Stop the world
Capitulo anterior
Dormimos um pouco e na manhã seguinte arrumamos tudo pra sair.
>> AGORA <<
Pegamos as coisas e pegamos a estrada e quando o Sam pegou um quarto e o Dean saiu com o carro, deixei a SuaAmiga no hotel e o segui. Vi que ele tinha parado no hotel a alguns km dali, sai do carro segui até o quarto, vi abrindo a porta e o entrando e quando fui ver ele estava em pé conversando com uma moça.
Dean: Dá próxima vez troca a placa do carro, porque se ficar usando a mesma placa vai ficar mole de rastrear.
xxx- Quem e?
Dean: Dean irmão do Sam e você e Amy agente funerária, tem gente atrás de você.
Amy: Sam mandou você?
Dean: Ele não sabe que vi aqui, ninguém sabe.
Amy: Mas ele disse a você, o meu filho ...
Dean: Eu sei, mas as pessoas são o que são, e você e o que é, e vai matar de novo.
Amy: Eu não vou, eu juro pelo meu filho.
Dean: Eu sou um perito, acredite, talvez em um ano, talvez em dez, mas eventualmente isso vai acontecer, e sempre assim.
Eu: Dean - ele me olhou - não.
Ele se virou enfiando a faca no peito da Amy, eu fiquei sem reação e apenas olhando pra ele.
Dean: Me desculpe.
Ele a deitou na cama e tirou a faca limpando em seu casaco e a guardou. Quando nos viramos pra ir embora havia um menino em pé nos olhando triste.
Dean: Você tem com quem ficar? já matou alguém - ele balançou a cabeça fazendo não - Se matar eu venho atrás de você.
Menino: A única pessoa que vou matar e você.
Eu: Vem, vamos embora - puxei ele pelo casaco - Você prometeu ao Sam.
Dean: E eu sei.
Eu: E você matou ela, foi por isso que nos trouxe aqui, Dean.
Dean: Eu sinto muito.
Eu: VOCÊ NÃO SENTE, você nunca sente, não pelas outras pessoas.
Dean: Você não pode dizer isso.
Eu: Ela jurou pelo filho dela.
Dean: Ela matou a mãe.
Eu: Pra salvar seu irmão. Não importa porque quando o Sam souber..
Dean: Não pode contar pra ele.
Eu: Posso, mas eu quero que ele descubra sozinho, vai ser pior, eu vou esperar por esse dia, epor favor me esquece - empurrei ele - sai da minha frente.
Dean: SeuNome, espera.
Eu: O que?
Dean: Eu..
Eu: Você só quis evitar eu sei o que você vai dizer, vamos sair daqui o mais rápido.
Nem entramos no quarto e pedimos pro Sam e SuaAmiga pegar as coisas porque iriamos embora logo, pegamos a estrada e dirigimos a noite inteira até a manhã quando paramos pra comer. Eu fiquei olhando as coisas na loja enquanto o Dean estava no banheiro e o Sam no balcão pagando a comida, depois fui até ele.
Eu: Tudo bem?
Sam: Sim.
Eu: Okay, eu vou pro carro. - dei um sorriso e depois sai da loja e entrei no carro -
SuaAmiga: E ai?
Eu: Oi.
SuaAmiga: Que cara e essa?
Eu: Não consigo olhar pra cara do Sam sem dizer o que eu vi.
SuaAmiga: E o que você viu?
Eu: Dean matou Amy, por isso fomos embora da cidade ontem a noite.
SuaAmiga: E você não contou a ele?
Eu: Eu disse ao Dean que não iria contar e toda vez que eu olho pro Sam sinto que estou traindo ele, mas ai eu paro e tenho vontade de contar e sinto que seria traição com o Dean ai eu to ficando maluca.
SuaAmiga: Isso passa.
Eu: Não, não passa, isso não.
Eu dei partida no carro e fomos pra Las Vegas. Ficamos 2 dias dirigindo e quando chegamos pela noita pegamos um hotel. SuaAmiga e Sam foram ao mercado com a SuaAmiga, eu e o Dean arrumamos as armas na bolsa e guardamos na mala do empala. Esperamos eles chegar, e assim que chegaram jantamos.Depois fomos dormir, manhã seguinte quando acordei todos estavam acordados, me levantei e fui até o Sam e o Dean ficou nos observando.
Eu: Tem trabalho na cidade?
Sam: Não, tá tranquilo por aqui.
Dean: Las Vegas, nada e tranquilo por aqui, logo vai aparecer trabalho.
SuaAmiga: Mas enquanto nos não temos aproveitamos até que chegue um pra nos.
Eu: E.. - olhei pro Dean -
Sam: Ok.
Fiquei até o anoitecer com a SuaAmiga procurando casos enquanto o Sam e o Dean foram ao bar da cidade. Estava procurando noticias quando recebi uma mensagem do Sam: "Vista um vestido, estou a 4 quarteirões."
Eu: O que tem a 4 quarteirões daqui?
SuaAmiga: Capelas.
Eu: Vamos nos arrumar, veste um vestido.
Eu tomei um banho e arrumei meu cabelo e coloquei essa roupa:
Quando chegamos e entramos vimos o Sam vestido com um terno, ele veio até a gente e nos puxou levando-nos pro altar.
Eu: O que tá acontecendo? Por que você tá vestido assim? Por que pediu pra que eu colocasse um vestido? Quem são essas pessoas? Por que estamos em uma capela?
Sam: Isso, vocês estão lindas, agora fiquem. Só falta o Dean.
SuaAmiga: Pra que?
Sam: Vocês vão saber.
Ficamos em pé por um bom tempo, o Sam foi até a porta e assim que abriu o Dean estava com uma arma apontada pra ela. O Sam puxou ele assim como fez comigo e pegou minha mão e a dele e fez com que ficássemos de mãos dadas.
Sam: Ok, eu sei que e meio repentino mas a vida e curta então eu vou dizer logo, eu to apaixonado e eu vou me casar. - meu queixo cai - Vocês não vão dizer nada, eu esperava ouvir um parabéns.
SuaAmiga: O como e que e?
Dean: Oi?
Eu: O que você disse?
A musica começa tocar e a noiva entra, ela se aproxima e o Sam tira o véu do rosto dela.
Dean: Becky?
Eu: O que? pera ai, conhece ela?
Dean: Sim, longa historia.
Becky: To feliz que vieram.
Eu: Oi?
Dean: Como isso aconteceu?
Sam: Versão curta, nos nos conhecemos, jantamos, conversamos e nos apaixonamos e aqui estamos.
Dean: E, eu acho que pego de surpresa.
SuaAmiga: E? só você? ele me deu uma punhalada pelas costas.
Eu: Olha eu sei faz pouco tempo que nos conhecemos Sammy, mas até to achando estranho.
Dean: Ignorando todo resto, você se lembra das durações medias dos seus namoros.
Sam: E..
Becky: Se alguém sabe disso, sou eu, e quer dizer eu li todos os livros, então.. olhos abertos.
Eu: Livros? Pronto eu já sou fraca das ideias, com isso então..
Becky: Um inscrito previa o futuro e escrevia livros baseados na vida de Sam e Dean, provavelmente você não sabe porque chegou agora por aqui, mas eu não sei por que não está nos livros.
Eu: Deve ser porque eu chego na vida das pessoas sem aviso prévio, isso acontece com todo mundo por isso que se chama destino.
Sam: E exatamente o que aconteceu comigo e a Becky, foi o destino.
Dean: Eu vou vomitar.
Sam: Dean, se liga se alguma coisa boa acontece eu tenho que aproveitar, agora, hoje, ponto.
Dean: Tá legal o sociedade dos poetas mortos, sem ofensas - olhou pra Becky - Acha mesmo que ela não e...
Becky: Sal, água benta, tudinho - mostrou o braço com um corte - viu só? não sou um monstro, eu sou a garota certa pro seu irmão.
SuaAmiga: Eu vou voar no pescoço dela.
Eu: Se acalma
Padre: Aqui a conta.
Becky: Deixa que eu pago, façam seus lances de irmão - ela olhou pra mim e pra suaamiga - e madrinhas.
Eu: SuaAmiga, voa no pescoço dela. - ela foi embora.
Dean: SERIO? SUPER FÃ 99 - gritou -
Sam: Dean, eu também tinha a mesma opinião sobre ela do que a sua, e depois que superamos o lance dos livros eu descobri que ela e ótima e que eu fui um idiota.
Dean: Sobre o lance dos livros, a Becky aparece aqui do nada, na semana de Vegas.
Sam: E.
Dean: E?
Sam: E.. o que tá tentando dizer?
Dean: Que talvez ela soubesse que estaria aqui, e talvez Chuck tenha escrito sobre isso.
Sam: Você tá paranoico.
Dean: E você tá apaixonado, eu sei que você e SuaAmiga tiveram um lance não muito serio e que você gosta dela... - o Sam interrompe ele -
Sam: E eu gosto dela, mas não tanto quanto eu amo a Becky
SuaAmiga: O que?
Dean: Tá, mesmo assim não muda o fato que você nunca esteve realmente apaixonado, aquela paixão que te deixa voando pelas nuvens, e que deixa uma cabeça fora do lugar com os pensamentos lá longe e suas pernas bambas e seu coração saltitando pra fora do seu peito.. - eu interrompi ele -
Eu: Já se sentiu assim?
Dean: Não.. voltando, ela e a Becky cara
Sam: Ok, tudo bem, eu e a Becky vamos pra casa dela em Delaware, e por que você não tenta se acostumar com a ideia, nos dar um apoio e depois telefona.
Eles foram embora nos deixando com cara de tacho na capela. Pegamos o carro e as coisas a caminho de Delaware pra tentar saber o que os pombinhos estavam fazendo, eu fui com o Dean no carro e a SuaAmiga foi dirigindo o meu e enquanto isso fui tentando acalmar o Dean mas só piorava.
Eu: Sam está casado - ri - eu nunca imaginei que iria escutar essa frase tão cedo.
Dean: Não tá ajudando.
Eu: Desculpe.
Dean: Sam nunca gosto da Becky pra agora tá apaixonado.
Eu: Qual e o lance dos livros.
Dean: Chuck era um escritor, ele podia ver o futuro, mas ele via o nosso futuro o meu e o do Sam, ele escrevia e publicava livros chamado Supernatural e tinha nossa vida nele, conhecemos a Becky pelo Chuck que era fã numero 1 dos livros que ele escrevia, fomos atrás dele e conhecemos ela.
Eu: Você deu sorte, sobre eu não ter tido nada ao Sam - ele me olhou -
Dean: Dá pra conversar disso depois, porque agora a gente tá com um problema.
Eu: Claro.
Encostei a cabeça no vidro e peguei no sono, acordei quando havíamos acabado de chegar. Dean estacionou o carro e pegamos um quarto no hotel ao lado, joguei as coisas em cima da cama e voltei pro carro, eu e o Dean iriamos seguir o Sam. Olhamos o carro deles de longe e assim que deram partida demos também. Eles pararam em um restaurante, esperamos eles saírem e irem embora pra poder entrar e assim que foram entramos no restaurante.
Dean: Maravilha, não há nada de errado.
Eu: E parece que os pombinhos estão se dando bem. - ri -
Dean: Cala a boca, vem
Eu: Pera ai, lê.
Dean: Ganhadora da loteria e morta em acidente bizarro.
Eu: E, tá na hora de fazer uma visita ao recém-casados.
Dean: Eu hein.
Paramos em uma loja e compramos um presente pra ele e depois fomos até a casa do Sam e da Becky pra entregar mesmo contra a vontade do Dean. Tocamos a campainha e ficamos uns minutos brigando pra ver quem entregaria o presente e assim que o Sam abriu eu joguei o presente nas mãos do Dean.
Dean: Ah.. oi, eu só to dando um pouco de apoio pra você e sua senhora. - ele nos olhos desconfiado -
Sam: Obrigou ele a fazer isso?
Eu: Dei conselhos disse que o amor não se escolhe e que se acontece, já que está apaixonado o que custa dar um apoio e fazer parte dessa nova alegria, e também disse que se você se sente feliz por que não aceitar?
Sam: Entra. - entramos
Eu: Essa dai vai demorar um pouco pra superar.
Dean: To farejando um caso, o primeiro ganhou na loteria e foi atropelado por um caminhão o segundo saiu do banco, vamos dizer que virou rico mas semanas depois a cara dele virou luva de baseball.
Becky: Primeiro pensamos que era demônios da encruzilhada mas depois... - continuou -
Dean: Estão em um caso?
Sam: E... todos aqueles livros do Chuck valeram a pena.
Dean: O gracinha eu não sei que feitiço você tá usando não, mas eu vou descobri.
Sam: Dean... você tá falando da minha esposa.
Dean: VOCÊ NEM TÁ AGINDO COMO VOCÊ MESMO SAM.
Sam: Como assim não to agindo?
Dean: Você se casou com Becky Rosen.
Becky: O que tá dizendo? Tá querendo dizer que eu sou uma bruxa, ou um monstro ou sei lá? mas já tentou ver que a gente talvez esteja feliz? - ele olha pro Sam -
Dean: Qual e Sam, o cara ganha na loteria, o outro pros grandes, obviamente o sonho das pessoas estão virando realidade nessa cidade, você não acha que e coincidência demais - apontou pra Becky. -
Sam: Escuta aqui, o que eu e a Becky temos, e real, e se você não consegue aceitar isso o problema e seu, não nosso.
Eu: Ou talvez ela seja parte disso, porque qualquer que seja a razão você e o sonho dela, e se realmente se importa com ela o Dean ficaria preocupado porque as pessoas que conseguem realizar as suas fantasias parecem está morrendo bem rápido. - nos viramos pra ir embora -
Sam: Eu corri a trás dela, talvez isso incomode vocês.
Eu: Não me incomoda Sam, me deixa desconfiada porque você saiu uns minutos e quando eu pensava que estava com o Dean você não estava e apareceu alguns minutos depois casado, isso e estranho. Mas tudo bem, enxergamos aquilo que queremos não o que realmente parece ser.
Sam: Não incomoda você, incomoda o Dean, porque agora eu não preciso mais dele, ele não precisa cuidar mais de mim, e ele não aceita.
O Dean se virou indo embora, voltamos pro hotel, assim que cheguei me joguei na cama e tirando a roupa, mas logo coloquei de volta porque iriamos até o local onde o cara que ganhou emprego em uma das mais ricas impresas dos EUA. Quando chegamos nos deram a noticia de que o produtor da impresa estava ocupado então esperamos, então assim que saíram vimos Sam e Becky e fomos até eles.
Dean: Oi - a Becky olhou de cara feia pra ele - E ai?
Sam: Não precisa interrogar ele, o cara tá limpo.
Dean: Tem certeza?
Sam: Tenho, a Becky interrogou ele, como uma profissional, ela tem talento.
Eu: Para de falar da Becky pelo menos um minuto e pensa na menina que alguns dias atrás você falava que gostava.
Sam: Quem?
Eu: Se ele ficar assim pra sempre eu juro que vou encher ele de porrada.
Dean: Tudo bem.
Entramos e nos sentamos pra poder falar com ele.
Eu: Então como conseguiu o emprego?
Homem: O conselho me convidou e eu aceitei.
Eu: Tão fácil?
Homem: Tão fácil.
Eu: Sabe por que o conselho escolheu você e não alguns dos supervisores?
Homem: Ah... eles não disseram.
Dean: Poderia nos dizer o que animou o conselho em suas qualificações?
Homem: Me digam uma coisa, por que o interrogatório?
Eu: Precisamos saber se você não apareceu aqui por rituais, pactos ou sei lá como.
Dean: Cala a boca, boca grande. Minha amiga quer saber como... ah.. e... - eu interrompi -
Eu: Quero saber como chegou a onde está hoje, se está nessa impressa por esforço e não por simplesmente está, pessoas lutam pelo que elas tem e não por outros modos.
Dean: AHAHAHAHA ELA E MUITO ENGRAÇADA, TÁ VENDO URINEI NAS CALÇAS DEPOIS DESSA. - ficou serio - voltando ao assusto, como se sentiu ao ver que seu grande sonho se tornou realidade?
Homem: Olha, oficialmente e ótimo.
Dean: E extra oficialmente?
Homem; Não e meu grande sonho.
Eu: Você não queria esse trabalho?
Homem: Ah não, eu era um vendedor, eu era bom em vendas. - uma moça entrou -
Moça: Sua secretaria e uma idiota.
Homem: Tudo bem amor, nos nos vemos mais tarde.
Moça: E mande a idiota fazer uma reserva, e aqui vai uma dica, lembre-a que trabalha para o produtor, e mais um erro ela está demitida.
Eu: Sua esposa está bastante feliz com a promoção.
Homem: Honestamente nunca a vi tão feliz, não tenho ideia de como conta-la que tenho que pedir demissão e a noticia vai...
Eu: Mata-la.
Saímos da sala e corremos pra procurar a esposa do produtor, eu peguei uma ficha onde tinha o seu nome Taylor Burn, descemos a escada e nos demos de cara com ela.
Dean: Taylor.
Taylor: Pois não.
Dean: Ah... somos reporters e saber algumas coisas sobre você, já conversamos com seu marido.
Taylor: Não, estou ocupada marque um dia com a secretaria. - ela tentou ir mas eu a puxei de volta -
Eu: Olha aqui, estamos tentando salvar a senhor de um acidente realmente ruim.
Taylor: Você está me ameaçando.
Eu: Não - tirei as mãos dela - Eu só quero que você me escute e ficará segura, então responda a pergunta pelo seu próprio bem o que fez pra conseguir a promoção dele?
Taylor: Eu não sei do que está falando, então agora me deixe em paz ou eu chamo a segurança.
Eu: Ok.
Dean seguia a Taylor enquanto eu olhava o segundo piso e via o que estava errado .Ela parou no meio do saguão olhei pro lustre e vi ele se arrebentando aos poucos, procurei o Dean de onde eu estava e ele não aparecia e nem tinha sinal dele. O lustre se soltou caindo sobre a Taylor e bem na hora o Dean se joga a puxando pra longe. Desci as escadas correndo e fui até eles.
Taylor: Como você sabia?
Dean: Acredite, não e a primeira.
Eu: Talvez seja a hora de falar, se não quiser morrer.
Taylor: Ok, eu estava almoçando em um restaurante próximo e estava reclamando e um cara ouviu e me fez uma oferta.
Eu: Que oferta?
Taylor: O trabalho do Greg por minha alma - O Dean me olhou - e hilário eu sei, mas o que eu tinha a perder.
Eu: Só a sua alma, e a sua vida. Mas que tipo de pacto com demônio e esse porque o tempo não bate.
Taylor: Pacto com o demônio? o que?
Eu: Você fez um pacto, sua alma em troca de um pedido mas os pactos duram 10 anos, porque o tempo foi reduzido?
Dean: To com uma impressão ruim sobre o próximo, temos que achar o Sam logo.
Deixamos ela na casa de um caçador e fomos procurar o Sam na casa da Becky, enquanto íamos o Sam ligou pra mim.
Cell on:
Sam: Restaurante próximo a casa da Becky vamos pegar o demônio da encruzilhada.
Eu: O que?
Sam: Becky me deu uma poção do amor que o demônio deu a ela, e ele ofereceu uma poção que durasse pra sempre se ela aceitasse de dar sua alma, e agora eu quero que venham até aqui.
Eu: E a SuaAmiga?
Sam: Já liguei pra ela.
Eu: Okay.
Cell of:
Quando chegamos no restaurante eles já estavam lá, fizemos a estrela no chão e o resto esperamos acontecer então nos escondemos. E aparecemos quando a Becky o prendeu no feitiço.
SuaAmiga: Vodka russa a solução pro seus problemas.
Demônio: Dean e realmente demais, pode me dar um autografo?
Dean: Sim, e vai ser bem na sua garganta. Como fazia funcionar o golpe?
Demônio: Eu não sei do que está falando.
Eu: Assinando contratos de 10 anos e e sumido com eles no mesmo semana.
Demônio: Nunca faria isso regras da encruzilhada, eu não posso tocar nos meus clientes.
Eu: Fala, como trapaceia.
Demônio: Não sou trapaceiro, sou inovador. Se chama furo no contrato sua idiota. Sim quando uma pessoa barganha sua alma ela ganha um década, tecnicamente. Mas acidentes acontecem.
Sam: Então você está arranjando acidentes, coletando mais cedo.
Demônio: Fala serio, luvas brancas - levantou as mãos - Eu não sujo minhas mãos, por isso e importante ter um estagiário competente.
Uma homem loiro apareceu atrás do demônio, nos empurrando contra parede. Bati minha cabeça na cadeira. Olhei para o lado e Sam e a SuaAmiga amiga estavam desmaiados, Dean sendo enforcado. Tentei me levantar e quando consegui me dei de cara com o homem loiro que atravessou sua mão em meu estômago. Olho para Becky que estava assistindo a cena e com o pouco de fôlego que encontro em meus pulmões peço pra que ela fuja. Minutos depois ela acerta a faca nas costas do homem que caiu aos meus pés. Me seguro no balcão, mesmo tendo apoio caio no chão. Fui até a SuaAmiga me arrastando com dificuldade e tento acorda-la e ela vai despertando aos poucos, tentei me por de pé e fui andando me apoiando nas paredes até o Dean e pego na mão dele com a minha encharcada de sangue e caio.
Dean: Ei, ei.
Eu: Eu to bem. - cuspo sangue -
Dean: Claro que está.- me colocou nos braços - Você vai pro hospital.
Ele me deitou no banco de trás do empala e me levou até o hospital.



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