falei uma palavra com o Dean desde de que entramos no carro..

Dean: Eu não posso, não posso. - me olhou - Não posso fugir disso.
Eu: Okay.
Dean: Você não entende.
Eu: Não porque eu deveria?
Dean:  Eu fico tão louco isso tem que parar, eu sinto como se estivesse preste a subir pelas paredes, entende?
Eu: Sim, eu entendo.
Dean: Mas eu não posso assumir.
Eu: Não agora, eu também entendo.
Dean: Me desculpe.
Eu: Não tudo bem, não daria certo.

Deixei minhas coisas onde estavam e peguei a chave do meu carro..Fui até o bar mais longe possível para que ele não me seguisse. Assim que escureceu resolvi ir embora já que o bar estava fechando. Paguei a conta e fui até o carro.. Me enrolei na hora de abrir a porta e acabei deixando cai-las e quando fui pega-la vi um vulto passando e logo peguei a arma. Quando percebi que não havia ninguém me virei e novamente senti o vulto outra vez mas quando virei vi uma pessoa e ela me empurrou contra o carro fazendo com que eu batesse a cabeça no vidro

                                                            (...)

Assim que acordei e tentei me mexer percebi que estava totalmente presa. Haviam mais 4 meninas presas ao meu lado e todas já tinham virado vampiras. Um homem entrou na sala dando sangue a primeira moça que estava presa

xxx- Olha quem acordou. - riu -

Ele se aproximou. Havia uma agulha retirando meu sangue, e por mais que eu tentasse me mexer mais doía. Aos pouco ia me sentindo mais fraca, e cada vez mais.

xxx- Eu preciso de você intacta, sabia? Quero o melhor pro final, você é apenas a sobremesa e a isca para o Winchesters, eu esperei muito por isso, ter eles como refeição principal, por ter matado minha família.
Eu: Deixe-me ir.
xxx- NÃO. - gritou -
Eu: Não precisa gritar, estou bem aqui. - arregalei os olhos - Mas sabe de uma coisa que você não sabe, pros Winchesters eu não sou nada menos que ninguém, eles não se importa.
xxx- Uhum.. Então aproveite o intervalo. - mostrou a faca. -

Passei mais algumas horas presa quando o homem trouxe mais uma moça e a prendeu.

XXX- Vocês deveriam me agradecer, eu dou comida a vocês. Vocês são como minhas filhas.
Eu: Você é tudo, menos como um pai pra mim. - ele caminhou até a mim.
XXX- Deveria ter mais cuidado.
Eu: Ou o que? - Ele passou a faca em meu rosto -
XXX- Não irei te morder, não ainda.

Ele tirou a faca de perto de mim e saiu pela morta. Lembrei que havia uma faca no meu bolso e tentei puxa-la devagar e cortei as cordas. As meninas estavam desacordadas e não me viram sair. Estava fraca mas conseguia me movimentar de pressa. Não sabia onde estava porém sabia que era uma floresta e peguei o primeiro caminho que encontrei e fui embora sem olhar pra trás. Caminhei o mais rápido que pude já que não conseguia correr. Parei um pouco pra descansar em uma árvore. Eu tinha que sair dali e já estava escurecendo. Ouvi barulho de motor de carro e fui andando até onde vinha o som. Parei novamente em uma árvore e senti alguém puxando meu braço e quando me virei era o vampiro. Ele me pões contra a árvore com a faca em minha barriga.

xxx- Seu dia de sorte.
Eu:  Me deixe ir.

Vi o Dean chegando por trás com o Sam e SuaAmiga.

Dean: Solta ela. - ele olhou pra trás.
xxx- Vai precisar mais que isso.

Ele se virou furando minha barriga com a faca e me soltou no chão.

Dean: NÃO. -

Pude ver o Dean cortando a cabeça do vampiro sem pena e logo após furando varias e varias vezes seu peito. Tirei a faca do meu estômago e tentei me sentar e consegui com dificuldades.

Eu: Dean. - o chamei - DEAN.
Sam: Vamos levar você pro hospital, vai ficar tudo bem.
Eu: Me deixe ir.
SuaAmiga: NÃO, NÃO, eu não posso..
Eu: Por favor.

Senti minha respiração parando aos poucos, e meu coração parando devagar.  O Dean me abraçou forte e foi o último abraço..


                                                         ~ SAM NARRANDO ON ~

Sam: Dean.

Tentei puxa-lo mas não tive sucesso, ele se levantou pegando a (SeuNome) no colo e a levando para o carro.

domingo, 14 de setembro de 2014

Stop the world - Capitulo 25

Stop The World

Capitulo Anterior

Ele me deitou no banco de trás do empala e me levou até o hospital.

............................AGORA................................

Eu: Não devia me trazer pra cá, podíamos apenas fazer um curativo.
Dean: Não conseguia se erguer de pé.
Eu: Eu disse que estava bem, já aconteceu antes..
Dean: Aconteceu, mas não quer dizer que vai ser igual as últimas vezes.
Eu: Eu sei.
Dean: Daqui a pouco vamos embora.
Eu: Conseguiu alta?
Dean: Digamos que sim. - ele jogou roupas em mim - Vista-se.

Me levantei e fui pro banheiro com dificuldade, coloquei a roupa e sai do quarto e caminhei até o estacionamento devagar, parei na porta de um consultório pra respirar um pouco pois não conseguia andar muito rápido e me cansava fácil. Haviam dois doutores conversando e mesmo sem querer ouvi a conversa deles.

Doutora: Há dois caçadores aqui, um dos irmãos Winchester.
Doutor: Qual deles?
Doutora: Dean.
Doutor: E a outra e uma paciente minha, avisem aos outros e não deixem que eles saiam do hospital.

Antes que a doutora pudesse me ver acelerei meu passo mesmo com dificuldade pra andar, corri me apoiando nas coisas e procurando o Dean. Sem ar me encostei na parede e senti uma mão em meu ombro, eu rezei pedindo que não fosse um dos médicos, com medo eu me virei e vi o Dean, me senti aliviada e dei um abraço nele.

Dean: O hospital está cheio de demônios.
Eu: Eu sei.
Dean: Liguei pro Sam e ele já está no estacionamento, vamos.  
Eu: E vamos deixar o hospital nas mãos desses demônios?
Dean: Estão aqui por uma razão.
Eu: Qual?
Dean: Por nos, eles não ligam pras pessoas que estão aqui, mas ligam pra nós, então vamos - ele me puxou e eu fiz força pra ficar -
Eu: A gente sempre luta.
Dean: Você tá ferida.
Eu: Eu estou andando não estou?
Dean: Vamos - pegou minha mão -

Ele me puxou com força pra fora do hospital. Olhei pra trás e vi pessoas nos seguindo, provavelmente estavam possuídas, tentamos correr e quando chegamos no estacionamento procuramos o empala.

Dean: DROGA SAM. - olhei o empala de longe. - Eles estão vindo.
Eu: Olha o Sam lá - apontei. -
Dean: Consegue correr?
Eu: Não te garanto isso.
Dean: No três, um, dois e três.. - corremos até o carro -
Eu: Pera ai, eu não aguento mais. - parei -
Dean: Só mais um pouco.

Dois homens estavam vindo atrás da gente, tentei correr de novo e quando eles se aproximaram o Sam acelerou o carro o máximo que pode, atrás estava a SuaAmiga com o meu carro. Entrei depressa no empala e o Sam deu partida. Me senti mais aliviada quando entrei no carro e vi que já estávamos longe daqueles demônios. Ficamos horas na estrada, eu me deitei no banco de trás e conseguir dormir.. Manhã seguinte acordei com o abdômen doendo muito, me levantei e percebi que estávamos parados em um estacionamento, eu sai do carro e tranquei a porta, andei com dificuldade até um bando perto do supermercado e observei as pessoas que passavam. De longe vi o Dean saindo da doceria e vindo em minha direção, na mão tinha dois cafés, ele se sentou no banco e me deu um copo.

Dean: Como está se sentindo?
Eu: Mal.
Dean: O que tem?
Eu: Dores, mas passa. - desviei o olhar. -
Dean: A ferida tá melhor?
Eu: Não, ainda sinto dores.
Dean: Vai cicatrizar - vi o Sam e a SuaAmiga vindo de longe -
Eu: Eles parecem felizes juntos.
Dean: Só parecem.
Eu: O que aconteceu com eles?
Dean: Brigaram quando chegamos aqui. - ele abaixou a cabeça. -
Eu: E o Sam? Como acha que ele vai reagir quando souber da Amy.
Dean: Ele não vai saber, okay? - eles se aproximaram - Fica quieta.
Sam: Ah.. Oi. - sorriu - Você tá melhor?
Eu: Sim.
SuaAmiga: Acho que deveríamos pegar a estrada.
Eu: Já encontraram algum trabalho na cidade? - falei me levantando -
SuaAmiga: Mesmo se tivéssemos você não iria ferida - eu soltei uma risada leve -
Eu: O que te faz pensar que eu não iria? Desde de que eu sei, estou ferida, mas não morta.
Sam: Okay, vamos então.  - ele jogou a chave do carro pro Dean - Vou com a SuaAmiga.

Entrei no carro, e encostei a cabeça no vidro fechando os olhos.

Dean: Ah.. tem um caso em Nevada - ele me deu um susto - um caso estranho, um competidor morreu depois de participar de um concurso de comer cachorro quente.
Eu:  O que aconteceu?
Dean: Ele foi atacado no carro, eu queria dizer que e um caso comum como o outros, mas não e por ai, ele encolheu de 136 para 40kg.
Eu: Bruxaria?
Dean: Ou um laxante poderoso. - deu partida - e nesse momento vamos a delegacia ver o que tá acontecendo.
Eu: Não vamos nos hospedar.
Dean: Sim.

Mais pra frente ele parou perto de um hotel, pegamos um quarto e nos arrumamos e fomos a delegacia...

Policial: Sou a Hillary, eu não sabia que o FBI trabalha em trio.
Eu: Vai por mim, trabalhamos até em quarteto. - sorri -
Hillary: Aqui o relatório do legista. - entregou ao Sam -
Sam: Louis Dallas pesava 136k momentos antes de morrer?
Hillary: Na verdade 143kg.
Dean: E a causa oficial da morte?
Hillary: Ataque cardíaco, mas aqui entre nos e só um palpite, a vitima sofreu danos os órgãos, baço rompido, fígado perfurado, falência do pulmão, parece que tudo foi sugado de dentro dele - pegou um copo de café -
Dean: Como se ele tivesse sido aspirado?
Hillary: E tipo isso colegas, - ofereceu rosquinhas pra gente -
Dean: E, eu aceito - comeu -
Eu: Limpa a boca - limpou -
Hillary: Estamos perplexos, esse tipo de coisa não acontece por aqui.
Eu: Louis tinha inimigos?
Hillary: Era mais uma rivalidade hostil, um cara chamado Don Hermes, como o Louis ele também era conhecido pelo circuito da comida competitiva.
Eu: Circuito da comida competitiva?
Hillary: E, o pessoal da cidade leva muito a serio a competição, eles comem feijão assado, asinhas, manteiga...
Eu: Manteiga? - ri -
Hillary: E, algumas vezes frita. Só esse ano o Louis ganho a copa manteiga, a taça asas e camaronia, e mas o lance e que o Louis era o único que o Don não ganhava em toda a região.
Dean: Então ele e um suspeito?
Hillary: Nos investigamos, mas o Don estava na casa do cachorro quente quando Louis morreu, temos 13 testemunhas pra provar.
Eu: Serio?
Hillary: Aham.
Eu: Tá, obrigada, e só isso mesmo - saímos da delegacia. -   Acho melhor irmos falar com esse Don.
Dean: Não me diga isso. - entrou no carro -

Entrei no carro com ele e fomos pra casa do Don e quando chegamos ele estava comendo alface.

Don: E pro treinamento. Quando me preparo pra uma competição como alface, delata o estômago.
Dean: Mais um motivo pra ficar longe da salada.
Eu: Você conhecia Louis Dallas?
Don: Era o bastante pra saber que ele era um trairá, ele roubava.
Dean: Interessante - olhava as fotos da família dele -
Don: Amuletos da Maila.
Dean: E a Maila e...?
Don: Minha esposa.
Dean: Sua esposa e supersticiosa?
Don: E, ela e romani.
Dean: E isso e o que? eu não to entendendo.
Eu: Ela e cigana.
Don: E mas não chama ela disso não, ela diz que e depreciativo, mas eu acho que um elogio, quer dizer ciganos estão com tudo na tv, casamento cigano, irmãs ciganas... - eu não deixei ele terminar -
Sam: Eu posso usar o seu banheiro?
Don: Sim, usa o de cima nos fundos, o primeiro banheiro tá ocupado, a Maila tá tomando banho. 
Dean: Perdeu mesmo o concurso de cachorro quente por um?
Don: E...

Eu me sentei e esperei o Sam descer, logo o Dean se sentou ao meu lado e assim que o Sam desceu fomos embora pro hotel.

SuaAmiga: Saquinho e vudu?
Sam: E acho que sim.
Dean: Isso aqui parece cabelo do Louis - mexeu no saquinho - e temos aqui uma bolsa sinistra.
Sam: Esse e um saquinho de feitiços, mas conhecida como bolsa putsi.
Dean: Sei, e a Maila usa feitiços pra competição do marido, né? e como e o negocio? a maldição que emagreci?
Sam: E, e o Louis pode nem saber. - bateram na porta. -
Eu: Vou ver.

Eu olhei pelo olho mágico e vi uma moça, olhei de volta pros meninos e estranhei, peguei a arma da minha cintura e mirei por trás da porta sem que ela visse.

Eu: Oi - abri. - 
Moça: Acho que vocês estão com uma coisa minha.
Eu: Entra. - ela entrou e se sentou - Acho que você nos deve uma explicação pelas bolsas putsi, e por que usou ela contra o Louis e o matou?
Maila: Matei o Louis? Eu amava o Louis.
SuaAmiga: Então vocês tinham um...?
Maila: Sim, um caso, na verdade a anos.
Dean: Olha só, sem querer ser rude, mas como que e que o Louis pode ser o seu tipo, você é casada com um cara que e, peso pena.
Maila: O que eu posso dizer, as vezes e bom ter no que pegar.
Eu: Um pneuzinho extra, né? não? ok. - ficamos quietos -
Sam: Eu preciso saber de uma coisa, se você amava o Louis, porque jogou uma maldição nele?
Maila: Não era uma maldição, bolsas putsi também serve pra bênçãos, eu queria que o Louis ganhasse. O plano era, pegar o premio, ter um divorcio rápido, sair e nos casar em Orlando. Louis me chamava de sua pequena princesa Jasmim.
Eu: Sinto muito.

Logo depois ela pegou a bolsa e foi embora. Eu me deitei e fui dormir.. Manhã seguinte o Dean me acordou dando tapas em meu braço.

Dean: Nova morte, vai se arrumar que vamos até a academia.
Eu: Vamos malhar?
Dean: hahaha vai logo.
Eu: Ok.

Eu me arrumei e fui com ele até a academia e havia uma mulher morta na balança, eu dei uma olhada no corpo enquanto o Sam, Dean e a SuaAmiga falavam com o policial.

Eu: Que horror.
Dean: Quanto ela tinha de peso?
Policial: 74
Dean: 81, todo mundo sabe que mulher adora dar uma mentida na idade e principalmente no peso.
Eu: Não e bem no meu caso.
Sam: E você diz pras mulheres que tem 29 anos.
Dean: Cala a boca.
Policial: Mais alguma coisa agentes?
Sam: Sim a xerife Hillary.
Policial: Ela vai está fora o resto da semana, que hora pra tirar folga né? - foi embora. -
Eu: E...
Sam: Nos temos duas vitimas que não tem nada em comum.
Eu: A não ser o amor pelos doces.
SuaAmiga: E essa marca perto do abdômen.
Sam: O peso tinha que sair de algum jeito, e se for marca de sucção?
Dean: Sucção? ok.. - Nos levantamos. - Ah meu deus. - olhou a menina que estava falando com o policial - E melhor nos separarmos, Eu e a SeuNome ficamos aqui e você vão pro nicroterio.
Sam: Vocês vão e nos ficamos.
Dean: Qual e Sam, você não tem jeito com meninas, e todo esquisitão.
Sam: Eu não quero meninas, quero que você mantenha o foco.
Dean: Estou trabalhando - foi até ele -
Sam: Cuida dele.
Eu: Vai ser dificil. - fui com ele -
Dean: Ah.. oi, eu só quero conversar com você.
Eu: Nos queremos, venha - levei eles pra sala -
Dean: E você que fecha a academia?
Rose: E, mas não fui eu que fechei ontem, porque eu tinha um encontro, e eu não queria cortar o barato dela, a coitada tava dando duro pra emagrecer antes do casamento, e eu dei a chave a ela e pedi que trancasse tudo - o corpo dela foi levado - foi minha culpa. - se virou pra pegar um lenço e deixou uma marca a mesma que a menina que morreu tinha -
Eu: E essa marca?
Rose: Qual?
Eu: Nas suas costas, o que aconteceu?
Rose: Não sei, eu não sei.
Eu: Ok, e tudo que precisamos, pode ir.

Voltamos pro hotel e esperamos o Sam e a SuaAmiga chegarem, enquanto isso não aconteceu pesquisamos outros acidentes em comum que aconteceram na cidade, e só tinha dois casos. Assim que eles chegaram disseram quem que encontrar a mesma marca de sucção só que na nuca.

SuaAmiga: Eles tinham a mesma marca de sucção, estranho.
Eu: Rose também tinha.
Sam: Só que ela estava magra e viva.
Dean: E perdeu uma tonelada de peso, e quando perguntamos da marca ela ficou toda na defensiva, ai eu verifiquei e parece que ela tirou 2 dias de folga no mês passado e eu procurei o lugar e bem aqui - virou o notebook pra gente. -
Eu: Canvon Valley?
Dean: E.. - soltou o play do video. -
Moça Do video: Quando você se olha no espelho e se senti a pessoa gorda olhando de volta pra você - o Dean me olhou -
Homem do video: Você já tentou todas as dietas, todas as tendências da malhação e nada parece funcionar?
Moça: Aqui em Canvon Valley nos garantimos perda de peso, sem se esforçar e sem cirurgia.
Homem: Sem dieta radical.
Moça: E sem rotina intensiva de malhação
Homem: Resultado garantido em uma semana e você vai atingir suas metas de perda de peso, como nos.
Moça: Mas só se pegar o telefone e ligar pra Canvon valley agora. - o Dean parou o video -
Sam: Esse lugar e muito longe?
Dean: 2horinhas só.

Pegamos as nossas coisas e fomos pra Canvon Valley, e falamos com os donos de lá.

Marisa: Você são personas trainers formados?
Eu: Sim.
SuaAmiga: E nos ficamos realmente impressionados com os depoimentos na internet.
Dean: E, realmente.
John: E são personalizados em?
Dean: Fazer a galera suar. - bateu na mesinha - Porque saúde e o que interessa o resto não tem pressa. - olhou pra mim. -
Sam: O que meu irmão quer dizer e que nos somos apaixonados por boa forma.
Marisa: E pois e, alias foi assim que nos nos conhecemos.
John: E, foi o primeiro caso da Marisa no peru, e eu um estudante, sozinho, comendo e.. e.
Marisa: Ele era do tamanho de uma casa.
John: Ah, e isso e verdade e eu estava a dois pés do infarto. E ela me encontro e me ajudou a ser o que sou hoje - ele lutou com o ar - Ok, - riu - a boa noticia e que estamos contratando, e a má e que só tem uma vaga de personal trainer disponíveis.
Eu: Tem problema não, o Sam vai adorar essa vaga.
John: E faxineira?
Eu: SuaAmiga, com certeza.
Marisa: Ótimo, vocês dois podem ficar na cozinha. - eu forcei um sorri -


Nos aceitamos o emprego e ela nos deu o uniforme, eu ri da touca do Dean. Enquanto servíamos o pessoal o Sam vinha com um mini short.

Eu: Que shortinho e esse? - ri -
Sam: Touca linda - eu me desfiz do sorriso -
Dean: Eai?
Ajudante: Parem de dar em cima do personal trainer e vão trabalhar.
Eu: Ok.
Sam: Tudo bem, minha aula de ioga vai começar daqui a 5minutos.
Dean: Desde de quando conhece alguma coisa de ioga?
Sam: Você não foi o único que teve uma namorada flexível - foi embora -
Homem: Tem mingau de aveia?
Dean: Mingau de aveia? tem não, mas tem uma coisa aqui de tofu, panqueca de tofu.

Continuamos atendendo a todos até que eles já tivessem terminado de comer, depois fomos lavar a louça e paramos um pouco pra descansar. O ajudante jogou uma toalha no Dean pedindo pra que ele se levantasse e ajudasse a limpar a cozinha.

Dean: To cheio de fome, o que tem pra comer?
Ajudante: O mesmo dos clientes.
Eu: Prefiro ficar sem comer.
Dean: Essa gororoba ai? essa ração de coelho?
Ajudante: Não e ração de coelho, e super comida. - foi até a geladeira -
Eu: E, e eu não vou comer dessa super comida.
Ajudante: A quem não vale nos temos que dar o exemplo. - colocou uma vasilha na mesa pro Dean
Dean: Isso ai e dar o exemplo?
Ajudante: Não e pra gente estúpido, e pros clientes, eles comem pudim, e como o ultimo agrado antes da dureza começar. - me jogou um pote - Ajuda ele, ao trabalho. - foi embora da cozinha.
Eu: Da conta sozinho? - ele me olhou -
Dean: Sim

Ele ficou colocando o pudim nas tigelas enquanto eu estava deitada no chão da cozinha. Eu adormeci no chão e quando acordei o Dean não estava mais na cozinha, eu me levantei e procurei ele por todo spa e não encontrei, fui em salas, saunas e nada dele. Senti meu celular tremer no bolso da calça, e quando vi era o Dean.

Cell on:

Eu: Dean.
Dean: (SeuNome) - sua voz soava como se ele estivesse bêbado  -
Eu: O que aconteceu com você?
Dean: Me ajuda aqui.
Eu: Onde você tá?
Dean: Bata.. batata doce. - desligou o telefone -

Cell of:

Eu corri até a cozinha de volta e desci as escadas, verifiquei as portar que estavam abertas e nada do Dean.

Eu: Dean - gritei - cadê você?
Dean: SEUNOME - gritou de uma sala.

Encontrei ele caído no chão em cima dos sacos de batata, tentei levantar ele mas ele pois todo seu peso em cima de mim.

Dean: Por que você demorou?
Eu: O que aconteceu com você?
Dean: Eu fui drogado.
Eu: Com o que?
Dean: Pudim, era pros clientes mas eu não resisti - sorriu -
Eu: Ah? - cheirei o vidro - Caramelo salgado.
Dean: E, e bom a beça isso ai.
Eu: Eu vou ligar pro Sam.

Eu liguei pro Sam dizendo o que aconteceu e pedi pra ele ver o que o cozinheiro colocava no pudim enquanto eu iria ficar com o Dean até ele melhorar. Me encostei na prateleira e fiquei olhando o Dean dormindo. O Sam chegou logo com a SuaAmiga, levantamos o Dean e demos energético pra ele beber.

Eu: O que eles colocam no pudim?
Sam: Suplementos.
Dean: Que tipo de suplementos - SuaAmiga deu o vidro de suplemento pro Dean -
SuaAmiga: Isso acelera o metabolismo, e do John e da Marisa.
Dean: Que suplementos nada, isso e boa noite Cinderela. - peguei o vidro -
Eu: Como você sabe que e boa noite Cinderela?
Dean: Como você não sabe? - me olhou - Vocês acham que eu quero acabar numa banheira, com o fígado arrancado na Chechênia? Descobriu alguma coisa lá na ioga?
Sam: Descobri, sobre os invasores de corpos, cada uma das pessoas da turma tinha uma dessas marcas de sucção.
Dean: Esse negocio tá esquisito.
Sam: A Hillary tá aqui.
Eu: A xerife?
SuaAmiga: Ela mesma. Quer saber devemos falar com ela.
Sam: Quando eu a encontrei estava no mesmo estado que o Dean, um pouco melhor, ela me reconheceu, mas eu escapei.
Eu: Vamos. - levantei o Dean - papa pudim.

Procuramos ela e a encontramos no quarto, entramos e nos sentamos pra falar com ela.

Hillary: Eu  não queria furar com vocês, eu esperei 6 meses pra entrar em Canvon Valley, e valeu a pena, eu perdi 5kg.
Sam: Em 1 dia?
Dean: Olha xerife, você está ótima, mas não está curiosa de saber como emagreceu de um dia pro outro?
Hillary: Pra dizer a verdade eu não to curiosa com isso não. Meu marido Dog, me largou no ano passado,ele disse que eu gostava mais de milkshake do que ele.
Eu: Eu sinto muito.
Dean: Ainda bem que o Dog vazou, você merece coisa muito melhor.
Hillary: Obrigada, mas e verdade, foi um tempo dificil pra mim. Não falam pra engolir a dor, eu a devorava. Eu só queria me sentir bonita de novo, e Canvon Valley fez isso, mas a questão e, o que vocês estão fazendo aqui?
Dean: Nos estamos infiltrados.
Hillary: E, eu reparei.
SuaAmiga: Estamos achando que Canvon Valley e as mortes na cidade tem uma conexão.
Hillary: Que conexão?
Eu: Marca de sucção.
Hillary: Tipo essa aqui - nos mostrou -
Sam: Onde aconteceu isso?
Hillary: No tratamento, ventosas.
Dean: Ventosas?
Hillary: E, eu pensei que iria doer, mas não, eu cochilei o tratamento inteiro. E quando acordei tinha diminuído dos tamanhos.
Dean: Isso das ventosas, você comeu pudim.
Hillary: Uma delicia, lambi o potinho.
Sam: Hillary, sabe quem fez o tratamento?
Hillary: Sim, Marisa. - nós nos olhamos -
Sam: Vamos deixar você descansar. - sorriu - Obrigada xerife.

Saímos e nos separamos e olhamos todas as salas, eu e o Dean procuramos juntos saber porque as pessoas estão morrendo desse jeito. Quando entramos em uma sala vimos a Marisa comendo gorduras que estavam dentro do pote, na mesma hora senti nojo e uma forte vontade de vomitar.

Dean: Eu não sou louco por saúde, mas isso pra mim já e demais.

Nos a amarramos na cadeira e pedimos pra que ela se explicasse antes que eu contasse até três e cravasse uma bala em sua testa.

Marisa: Não e nada disso que você tá pensando, eu não sou uma assassina, eu sou um pishtaco.
Dean: Um pitaco?
Marisa: Pishtaco.
Eu: Sugador na mitologia peruana.
Dean: Eu nunca ouvi falar disso não,  vocês são o que? Uns vampiros que gostam de celulite?
Marisa: Vampiros matam, parasitas.
Dean: Essa tua historinha não me convence não.
Marisa: Olha eu nunca machucaria ninguém. E foi por isso que John e eu começamos o Canvon Valley, eu podia ajudar as pessoas a emagrecer e eu a comer, todo mundo ganhava.
Eu: Tá, e aqueles dois que você sugou até a morte.
Marisa: Só que não fui eu.
Eu: Então me diga, quem foi?
Marisa: Alonso.
Dean: O cara da lanchonete? - me olhou -
Marisa: Ele e meu irmão. - o Sam entrou na sala  com a SuaAmiga-
Sam: John foi morto - a Marisa chorou -
Eu: Pelo Alonso, por que trouxe ele pra cá?
Marisa: Trouxe ele do Peru, pra mostrar pra ele um jeito mais civilizado, um jeito de não sermos monstros.
Sam: Deixa eu adivinhar, o Alonso não era muito fã do controle das porções não era?
Marisa: Não, durante um tratamento de rotina, ele quase matou um cliente, sugou gordura demais, foi quando eu o mandei pra cozinha, sem contato humano, gordura só do jarro, mas ele disse que quanto mais eu o privava, mais faminto ele ficava. E agora três pessoas estão morta. O meu marido - chorou -
Eu: Onde está o Alonso agora?
Marisa: Ele deve está no porão, e lá que ele passa a maior parte do tempo agora.
SuaAmiga: O que faremos com ela?
Dean: Até saber de que lado ela tá, ela fica aqui.
Marisa: Eu estou do lado de vocês.
Sam: E como o matamos?
Marisa: Faca de prata, corte a língua dele.
Eu: Vamos.

Deixamos a SuaAmiga com ela, e fomos atrás dele, e quando chegamos na cozinha a luz do porão não ligava mais, pegamos lanternas e descemos. Havia sangue no chão da escada e seguia uma trilha até uma porta e se acabava ali, nos separamos, Sam foi por uma lado e eu e o Dean pro outro, com cuidado fomos tentando abrir porta por porta, algumas estavam trancadas, havia uma em particular, entramos e olhamos tudo por dentro, tinha jarros de gordura por toda parte, estava tudo bagunçado. Enquanto olhávamos o quarto ouvimos barulho na sala ao lado e corremos, o Sam estava deitado com o Alonso em cima dele tentando suga-lo, o Dean puxou sua língua e a cortou com a faca.Estendi  a mão ajudando o Sam se levantar. Chamamos a policia e mentimos dizendo que havia um assassino psicótico a solta, mas que tudo se resolveu. Depois voltamos pro hotel e pegamos a estrada novamente, só que pra fora de Las Vegas. Voltamos pra Nova Iorque e no caminho o telefone do Dean estava tocando e eu coloquei no viva voz.

Cell on:

xxx - Dean?
Dean: Xerife Jody? o que manda pra nos?
Jody: Um caso, aqui em SillFalls, parece que vão gostar.
Dean: Estamos perto.
Jody: Tudo bem.
Dean: E sobre o que?
Jody: Desaparecimento.
Dean: Ok, já estamos indo.

Cell of:

Paramos em uma lanchonete e assim que o Dean viu uma mulher parada ao lado de um carro foi até ela e a abraçou, fiquei de longe olhando mais me aproximei quando ela explicou que uma menina foi desaparecida na noite anterior.

Jody: Pessoas que estavam na hora, disseram que viram um homem levantar o carro onde a menina estava.
Dean: Disse que tem testemunhas, podemos falar com ele?
Jody: Claro, entre na lanchonete eu vou leva-lo até vocês.

Nos sentamos na mesa e esperamos ela voltar, e quando chegou com um homem eles se sentaram.

Jody: Conte a eles o que viu Jake.
Jake: O nome dela era Kate, ela me dava bolo de carne. Mas naquela noite eu vi um homem levantando o carro assim o - mostrou como - e depois se explodiu e uma luz.
Sam: Branca?
Jake: Azul como o fogo.
Eu: Sabe de mais alguma coisa?
Jake: Não.
Eu: Então isso foi o bastante Jake, agradecemos - demos dinheiro a ele -
Dean: E...  então, disse que as pessoas que desapareceram eram membros de uma igreja, igreja da boa fé, então e melhor nos prepararmos vamos colocar a oração em dia.

Pegamos o caminho até e a igreja e falamos com a Bonnie a representante do grupo.

Bonnie: Que bom que estão aqui, quero dizer, não e sempre que temos pessoas nova querendo saber o que e um pouco do que fazemos.
Eu: E, nos como somos amigos eu desci traze-los e mostrar o caminho de deus a eles. - sorri -
Bonnie: Sim.
Sam: Sobre as pessoas que desapareceram, isso nos assustou um pouco, mas sei que estamos juntos pra tentar ter uma explicação sobre o que aconteceu.
Bonnie: Eu e o nosso grupo da castidade sempre incluímos eles em nossas orações.
Sam: Grupo de castidade, poderíamos  ver se isso e pra gente, se nos encaixamos?
Bonnie: Desculpe só para membros.
Sam: Nos aceitamos. - eu olhei pro Sam. -
Bonnie: Nossa, isso e incrível eu vou pegar os papeis.
Dean: Acha que podem ser dragões?
Eu: Eu to nem ai pra dragões eu só quero saber porque você aceitou a castidade cabeção - bati no Sam -
Bonnie: Prontinho. - nos deu os crachás -
Dean: Isso e tipo um botão onde você aperta e volta a ser virgem?
Bonnie: Isso não e um botão, isso e oficial, depois que assinarem voltaram a ser virgens, como um pecado cometido e logo após pedido perdão ao senhor, e isso o que te torna puro. Isso não e apenas um pedaço de papel.
Dean: E gostei disso ai, me convenceu. - entregamos os crachás. -
Bonnie: Sam, Dean, SeuNome e SuaAmiga, parabéns vocês voltaram a ser virgens. - demos um sorriso a ela - Mas sabe, deram sorte porque agora temos reunião e pra vocês serão suas primeiras reuniões, então vamos lá. - falou animada. -

Ela nos levou em uma sala onde só tinha mulher estranha e sem sal, nos sentamos um perto do outro e a reunião começou, primeiro elas se apresentaram pra gente, depois contaram um pouco da vida delas.

Susan: Ok, e agora quem quer falar? - eu abaixei a cabeça -
Cat:  Eu fiz um poema sobre a raquete de deus, e a bola está do outro lado da quadra.
Susan: Ok Cat, depois ouvimos. SeuNome quer falar o porque que quis sair do caminho dos pecados e resolveu pedir perdão e recomeçar a vida de virgem novamente?
Eu: Ah, claro - me levantei - Eu nunca tive tempo pra ter uma vida amorosa, e como sempre e eu que termino meus namoros porque eu mudo de cidade frequentemente, e quando eles me pediu uma explicação sobre eu ter terminado eu dizia que não tinha uma explicação especifica e ia embora . Na minha primeira vez foi ótimo, mas ai o tempo trouxe complicações, arrependimentos e eu escolhi a pessoa errada, e porque não ter algo de volta, algo que sempre foi meu, minha virgindade, acho que e por isso que escolhi voltar, eu escolhi a pessoa errada, no tempo errado e eu decidi que devo esperar pra encontrar alguém que eu esteja realmente apaixonada e que eu queira levar pra minha vida toda. - me sentei de volta -
Todos: Fique forte, fique puro.
Eu: Eu retiro tudo que eu disse.

Todos nos falamos e depois que a reunião acabou ajudamos guardas as cadeira e limpar a sala, eu vi o Dean dando em cima da Susan e depois os dois sairão, fui até o Sam e perguntei aonde foram e ele respondeu até a casa dela. O Sam e a SuaAmiga falavam com a Cat e eu comia a comida que a Bonnie estava me oferecendo.

SuaAmiga: Advinha.
Eu: O que?
SuaAmiga: Kate e o pastou transaram, e os dois desapareceram, Peter e Ellie também e os dois..
Eu: Desapareceram, e deixa eu adivinhar também, desaparecem aqueles que se purificaram e acabaram em uma cama com aquele que também se purificou, e tipo uma traição de castidade, entendi.
SuaAmiga: E, vamos voltar pro hotel onde a Jody tá hospedada.
Eu: Okay.

Fomos pro hotel e a Jody disse a mesma coisa que a SuaAmiga me falou.

Jody: Eu to acho que a coisa não persegue virgens nem desvirginados.
Sam: Ela pega virgens que descumprem o voto de castidade.
Eu: Eu também tava pensando nisso.
Sam: E dragões estão fora da lista.
Jody: Dragões, como e? Eles são coisas?
Eu: Sim, são. Muitas coisas são coisas.

Eu me deitei e fiquei olhando pro teto e pensando coisas sobre o Dean, o Sam tentou ligar pro Dean, eu tirei uma soneca e quando acordei com o Sam batendo na minha perna.

Sam: Acorda, vamos atrás do Dean - colocou o casaco - Essa coisa pega gente que descumpre os votos e o Dean e Susan faz mais de uma hora.
Eu: Tá. - peguei meu casaco - vamos.

Em um carro fomos eu e o Sam em outro a SuaAmiga e a Jody. Fomos até a casa da Susan e estava tudo bagunçado e quebrado, as porta estava aberta e outras coisas a mais. A Jody foi falar com os vizinhos com a ajuda da SuaAmiga, eu e o Sam ficamos na casa. Eu parecia uma louca querendo saber pra onde ele tinha ido. Elas voltaram dizendo que os vizinhos apenas viram uma luz azul como fogo, pegamos os notebook que achamos pela casa e pesquisando sobre virgens e luz azul e achamos a Vesta deusa romana do fogo.

Eu: Escutem, na Roma antiga 6 virgens eram dedicadas a deusa a todo ano, e o líder principal era cuidar do fogo de Vesta.
Sam: Então o fogo está ligado a virgindade?
Jody: E, as moças tinham que ser puras porque o fogo e o símbolo da pureza.
Eu: Enquanto o fogo de Vesta ainda era mantido aceso, Roma teria duas colheitas.
SuaAmiga: As virgens tinham que ser manter castas por 30.
Eu: Uma vida inteira?
Sam: O máximo ou mais.
SuaAmiga: E se elas rompessem os votos eram enterradas vivas.

Continuamos pesquisando mais algumas coisas até saber aonde Vesta costumava a enterras suas virgens

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Stop the world - Capitulo 24

Stop the world

Capitulo anterior

Dormimos um pouco e na manhã seguinte arrumamos tudo pra sair.

                              >> AGORA <<


Pegamos as coisas e pegamos a estrada e quando o Sam pegou um quarto e o Dean saiu com o carro, deixei a SuaAmiga no hotel e o segui. Vi que ele tinha parado no hotel a alguns km dali, sai do carro segui até o quarto, vi abrindo a porta e o entrando e quando fui ver ele estava em pé conversando com uma moça.

Dean: Dá próxima vez troca a placa do carro, porque se ficar usando a mesma placa vai ficar mole de rastrear.
xxx- Quem e?
Dean: Dean irmão do Sam e você e Amy agente funerária, tem gente atrás de você.
Amy: Sam mandou você?
Dean: Ele não sabe que vi aqui, ninguém sabe.
Amy: Mas ele disse a você, o meu filho ...
Dean: Eu sei, mas as pessoas são o que são, e você e o que é, e vai matar de novo.
Amy: Eu não vou, eu juro pelo meu filho.
Dean: Eu sou um perito, acredite, talvez em um ano, talvez em dez, mas eventualmente isso vai acontecer, e sempre assim.
Eu: Dean - ele me olhou - não.

Ele se virou enfiando a faca no peito da Amy, eu fiquei sem reação e apenas olhando pra ele.


Dean: Me desculpe.

Ele a deitou na cama e tirou a faca limpando em seu casaco e a guardou. Quando nos viramos pra ir embora havia um menino em pé nos olhando triste.

Dean: Você tem com quem ficar? já matou alguém - ele balançou a cabeça fazendo não - Se matar eu venho atrás de você.
Menino: A única pessoa que vou matar e você.
Eu: Vem, vamos embora - puxei ele pelo casaco - Você prometeu ao Sam.
Dean: E eu sei.
Eu: E você matou ela, foi por isso que nos trouxe aqui, Dean.
Dean: Eu sinto muito.
Eu: VOCÊ NÃO SENTE, você nunca sente, não pelas outras pessoas.
Dean: Você não pode dizer isso.
Eu: Ela jurou pelo filho dela.
Dean: Ela matou a mãe.
Eu: Pra salvar seu irmão. Não importa porque quando o Sam souber..
Dean: Não pode contar pra ele.
Eu: Posso, mas eu quero que ele descubra sozinho, vai ser pior, eu vou esperar por esse dia, epor favor me esquece - empurrei ele - sai da minha frente.
Dean: SeuNome, espera.
Eu: O que?
Dean: Eu..
Eu: Você só quis evitar eu sei o que você vai dizer, vamos sair daqui o mais rápido.

Nem entramos no quarto e pedimos pro Sam e SuaAmiga pegar as coisas porque iriamos embora logo, pegamos a estrada e dirigimos a noite inteira até a manhã quando paramos pra comer. Eu fiquei olhando as coisas na loja enquanto o Dean estava no banheiro e o Sam no balcão pagando a comida, depois fui até ele.

Eu: Tudo bem?
Sam: Sim.
Eu: Okay, eu vou pro carro. - dei um sorriso e depois sai da loja e entrei no carro -
SuaAmiga: E ai?
Eu: Oi.
SuaAmiga: Que cara e essa?
Eu: Não consigo olhar pra cara do Sam sem dizer o que eu vi.
SuaAmiga: E o que você viu?
Eu: Dean matou Amy, por isso fomos embora da cidade ontem a noite.
SuaAmiga: E você não contou a ele?
Eu: Eu disse ao Dean que não iria contar e toda vez que eu olho pro Sam sinto que estou traindo ele, mas ai eu paro e tenho vontade de contar e sinto que seria traição com o Dean ai eu to ficando maluca.
SuaAmiga: Isso passa.
Eu: Não, não passa, isso não.

Eu dei partida no carro e fomos pra Las Vegas. Ficamos 2 dias dirigindo e quando chegamos pela noita pegamos um hotel. SuaAmiga e Sam foram ao mercado com a SuaAmiga, eu e o Dean arrumamos as armas na bolsa e guardamos na mala do empala. Esperamos eles chegar, e assim que chegaram jantamos.Depois fomos dormir, manhã seguinte quando acordei todos estavam acordados, me levantei e fui até o Sam e o Dean ficou nos observando.

Eu: Tem trabalho na cidade?
Sam: Não, tá tranquilo por aqui.
Dean: Las Vegas, nada e tranquilo por aqui, logo vai aparecer trabalho.
SuaAmiga: Mas enquanto nos não temos aproveitamos até que chegue um pra nos.
Eu: E.. - olhei pro Dean -
Sam: Ok.

Fiquei até o anoitecer com a SuaAmiga procurando casos enquanto o Sam e o Dean foram ao bar da cidade. Estava procurando noticias quando recebi uma mensagem do Sam: "Vista um vestido, estou a 4 quarteirões."

Eu: O que tem a 4 quarteirões daqui?
SuaAmiga: Capelas.
Eu: Vamos nos arrumar, veste um vestido.

Eu tomei um banho e arrumei meu cabelo e coloquei essa roupa:



Quando chegamos e entramos vimos o Sam vestido com um terno, ele veio até a gente e nos puxou levando-nos pro altar.

Eu: O que tá acontecendo? Por que você tá vestido assim? Por que pediu pra que eu colocasse um vestido? Quem são essas pessoas? Por que estamos em uma capela?
Sam: Isso, vocês estão lindas, agora fiquem. Só falta o Dean.
SuaAmiga: Pra que?
Sam: Vocês vão saber.

Ficamos em pé por um bom tempo, o Sam foi até a porta e assim que abriu o Dean estava com uma arma apontada pra ela. O Sam puxou ele assim como fez comigo e pegou minha mão e a dele e fez com que ficássemos de mãos dadas.

Sam: Ok, eu sei que e meio repentino mas a vida e curta então eu vou dizer logo, eu to apaixonado e eu vou me casar. - meu queixo cai -  Vocês não vão dizer nada, eu esperava ouvir um parabéns.
SuaAmiga: O como e que e?
Dean: Oi?
Eu: O que você disse?

A musica começa tocar e a noiva entra, ela se aproxima e o Sam tira o véu do rosto dela.

Dean: Becky?
Eu: O que? pera ai, conhece ela?
Dean: Sim, longa historia.
Becky: To feliz que vieram.
Eu: Oi?
Dean: Como isso aconteceu?
Sam: Versão curta, nos nos conhecemos, jantamos, conversamos e nos apaixonamos e aqui estamos.
Dean: E, eu acho que pego de surpresa.
SuaAmiga: E? só você? ele me deu uma punhalada pelas costas.
Eu: Olha eu sei faz pouco tempo que nos conhecemos Sammy, mas até to achando estranho.
Dean: Ignorando todo resto, você se lembra das durações medias dos seus namoros.
Sam: E..
Becky:  Se alguém sabe disso, sou eu, e quer dizer eu li todos os livros, então.. olhos abertos.
Eu: Livros? Pronto eu já sou fraca das ideias, com isso então..
Becky: Um inscrito previa o futuro e escrevia livros baseados na vida de Sam e Dean, provavelmente você não sabe porque chegou agora por aqui, mas eu não sei por que não está nos livros.
Eu: Deve ser porque eu chego na vida das pessoas sem aviso prévio, isso acontece com todo mundo por isso que se chama destino.
Sam: E exatamente o que aconteceu comigo e a Becky,  foi o destino.
Dean: Eu vou vomitar.
Sam: Dean, se liga se alguma coisa boa acontece eu tenho que aproveitar, agora, hoje, ponto.
Dean: Tá legal o sociedade dos poetas mortos, sem ofensas - olhou pra Becky - Acha mesmo que ela não e...
Becky: Sal, água benta, tudinho - mostrou o braço com um corte - viu só? não sou um monstro, eu sou a garota certa pro seu irmão.
SuaAmiga: Eu vou voar no pescoço dela.
Eu: Se acalma
Padre: Aqui a conta.
Becky: Deixa que eu pago, façam seus lances de irmão - ela olhou pra mim e pra suaamiga - e madrinhas.
Eu: SuaAmiga, voa no pescoço dela. - ela foi embora.
Dean: SERIO? SUPER FÃ 99 - gritou -
Sam: Dean, eu também tinha a mesma opinião sobre ela do que a sua, e depois que superamos o lance dos livros eu descobri que ela e ótima e que eu fui um idiota.
Dean: Sobre o lance dos livros, a Becky aparece aqui do nada, na semana de Vegas.
Sam: E.
Dean: E?
Sam: E.. o que tá tentando dizer?
Dean: Que talvez ela soubesse que estaria aqui, e talvez Chuck tenha escrito sobre isso.
Sam: Você tá paranoico.
Dean: E você tá apaixonado, eu sei que você e SuaAmiga tiveram um lance não muito serio e que você gosta dela... - o Sam interrompe ele -
Sam: E eu gosto dela, mas não tanto quanto eu amo a Becky
SuaAmiga: O que?
Dean: Tá, mesmo assim não muda o fato que você nunca esteve realmente apaixonado, aquela paixão que te deixa voando pelas nuvens, e que deixa uma cabeça fora do lugar com os pensamentos lá longe e suas pernas bambas e seu coração saltitando pra fora do seu peito.. - eu interrompi ele -
Eu: Já se sentiu assim?
Dean: Não.. voltando, ela e a Becky cara
Sam: Ok, tudo bem, eu e a Becky vamos pra casa dela em Delaware, e por que você não tenta se acostumar com a ideia, nos dar um apoio e depois telefona.

Eles foram embora nos deixando com cara de tacho na capela. Pegamos o carro e as coisas a caminho de Delaware pra tentar saber o que os pombinhos estavam fazendo, eu fui com o Dean no carro e a SuaAmiga foi dirigindo o meu e enquanto isso fui tentando acalmar o Dean mas só piorava.

Eu: Sam está casado - ri - eu nunca imaginei que iria escutar essa frase tão cedo.
Dean: Não tá ajudando.
Eu: Desculpe.
Dean: Sam nunca gosto da Becky pra agora tá apaixonado.
Eu: Qual e o lance dos livros.
Dean: Chuck era um escritor, ele podia ver o futuro, mas ele via o nosso futuro o meu e o do Sam, ele escrevia e publicava livros chamado Supernatural e tinha nossa vida nele, conhecemos a Becky pelo Chuck que era fã numero 1 dos livros que ele escrevia, fomos atrás dele e conhecemos ela.
Eu: Você deu sorte, sobre eu não ter tido nada ao Sam - ele me olhou -

 Dean: Dá pra conversar disso depois, porque agora a gente tá com um problema.
Eu: Claro.

Encostei a cabeça no vidro e peguei no sono, acordei quando havíamos acabado de chegar. Dean estacionou o carro e pegamos um quarto no hotel ao lado, joguei as coisas em cima da cama e voltei pro carro, eu e o Dean iriamos seguir o Sam. Olhamos o carro deles de longe e assim que deram partida demos também. Eles pararam em um restaurante, esperamos eles saírem e irem embora pra poder entrar e assim que foram entramos no restaurante.


Dean: Maravilha, não há nada de errado.
Eu: E parece que os pombinhos estão se dando bem. - ri -
Dean: Cala a boca, vem
Eu: Pera ai, lê.
Dean: Ganhadora da loteria e morta em acidente bizarro.
Eu: E, tá na hora de fazer uma visita ao recém-casados.
Dean: Eu hein.

Paramos em uma loja e compramos um presente pra ele e depois fomos até a casa do Sam e da Becky pra entregar mesmo contra a vontade do Dean. Tocamos a campainha e ficamos uns minutos brigando pra ver quem entregaria o presente e assim que o Sam abriu eu joguei o presente nas mãos do Dean.

Dean: Ah.. oi, eu só to dando um pouco de apoio pra você e sua senhora. - ele nos olhos desconfiado -
Sam: Obrigou ele a fazer isso?
Eu: Dei conselhos disse que o amor não se escolhe e que se acontece, já que está apaixonado o que custa dar um apoio e fazer parte dessa nova alegria, e também disse que se você se sente feliz por que não aceitar?
Sam: Entra. - entramos
Eu: Essa dai vai demorar um pouco pra superar.
Dean: To farejando um caso, o primeiro ganhou na loteria e foi atropelado por um caminhão o segundo saiu do banco, vamos dizer que virou rico mas semanas depois a cara dele virou luva de baseball.
Becky: Primeiro pensamos que era demônios da encruzilhada mas depois... - continuou -
Dean: Estão em um caso?
Sam: E... todos aqueles livros do Chuck valeram a pena.
Dean: O gracinha eu não sei que feitiço você tá usando não, mas eu vou descobri.
Sam: Dean... você tá falando da minha esposa.
Dean: VOCÊ NEM TÁ AGINDO COMO VOCÊ MESMO SAM.
Sam: Como assim não to agindo?
Dean: Você se casou com Becky Rosen.
Becky: O que tá dizendo? Tá querendo dizer que eu sou uma bruxa, ou um monstro ou sei lá? mas já tentou ver que a gente talvez esteja feliz? - ele olha pro Sam -
Dean: Qual e Sam, o cara ganha na loteria, o outro pros grandes, obviamente o sonho das pessoas estão virando realidade nessa cidade, você não acha que e coincidência demais - apontou pra Becky. -
Sam: Escuta aqui, o que eu e a Becky temos, e real, e se você não consegue aceitar isso o problema e seu, não nosso.
Eu: Ou talvez ela seja parte disso, porque qualquer que seja a razão você e o sonho dela, e se realmente se importa com ela o Dean ficaria preocupado porque as pessoas que conseguem realizar as suas fantasias parecem está morrendo bem rápido. - nos viramos pra ir embora -
Sam: Eu corri a trás dela, talvez isso incomode vocês.
Eu: Não me incomoda Sam, me deixa desconfiada porque você saiu uns minutos e quando eu pensava que estava com o Dean você não estava e apareceu alguns minutos depois casado, isso e estranho. Mas tudo bem, enxergamos aquilo que queremos não o que realmente parece ser.
Sam: Não incomoda você, incomoda o Dean, porque agora eu não preciso mais dele, ele não precisa cuidar mais de mim, e ele não aceita.


O Dean se virou indo embora, voltamos pro hotel, assim que cheguei me joguei na cama e tirando a roupa, mas logo coloquei de volta porque iriamos até o local onde o cara que ganhou emprego em uma das mais ricas impresas dos EUA. Quando chegamos nos deram a noticia de que o produtor  da impresa  estava ocupado então esperamos, então assim que saíram vimos Sam e Becky e fomos até eles.

Dean: Oi - a Becky olhou de cara feia pra ele - E ai?
Sam: Não precisa interrogar ele, o cara tá limpo.
Dean: Tem certeza?
Sam: Tenho, a Becky interrogou ele, como uma profissional, ela tem talento.
Eu: Para de falar da Becky pelo menos um minuto e pensa na menina que alguns dias atrás você falava que gostava.
Sam: Quem?
Eu: Se ele ficar assim pra sempre eu juro que vou encher ele de porrada.
Dean: Tudo bem.

Entramos e nos sentamos pra poder falar com ele.

Eu: Então como conseguiu o emprego?
Homem: O conselho me convidou e eu aceitei.
Eu: Tão fácil?
Homem: Tão fácil.
Eu: Sabe por que o conselho escolheu você e não alguns dos supervisores?
Homem: Ah... eles não disseram.
Dean: Poderia nos dizer o que animou o conselho em suas qualificações?
Homem: Me digam uma coisa, por que o interrogatório?
Eu: Precisamos saber se você não apareceu aqui por rituais, pactos ou sei lá como.
Dean: Cala a boca, boca grande. Minha amiga quer saber como... ah.. e... - eu interrompi -
Eu: Quero saber como chegou a onde está hoje, se está nessa impressa por esforço e não por simplesmente está, pessoas lutam pelo que elas tem e não por outros modos.
Dean: AHAHAHAHA ELA E MUITO ENGRAÇADA, TÁ VENDO URINEI NAS CALÇAS DEPOIS DESSA. - ficou serio - voltando ao assusto, como se sentiu ao ver que seu grande sonho se tornou realidade?
Homem: Olha, oficialmente e ótimo.
Dean: E extra oficialmente?
Homem; Não e meu grande sonho.
Eu: Você não queria esse trabalho?
Homem: Ah não, eu era um vendedor, eu era bom em vendas. - uma moça entrou -
Moça: Sua secretaria e uma idiota.
Homem: Tudo bem amor, nos nos vemos mais tarde.
Moça: E mande a idiota fazer uma reserva, e aqui vai uma dica, lembre-a que trabalha para o produtor, e mais um erro ela está demitida.
Eu: Sua esposa está bastante feliz com a promoção.
Homem: Honestamente nunca a vi tão feliz, não tenho ideia de como conta-la que tenho que pedir demissão  e a noticia vai...
Eu: Mata-la.

Saímos da sala e corremos pra procurar a esposa do produtor, eu peguei uma ficha onde tinha o seu nome Taylor Burn, descemos a escada e nos demos de cara com ela.

Dean: Taylor.
Taylor: Pois não.
Dean: Ah... somos reporters e saber algumas coisas sobre você, já conversamos com seu marido.
Taylor: Não, estou ocupada marque um dia com a secretaria. - ela tentou ir mas eu a puxei de volta -
Eu: Olha aqui, estamos tentando salvar a senhor de um acidente realmente ruim.
Taylor: Você está me ameaçando.
Eu: Não - tirei as mãos dela - Eu só quero que você me escute e ficará segura, então responda a pergunta pelo seu próprio bem o que fez pra conseguir a promoção dele?
Taylor: Eu não sei do que está falando, então agora me deixe em paz ou eu chamo a segurança.
Eu: Ok.

Dean seguia a Taylor enquanto eu olhava o segundo piso e via o que estava errado .Ela parou no meio do saguão olhei pro lustre e vi ele se arrebentando aos poucos, procurei o Dean de onde eu estava e ele não aparecia e nem tinha sinal dele. O lustre se soltou caindo sobre a Taylor e bem na hora o Dean se joga a puxando pra longe. Desci as escadas correndo e fui até eles.

Taylor: Como você sabia?
Dean: Acredite, não e a primeira.
Eu: Talvez seja a hora de falar, se não quiser morrer.
Taylor: Ok, eu estava almoçando em um restaurante próximo e estava reclamando e um cara ouviu e me fez uma oferta.
Eu: Que oferta?
Taylor: O trabalho do Greg por minha alma - O Dean me olhou - e hilário eu sei, mas o que eu tinha a perder.
Eu: Só a sua alma, e a sua vida. Mas que tipo de pacto com demônio e esse porque o tempo não bate.
Taylor: Pacto com o demônio? o que?
Eu: Você fez um pacto, sua alma em troca de um pedido mas os pactos duram 10 anos, porque o tempo foi reduzido?
Dean: To com uma impressão ruim sobre o próximo, temos que achar o Sam logo.

Deixamos ela na casa de um caçador e fomos procurar o Sam na casa da Becky, enquanto íamos o Sam ligou pra mim.

Cell on:

Sam: Restaurante próximo a casa da Becky vamos pegar o demônio da encruzilhada.
Eu: O que?
Sam: Becky me deu uma poção do amor que o demônio deu a ela, e ele ofereceu uma poção que durasse pra sempre se ela aceitasse de dar sua alma, e agora eu quero que venham até aqui.
Eu: E a SuaAmiga?
Sam: Já liguei pra ela.
Eu: Okay.

Cell of:

Quando chegamos no restaurante eles já estavam lá, fizemos a estrela no chão e o resto esperamos acontecer então nos escondemos. E aparecemos quando a Becky o prendeu no feitiço.

SuaAmiga: Vodka russa a solução pro seus problemas.
Demônio: Dean e realmente demais, pode me dar um autografo?
Dean: Sim, e vai ser bem na sua garganta. Como fazia funcionar o golpe?
Demônio: Eu não sei do que está falando.
Eu: Assinando contratos de 10 anos e e sumido com eles no mesmo semana.
Demônio: Nunca faria isso regras da encruzilhada, eu não posso tocar nos meus clientes.
Eu: Fala, como trapaceia.
Demônio: Não sou trapaceiro, sou inovador. Se chama furo no contrato sua idiota. Sim quando uma pessoa barganha sua alma ela ganha um década, tecnicamente. Mas acidentes acontecem.
Sam: Então você está arranjando acidentes, coletando mais cedo.
Demônio: Fala serio, luvas brancas - levantou as mãos -  Eu não sujo minhas mãos, por isso e importante ter um estagiário competente.

Uma homem loiro apareceu atrás do demônio, nos empurrando contra parede. Bati minha cabeça na cadeira. Olhei para o lado e Sam e a SuaAmiga amiga estavam desmaiados, Dean sendo enforcado. Tentei me levantar e quando consegui me dei de cara com o homem loiro que atravessou sua mão em meu estômago. Olho para Becky que estava assistindo a cena e com o pouco de fôlego que encontro em meus pulmões peço pra que ela fuja. Minutos depois ela acerta a faca nas costas do homem que caiu aos meus pés. Me seguro no balcão, mesmo tendo apoio caio no chão. Fui até a SuaAmiga me arrastando com dificuldade e tento acorda-la e ela vai despertando aos poucos, tentei me por de pé e fui andando me apoiando nas paredes até o Dean e pego na mão dele com a minha encharcada de sangue e caio.

Dean: Ei, ei.
Eu: Eu to bem. - cuspo sangue -
Dean: Claro que está.- me colocou nos braços - Você vai pro hospital.

Ele me deitou no banco de trás do empala e me levou até o hospital.