domingo, 14 de dezembro de 2014

Stop the world - Capitulo 26

Stop The World

Continuamos pesquisando mais algumas coisas até saber aonde Vesta costumava a enterras suas virgens

                                                   >> AGORA << 

Jody: Vesta muitas vezes se envolvia no lago azul de luz que ela podia controlar para desorientar, mutilar ou matar.
Eu: Vocês acharam alguma forma de mata-la? - o telefone do Sam tocou -
Sam: Dean? - eu me surpreendi - Dean, fala direito, não to te escutando Dean? - ele desligou - Caiu, por aqui existe alguma estação de trem?  Posso jurar que ouvi um apito.
Jody: Posso ver, tem um mais não muito longe.
Sam: Okay, a 8 da noite o trem saiu de SilFalls a 127km por hora, o que tem a 8km de Asphalt?
Eu: Pasto.
SuaAmiga: Não, tem a velha fazenda Wilmer.
Sam: Vamos.  - se levantou -
Eu: E como a matamos?
Jody: Carvalho e sangue de uma virgem.
Eu: Onde vamos achar uma virgem?
Sam: Eu sou virgem.
Jody: Acho que tem que ser de verdade Sam.
SuaAmiga: Cat.

Peguei meu casaco e fomos, entrei no carro com o Sam e ele dirigiu até a igreja e a Cat estava arrumando vidro de comida um em cima do outro.

Eu: Oi Cat, acho que você me conhece né?
Cat: E.
Eu: Então, to sem tempo pra falar, estamos sem tempo pra falar e precisamos de uma coisa que só você tem.
Cat: O que?
Eu: Precisamos do seu sangue.
Cat: Precisam de que?
Jody: Só um pouco.
Cat: Pagões que precisam de sangue, vocês são pagões?
Eu: Pagão? o que? não e pra uma arma.
Cat: Vocês estão na casa de deus, seus rituais loucos não funcionam aqui - caminhou até nós no empurrando pra trás - Não tenho tempo pra adoradores do diabo, vou chamar a policia. - eu dei um soco na cara dela - ai.
Eu: A Jody e a policia, então obrigada. - limpei no guardanapo -
Cat: Mas que merda e essa?
Eu: Vamos.

Fomos pra fazenda e quando chegamos não havia nada além de mato e escuridão, me separei com o Sam e a Jody e a SuaAmiga, olhamos cada canto, enquanto anda sem querer tropecei em um pedaço de madeira que me fez cair do chão, apesar de ter caído em uma madeira nem parecia que estava no lugar de tão escondido. Tiramos a madeira e tentamos abrir a porta, chamei a Jody e ela veio ajudar. Tentei abrir a porta e senti alguém me puxando pelo casaco, quando olhei pra trás vi a Bonnie e ela me jogou longe me fazendo bater com a cabeça na porta do celeiro, levantei a cabeça e vi o Sam e a SuaAmiga desacordados a Bonnie estava com a Jody, eu não consegui me levantar por causa do ferimento no abdômen que estava sangrando e tinha se aberto. Bonnie levou a Jody até uma mesa e a amarrou. Me segurei e tentei me levantar mas cai no chão novamente gritando de dor. O Sam se levantou com cuidado e quando a Jody tentou enfiar o carvalho na Bonnie ele a empurrou furando o carvalho na Jody. De longe a SuaAmiga veio até a mim tentando me ajudar e pedi que ela a ajudasse o Sam que estava sendo atacado e mesmo assim a Bonnie ainda consegui atingi-la.  A Bonnie estava tentando matar o Sam e a Jody chegou por trás dela a furado com o carvalho. O Dean consegue sair do bueiro. O Sam me colocou no colo me levando pro carro, voltamos pro hotel e ele ajudou a costurar a ferida, mesmo depois ainda me senti mal, eu não podia me  levantar.

Dean: Você tá bem? - se aproximou -
Eu: Não, mas vou ficar. - sorri - Não consigo me levantar, parece que eu perdi a movimentação das pernas - ri - não e pra ser engraçado, mas eu prefiro ver tudo desse jeito.
Dean: Eu sei é dificil, mas você vai ficar bem.
Eu: Agora entendi porque você disse que eu deveria ficar longe desse caso.
Dean: Você ajudou muito. - se sentou - até pela confissão que deu no grupo - riu - acha aquilo mesmo?
Eu: Acho que você não entendeu a parte que eu disse, "eu retiro tudo que eu disse". - ri -
Dean: Eu aprendi uma coisa sobre essa última caçada.
Eu: O que?
Dean: Que eu não posso prometer algo que não vou cumprir, algo realmente serio, ou eu prometo ou fico longe e sobre isso eu prefiro ficar longe.
Eu: Quem quer ficar por perto? acho que ninguém, eu também acho que se perdemos algo que já nascemos com, não há como ter de volta, nem deu pode trazer.
Dean: Pecado tá ai pra ser perdoado.
Eu: Perdão, por tão forte não cura a dor.
Dean: Deus purifica os pecados.
Eu: Como e que você tá aguentando falar disso, lembro de quando me disse que não se importava com o que ele fazia.
Dean: As vezes temos de acreditar.
Eu: Ok, uma mãozinha aqui - estendi a mão pra ele levantar - Ok. Já vamos sair da cidade?
Dean: Já.
Eu: Então tá. - fui até o Sam - Vamos.
Sam: Vamos

Fui andando até o carro onde estavam a Jody e a SuaAmiga conversando, caminhei com um pouco de dificuldade, mas consegui ir sozinha.

Jody: Ai está ela.- sorriu - Como você está?
Eu: Andando - ri - estou bem.
Jody: Toma cuidado querida, trabalho e muito pesado pra você.
Eu: Quando mais pesado, melhor. -
Jody: Ok meninas, já me de Sam e Dean, já estou indo.
Eu: Até a vista.
Jody: Até, adeus - entrou no carro e se foi -
SuaAmiga: Acho que deveríamos ficar um tempo por aqui até você melhore.
Eu: Eu já estou melhor, eu estou bem.
SuaAmiga: Uma hora você nem consegue andar porque seu corte se abriu e em outra você anda como se nada disso tivesse acontecido?
Eu: E exatamente isso que eu faço.
SuaAmiga: Não, sabe, você e o Dean são realmente parecidos, porque vocês dois são teimosos, orgulhosos e idiotas.
Eu: Mas alguma coisa porque eu to sem paciência pra sermão. - entrei no carro - Vamos sair de Nova York, e só o que eu quero.
SuaAmiga: Vou com o Sam.
Eu: Quer que eu sai pra ir com o Dean?
SuaAmiga: E.
Eu: No meu carro?
SuaAmiga: E.
Eu: Faço porque ele é seu namoradinho, mas se não fosse por isso você ficaria por aqui até encontrar carona - sai do carro e entrei no empala -
Dean: Ohh que que isso?
Eu: Relaxa não e um assalto.
Dean: Eu sei que não e um assalto, mas tá fazendo o que aqui?
Eu: Fui expulsa, da pra acreditar? Do meu próprio carro.
Dean: Se foi expulsa pela SuaAmiga da pra acreditar.
Eu: Aonde acha que o namorinho deles vão?
Dean; Sinceramente, a lugar nenhum.
Eu: Exatamente, e ela disse que eu sou igual a você, olha eu deveria ter acertado um tiro no joelho dela.
Dean: Eu faria o mesmo. Que sacanagem - falamos juntos. -
Eu: Eu hein.  - ri - Pensando bem, somos um pouco parecidos.
Dean: Tenho que concordar.
Eu: Qual e o nosso destino afinal - ele deu partida no carro - Pra onde vamos?
Dean: Chicago.
Eu: Tem trabalho lá?
Dean: Tem, homem foi atacado na rua depois de se declarar pra sua esposa.
Eu: Ótimo, realmente ótimo, sabe eu amo essa vida onde mal saímos de um caso e já entramos em outro, e se saímos ferrados, continuamos.
Dean: E, e assim que chegarmos em Chicago, você vai direto pro quarto porque eu não vou querer você ferida do meu lado.
Eu: Você não vai mandar em mim.
Dean: A pouco tempo disse que mal podia andar - gritou -
Eu: E agora eu to dizendo que posso, eu não vou morrer, eu dou conta.
Dean: Eu já perdi gente demais, mais um já e a gota d'agua então você fica.
Eu: Eu vou, nem que eu cuide desse caso sozinha, você entendeu?

Ficamos calado o caminho todo, talvez chegássemos pela manhã se não parássemos pra fazer algo. E como não paramos conseguimos chegar na madrugada do dia seguinte. Pegamos um hotel e nos arrumamos pra ir até a delegacia. E quando chegamos havia um detetive então mandamos ele ir embora.

Eu: Por que não explica o que aconteceu naquela noite - olhei a ficha dele - Luke, mas explica direitinho.
Luke: Eu fui ao restaurante, com minha esposa. Eu pedi que colocassem a aliança na taça pra que ela se surpreendesse com minha surpresa, e quando eu fui falar com o dono Ryan, eu vi um homem, normal, mas quando eu olhei pro espelho ele estava deformado, eu sei o que eu vi, eu sou louco. Precisam acreditar em mim, e depois quando eu sai com a Pamela do restaurante e esperamos porque eu iria a pedir em casamento ali, mas ai o Ryan apareceu ferido eu pedi pra que ela ligasse pra policia mas depois um homem com uma capa preta e com garra apareceu a jogando na parede e depois arrancou o coração do Ryan, e ai quando eu fui ver a Pamela ela estava...morta  .
Dean: Eu sinto muito, não existe monstro algum. - saiu da sala e eu fui depois -
Eu: Nossa quanta honestidade e sinceridade toda junta e misturada.
Dean: Acha que podemos dizer a verdade?
Eu: Não, ele perdeu a esposa no dia que iria se declarar, ele só quer respostas.
Dean: E "existem monstros por ai" não e uma delas pra ele, não agora.
Eu: Tá.
Sam: Acho que devemos ver o local.
Eu: Ok.

Voltamos pro hotel e tiramos as roupas, almoçamos e fomos ao restaurante,entramos escondido e assim que entramos vimos o Luke sendo atacado por um vampiro, andei até eles e cortei a cabeça do vampiro.

Eu: Acho que você tem que tomar mais cuidado com vampiros, talvez um facão na sua bolsa sempre caia bem.
Luke: O que era isso?
Eu: Um vampiro.
Luke: E o homem que eu vi no espelho? e o que matou minha mulher?
Eu: To pensando o primeiro e um aspecto e o que matou sua mulher ainda estamos vendo isso, um de cada vez meu querido. - o Dean ficou vendo o restaurante -
Dean: Aqui tá cheio de sangue e carne. - veio até a gente - O que e isso? monstros matando monstros?
Sam: Não acha que devemos olhar o corpo?
Luke: Eu vou com vocês.
Eu: Você acha que vai, você não vai.
Luke: Ou o que? vão matar a mulher que eu amo, acabar comigo e com minha vida? desculpem chegaram um pouco tarde.
Eu: Você quase foi morto por um vampiro, lá fora tem muito mais de onde veio, e tem piores, e se há monstros matando monstro você não imagina como são.
Dean: Vamos.
Eu: Okay - fomos embora. -

O Sam e o Dean foram pro legista e eu voltei pro hotel e pesquisei saber o que tava acontecendo.

Eu: Tá tudo normal por aqui tirando a parte do ataque no restaurante, vocês tem ideia de que está acontecendo aqui em Chicago?
SuaAmiga: Imaginem se Chicago está  tomada por monstro? - riu - incrível.
Eu: E.. - o celular dela tocou -
SuaAmiga: Sam e Dean estão na frente da casa do Julian Dovale, aqui tem o endereço, vem.

Entramos no carro e fomos nos encontrar com ele, quando chegamos eles estavam na frente de uma casa que mais parecia um castelo, e eles não tinham explicação do que estava acontecendo.

Eu: Tem uma coisa matando pessoas, temos que achar e mata-la.
Dean: E bom ideia, mas espera ai, você tem noção do que é?
Eu: Não.

Eu me encostei no carro quando ouvi um grito vindo da casa, corremos até lá e encontramos um cara caído no chão percebi que estava ferido com três furos na camisa, o Luke apareceu por trás de uma árvore e ajudou ele a levantar.

Dean: Quem e esse?
Luke: David.
Dean: Ferro - olhamos os guardas da casa. - Vamos corre.

Corremos até o carro e fomos embora, mais pra frente paramos pra resolver as coisas, eu sai do carro e fui até ele.

Dean: Você tá me dizendo que tem 5 famílias de monstros mandando em Chicago, o que e isso? O chefão todo poderoso de monstros?
Luke: Se for vou precisar de toda ajuda possível.
Eu: Me diz uma coisa, se são 5 famílias quer dizer que... o grupo e bem grande pra apenas 5 pessoas atacarem?
Dean: Pois e o moleque e guerreiro.
David: A Viollet não tá atendendo.
Sam: Ela e metamorfa também?
David: Lobisomem
Eu: Incrível
Dean: Incrível.
Luke: Incrível - falamos juntos. - Se ela tá com o celular e só rastrear o sinal.
Sam: E tem razão, qual e o numero?
David: Me levem com você e pronto.
Luke: Não.
SuaAmiga: Se decidem logo. - eles ficaram se olhando -
Luke: Não, fala serio não. Cara ele e uma porcaria de transformer  
Dean: Olha só, as vezes você tem que trabalhar com os caras maus pra pegar os piores.
David: Cara, eu to bem aqui.
Dean: Eu não to cego não o mané. - eu ri da piada -
Eu: Vamos - entrei no meu carro.

Os meninos foram na frente e seguimos ele e paramos em um terreno baldio, abri meu porta-malas e peguei minhas arma e enquanto fazia isso ouvia o papinho do David com o Luke.

Eu: Quando isso acabar terei orgulho de sair e nunca mais pisar aqui, me diz uma coisa no seus grupos de monstros, vocês tem o que?
David: Demônios, Dijins, metamorfos, lobisomens, brincalhões, vampiros, vetalas, e tudo que você pode imaginar.
Eu: Eu trabalhando com um monstro - ri - brincadeira.
Dean: Deixa o romantismo pra depois porque temos que trabalhar, vamos embora.

Peguei a arma e entramos devagar em duplas, seunome e David, eu e Dean, Sam e Luke, tinha duas entradas então eu fui por um lugar e o Dean foi pro outro. Senti alguém passando e quando me virei não vi ninguém, então segui o caminho e cruzei com um homem de capa e quando tentei correr ele me cortou no peito com uma faca e assim que olhei pra sua mão vi garras.

Eu: DEAN - gritei -

Ele me acertou na cabeça me fazendo desmaiar. Quando acordei minhas mão estavam amarradas em uma corda presa no teto. Havia uma moça ao meu lado ela estava consciente e muito melhor que eu, eu já não sentia minhas mãos nem minhas pernas, meu abdômen ainda estava machucando e eu estava sentindo uma dor intensa e grande, como se eu pudesse apenas focar naquela dor.

Eu: Você e Viollet? - ela balançou a cabeça fazendo sim - Não vai servir de consolo mas seu namorado tá te procurando.
Viollet: Julian?
Eu: Você tem dois? - ri - você tá melhor que eu, faz algum tempo que eu renasci e virei virgem e agora to aqui.
Viollet: O David está aqui?
Eu: E, esse ai mesmo, Romeu. - ri - ai.
Homem: Acho que vou fazer você de exemplo também.
Eu: Faz, contando que seja bom.
Viollet: Não toque nela, ela não e um de nos.
Homem: VOCÊ VAI FAZER O QUE? - ameaçou ela -
Eu: Se tocar nela terá de tocar em mim também.
Homem: OU QUE? - ele veio em minha direção - Você aqui e só mais uma inútil
Eu: E você e um idiota psicopata - ele cravou suas garras de prata em meu peito. - AHHHHHH - gritei de dor. - Para, para por favor.
Homem: Perdeu a valentia?
Eu: Nunca - ri - vai ter que me matar se quiser porque minha ironia e maior do que minha vontade de viver - ele cravou de novo - Ahhhhhh ahaha - meu grito soou como uma gargalhada. -
Homem: Vocês parecem humanos, agem como humanos mas no fundo são apenas monstros.
Eu: MONSTRO E VOCÊ, VOCÊ TÁ FAZENDO ISSO COM A GENTE.
Homem: Eles mataram o meu filho
Eu: Você matou mais que uma pessoa, mas ainda tem muito mais de onde veio, um exercito e pra deter um exercito e preciso de um, e você e apenas um lixo no meio de monstros comandando a cidade.
Homem: O que?
Eu: Isso mesmo. - ele arranhou meu rosto -
Homem: CALADA.

Eu fiquei quieta e olhei a Viollet se armando e virando lobisomem enquanto ele me atacava. Eu já estava desejando morrer se continuasse pendurada ali. Enquanto ele me torturava a fúria da Viollet estava ficando pior, quando as cordas de arrebentaram e ela atacou o homem. Com toda minha força eu puxei as cordas e elas arrebentaram de uma vez, fui até ela e a acalmei.

Eu: Tá tudo bem. - levantei ela -

O Sam, Dean, Luke, SuaAmiga e o David apareceram, a Viollet me segurava enquanto eu não podia e nem aguentava minhas pernas.

Dean: Perdemos algo?
David: Viollet. - gritou -
Homem: Você, eu me lembro de você, eu sinto muito pela garota, mas eu não tive escolha ela estava no caminho, você entende, eu sei que entende, eles são monstros - olhou pra Viollet -
Luke: Eu só vejo um monstro aqui - atirou no homem -
Eu: Dean - cai no chão. -

A Viollet me pois em seu colo até o Dean descer pelas escadas, eles trocaram de lugar.

Eu: Até quando eu vou ficar em um caso sem ser morta?
Dean: Você vai ficar bem - me levantou -

Ele me levou pro carro e ajudou a fazer curativos, levamos a Viollet e o David pra casa e logo em seguida o Luke, eu agradeci a ela e depois fomos embora, levamos o Luke até o apartamento dele.

Eu: Você mora sozinho?
Luke: Minha irmã mora do outro lado da cidade e meu pai morreu.
Sam: Acho que deveria ficar perto dela por um tempo.
Luke: E, mas eu vou cuidar da cidade.
Eu: Acha que da conta de uma família de monstros? vamos entrar em contatos com alguns caçadores e mandar eles cuidarem disso, só não entre nesse lance de caçar, não e pra você.
Luke: Não, eles acabaram com a minha vida.
Eu: Vai por mim, eu perdi minha família também, eu tenho um irmãozinho, um bebe, minha mãe foi morta por demônios e meu pai por vetalas, e foi tudo minha culpa, eu me sinto bem, eu superei. To tentando não estragar tudo outra vez, então se cuida.
Dean: Todos estamos caçando por uma razão, e não paramos porque nos atraímos monstros.
SuaAmiga: E cada um de nos tem uma historia triste ou trágica pra contar, mas nem parece.. nos seguimos em frente, faça o mesmo.
Eu: E. - sorri - Obrigada pela pista Jake.
Dean: Se cuida. - eu entrei no carro -
Sam: Vou com a SuaAmiga.
Eu: Okay.

Me despedi do Luke depois fomos embora. No caminho eu fiquei cuidando dos ferimentos do meu rosto e do resto do meu corpo. Tirei a camisa e limpei o sangue do meu peito.

Dean: Isso vai demorar um pouco pra sair.
Eu: Acredite, eu sou um gato, tenho 7 vidas.
Dean: Com essa que você quase morreu já se foram 4, acho que deveria ficar longe por um tempo.
Eu: O que adianta me afastar se eu posso morrer de qualquer jeito, se eu morrer que seja lutando.
Dean: Teimosa.
Eu: E.. essa e minha vida não e - limpei o corte - eu tenho que continuar.
Dean: E se for morta?
Eu: Eu vou pro inferno ou pro céu não e? então... um dia nos veremos por lá. Talvez mais cedo que o normal, você também te a morte ao seu lado. - ri -
Dean; E..

Pegamos a estrada pro Kansas, eu encostei a cabeça no vidro sem a intenção de descansar apesar de estar exausta e acabei dormindo. Acordei com o Dean me batendo pedindo pra acordar.

Dean: Pensei que não quisesse comer.
Eu: Eu tava no meu melhor sonho, onde eu sonhava que você não existia.
Dean: E muito amor.
Eu: Prefiro chamar de ódio. E ai?
Dean: Você me ama, por que não diz logo? - eu me desfiz do sorriso -  O que foi?
Eu: Cala a boca.
Dean: Ok, vamos parar um pouco com os casos até você melhorar, até lá pra mim tudo bem, e você?
Eu: Estou bem.
Dean: Não está, ontem me disse que estava morrendo e hoje tá me dizendo que está bem, você não está.
Eu: Acontece que ontem foi ontem, e adivinha, hoje e hoje.
Dean: Vai por mim eu sei quando as pessoas estão mal, e você está ferida.
Eu: Eu vou ficar bem. - ele sorriu -

Ficamos na estrada até anoitecer e ai paramos pra comer. Arrumei as coisas no meu carro antes de entrar no bar então pedi pra eles irem na frente que depois eu iria. Enquanto eu ajeitava as armas na porta-malas eu vi um jornal no chão e tinha manchete como "Duas pessoas desaparecem do estado de Kansas na mesma semana." peguei o jornal e coloquei no bolso do casaco, fechei o carro e fui andando até o bar. Entrei e procurei onde eles estavam e quando os achei sentados, me sentei mostrando o jornal ao Sam já que dessa vez iria ficar fora da caçada.

Sam: O que acha que deve ser?
Eu: Não sei, eu acho que devo ficar fora dessa vez, completamente. - olhei pro Dean. - SuaAmiga pode ajudar vocês
Sam: Ok, amanhã vamos ao necrotério ver os corpos e a SuaAmiga vai falar com a policia.
Dean: Bom saber que está longe, uma de nossas melhores.
Eu: Se decide se me quer longe ou por perto querido, você me quis longe, não vou morrer um dedo pra ajudar, até volta..
Dean: Então vai... - o Sam o interrompeu -
Sam: Melhor assim, acho que você está machucada demais pra ficar nessa caçada.
Eu: A única coisa com que ajudarei e as pesquisas.
Sam: Vai ajudar muito.
Eu: Deveria ser mais como seu irmão, ninguém gosta de gente ignorante.
Dean: Melhor calar a boca.
Eu: Vai fazer o que? antes de você pegar sua linda arma eu te furo com minha faca - tirei a faca do bolso -
Dean: Deixa a faca no bolso do casaco? quem faz isso?
Eu: Eu, não, o FBI faz isso - mostrei a identidade. -
SuaAmiga: Vocês parecem crianças, vocês já tentaram se entender ou respeita um ao outro? - nos dos viramos a cara - não né? mas lembrando, o ódio muitas vezes se torna amor.
Eu: No dia que estiver apaixonada por ele você pode atirar em mim.
Dean: Digo o mesmo pra você Sam.
Sam: Dá pra parar. Vamos procurar um hotel.

Levei um lanche pra viagem e procuramos um hotel. Pegamos um quarto, comi a comida e depois fui dormir... Na manhã seguinte quando acordei não tinha ninguém no quarto além de mim, me levantei e sai pra comprar comida e depois voltei. Olhei o celular e tinha uma ligação do Dean, mas não retornei... Quando deu umas 2h da tarde o Sam voltou sozinho.

Sam: Jax House, trabalha em uma mercearia e depois do trabalho ele ia ao bar próximo. E Kate Moore também foi vista pela ultima vez no mesmo bar.
Eu: Onde estávamos ontem?
Sam: Sim, o Dean disse que iria falar com as pessoas que o viram, eu falei com os familiares. - SuaAmiga chegou - e ai como foi no necrotério.
SuaAmiga: Olhei os corpos, e dessa você não espera, havia mordidas no pescoço de cada vitima, no começo pensei em vampiros, mas os órgãos não estavam, e o legista disse que todo o sangue possível foi retirado do corpo.
Eu: Lobisomens?
SuaAmiga: Talvez, também pensei em uma coisa, vetalas.
Eu: Elas não tiram os órgãos.
SuaAmiga: E vampiros e lobisomens não sequestram, eles vão ao que interessam.
Sam: Vamos esperar o Dean chegar.  

Ele ficou o dia inteiro fora, e na madrugada quando Sam e SuaAmiga se descuidaram e não perceberam, peguei meu casaco e sai e peguei o carro. Tentei ligar umas 4 vezes e o motor não conseguiu pegar.

Eu: Droga. - sai e bati a porta do carro com força -

Resolvi ir a pé mesmo, coloquei a chave no bolso e fui andando. Enquanto andava ouvia passos e senti que estava sendo seguida mas quando me virava não havia ninguém. Acelerei meus passos e senti alguém me puxando pra trás e colocou uma faca no meu pescoço.

xxx- Fique quieta. - riu - todo esforço que fiz valeu a pena.
Eu: Não - peguei a arma.

Me virei pra mirar a arma mas ele conseguiu me atingir primeiro... Quando acordei estava amarrada em uma cadeira, tentei me soltar mas não consegui.

xxx- Sabe o quão dificil foi procurar comida, e depois que soube que haviam caçadores na cidade eu pensei por que não junta-los, mas um de cada vez, um pro almoço, pro jantar e sempre tem a melhor parte a sobremesa, e eu quero o Dean Winchester pra sobremesa
Eu: Por que não você no purgatório queimando?
xxx- Nos vampiros somos ótimos caçadores, e quando se trata de enganar pessoas, basta estalar os dedo .
Eu: Não somos burros, somos caçadores, sabemos do que enfrentamos.
xxx- Você não sabia quando peguei você no estacionamento.
Eu: Covardia, eu ainda revidei.
xxx- Lenta demais. - deu um tapa na minha cara - Eu sei que um dos Winchesters vão vir atrás de você.
Eu: Ou não, eles tão ocupado agora com garotas, então me mata logo se vai te fazer feliz.
xxx- Você tem um dia. - foi embora -

Passei a noite rezando pra que o Dean, Sam ou SuaAmiga dessem conta de que eu não estava no hotel e que viesse ou eu daria conta sozinha. Me mexi na tentativa de achar minha faca e encontrei ela presa na minha cintura mas não a peguei com medo de que o vampiro entrasse na sala. Olhei pra janela e já estava de manhã... Fiquei mais de 5horas presa na sala sem chamar ou ver ninguém, sem comer ou beber algo. Já havia escurecido... Peguei minha faca e com cuidado consegui cortar a corda.. Peguei meu celular e liguei pro Dean mas o só dava em caixa de mensagens então fui andando até a porta que dava em uma rua vazia e escura. De longe consegui ver um carro vindo e quando se aproximou vi que era o empala do Dean.

Dean: SEUNOME. - o vi de longe -
Eu: VÃO EMBORA, E UMA CILADA, SAIAM - gritei
Dean: SEU NOME CUIDADO

Sem perceber o vampiro estava atrás de mim e quando me virei  ele me acertou com a faca e furou minha barriga.

Dean: NÃOOOOOOOOOO - correu até a mim. - Sam...
Sam: Vamos. - correu atrás do vampiro com a ajuda da SuaAmiga -
Eu: Sempre disse que eu estava com um pé no inferno e outro na terra, mas não pensei que seria hoje.
Dean: Cala a boca.
Eu: Eu odeio você
Dean: Olha pra mim, você não vai morrer, ok? não vai, e quando isso acabar eu juro que vou dar um jeito de te tirar disso.

Ele me colocou no carro e dirigiu até o hospital, me carregou no colo e gritou por ajuda dos médicos. Me colocaram em uma cama e me doparam... Quando acordei o Dean estava ao lado da cama com a cabeça baixa.

Eu: De.. - não consegui falar -
Dean:  Hey hey. - sorriu -
Eu: Estou em um hospital, de novo, e e exatamente onde iremos parar depois da minha morte oficial.
Dean: Você não vai morrer, eu não vou deixar.
Eu: Você me tirou da cidade primeiro e depois me trouxe pro hospital, eu adoro esse seu jeito. - tirei as agulhas de soro do meu braço -
Dean: O que está fazendo?
Eu: Me reerguendo.- me sentei -
Dean: Ok, você..
Eu: Eu estou bem, ótima pra falar a verdade. - sorri - eu juro.
Dean: Sam e a SuaAmiga estão trabalhando em um caso.
Eu: Eu sei, você quer me manter longe.
Dean: Não, eu não consigo, eu não quero que você fique longe. - riu - e estranho porque eu to dizendo isso, mas prefiro a gente junto, vai ser mais fácil.
Eu: Tá brincando não e?
Dean: Não,porque precisamos de você. - me olhou -

Eu: Sabe quando terei alta?
Dean: Não, ainda não.
Eu: Então vamos. - me levantei -
Dean: O que?
Eu: Se acha que vou ficar aqui em um hospital, você tá enganado.
Dean: Consegue andar?
Eu: Até correr se der.
Dean: Tudo, vamos ter que localizar o Sammy e ir até ele. - ligou - estranho.
Eu: O que?
Dean:  Tá desligado. - se levantou - vamos.
Eu: Vou te fazer um favor ligando pra SuaAmiga.
Dean: Obrigado.

Saímos escondidos do hospital e entramos no carro pegando a estrada, no caminho tentei ligar pra SuaAmiga e também estava desliga. Até mesmo o GPS do celular do Sammy e o dela estavam desligados e nem sinal dos dois. Paramos um pouco e comemos um sanduíche no restaurante da esquina, peguei os notebook e tentei localizei eles mas a localização não se concluía então continuamos a tentar a ligar para eles.

Eu: Que estranho, eles dois não atenderem ou retornarem. - guardei o telefone. -
Dean: Estranho e não saber a localização deles, eles me disseram que ficariam bem enquanto fossem caçar.
Eu: Idiotice foi deixar eles dois irem caçar.
Dean: Ok.
Eu: Iriam caçar o que?
Dean: Não sei, eu estava no hospital quando o Sammy ligou e disse que estava em um caso com a SuaAmiga, mas ok, vamos. - se levantou e deixou o dinheiro. - vou tentar ligar pra SuaAmiga.
Eu: Tá. - se afastou e ligou -
Dean: Nada.
Eu: Sabe o que foram caçar?
Dean: Não me disseram.
Eu: Ótimo, vamos descobrir. - o telefone tocou - coloca no viva voz.  - ele fez isso. -
Dean: Sammy.
Sam: Dean, precisamos de ajuda.
Eu: Sabemos, o que tá acontecendo?
Sam: SeuNome? pensei que estava no hospital com o Dean.
Eu: E bom poder falar com você Sammy, mas e ai o que aconteceu?
Sam: Estou em uma caçada e acho que você vai se lembrar da Krissy, ultima caçada procuramos um vampiros que mataram os pais delas.
Dean: E...?
Sam: Soube que estão caçando novamente.
Eu: Caçando o que?
Sam: E isso que eu preciso de ajuda, eu consegui localiza-los, e descobri o que estavam caçando uma Anfisbena.
Eu: O que é?
Sam: Uma criatura da mitologia, em grego significa "que vai em duas direções. " usa forma humana mas sua verdadeira face contem duas cabeças, a lenda conta que a Anifisbena contem uma cabeça na calda facilitando a movimentação da serpente.
Eu: Vai ser fácil encontrar uma pessoa humana com duas cabeças.
Sam: E pode se mover e mudar de direção com facilidade, se alimenta de cadáveres  e uma ótima caçadora.
Eu: Como podemos mata-las?
Sam: Ainda não tenho a certeza mas andei pesquisando e descobri que são letais a prata.
Eu: Acho que vamos precisar de um facão.
 Dean: Onde você está?
Sam: Conway, Kansas.
Dean: Algumas horas daqui, estamos indo. - desligou -
Eu: Quem é Krissy, Dean?
Dean: Uma longa historia.
Eu: Tem versão resumida?
Dean: Trabalhando uma vez em um caso de vetalas eu, Sam, ela e o pai dela, depois de um tempo a encontramos, o pai tinha morrido e ela estava caçando pelo vampiro que o matou, mas ela mal sabia que o Vitor um "amigo" estava criando falsos vampiros pra que eles terem suas vinganças.
Eu: E depois disso?
Dean: Os deixamos com os amigos dela, ela me garantiu que não entraria nessa vida.
Eu: Prometi a minha mãe que não entraria nesse negocio de caçada, e eu me tornei uma caçadora. Talvez não seja a promessa quebrada, Dean e sim o passado que bate a porta e acaba entrando sem pedir.
Dean: Não é isso, ela é uma criança.
Eu: Qual é Dean, entramos nesse trabalho cedo, não deu certo. Viramos caçadores, proteção nunca foi nosso forte, ou foi?
Dean: Não, mas mantemos o cuidado.
Eu: Não mantemos o cuidado, olha pra nos, temos um pé na terra e outro no inferno, isso pra você é manter o cuidado. Apenas conseguimos escapar de algumas situações, eu tenho mais de 7 vidas, e quase todas foram quebradas, imagina quando eu tiver de...
Dean: Isso não vai acontecer, eu não vou deixar. - me olhou -
Eu: Tudo bem, tá, vamos parar pra comer? - olhei o relógio -
Dean: Sim.

Ele estacionou o carro em frente a um barzinho, peguei minha bolsa junto com meu notebook e entrei com ele e me sentei em uma mesa enquanto ele pedia o jantar e pesquisei sobre a Anfisbena.

Dean: O que descobriu?
Eu: Não muita coisa, e as mesma coisas que o Sammy, mas sei como mata-la. Anfisbena e uma criatura da mitologia grega.. bla bla bla, obtém duas cabeça. Nas lendas antigas as anfisbena costumava matar para se alimentar dos cadáveres da vitimas escolhida pela cobra, seu veneno poderoso era utilizado nesse processo e uma só picada poderia ser mortal, acho que temos um problema. Mas continuando, em algumas lendas antigas a criatura costuma  levar as vítimas pra casa e comer aos poucos e podem ser mortas por prata.
Dean: Acha que temos chances?
Eu: E porque não teriamos?
Dean: Nada dá certo.
Eu: É, não temos o melhor mas acho que podemos fazer o melhor, não acha? - os lances chegaram - come.
Dean: Temos que achar o Sam, antes que aquela coisa ache ele - se levantou - leva pra viagem.
Eu: Tá. - levantamos - 

Ficamos horas dirigindo até Kansas e chegamos pela manhã. Tentamos ligar pro Sam e saber onde ele estava mas o celular só da em caixa de mensagem. Localizamos ele pelo o celular e assim que vimos que estava próximo fomos até lá. O hotel onde dava a localização do celular do Sam estava aberto com pouca movimentação. Conversamos com o recepcionista do hotel e ele disse que o Sam a ultima vez que viu Sam ele estava chegando sozinho e não saiu. Pedimos pra ver o quarto e quando chegamos ele estava todo revirado, roupas e bolsas pelo chão.

Eu: Ótimo, e agora?
Dean: Não sei.
Eu: Celular da SuaAmiga.

Localização eles e ao cair da noite fomos até o galpão abandonado e ficamos um tempo dentro do carro.

Dean: Atire pra matar.
Eu: Se sairmos dessa ilesos, você paga a bebida.
Dean: Feito - saímos do carro. -  

Andamos e entramos no galpão devagar, em uma cadeira estava o Sam e a outra a SuaAmiga, fui até eles com cuidado. Eles estavam desacordados, coloquei a arma no chão e peguei a faca para solta-lo. Ouvi passos e não era do Dean, peguei a arma rapidamente e me virei.

xxx- Que bom que veio pra sobremesa, achei que iria demorar, mas chegou em boa hora já que eles está uns cacos. -

Ela desapareceu em um piscar de olhos e apareceu atrás de mim me empurrando contra parede. Tentei me por de pé mas a criatura apertou com suas mãos meu ferimento na barriga.

Eu: Parece que minha testa está escrita, aperte minha barriga.
xxx- Vai por mim, isso só vai fazer cócegas perto do que vou fazer com você. - empurrou a mão mais pra dentro -

Vi o Dean se aproximando por trás e bem na hora ela se vira.

XXX- Não dessa vez - o agrediu - acho que eu não saberia que viria com amigos, Dean Winchester e bem conhecido no Purgatório ou quem sabe no inferno.
Dean: Se não fosse pela mitologia eu nem saberia que você existia.
XXX- A mãe que nos criou, a centenas da minha espécie esperando por um momento como meu, e acredite nem todos tem a chances de sair do Purgatório e dar de cara com os Winchesters e ainda mais come-los.
Dean: Mulher de sorte.
XXX- Acredite, eu sou. - riu - Mas eliminar suas amigas e seu irmão acho que vai ser mais doloroso pra você Winchester,  mas então deixa eu apenas terminar o serviço - ela mordeu a SuaAmiga. -
Eu: NÃO!
XXX- O QUE? - veio até mim -
Eu: Sabe - me levantei - Recebeu fatos sobre os Winchesters, mas o Purgatório ainda não me conhece. - enfiei a faca em seu peito. - Eu ainda vou cobrar pela bebida.
Dean: Depois dessa, tudo bem.
Eu: Vem - dei a mão a ele e o levantei.- Ajuda o Sammy.

Eu desamarrei a SuaAmiga e ela foi acordando aos poucos e ao mesmo o Sam. Eles estavam muitos fracos e com pouco sangue, a criatura havia sugado quase todo seu sangue.

Eu: Você estão bem?
Sam: Ficaremos.
Eu: Ótimo.
Dean: Vem - ajudou o Sam

Levamos  eles pro hotel e ajudamos com os curativos, e depois foram descansar. Vi o Dean sentado no carro bebendo cerveja. Fui até ele e fiquei ao seu lado.

Eu: Ficou tudo bem.
Dean: Ainda tenho que te pagar.
Eu: E... quanto isso.. Dean - eu tirei a cerveja da sua mão - Acho que..

Eu me aproximei dele lhe dando um beijo.

Eu: Me desculpa.. 
Dean: Tudo bem.
Eu: Acho que podemos pegar a estrada a tarde, o Sam e SuaAmiga não estão feridos ou precisando de atendimento medicos então podemos continuar, o que acha?
Dean: Acho que podemos.
Eu: Ok. - sorri - Eu já vou indo dormir.
Dean: Tá, tudo bem, depois eu vou.

Entrei no quarto tirando os meus sapatos e logo em seguida me deitei na cama me cobrindo com o edredom. Demorei um pouco pra conseguir dormir, mas logo peguei no sono. Na manhã seguinte quando me virei não havia ninguém no quarto, apenas eu, dormindo. Me levantei, coloquei meus sapatos e o meu casaco e sai. O carro do Dean ainda estava estacionado e ele estava dentro dele com uma caixa de rosquinhas.

Dean: Bom dia. - limpou a boca -
Eu: Bom dia.
Dean: Quer? - ofereceu as rosquinhas -
Eu: Não, obrigada. E o Sam e a SuaAmiga onde estão?
Dean: Mercadinho.
Eu: Sim.
Dean: Pegaremos a estrada agora, a noite vamos parar um pouco, por enquanto não temos trabalhos.
Eu: Ótimo.
Dean: Eu disse por enquanto.
Eu: E eu disse ótimo, ou não ouviu?
Dean: Eu ouvi.
Eu: Ótimo.
Dean: É..
Eu: É.. - me encarou -
Dean: Por quanto tempo vamos ficar nessa?
Eu: O que?
Dean: Eu e você.
Eu: O que tem nós?
Dean: Existe algo forte entre nós.
Eu: Não minta para si mesmo, Dean. - ri -
Dean: Eu to falando serio, não preciso mais fingir que não existe.
Eu: Eu.. - vi o Sam vindo de longe. -
Dean: Okay.
Sam: Ah... oi.
SuaAmiga: Aqui - me deu o copo de café-
Sam: Podemos ir?
Dean: Claro  - me olhou -
Eu: Vamos. - peguei as chaves. -

Pegamos a estrada e a noite paramos em um hotel. Sai pra beber e deixei o pessoal no hotel enquanto bebia. Estava sentada quando vi o Dean chegar e se sentar ao meu lado.

Eu: Como me achou?
Dean: Esse não é o único bar da estrada, mas é o mais perto, e como não saiu com o carro, foi o meu palpite.
Eu: Hum..Queria ficar sozinha.
Dean: Ah, claro. - se levantou -
Eu: Eu falei que queria ficar sozinha, mas não te expulsei.
Dean: Não, claro.
Eu: É..
Dean: Dois whisky. - pediu - Acho que já está na hora de pegar um pouco pesado.
Eu: Serio?
Dean: Por que não?
Eu: Ok.

Apostamos que quem bebesse mais e primeiro pagava tudo e eu consegui beber mais e muito mais rápido que ele. Me senti mal logo depois e ele me ajudou a ir até o hotel.

Dean: Você não poderia está pior.
Eu: Eu fico melhor que você quando está bêbado, você fica insuportável.
Dean: Olha quem fala, você está sendo carregada.
Eu: Dane- se.

Empurrei ele e continuei andando sozinha na frente. Fui cambaleando e assim que cheguei na porta do hotel eu cai no chão.

Dean: Vem - puxou meu braço e me levantou -
Eu: Não.
Dean: Não teime comigo, eu vou ajuda-la, ok?
Eu: Não é o seu trabalho, você não é minha babá.
Dean: dane-se - me beijou -

Dean: Vem.

Ele me levou para o outro quarto do hotel, abrindo a porta e me jogando para dentro do quarto.

Eu: Você..
Dean: Shhh. - me beijou -

As coisas continuaram esquentado, era tudo que eu sempre quis, tê-lo. Ele me colocou no colo me levando para a cama..

                                                                              (...)

Manhã seguinte não havia ninguém no quarto além de mim, coloquei minha roupa e sai do quarto. No carro estava o Sam com um jornal na mão e um copo na outra. Caminhei até ele e me sentei ao seu lado em cima do capo do carro.

Eu: Oi. - sorri -
Sam: Bom dia.
Eu: E.. bom dia, e ai? trabalho?
Sam: Ah... sim! Em Ohio.
Eu: O que tem em Ohio pra nós?
Sam: Parece que ontem a noite uma mulher foi atacada.
Eu: Até ai normal.
Sam: Mas a vítima tinha marcas de presas no pescoço.
Eu: Lobisomem?
Sam: Talvez, estou pensando em vampiros.
Eu: Eu nem pensei nessa possibilidade.
Sam: Tudo bem..
Eu: Ok.
SuaAmiga: Então Sammy.. - ela me olhou - Bom dia Cinderela, Dean me contou que você se embebedou, que lindo.
Eu: Me erra.
SuaAmiga: Também te amo, então contou sobre o caso que achamos em Ohio.
Eu: Sim, e eu não te amo. - sorri - Brincadeira, por falar no Dean, onde ele está?
SuaAmiga: No banho.
Dean: E..  mas já terminei.
Eu: Ótimo, acho que podemos ir agora pra Ohio, e vocês?
Dean: Não acho, podemos.
Eu: Tá.
Dean: Você vem comigo.
Eu: Eu?
Dean: É, por que? 
Eu: Nada.
Dean: Ok.

Peguei minhas bolsas e coloquei no banco de trás. Entrei e me mantive em silêncio o caminho todo até Ohio onde chegamos na manhã seguinte. Pegamos dois quarto, já que a SuaAmiga pediu pra que ficasse sozinha com o Sam.. Não falei uma palavra com o Dean desde de que entramos no carro..

Dean: Eu não posso, não posso. - me olhou - Não posso fugir disso.
Eu: Okay.
Dean: Você não entende.
Eu: Não porque eu deveria?
Dean:  Eu fico tão louco isso tem que parar, eu sinto como se estivesse preste a subir pelas paredes, entende?
Eu: Sim, eu entendo.
Dean: Mas eu não posso assumir.
Eu: Não agora, eu também entendo.
Dean: Me desculpe.
Eu: Não tudo bem, não daria certo.

Deixei minhas coisas onde estavam e peguei a chave do meu carro..Fui até o bar mais longe possível para que ele não me seguisse. Assim que escureceu resolvi ir embora já que o bar estava fechando. Paguei a conta e fui até o carro.. Me enrolei na hora de abrir a porta e acabei deixando cai-las e quando fui pega-la vi um vulto passando e logo peguei a arma. Quando percebi que não havia ninguém me virei e novamente senti o vulto outra vez mas quando virei vi uma pessoa e ela me empurrou contra o carro fazendo com que eu batesse a cabeça no vidro

                                                            (...)

Assim que acordei e tentei me mexer percebi que estava totalmente presa. Haviam mais 4 meninas presas ao meu lado e todas já tinham virado vampiras. Um homem entrou na sala dando sangue a primeira moça que estava presa

xxx- Olha quem acordou. - riu -

Ele se aproximou. Havia uma agulha retirando meu sangue, e por mais que eu tentasse me mexer mais doía. Aos pouco ia me sentindo mais fraca, e cada vez mais.

xxx- Eu preciso de você intacta, sabia? Quero o melhor pro final, você é apenas a sobremesa e a isca para o Winchesters, eu esperei muito por isso, ter eles como refeição principal, por ter matado minha família.
Eu: Deixe-me ir.
xxx- NÃO. - gritou -
Eu: Não precisa gritar, estou bem aqui. - arregalei os olhos - Mas sabe de uma coisa que você não sabe, pros Winchesters eu não sou nada menos que ninguém, eles não se importa.
xxx- Uhum.. Então aproveite o intervalo. - mostrou a faca. -

Passei mais algumas horas presa quando o homem trouxe mais uma moça e a prendeu.

XXX- Vocês deveriam me agradecer, eu dou comida a vocês. Vocês são como minhas filhas.
Eu: Você é tudo, menos como um pai pra mim. - ele caminhou até a mim.
XXX- Deveria ter mais cuidado.
Eu: Ou o que? - Ele passou a faca em meu rosto -
XXX- Não irei te morder, não ainda.

Ele tirou a faca de perto de mim e saiu pela morta. Lembrei que havia uma faca no meu bolso e tentei puxa-la devagar e cortei as cordas. As meninas estavam desacordadas e não me viram sair. Estava fraca mas conseguia me movimentar de pressa. Não sabia onde estava porém sabia que era uma floresta e peguei o primeiro caminho que encontrei e fui embora sem olhar pra trás. Caminhei o mais rápido que pude já que não conseguia correr. Parei um pouco pra descansar em uma árvore. Eu tinha que sair dali e já estava escurecendo. Ouvi barulho de motor de carro e fui andando até onde vinha o som. Parei novamente em uma árvore e senti alguém puxando meu braço e quando me virei era o vampiro. Ele me pões contra a árvore com a faca em minha barriga.

xxx- Seu dia de sorte.
Eu:  Me deixe ir.

Vi o Dean chegando por trás com o Sam e SuaAmiga.

Dean: Solta ela. - ele olhou pra trás.
xxx- Vai precisar mais que isso.

Ele se virou furando minha barriga com a faca e me soltou no chão.

Dean: NÃO. -

Pude ver o Dean cortando a cabeça do vampiro sem pena e logo após furando varias e varias vezes seu peito. Tirei a faca do meu estômago e tentei me sentar e consegui com dificuldades.

Eu: Dean. - o chamei - DEAN.
Sam: Vamos levar você pro hospital, vai ficar tudo bem.
Eu: Me deixe ir.
SuaAmiga: NÃO, NÃO, eu não posso..
Eu: Por favor.

Senti minha respiração parando aos poucos, e meu coração parando devagar.  O Dean me abraçou forte e foi o último abraço..


                                                         ~ SAM NARRANDO ON ~

Sam: Dean.

Tentei puxa-lo mas não tive sucesso, ele se levantou pegando a (SeuNome) no colo e a levando para o carro.

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