quinta-feira, 12 de junho de 2014

Stop the world - Capitulo 8

Stop The World

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Eu peguei o carro e fui até o endereço que a Ariel me deu.

                       >> AGORA <<

Eu entrei no leilão e tinha algumas pessoas, havia um cara sentado e se levantou quando eu cheguei perto do balcão, olhei algumas coisas, havia diamantes, ouro, prata mas nada do cordão.

Eu: Olá, ah.. você sabe onde está este cordão - peguei a foto e mostrei -
Homem: Sim, claro - pegou a caixa - um dos mais valiosos, diamante vermelho, será vendido amanhã.
Eu: Que bom que está aqui, porque você vai ter de me entregar. - peguei - Ah, esqueci de mostrar, Agente da FBI. - mostrei a identidade - prova de um homicídio.
Homem: Você vai pagar por isso?
Eu: Gostei da pergunta, mas essa você já tem a resposta.
Homem: Tudo bem, você parece triste, cansada e desamparada, porque não aparece pra uma consulta particular, meu cartão.
Eu: Claro - sorri -

 Eu: Por acaso, o senhor e vidente?
Homem: E, uns acreditam outro não.
Eu: A você acha? tá bom, obrigada. - fui embora. -


Voltei pro hotel e o Dean já tinha chegado.

Eu: O que encontrou?
Dean: Sabe o bairro onde a Jane morreu? então e um bairro de videntes.
Eu: Falsos videntes - joguei o cartão pra ele - ele consegue apenas sentir sua energia, e faz leitura corporal
Dean: Pois e, eu sei leram a minha, eu sou stressado.
Eu: E eu depressiva.
Dean: Mas o que tá matando as pessoas?
Eu: Não sei, mas eu tenho o que vocês querem - mostrei o colar - Diamante vermelho, consegui em um leilão.
Dean: Pagou por isso?
Eu: Não, eu sou a lei Dean, tenho direito. - ri -
Dean: Boa - abriram a porta, era a SuaAmiga- E ai?
SuaAmiga: Sabe o que eu descobri? Espíritos matou ela, e se você verificar o local você vai ver a farsa de um vidente, você pode fazer luzes piscarem, ventos na janela, ou se você preferi mover objetos, apenas apertando botões.
Dean: Mas o cara do barzinho de vidência entortou minha colher, isso e normal?
Eu: Não. - o Sam chegou -
Sam: As pessoas do bairro vizinho estão convocando espíritos, a amiga da Ariel vidente, ou uma falsa vidente.
Dean: E chegou atrasado, já sabemos que o bairro e um bairro de falsos videntes convocando espíritos.
Eu: Ou convocaram um espírito, sabia que se eu convoca um posso fazer com que ele se conecte a todos.
Sam: E assim ele pode matar todos que o convocarem.
Eu: Isso, mas saber quem e vai ser como procurar uma agulha no palheiro, porque pode ser um ou dois.
Dean: Palpite, eu acho que e um.
Sam: Um.
SuaAmiga: Um.
Eu: Dois? ou mais? olha tanto faz isso tá matando pessoas e precisamos nos apressar.

Sai um pouco e fui olhar a rua quando passou carro do necrotério, pela rua, eu peguei o meu carro e o segui, ela parou na rua dos videntes, eu sai do carro e entrei na casa vi um corpo e dei palpite de que era aquele cara que entortava as colheres, liguei pro Dean e Sam e pedi pra que ele viesse até a casa e eles não demoraram, conversamos com o policial e ele disse que o cara antes de morrer teve um visão da própria morte, ele nos deixou sozinhos, enquanto eu olha a cena do crime vi uma colher no chão com sangue, eu peguei e olhei confusa.

Dean: O que foi?
Eu: Um colher o matou, mas uma colher nem machuca. - ele pegou a colher e bateu na minha cabeça -
Dean: Tem certeza?
Eu: Ai, idiota.

Voltamos pra hotel, assim que cheguei me joguei em cima da cama, o Sam mal pisou no quarto e já recebeu telefone e foi as pressas com o Dean e avisou que ligaria se soubesse de alguma coisa, eu esperei a manhã toda por noticias dele, então resolvi ligar.

>> Ligação on <<

Sam: Todas as vitimas tiveram visões de suas mortes, sabemos de uma vítima, estamos indo pro museu agora, não precisamos de ajuda no momento, mas se precisarmos eu ligo.
Eu: Sam tem certeza?
Sam: Tenho.
Eu: Tá bom, eu vou esperar, tchau - desliguei -

>> Ligação of <<

Ele demoraram o dia todo, eram 8h a SuaAmiga já estava descansado, eu peguei uma garrafa de whisky e bebi, misturei com cerveja, olhava ele pela janela e vi o carro dele chegando, eu sai do quarto e fiquei olhando eles saírem do carro, ele me olharam com um olhar cansado, mas eu não deixei eles entrarem.

Eu: O que aconteceu com você, um simples telefonema Dean e Sam resolveria.
Dean: Estávamos terminando de resolver o caso.
Eu: Então me digam o que era que estava ou ainda está matando aquela pessoas
Sam: Espírito de uma irmã vidente Kate, ela conseguia levitar qualquer objetos e prever a morte de alguém, ela previu  a morte da amiga de Ariel.
Dean: E tinha câmeras na casa da amiga dela, eu consegui mostrar o que era e ela me disse que já tinha visto a foto da moça no museu, fomos até lá nos contaram a historia, ela previu a morte de todas as vitimas.
Sam: Nos contaram onde ela foi enterrada, salgamos os ossos e queimamos e problema resolvido.
Eu: Nunca acaba bem, nunca acaba do jeito que vocês estão me contado.
Dean: Se acredita ou não problema e seu agora deixa a gente entrar e dormir um pouquinho. -ele entrou -
Eu: Sam.. - puxei ele -
Sam: Tá tudo bem, estou te garantindo isso.

Eu entrei junto com eles, o Sam colocou o celular na mesa onde eu estava, eles se deitaram e dormiram, eu fiquei olhando o relógio, até que tomei um susto com o toque do telefone do Sam, eu preferi não acordar ele e atendi.

>> Ligação on <<

xxx- Sam?
Eu: Não, não e o Sam, quem fala?
xxx - Ariel, eu preciso de ajuda, ainda não acabou, ela ainda tá aqui. 
Eu: Eu to indo, mas me diz o que tá acontecendo?
Ariel: Ela continua vindo, o espírito continua querendo mata-la.
Eu: Ok, vai até a cozinha e pega sal, faz um circulo no chão e entre dentro dele você, estou chegando.
Ariel: Ok. 

>> Ligação of <<

Eu: DEAN, SAM, ACORDEI E A ARIEL, ELA PRECISA DE AJUDA AGORA.
Dean: Será que não acabou?
Eu: VAMOS!

Entrei no empala com eles.

Eu: Eu avisei a vocês, nada termina tão bem quanto parece.
Dean: Eu já escutei.
Eu: Vai escutar de novo se quer aprender.

O Dean tentou acelerar o quanto podia mas não conseguiu, assim que chegamos a Ariel desceu as escadas correndo chorando e abraçou o Dean e ele nos olhou desapontado, ficamos acordados até de manhã pra proteção dela,  enquanto ela estava dormindo os dois estava discutindo sobre as irmãs e aquilo já era demais pra mim.

Eu: Será que vocês podem calar a boca - me levante- quem quer queimar os ossos da vadiazinha? porque eu quero.
Dean: Eu fui burro, quando queimamos o corpo a irmã que todos diziam ser má era boa, a boa era má.
Eu: E você não escutou?
Dean: Não.
Eu: Por isso que as coisas não terminam bem quando um fantasma Dean tenta falar com você.
Sam: Vamos logo.

Entrei no carro e fomos pro cemitério, o Sam foi rápido pra cavar, e quebrou o caixão, quando ele abriu viu que não tinha ossos nenhum, ele olhou pra gente assustado, colocou a terra na cova de novo antes que alguém visse e voltamos pro carro.

Eu: Feitiço de amarração.
Sam: Eu tenho o mesmo palpite, mas onde está o corpo?
Dean: Não sei, mas temos que  ser rápidos antes que ela mate mais alguém.
Eu: Vocês repararam na casa da Ariel um folheto que dizia um festival?
Sam: Não.
Eu: Mas eu sim, e na foto tinha a mulher da bola de cristal, a que se conectava com os mortos e o que entortava talheres.
Dean: Todos mortos.
Eu: Isso e a amiga da Ariel era uma suposta vidente, e morreu também.
Dean: E dai?
Eu: Ela matou que iria se apresentar no festival o cabeção.
Dean: Sam, você vá até o leilão e vê alguém comprou um Altar de Freixo e descubra quem e está com ele.
Eu: Ei, me diz um negocio, a tia da Ariel iria se apresentar também não ia?
Dean: Ia, por que?
Eu: Me diz uma coisa, se você fosse o organizador do evento, e Jane morreu, vamos dizer que sou a sobrinha vidente dela, me diz quem você chamaria para substituir a Jane?
Dean: Você?
Eu: Ariel e a próxima.
Dean: Não não não não. - ele entrou no carro -
Eu: Ei vou ficar aqui?
Dean: Entra - abriu a porta -

A gente voltou pra casa da Ariel, enquanto o Dean fazia o circulo de sal eu liguei pra (SuaAmiga) pra que ligasse pro Sam e o encontrasse, e ajudasse a encontrar o corpo, logo escureceu, quando deu 6h tudo ficou frio, o Sam ligou pra e ele avisou que não sabia quem era, ai eu lembrei que o cara do leilão me deu um endereço pra uma consulta particular e pedi pro Sam encontrar ele e dei o endereço a ele, eu estava andando pra um lado e pro outro quando o Dean apontou pra janela e a fantasma estava lá e de repente sumiu, e apareceu novamente quebrando toda janela e desfazendo a linha de sal, fui até a cozinha pegar mas sal e quando voltei o Dean estava no chão e a fantasma correndo atrás da Ariel, eu peguei o ferro que estava perto da lareira e bati nela e ela desapareceu,  eu envolvi a Ariel dentro do circulo mas a fantasma desfez o circulo de novo.

Eu: Tá de brincadeira, sal custa caro minha senhora.
Fantasma: E? me desculpe. - me assustei -
Eu: Iala, ela fala
Dean: Fica atrás de mim. - ele deu um tiro nela -

Toda vez que ela aparecia o Dean dava um tiro.

Dean: Acabou.
Eu: Agora corre porque ferrou - corri -
Fantasma: Vocês não vão a lugar nenhum.

Eu peguei o ferro e bati nela, mas ela voltou de novo, fazia isso toda vez que ela aparecia, eu joguei o ferro ao Dean se virou e pegou, ela conseguiu acertar ele pelas costas e bateu nele fazendo ele desmaiar e logo depois atacou a Ariel, eu tentei ajudar ela mas a fantasma se virou e me jogou na parede, eu tentei me levantar e ajudar e quando cheguei perto dela, a fantasma queimou e desapareceu, assim que tive certeza que ela foi embora eu cai no chão. O Dean me ajudou a levantar, ele certificou se a Ariel estava bem depois voltamos pro hotel, e esperamos o Sam chegar.

Sam: Vocês não sabem o que aconteceu.
Eu: E vocês não sabem o sufoco que passamos, mas e ai, conta primeiro?
Sam: Sabe o cara do leilão, ele escondia o corpo dela em casa, no armário.
Eu: A que novo.
SuaAmiga: E ele era um paranormal.
Dean: Não quero saber o resto, posso dormir agora?
Eu: To nem ai, mas tarde a gente toma o café e sai desse lugar.

Eu me deitei e dormi, o Sam e a SuaAmiga fizeram a mesma coisa... Acordei eram umas 8h, o pessoal já estava acordado, eu coloquei a bolsa no carro e fui pro restaurante, pedimos uma mesa e tomamos o café, vimos a Ariel chegando e eu cutuquei o Sam.

Sam: Temos que terminar de arrumar as coisas.
Eu: E, vamos (SuaAmiga).

O Dean olhou pra mim e eu dei um sorriso e continuei andando.

Deixei eles sozinhos e sai do restaurante.

Stop The World - Capitulo 7

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De repente ela parou, tirou a mão de dentro de mim, sorriu e desapareceu eu cai no chão e desmaiei.

                                      >> AGORA <<

                              *Dean Narrando*

Ela caiu no chão e desmaiou, a peguei no colo e coloquei na cama e tentei acorda-la.

Eu: Não, não por favor não. - liguei pro Sam -

>>Ligação on<<

Eu: Sam, preciso de ajuda cara.
Sam: O que aconteceu, eu já to voltado pro hotel, e a (SeuNome) ela tá bem?
Eu: Esse e o problema, ela não acorda de jeito nenhum.
Sam: To chegando.

>>Ligação of<<

Fiquei esperando o Sam, enquanto a via na cama percebi que ela foi abrindo os olho devagar, eu ajudei a levantar, dei água pra ela e ela conseguiu beber tudo.

                               *Dean Narrando of*

Sentia uma dor forte na minha barriga, quando tirei a camisa pra ver o que tinha, vi um corte fundo e estava sangrando, O Dean ajudou a lavar e costurou pra mim, assim que o Sam chegou eu me levantei e abracei por ter me ajudado com o julgamento,  eu terminei de colocar as armas, o Dean comprou comida, eu só tomei um suco e deixei o resto de lado.

Dean: Se vamos sair da região porque a gente não aproveita e passa no cemitério?
Sam: Acho que não e uma boa ideia.
Eu: Eu quero passar por lá e dar um tchau pra minha mãe.
Dean: Tá.

Eu me deitei na cama e tentei dormir, manhã seguinte me levantei, coloquei minha roupa e fui até a cafeteria e tomei um café e voltei pro hotel, arrumei o arsenal na cala e coloquei minha bolsa, o Dean acordou e foi tomar café junto com a (SuaAmiga) e o Sam, eu esperei no carro, eles não demoraram muito e seguimos pro cemitério, quando chegamos eu  fui até a floricultura e comprei algumas flores, o Dean ficou do lado de fora do carro esperando e eu disse a ele que não iria demorar, eu procurei e encontrei perto do sepultamento do meu pai, eu coloquei o buquê perto da foto da minha mãe e coloquei uma rosa pro meu pai, eu não consegui aguentar e chorei por lembrar do julgamento e o que eles disseram pra mim.

Eu: Eu juro que nunca tive a intenção de mata-los, eu continuei por vingança e vou continuar até encontrar os monstros que mataram vocês, eu vou largar essa vida em breve eu prometo. Mãe a culpa foi minha sim eu deixei que eles a matassem, mas eu procurei ajuda, eu procurei o Dean, ele era o único que podia ajudar,  mas ele não chegou a tempo, eu não o culpo porque eu podia resolver. Pai eu só segui você porque tinha sumido a dias e eu nunca tive noticias e eu fui atrás sozinha mesmo não tendo idade suficiente pra isso mas olha pra mim agora, olha o que eu sou, veja como estou, eu só queria ir com vocês, eu deixei que mamãe me matasse, mas o Sam me salvou, eu agradeço muito a ele mas não era o que eu queria, mas logo vamos nos ver outra vez, e enquanto isso eu estarei matando tudo de ruim que está ao meu redor e sendo forte como vocês me ensinaram, e vou morrer lutando com a espada na minha mão porque e assim que os guerreiros fazem, eles não fogem da luta, eles morrem lutado. - limpei o rosto - Eu amo vocês, eu amo muito vocês e não queria que fosse desse jeito

 Olhei ao redor pra ver se tinha alguém me olhando e vi que o Dean estava olhando pra mim.

Eu fui até ele e voltamos pro carro, ele não falou nada e entrou dentro do carro, fiquei dirigindo por horas então pedi pra SuaAmiga dirigir, não iriamos alugar um quarto e iriamos dormir no carro mesmo, então iriamos revisar o tempo até chegar em Lawrence, mas pra frente os meninos pararam o carro e pediu pra que parássemos também.

Eu: O que querem?
Sam: Vamos parar pra comer, então se quiserem ir ao banheiro ou o que tiver de fazer façam agora.
SuaAmiga: Eu to bem.
Eu: Vou parar pra comprar alguma coisa na lojinha ali, fica aqui.

Eu entrei e olhei alguma coisas, peguei uma cesta e coloquei duas garrafas de água, chocolates, biscoitos e fui pro caixa, enquanto estava na fila vi um jornal que anunciava a morte de uma mulher na cidade, eu pedi pra que pegasse e a matéria dizia: "Mulher morre após tentar se conectar com espíritos" eu achei a matéria meia bizarra, comprei o jornal e voltei pro carro, esperei eles saírem do restaurante pra poder avisa-los, ele voltaram logo.

Dean: Vamos temos que pegar a estrada.
Eu: Não podemos pegar a estrada ainda, aqui tem trabalho. - dei o jornal a ele - Se isso for verdade temos que ver.
Dean: Vamos ver um hotel por aqui.

Pegamos um quarto com três camas eu iria dormir junto com a SuaAmiga, o Sam iniciou as pesquisas junto com o Dean enquanto eu e a SuaAmiga comíamos depois demos um tempo a ele e continuamos onde eles pararam, e eu não consegui entender nada.

Sam: Ok, A vitima um foi morta após tentar se conectar com os espíritos e mal sabia ela que era realmente um espírito, segunda vitima foi atingida pela própria bola de cristal, agora me diz você o que consegue reparar nas vitimas, o que elas tem em comum. - olhei o pescoço das vitimas -
Eu: O mesmo colar.
Sam: Isso e parece que a vitima um que se chama Jane Green e deixou o colar pra sobrinha Ariel que também mora na região.
Eu: Ah, eu to pensando.. - ele me interrompeu -
Sam: Em objeto enfeitiçado? eu também estou, e se quer saber mais, Jane Green era uma falsa vidente que conversava e se conectava com falsos espíritos, e a sobrinha também e uma vidente.
Dean: E estamos em um cidade que não sabe diferenciar o real com ficção, então amanhã eu vou verificar o local que ela morreu.
SuaAmiga: Posso falar com os amigos dela.
Eu: Nos dois podemos falar com a Ariel, ver o colar. - o Sam sorriu -
Sam: Tudo bem.
Dean: Acho que um soninho cairia bem.


Paramos de pesquisar e fomos dormir, dia seguinte acordei e vi o Sam colocando o terno, eu fui ao banheiro tomei um banho e coloquei o meu,  peguei a identidade e fui até a casa da Ariel, quando chegamos ela estava saindo da casa com uma menina mas não iria sair, nos entramos.

Ariel: Olha eu sei que querem saber sobre minha tia, mas eu posso dizer que sim ela era uma farsa e eu não sou uma vidente, apenas conseguiu ver as energias das pessoas, e faço leitura corporal, por exemplo, vocês se conheceram a pouco tempo, você parece bem tenso e ela está triste e cansada, mas poucas pessoas acreditam.
Eu: Sei como e que e, olha queríamos saber sobre o colar que sua tia tinha, e pensamos que ele está com você.
Ariel: E estava até eu doar a um leilão.
Eu: Oi?
Ariel: Mas o leilão acontece amanhã a noite, e leilão perto daqui.
Eu: Pode me dar o endereço?
Ariel: Claro. - ela me deu em um papel - espero lhe ver amanhã e que possa consegui-lo se o quer tanto.
Eu: Você pode ter certeza, sim eu quero MUITO esse colar. - puxei o braço do Sam - vê o que consegue que eu vou atrás do colar.
Sam: E como você vai conseguir o colar? - mostrei a ele a identidade-
Eu: Sou agente do governo, ou você esqueceu? - sorri -

Eu peguei o carro e fui até o endereço que a Ariel me deu.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Stop The World - Capitulo 6

Stop The World

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Eu dei carona a ele e quando chegamos pedi pra falar com o delegado.

                       >> AGORA <<


David: Não sei o que tá acontecendo, eu acabei de descobri que o meu amigo Cal morreu e vizinhos disseram que viram ele com a lancha e de repente ele sumiu.
Eu: Ok, era o que eu precisa ouvir, mais um caso.
David: Já está sabendo que vamos esvaziar o lago em breve, e encerrar as buscas?
Eu: Não, nem imaginava, mas foi bom vir aqui, obrigada pela noticia . - me levantei -

Eu fui até a cafeteria comprei um café e fui andando até meu carro, voltei pro hotel e esperei os meninos com noticias, SuaAmiga estava, os meninos demoraram um pouco pra chegar, eu fiz a mamadeira pro Bobby e pedi pra que a (SuaAmiga) desse a ele.

Eu: O que acharam?
Sam:  David e Cal tinha um amigo chamado Jacob, mas depois de um tempo ele simplesmente desapareceu, a mãe disse que ele deveria voltar depois aula mas não voltou.
SuaAmiga: Então quer dizer que se Jacob desapareceu e a família do Cal morreram afogados e o corpo delas desapareceram acha que o Jacob morreu afogado e o Cal tem haver com a morte dele?
Dean: Com certeza.
Eu; Cal está morto agora, então as mortes acabaram, então já podemos ir embora essa noite.
Dean: Mas antes bem que deveríamos dar um tchau a Karen e o Carter e amanhã de manhã irmos embora
Eu: Tá tudo bem.
Dean: Vamos Sammy.

Eles foram embora e eu aproveitei pra arrumar as coisas, duas horas depois o Sam me liga dizendo que vai precisar de mim porque não terminou o trabalho, eu coloquei minha arma na cintura, entrei no carro e fui até a casa da Karen, quando cheguei a casa estava com água até a porta, eu entrei e a Karen estava molhada, o Sam me disse que tinha algo errado, e pediu pra que eu ajudasse a procurar a bicicleta do Jacob, e eu achei ela enterrada perto de uma arvore.

David: O que estão fazendo - apontou a arma pra gente -
Eu: Você matou o Jacob e agora ele está matando sua família idiota, eu poderia que e muito bem feito pra você, mas pessoas boas estão morrendo pelo um erro que você cometeu a uns anos atrás.
Dean: O que foi?
Eu: Você enterrou a bicicleta achando que ninguém mais saberia, mas o passado bateu na porta e Jacob vai matar da sua família um por um se você não me contar onde ele foi enterrado.
Karen: O que tá acontecendo?
Eu: Seu pai matou um antigo amigo, ah quer dizer que ele não contou pra você? Aproveita e conta logo
David: Em uma brincadeira de criança, o Jacob estava brincando na beira da ponte e eu e o Cal empurramos ele, nos não sabíamos nadar pra ajuda-lo e ele acabou morrendo, não foi nossa intenção apenas aconteceu.
Eu: O que o menino tá fazendo ali?
Dean: CARTER SAI DAI - CORREU - NÃO.

O menino caiu na agua, o Sam e o Dean mergulharam e eu fiquei com a Karen e eles não encontraram nada, eu tentei impedir que o David entrasse na água mas a Karen puxou meu braço pedindo pra que ele fosse, o Dean conseguiu achar o Carter e o David se foi, nos despedimos deles e voltamos pro hotel, eu fiquei olhando o berço e o Dean veio até a mim.

Dean: Você não pode continuar com ele nesse mundo, deve levar até a vó dele.
Eu: E dizer o que? que não posso cria-lo porque minha vida e caçar monstros e eu não posso dar uma vida com segurança a ele, Dean demônios mataram minha mãe e eu não tenho um porque pra isso.
Dean: Você quer que ele fique seguro ou ele cresça sabendo que o mundo e desse jeito e cresça com uma arma na mão como eu fui criado?
Eu: Eu não posso. - chorei -

Dean: Hoje a noite.

Eu arrumei as coisas e coloquei no carro, enquanto eu fazia isso vi de longe a Karen vindo com o Carter, ela entregou uma bandeja com comida pra mim, e eu pedi pra que o Carter me ajudasse a guardar pra deixar o Dean um pouco com a Karen e os dois se beijaram, eu dei um beijo no menino e entrei no carro com a SuaAmiga, dei partida direto pra casa dos meus avós, quando chegamos o Dean entrou no carro e pegou o bebe no colo.

Dean: E Bobby John tá na hora de ter uma família e de crescer como um garoto normal, quer que eu vá com você?
Eu: Quero.

Ele me acompanhou até a porta e apertou a campainha e minha vó atendeu, eu e o Dean entramos e nos sentamos, ele ficou com o Bobby nos braços, eu queria achar uma maneira de deixa-lo com ela mas sem dizer a verdade, ela ofereceu comida e bebida pra gente mas não aceitamos.

Eu: Vó, eu quero que fique com o Bobby.
Vó: Mas a (NomeDaSuaMãe) não deixou você cuidando dele.
Eu: E.. que..
Dean: Fazemos faculdade de direito, e não moramos em uma casa ainda e sim e hotéis baratos pela cidade, e bem não seria um ambiente bom pra uma criança morar.
Vó: Vocês são namorados. - Ele me olhou -
Dean: E somos, seria ótimo cuidar dele nos dois juntos mas também não temos com quem deixa-lo e o quase não temos dinheiro pra babá.
Vó: Tudo bem, ele pode ficar comigo - ela tentou pegar mas o Dean não deixou -
Dean: Só mais um minuto pra podermos se despedir.
Eu: Pode pegar. - dei um beijo nele - Já vamos vó, precisamos pegar a estrada agora.
Vó: Pode vir vê-lo e passar uns dias comigo quando quiser
Eu: Tudo bem, obrigada.

A gente saiu da casa, eu pedi pra que o Sam trocasse de lugar comigo ficasse no meu carro e eu com o Dean, e ele trocou, eu fiquei acordada ate 5h da manhã, paramos em uma loja o ele estacionou o carro e me deixou dentro, voltou uma sacola e me jogou uma caixa com chocolate e me deu um copo com café, eu não bebi e nem comi, eu vi o que tinha no saco e vi que tinha um jornal dentro do carro mas eu preferi nem olhar porque não queria trabalhar, ele parou em um hotel próximo e pediu dois quarto, eu fui pro quarto, eu não consegui dormir e fiquei acordada, quando deu 7horas eu fui pro quarto dos meninos e o Sam já estava acordado, ele estava pesquisando, eu dei uma olhada, um homem foi morto por um caminhão dentro do quarto do hotel e outro por enforcado, eu me arrumei e fui até a delegacia com o Sam, assim que entramos mostramos as identidades e entramos na sala do delegado.

Sam: Pode nos dizer o nomes dos homens mortos pelo caminhão e o homem enforcado?
Delegado: Tyler James e Robert Thomas.
Eu: Eles tinham alguma coisa em comum?
Delegado: Sim foram mortos de jeito que ninguém nunca imaginou, morto no próprio quarto de hotel por um caminhão, isso e normal? e cada coisa que se ver.
Eu: Ah claro.
Delegado: Mas eles cumpriram pena, Tyler matou uma moça atropelada enquanto trabalhava.
Sam: Trabalhava em que?
Delegado: Carteiro, era encarregado de levar as cartas para o correio.
Eu: O Robert também cumpriu?
Delegado: Homicídio os dois, Robert também, matou uma menina em enforcada, e cumpriu a pena.
Eu: E o básico até agora, voltaremos se precisarmos de mais alguma coisa, obrigada delegado.
Sam: E muito estranho, eles estão pagando pelo que fizeram.
Eu: Então essa vai ser fácil, vou ver o que consigo com a família e você vê o corpo no necrotério
Sam: Ok.

Eu liguei pra irmã do Tyler (Brenda) e consegui que ela marcasse uma hora comigo, eu esperei e fui até o local, ela não disse que tinha inimigos ou coisa do tipo, eu prestava a atenção em casa frase que ela dizia mas a verdade era que eu não tava entendo nada.

Brenda: O Tyler gostava de passar a tarde no celeiro na plantação aqui perto.
Eu: Por acaso Tyler conhecia Robert Thomas.
Brenda: Sim, sim eu também o conheço e lamento pela morte dele também, os dois cuidavam da fazenda e só o que eu sei.
Eu: Vai por mim você sabe e me ajudou muito hoje, obrigada e aceite meus pêsames.

Eu voltei pro hotel e fiquei de ver a fazenda com a (SuaAmiga), enquanto eu dirigia e falava com ela, uma moça pulou na frente do carro.

Eu: O que foi isso? tá chovendo pessoas?
xxx- Por favor me tirem daqui, eu preciso que me tirei daqui.
Eu: Entra.

Dei a volta pro hotel, ela entrou no quarto desesperada dei água e pedi pra que ela se acalma-se e mesmo assim ela continuou desesperada.

Eu: Me diz o que você viu no celeiro.
xxx- Eu vi a minha amiga.
Eu: Normal até ai.
xxx- Eu estava em um tribunal, tinha juiz, tinha tudo o que um tribunal tem.
Eu: De quem era o julgamento?
xxx- Meu.
Eu: Você matou uma pessoa?
xxx- Sim, faz um mês e eu matei um ex amiga minha porque eu a vi com meu marido, e eu os matei mas conforme o tempo foi passando eu senti culpa por ter matado eles, eu os vi no julgamento e o mais estranho era o símbolos que tinha, eu não sei como fui parar lá eu estava no bar e de repente tudo ficou preto e eu acordei nesse julgamento.
Eu: Que símbolos você viu. - dei um papel e caneta - você vai desenhar os símbolos aqui, enquanto eu vou ver o que tem no bar, (SuaAmiga) liga pro Dean e pede pra ele ver o que tem no celeiro, e o Sam ver o que são esse símbolos  faz um circulo de sal e não deixa ela sair.

Eu fui pro bar e não havia nada, apenas pessoas normais em seus dias normais, então resolvi parar pra beber um pouco e tentar esquecer os problemas.

Eu: Oi, pode me dar 3 doses da melhor e mais forte vodka que você tem ai.
Homem: Noite dificil? Sou Henry.
Eu: Vida dificil, sou (SeuNome) - ele colocou dois copos - vai beber no meio do trabalho.
Henry: Poucas meninas bonitas aparecem pra beber aqui, me diz o que aconteceu na sua vida pra ela ser tão dificil?
Eu: Minha mãe morreu por dois caras enormes e eu tenho a culpa por ter deixado isso acontecer e não ter feito nada, e sinto culpa por deixar meu irmão órfão tão cedo, você nunca se sentiu tão inútil até isso acontecer, eu tenho um sinalizador na testa, eu chamo atenção demais, eu deixo as pessoas morrerem, eu deixei meu pai morrer por vetalas.
Henry: Eu não sei o que são vetalas, mas se quiser me contar.
Eu: Eu era nova, meu pai estava em uma caçada por um ninho de vetalas, eu fui atrás dele, foi ai que eu descobri o que o mundo realmente era, tinha 3 vetalas, ele era 1 e ainda tinha que me proteger delas, ele me fez correr e disse pra não olhar pra trás, eu fiz o que ele pediu e mais pra frente eu olhei pra trás e vi aquelas coisas o comendo, o matando, eu não consegui impedir eu mal sabia o que era uma arma, ou o que um tiro podia fazer e agora eu substituo ele no trabalho dele, e eu não sei mas a morte me cerca por toda parte e quando ela não consegue me matar ela mata que eu amo.
Henry: Você não e deus, não pode salvar o mundo.
Eu: Mas posso salvar quantas pessoas puder, foi isso que ele me ensinou.
Henry: Ele morreu pra te salvar.
Eu: E minha mãe fez o mesmo pra salvar eu e meu irmão, eu não sei o que dizer quando ele foi grande o suficiente pra me perguntar onde estão os nosso pais.
Henry: Diga a eles que estão os protegendo e nos olhando sempre do céu e está um lugar melhor do que mundo que você conhece. - meu telefone tocou -

                       >> Ligação on <<

Sam: Os símbolos são de um deus o deus egípcio Osirin, ele prende você, ainda e júri, consegue ver dentro do coração humano ele pesa a culpa e se for mais pesada que uma pena, você morre.
Eu: Como podemos mata-lo?
Sam: Chifre de carneiro, vai ser meio dificil de achar mais vou conseguir.
Eu: To indo pro hotel. - me levantei -

                       >> Ligação of <<


Eu fui caminhando pro hotel e de repente me puxaram... Parecia que eu tinha levado um soco e desmaiado, quando acordei estava em um tribunal e acorrentada, olhei pra frente e tinha um cara sentado me olhando, e quando viu que estava tentando sai da cadeira ele riu.

Osrin: Muito engraçado, mas tenta de novo - riu - essas correntes são aprova de funga, não tem saída querida.
Eu: Pode até não ter, mas pelo menos eu não to vestida de deus grego pro carnaval - ele apertou as correntes - AH! aperta mais, mas isso não te faz bonito com essa fantasia. - eu ri -
Osrin: Não brinque, o seu papo com o garçom foi o suficiente para ver que sentia culpa pelo seu passado.
Eu: Vai cuida da sua roupa fofoqueiro.
Osrin: Posso prende-la se continuar.
Eu: Prende, o inferno pra mim e o limite.
Osrin: Está me tirando do serio, espere, vão ficar atrás da porta - abriu a porta - Dean, Sam e (SuaAmiga).
Eu: O que?
Sam: Não sabíamos que isso iria acontecer, mas eu posso ser seu advogado.
Osrin: Não pode ser advogado dela.
Sam: Posso, ela tem direito a ter um advogado, ou se não haverá julgamento.
Osrin: Tudo bem, mas gostaria de avisar que eu nunca perco.
Dean: Tá de brincadeira.
Osrin: E gostaria de avisa-los que se abrirem a boca mais uma vez eu expulso da sala, mas então vamos começar o julgamento com o primeira testemunha.
Sam: Quem e a primeira testemunha?
Eu: Não sei.-
Osrin: (NomeDoSeuPai) - algumas lembranças vieram a minha cabeça. - Ótimo, primeira pergunta: Quando foi atrás das vetalas você sabia que ela a seguiria?
SeuPai: Não, eu tinha a deixado com minha mulher e meu filho.
Osrin: Ela sabia do seu trabalho?
SeuPai: Não, eu nunca a contei porque não queria que ela seguisse os mesmos passos que o meu
Osrin: Ela e culpada pela sua morte?
SeuPai: Sim.
Sam: Protesto, pela falsa acusação.
Osrin: O que tem a dizer sobre essa falsa acusação (NomeDoSeuPai).
SeuPai: E verdade, ela foi culpada pela minha morte, ela veio atrás de mim, eu a deixei ir para protege-la.
Osrin: Você que estava no momento o que tem a dizer (SeuNome)?
Eu: E verdade.
Sam: Não, protesto, ela não tem culpa, ela não sabia que isso iria acontecer, ela só queria saber o que o pai fazia da vida, não e?
Eu: E.
Osrin: Pode ir. - meu pai desapareceu - está lidando bem com o júri Sam, mas não por muito tempo. Próxima testemunha. - eu vi as lembranças da minha mãe -
Eu: NÃO - me levantei da cadeira -
Osrin: (NomeDaSuaMãe), - ela apareceu - Primeira pergunta: o que aconteceu naquele dia?
SuaMãe: Estava cuidado do Bobby quando dois homens bateram na porta, e quando estava falando com eles, eles me mostraram sua verdadeira face, seus olhos negros, ele queria saber onde estava (SeuNome) e eu não disse para sua proteção e a proteção de Bobby.
Osrin: A culpa foi da (SeuNome)?
SuaMãe: Sim.
Eu: NÃO, EU NÃO SABIA QUE IRIA ACONTECER, EU NÃO SABIA QUE ELES IRIAM VIR ATRÁS DE MIM. - chorei -
ignora a legenda
Sam: Sente-se - me sentei - Minha cliente disse que não sabia e isso era verdade. (SeuNome), você sabia que iria acontecer? você e vidente?
Eu: Eu não sou vidente, eu não sabia.
Sam: E verdade que ligou pro Dean pedindo ajuda?
Eu: Sim.
Osrin: Eu quero provas.
Dean: Eu tenho provas - jogou o celular - está nas mensagens de voz.

Mensagem de Voz: "Dean, eu preciso de ajuda, minha casa está sendo atacada por demônios espero que não esteja longe, eu preciso da sua ajuda."

Osrin: Ok, (NomeDaSuaMãe) pode ir.
SuaMãe: Eu te amo meu amorzinho. - ela sumiu -
Osrin: Então, já temos um veredito, Eu declaro você (SeuNome e Sobrenome) culpada em seu coração pela morte de seus pais, e eu sentencio a morte.

Ele nos deixou ir, voltei pro hotel com o Dean, o Sam e a SuaAmiga foram atrás do chifre do carneiro, o Dean me colocou dentro de um circulo de sal e ficou de olho em mim, depois de alguns minutos consegui ver minha mãe, ela me olhou triste e acariciou meu rosto.

SuaMãe: Me desculpe querida, ele me obrigou a falar cada palavra e está me obrigando a fazer isso, eu sei que a culpa não foi sua meu amor.
Eu: Então não me mate.
SuaMãe: Como eu disse, estou sendo obrigada.
Dean: Com quem você tá falando? - não respondi- COM QUEM VOCÊ TÁ FALANDO.
SuaMãe: Eu passei minha juventude matando fantasma querida, e eu sei alguns truques, e circulo de sal e um deles.
Eu: Se me ama me deixe ir.
SuaMãe: Eu não posso, seremos felizes no céu, eu, você e o papai.
Eu: Meu irmão precisa de mim.
SuaMãe: Ele ficará bem, eu prometo, vamos ser muitos felizes juntos.

Ela quebrou a janela fazendo todo vento desfazer o circulo, o Dean tentou me proteger mas disse a ele que se estivesse na hora seria agora e ele ficou parado olhando pra mim com uma cara triste, eu sorri e o abracei,  minha mãe se aproximou colocando sua mão por dentro da minha barriga e me fazia cuspir sangue.

De repente ela parou, tirou a mão de dentro de mim, sorriu e desapareceu eu cai no chão e desmaiei.

Stop the world - Capitulo 5

Stop The World

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Eu dei partida no carro e fui pra casa, quando cheguei fui dormir.

                    >>AGORA<<

Enquanto dormia escutei uns gritos e parecia ser da minha mãe, eu sai do quarto e desci devagar quando vi dois homens batendo nela, eram demônios, eu entrei no quarto correndo peguei o Bobby abri a janela e pulei, eu me escondi e tentei ligar pro Dean mas só dava na ocupado então deixei mensagem pra ele.

Eu: Dean, eu preciso de ajuda, minha casa está sendo atacada por demônios espero que não esteja longe, eu preciso da sua ajuda.

Depois de um tempo eu entrei devagar pelos fundos e eles já tinha ido embora, eu vi minha mãe morta, eu me sentei perto do corpo dela, eu liguei pro necrotério e eles vieram buscar o corpo, recebi alguns vizinho com cestas de comida. Tentei ligar de novo pro Dean e pro Sam e eles não atendiam de jeito nenhum, quando deu umas 8 horas da noite fui colocar o Bobby pra dormir fiquei olhando o quarto até que a campainha tocou, eu desci e olhei pelo olho mágico e vi que  era do Dean, assim que abri a porta eu abracei ele.

Ele entrou e subiu pro quarto.

Dean: Grande Bobby John - pegou ele no colo -
Eu: Eu vou precisar de ajuda pra cuidar dele, vamos pegar a estrada
Dean: Não podemos cria-lo em um quarto de hotel no meio de monstros.
Eu: Eu sei, só vou ficar com ele alguns dias, meus avós vão cuidar dele, eu só quero sair da cidade.
Dean: Eu vou pegar uma bolsa pra por as coisas dele.
Eu: Ok, obrigada.

Ele me ajudou a colocar tudo dentro da bolsa, eu arrumei o Bobby e o Dean pegou ele no colo, arrumei o carro e eles foram atrás enquanto eu dirigia, de repente o bebe começou a chorar e o Dean cantou rock pra ele.

Dean: Fica quietinho ai fica.

Assim que chegamos no hotel, o Dean entrou com o Bobby e eu fiquei e no carro, estacionei o carro e entrei pro quarto, fui até a geladeira e peguei uma garrafa de cerveja, o Dean não falou nada, Sam estava pesquisando sobre mortes que tinha acontecido na cidade e havia um afogamentos e parece que o corpo simplesmente desapareceu no lado, eu parei de pesquisar e me deitei, tentei dormir um pouco.. Manhã seguinte acordei assustada pelo pesadelo que tive, olhei pra cama e Dean, Sam e a Sua Amiga estavam dormindo, eu me arrumei e fiquei olhando o Bobby no berço e caíram algumas lágrimas, o Dean me deu um susto enquanto olhava o Bobby.

Dean: Ele estava.. - me olhou - tá chorando?
Eu: Não.. - abaixei a cabeça -

Dean: Você não tem que negar nada pra mim, porque se está doendo por dentro o melhor que deve fazer e soltar tudo e colocar pra fora.
Eu: Obrigada, mas eu to bem, vamos nos arrumar porque eu e você vamos falar com a policia e ver o lago onde a menina foi morta, qual era o nome dela?
Dean: Cat Moore
Eu: E.

Eu coloquei minha roupa e esperei o Dean no carro e fomos até a delegacia, eu peguei a minha identidade da proteção ambiental e entrei na delegacia.

Eu: Delegado David Smith? ah.. gostaria de saber as morte que aconteceu no lago essa semana, de Cat moore.
David: Ela era a filha de um amigo de infância meu, ela era uma ótima nadadora eu não sei como isso foi acontecer.
Eu: Você por acaso sabe sobre o sumiço do corpo dela?
David: Não, pedi pra que vasculhassem o lago e não encontram absolutamente nada sobre ela, e eu não sei como ela simplesmente sumiu do lago, me desculpe agora está na hora do almoço e estou esperando minha filha.
Dean: Tudo bem - se levantou -

A gente saimos da sala e damos de cara com uma moça, na mesma hora o Dean sorriu como se estivesse apaixonado por ela e eu ri da cena. Eu cumprimentei ela.

Dean: Eu sou Dean.
xxx - Sou Karen - sorriu -
David: Já conheceu minha filha?
Eu: Sim, uma moça linda - sorri - mas temos que ir Dean.
Karen: Hoje vou ao parque com o Carter ao parque, só vim deixar o seu almoço.
Dean: E.. temos que ir. - saimos da Delegacia. -
Eu: Olha quem ficou apaixonadinho pela filha do delegado, olha pra namorar filha te delegado tem que entrar na linha em Dean.
Dean: Vê se me erra, vamos voltar pro hotel e ver o que o Sam conseguiu.


Assim que entrei no quarto peguei o Bobby no colo e fiquei escutando o que o Sam encontrou.

Sam: Parece que a filha do delegado tem um filho que já se afogou no Lago e o pai também morreu no lago, e a muitos anos um menino morreu afogado ninguém sabe como foi a história.
Dean: Amanhã eu e você vamos falar com o pai da Cat.
Sam: Eu já falei com ele, e parece que não sabe como ela morreu se ela sabia nadar tão bem.
SuaAmiga: Porque não falam com o filho da filha do delegado.
Eu: Hoje ela vai está no parque Dean, vai com o Sam que eu vou ficar com Bobby.
Sam: Tudo bem.
SuaAmiga: Vou ver se acho alguma coisa sobre as mortes.
Sam: Vamos Dean.

Eu fiquei cuidando do bebe e a SuaAmiga ficou no notebook, balançava o Bobby até ele dormir.

SuaAmiga: Irmão da Cat Smith morreu afogado na pia.
Eu: Outro? ok, tudo bem, vou falar com o pai, cuida dele pra mim - ela pegou o bebe - obrigada.

Eu peguei meu carro e fui até a casa do Pai dos dois irmãos morto e ele estava sentando na sala, eu entrei com cuidado e me agachei ao lado do sofá onde ele estava sentado, eu fiz algumas perguntas e ele não respondeu nenhuma, fui atrás dos meninos na praça e eu não encontrei eles em lugar algum, fiquei esperando, depois de alguns minutos vi o Dean sentado no banco da praça com um menino, eu me aproximei e fiquei escutando a conversa dele.

Dean: Eu sei que está com medo, eu já senti quando minha mãe estava morrendo e meu pai pediu pra que eu protegesse meu irmão, eu senti medo de ficar sozinho quando meu pai se foi, e eu guardei isso pra mim e eu nunca explodi, eu nunca disse a ninguém que eu estava com medo, eu não encontrava uma maneira de expressar o que eu estava sentindo e você encontrou, o desenho e um modo de se expressar, se sabe de alguma coisa, ou se viu alguma coisa no dia que você se afogou por favor, Carter eu peço que me mostre com um desenho pra podermos ajudar todos que estão morrendo, mas se não quiser tudo bem, eu volto depois. - ele saiu -

Eu me agachei e ele me deu um papel que atrás dizia "Entregue ao Dean", era uma casa com uma igreja perto, eu fui até o Dean e entreguei.

Eu: Ouve outra morte Dean, o irmão de Cat morreu afogado na pia, eu não sei o que está acontecendo e o que o desenho do menino tem haver com isso tudo mas eu não acho respostas.
Dean: Mas eu tenho elas, eu conheço a igreja, e aqui tem o numero da casa em que eu vou procurar, fique perto eu vou ver o que consigo.
Eu: Tá.
Dean: Vamos Dean. - eles foram embora -
Karen: Eu vou a delegacia.
Eu: E eu também vou lá, eu aproveito e dou uma carona a vocês.
Karen: Obrigada.
Eu: Nada. - sorri -

Eu dei carona a ela e quando chegamos pedi pra falar com o delegado.

Stop The World - Capitulo 4

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Ela saiu do quarto com uma cara, e eu fiquei pesquisando mais.

                       >>AGORA<<

Sam: O que temos?
Eu: Uma mulher engasgou com os dentes Sam, eu já vi isso acontecer com crianças quando o dente cai.
Sam: E bem comum no mundo onde vivemos.
Eu: Você quer dizer no mundo sobrenatural que vivemos.
Sam: Eu e você amanhã verificamos a casa e o Dean o corpo no necrotério com a (SuaAmiga).
Eu: Eu só preciso beber e me acabar na bebida. - peguei o casaco-
Sam: Vai sair agora?
Eu: E, vou, segredo nosso.
Sam: E se o Dean souber?
Eu: Diga a ele que não tem nada haver com minha vida e que estou no barzinho da esquina se precisar.
Sam: Tá.

Eu caminhando até o bar, não estava muito cheio sentei no balcão e pedi doses de whisky e por assim foi, fiquei até umas 2 horas da manhã, o bar estava quase fechando, liguei pro Sam e ele não atendeu logo depois vi ele chegando e sabia que ele iria me dar umas broncas.

Eu: Olha, se quiser me dar umas belas e boas broncas deixe pra depois.
Sam: Vamos.
Eu: Sam - estendi o braço - me leva.  - me colocou no colo.

Sam: Eu não acredito que isso tá acontecendo.
Eu: Sam, sabia que eu te amo?
Sam: Por favor, fica quieta.

Ele me levou de volta pro hotel, quando entramos no quarto dele o Dean estava sentado bebendo com a cara amarrada.

Dean: Que maravilha, ela sai enche a cara e você como mordomo vai busca-la e ainda trás ela no colo, e brincadeira.
Eu: Que foi? tá com inveja que ele me trouxe no colo, desfaz essa cara zangadinho todo mundo tem sua vez também Dean. - ri -
Dean: Ela tá bebada?
Sam: E o que parece.
Dean: Tá de parabéns, cuida dela Sam, e só o que sabe fazer.
Eu: Sabe qual e o seu problema Din, Dean sei lá qual e o teu nome, e que você e idiota demais esse e o seu problema.
Dean: Uhum - me pegou no colo -
Eu: Tá me levando pra onde? tá me levando pra onde?
Dean: Prepara a banheira, bem gelada, fica bem quietinha tá?

O Sam fez a banheira, eu tentei me soltar do Dean mas ele não me deixou sair e me colocou dentro da banheira com roupa e tudo, ele tirou meu casaco e eu ajudei ele a tirar a calça, depois me deu uma toalha e me ajudou a sair da banheira, o Sam me deu uma xícara com café amargo, depois fui dormir. Dia seguinte os gritos do Dean me acordaram.

Dean: ACORDA BELA ADORMECIDA- gritou - olha, acho bom você não está com dor de cabeça - riu - ah quem ri por ultimo sempre se da bem.
Eu: Eu te odeio.
Dean: Eu sei, Sam tá te esperando no carro então e melhor você se vestir e se apressar se não quiser ir a pé, claro. - riu - eu to um comediante hoje.
Eu: Não teve graça.
Dean: Eu faço minha própria graça.
Eu: Então vai embora logo antes que eu meta um bala na sua cabeça, gostou? - ele me olhou serio - que bom.

Eu me vesti e entrei no carro, fomos pra casa da mulher morta, quando chegamos o Sam ficou conversando enquanto eu olhava o banheiro onde ela foi morta e perto da pia tinha um saquinho eu coloquei no bolso do casaco e desci, me sentei perto do Sam e vi ele fazendo as perguntas pro marido da moça. Eu fiquei olhando algumas fotos do casal

Sam: Você sabe de Helena tinha alguma inimiga?
Eu: Desculpe qual e o seu nome mesmo?
Sam: Jack.
Eu: Ah sim, prossiga.
Jack: Não que eu saiba, ela era uma moça muito respeitada e amada por todos não sei quem teria coragem de fazer isso com ela.
Eu: Sam acho que isso já e muito, vamos deixa-lo em paz, ele já sofreu demais.
Jack: Obrigado.
Eu: Obrigada você - sorri -

Deixamos a casa e caminhamos até o carro, assim que o Sam abriu a porta eu joguei o saquinho e ele pegou e olhou.

Sam: Bruxaria.

Voltamos pro hotel, o Sam abriu o saquinho e olhou cada coisa que estava dentro, eu fui ao restaurante ao lado e comprei dois hambúrgueres e um refrigerante, ele tomou cerveja, logo depois a SuaAmiga e disse que o Dean estava jantando no restaurante perto do hotel, eu olhava o relógio a cada minuto e ele não aparecia, eu fui atrás dele quando vi o Jack se engasgando, o Dean chegou bem na hora, eu procurei o saquinho e achei debaixo do acelerador e queimei ele, ele parou logo depois.

Dean: Bruxaria.
Eu: Eu ouvi isso hoje de manhã, obrigada, agora me diz quem tinha problema com vocês
Jack: Eu não sei, eu juro.
Eu: Aham se não quiser morrer diz logo quem tinha um problema com vocês
Jack: Annie, eu tive um caso com ela a uns meses atrás, ela queria ficar comigo mas eu a deixei pra ficar com Helena e desde de então ela tentou nos separar e agora minha mulher morreu o que tá acontecendo?
Eu: A morte meu querido, a morte.
Dean: Desculpe e que ela um pouco nervosa.
Jack: Eu vou pra casa eu preciso ir pra casa. - entrou no carro.
Dean: Você sabia que isso ia acontece?
Eu: Eu sou uma mulher, mas não sou vidente. - andei. -

Dissemos ao Sam de Annie e ele disse que iriam essa noite verificar a casa da bruxa, enquanto eles conversaram eu peguei uma cerveja da geladeira e o Dean pegou da minha mão de devolveu a geladeira, eles foram ver a casa, eu esperei algumas horas por eles até que o Sam ligou pra SuaAmiga.

SuaAmiga: Sabe a tal bruxa, morta com alguns gilletes na garganta.
Eu: Nossa
SuaAmiga: Estão voltando já.

Fiquei pesquisando no notebook, eu não liguei pro que o Dean iria falar se me visse bebendo e então fui até a geladeira e peguei uma garrafa

xxx- Dean disse que não deveria bebe - me virei -
Eu: Ah meu deus - levei um susto -

xxx- Sou Castiel, um anjo do senhor e vim avisar que devem sair da cidade a um demônio muito poderoso na cidade e que vai acabar com ela em poucas horas.
SuaAmiga: Acha que devemos matar você agora ou mais tarde.
Castiel: Nem tente.
Eu: Tá Castiel, e Castiel não e? a gente vai sair da cidade. - vi o carro do Dean -
Castiel: Eles estão chegando - abriram a porta.-
Dean: Castiel.
Eu: Dean temos que ir, - empurrei ele - tem demônios poderosos na cidade, vamos embora.
Sam: Já sabemos e não vamos ir.
SuaAmiga: O que? você não ouviu temos que ir.
Dean: Já sabemos quem está por matando as pessoas, Annie fazia parte do club do livro onde acontecem todo tipo de magia negra e as amigas dela a mataram e se der essa noite vamos acabar com essa palhaçada.
Castiel: Vocês não podem fazer isso.
Dean: Não tenha duvida Castiel, não precisamos de você.
Eu: Dean.
Dean: NÃO PRECISAMOS. - Castiel foi embora. -
Sam: Vamos precisar que confie na gente porque não sabemos se pode dar certo.
Eu: Não. - abri a garrafa e bebi -
SuaAmiga: Eu confio
Dean: Não quero saber se confia na gente ou não só sei que você vai.


Eu me sentei e senti umas dores como se alguém estivesse me esperando com uma agulha, eu fui até o espelho e as dores ficaram mais fortes e uma vontade de vomitar veio e eu acabei vomitando sangue

Eu: Eu não vou morrer aqui - tentei me levantar, DEANNNNNNNN

Fui caminhando até a porta, o Dean veio correndo e me pegou no colo o Sam e a SuaAmiga procuraram o saquinho das bruxas.

Eu: Se eu vou morrer porque vocês ainda procuram.
Dean: Você não vai morrer, eu não vou deixar, PROCURA A DROGA DO SAQUINHO SAM.
Sam: Deve ter outro jeito - ele foi embora.
Eu; Entendeu porque não deveríamos ficar na cidade, o Castiel avisou.
Dean: Dane-se o Castiel, conheceu ele só faz alguns minutos atrás e já tá se importando com o que ele fala.
Eu: Ele e um anjo, Dean.
Dean: Um anjo caído e expulso do céu, não tenha tanta certeza de que ele e bom.
Eu: Eu não consigo respirar - cuspi mais sangue -
Dean: Não.

Ele me deixou sentada no chão enquanto ele procurava o saquinho, ele cortou os colchões, jogou tudo e não encontrou, ele me olhou assustado e pegou a bolsa tirou tudo que tinha dentro e achou o saquinho, ele queimou, na mesma hora as pontadas de faca que eu sentia por todo corpo parou, ele me ajudou a levantar, pegamos o carro e fomos atrás do Sam, quando chegamos na casa já fomos empurrado pra parede.

Eu: Quem quer tentar o exorcismo? - olhamos pro Sam. -
Dean: Contigo meu irmão.
Sam: Kelly, exorcizamus te, omnis. - apertou mais o Sam-
Kelly: Grande Sam, mas essa já está velha.

Eu vi a SuaAmiga na janela e fiz que sim com a cabeça dizendo que já podia entrar e a Kelly não fez nada.

SuaAmiga: Tá lembrada de mim?
Kelly:  (SuaAmiga) claro, era uma das melhores bruxas que já tive mas agora não e mais.
SuaAmiga: Exorcizamus te, omnis immundus spiritus - ela apertou o pescoço da SuaAmiga-
Kelly: Boa mas não. - jogou ela no chão
SuaAmiga: Mas funciona, omnis satanica posteta, omnis incursio, olha pra cima vadia

Ela nos soltou e caimos no chão.

Kelly: Ah eu vou matar cada um de vocês - ela tentou sair -
Dean: Pena que não fuciona

Ele a matou com a faca, eu tentei me erguer de pé mas não consegui me levantar, e eu acabei desmaiando, quando acordei já estava de manhã o Sam estava me olhando e quando viu que eu acordei ele sorriu, como o Dean tinha saído pra comprar café aproveitei e arrumei minhas coisas e eu iria voltar pra casa, assim que ele voltou da cafeteria e veio falar comigo.

Dean: Vejo que já está melhor, pra você - me deu o copo -
Eu: Quando disse que as pessoas que estão ao seu redor morrem não estava brincando não e?
Dean: Não.
Eu: Foi o que eu pensei.
Dean: Onde vai?
Eu: Vou voltar pra casa.
Dean: Desistiu da vida de caçadora?
Eu: Só vou dar um tempo, e muito pra mim, mas vou voltar.
Dean: Me liga quando volta - me deu o numero dele -
Eu: Cuida da SuaAmiga - dei um abraço nele - obrigada.
Dean: Eu não sabia que ela era uma bruxa.
Eu: Eu não fazia ideia, mas então tchau, da um abraço em cada, eu odeio despedidas.
Dean: Eu também.
Eu: Tchau.

Eu dei partida no carro e fui pra casa, quando cheguei fui dormir.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Stop the World - Capitulo 3

Stop the World

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Peguei o meu carro e fui pro hotel onde os caras de hospedaram.

               >> Agora<<

Entramos no quarto olhei no armário e em outros lugares enquanto o Ted estava olhando as câmeras do hotel, quando olhei pro chão vi uma flor roxa, eu já tinha visto aquela flor, guardei no casaco e voltei pro hotel com o Ted.

Ted: Já tem ideia do que seja?
Eu: Tenho meus palpites.
Ted: Estamos juntos nesse caso agora.
Eu: E- olhei pra ele. -

Depois de ver o quarto ele voltei pro hotel com ele, enquanto a (SuaAmiga) não chegava eu olhava pela janela o Dean com a mesma menina do bar.

Eu: Eu preciso que acredite em mim agora, pode me chamar de maluca ou do que quiser eu não ligo, só quero que diga que está comigo e que vai me ajudar.
Ted: Tudo bem, o que quer me contar.
Eu: Dean está saindo com aquela menina, e ela e uma sereia.
Ted: Uma sereia? bom você tinha razão você e maluca, mas eu to com você e se temos que mata-la, então vamos.
Eu: Precisamos ficar de olho neles.

Entrei no carro e fui até o hotel onde eles iriam ficar e vi que era o mesmo que o os caras foram mortos, eu comecei a ficar tensa e o Ted me ofereceu o cantil dele e eu bebi.

Ted: Sereias?
Eu: E, essa e a coisa mais loca que já procurei.
Ted: Mas talvez a sereia não esteja com o Dean - ele riu - mas sim com você.
Eu: E você, por isso que quando eu te vi pensei que fosse o garoto que eu sempre procurei.
Ted: E mas agora e tarde, sabe como encantamos as pessoas? saliva, você ainda e você, mas vai fazer tudo que eu mandar, e sabe o que eu quero? que você mate a prostituta e o Dean, depois se mate.
Eu: Sim.

Eu sai do carro e deixei ele, subi pro quarto onde eles estavam e chutei a porta, o Dean estava na cama enquanto a prostituta estava no banheiro trancado, eu chutei a porta e ela estava se arrumando, o Dean me jogou na parede me fazendo soltar a arma no chão, depois me soltou.

Eu: Sinto pena de você que acha que eu ando apenas com uma arma na cintura.
Dean: Por que tá fazendo isso?
Eu: Porque e meu trabalho.
Ted: Porque e nosso trabalho, Jennifer por favor.
Jennifer: Conseguimos pegar um Winchester senhor, e agora vamos mata-los.
Ted: Jennifer pode envenena-lo.

Eu segurei o Dean com o Ted e ela o envenenou.

Ted: Essa briga não e nossa, querida, agora vamos sentar e ver o show.
Eu: Eu vou matar você, e depois vou matar o Sam querido - ri -
Dean: CALA A BOCA VADIA. - gritou -

Eu: O Sam e seu ponto fraco? - ri - os dois vão se ver no inferno então.
Dean: JÁ MANDEI CALAR A BOCA.
Ted: Dean, fale tudo o que sente vontade de dizer, desde do dia que a conheceu.
Dean: Eu só deixei você caçar comigo por um motivo, Sam porque sabia que ele precisava da namoradinha por perto, mas se tivesse que largar você pode apostar que já teria feito isso no primeiro lixo que tivesse visto, acha que eu me importo com você ou sua família?
Eu: Não mecha com minha família.
Dean: Eu vou matar você, e depois vou matar sua querida mãe e seu irmãozinho pode apostar.

Eu pulei em cima do Dean, fazendo ele cair no chão, ficamos um tempo rolando no chão, ele me empurrou com  os pés e apontou a arma pra mim, ele estava quase a puxando o gatilho. Quando ele estava quase me matando o Sam apareceu, ele cortou o Dean e me cortou com uma estaca, ele largou a arma e tentou me ajudar, mas eu não aceitei e me levantei sozinha, o Sam conseguiu acertar as duas serias com a ajuda da (SuaAmiga), eu deixei eles no quarto e voltei pro hotel, tirei o casaco fiz o curativo no braço e me deitei. tentei dormir mas não consegui, ouvi a porta abrindo e quando virei era o Dean, eu me levantei e dei as costas.

Dean: Eu tava enfeitiçado pela sereia, desculpa.
Eu: Você ainda estava lá, você disse que ia matar meu irmão, sabe quantos meses ele tem? 2 Dean, dois meses, ele e novo demais e foi por isso que eu estou procurando a coisa que matou meu pai, eu quero voltar pra casa e esquecer que eu vivi essa vida, eu quero minha família de volta.
Dean: Eu não sabia, eu.. - ele baixou a cabeça. -

Eu: Tá tudo bem, eu finjo que não aconteceu.
Dean: Me desculpa.
Eu: Eu já desculpei você.
Dean: Você não desculpou, você acha que desculpo e diferente, eu sei que disse um monte de idiotices a  você, mas você também disse, eu te desculpe sabe porque? por que eu sabia que não era você ali, você estava ali, mas não era você.
Eu: Eu vou arrumar minha coisas e vamos pegar a estrada. - eu entrei no banheiro. -

Depois que sai, arrumei as minhas coisas e coloquei no carro, a (SuaAmiga) entrou e fomos embora, eu passei o carro dos meninos e dirigi na frente, mas pra frente eu parei sai do carro e olhei a casa, depois fui andando ate a porta e toquei a campainha, minha mãe atendeu, assim que ela abriu ela me deu um abraço forte, convidei os meninos pra entrar.

Dean: Eu posso ver o bebe?
Eu: Pode, vem comigo.

Ele veio até o quarto bem devagar, eu entrei e ele ficou na porta e eu pedi que entrasse, ele olhou o berço e pegou ele no colo.

Fiquei olhando enquanto eles juntos, depois o Dean devolveu ele ao berço e se sentou ao meu lado na cama

Dean: Você tá bem?
Eu: Sim, eu só queria um dia com eles.
Dean: A gente pode te dar um dia com sua família se quiser.
Eu: Temos trabalho.
Dean: Esquece o trabalho, acabamos de sair de um, você pode ficar se quiser, te deixamos e você esquece que um dia foi uma caçadora.
Eu: Não - peguei a bolsa - vamos embora.
SuaMãe: Dean, eu vou servir o jantar, vocês não se sentar? - olhei pro Dean -
Dean: Claro, só vamos lavar as mãos. - ela foi embora. - Só hoje.
Eu: Tudo bem - ele pegou minha mochila. -

O Dean foi ao banheiro e eu desci, o Sam se sentou.

Sam: Vamos essa noite?
Eu: Não, o Dean nos deu um dia.
Sam: Tudo bem, você quer ficar?
Eu: Não, eu quero sair da cidade o mais rápido possível e esquecer que estive aqui.
Sam: E sua família.
Eu: Eu sei, Sam.
SuaAmiga: Por que você não para? só um minuto.
Eu: Porque esse trabalho não tem descanso.
Sam: Tá, sua mãe e bem legal, ela não merece isso, ela precisa de você dentro de casa e ela não pode ficar sem você.
Eu: Meu pai era bem legal, ele não merecia isso e eu preciso dele aqui pra poder continuar aqui.
SuaMãe: Já preparei o quarto de você, Sam você e seu irmão vão ficar no quarto dos fundo tem duas camas de solteiros lá.
Sam: Obrigado.
Dean: Pronto cheguei - se sentou.

Depois que a gente comeu os outro subiram e eu fiquei assistindo a televisão, o Sam desceu assistiu comigo, me deitei no sofá e dormi lá mesmo. Manhã seguinte acordei com o Dean me cutucando e pedindo pra me arrumar porque já iriamos sair, eu arrumei minhas bolsas e coloquei no carro, dei um beijo na minha mãe e no irmão entrei no carro e peguei a estrada. No caminho caiu uma chuva forte, mas continuamos dirigindo e mais pra frente paramos, compramos comida e comemos, eu fiquei no computador investigando os acidente acontecido em Lincoln. 

Eu: Olha - mostre o computador pra SuaAmiga- Mulher morreu engasgada com os próprio dentes, eu to me perguntando talvez você saiba me responder, isso e normal?
SuaAmiga: Não que eu saiba mas que no nosso trabalho nada e normal isso e.
Eu: Vou gostar de trabalhar nisso. - ela me olhou - não eu não vou gostar, quem morre engasgado com os próprios dentes?
SuaAmiga: Essa mulher.
Eu: HAHAHA que engraçado, vai avisar ao seu namoradinho que temos trabalho aqui.
SuaAmiga: Sam não meu namoradinho.
Eu: Se sabe que estou falando do Sam, sim ele e.

Ela saiu do quarto com uma cara, e eu fiquei pesquisando mais.

Stop the world - Capitulo 2

Stop The World

Pegamos a estrada, a SuaAmiga dirigiu enquanto eu dormia um pouco

                    NOW

Chegamos pela manhã, eu sai do carro e vi que estávamos no meio de uma floresta, eu dei uma olhada por fora e o Dean me trouxe uma cerveja, eu não fiz desfeita e bebi, depois entrei, olhei a casa por dentro, havias papeis colados nas paredes, enquanto olhava vi que ele havia pesquisas sobre vetalas e peguei e olhei.

Eu: O que sabem sobre vetalas?
Sam: Elas são solitárias, atacam a vitima e guarda os resto pra depois, as vezes caçam em bando e morrem com faca ou bala de prata, porque?
Eu: Sabem onde podemos encontrar?
Sam: Não, matamos um ninho a dois anos e uma dupla a pouco tempo.
Eu: Tudo bem, ok, se essa cabana e do Bobby, onde está o Bobby?
Dean: Morto, por favor não venha dizer que sente muito pela morte dele, você não o conhecia.
Eu: E mas.. - ele não me deixou falar -
Dean: Eu não preciso dos seus pêsames, eu agradeço até.
Eu: Você e machão por fora mas morre por dentro eu já vi muitas pessoas como você, orgulhosas.
Dean: Não me importo.
Eu: Uhum.

Eu pra fora da casa e arrumei as armas no carro, enquanto eu fazia isso ele olhava de longe, e via eu carregando as armas, ele caminhou até a mim pegou a arma da minha mão e fechou o porta-malas.

Dean: Vai embora, se soubesse o numero de pessoas que já morreram e se machucaram quando estavam ao meu lado não queria nem me conhecer.
Eu: Eu não me assusto fácil.
Dean: Não quero que você também morra, eu já vi muitas pessoas morrerem e já matei muitas pessoas.
Eu: Como eu disse, eu não me assusto fácil, se eu morrer agradeça, será menos um no mundo.
Dean: Sai dessa vida, você ainda e nova, pode fazer uma família ou voltar pra casa.
Eu: O problema e que eu não quero e depois, quando se entra não se sai mais.
Dean: E.. - ele ficou calado-

Eu: Eu entrei por mim, e por um trabalho que tem de ser feito até eu terminar eu não saio e se não for morta antes disso.


Deixei ele sozinho e entrei, fui até a cozinha e só tinha whisky e outras bebidas, eu olhei a geladeira e procurei algo pra fazer e peguei o que tinha e fiz alguma coisa mas eles não queriam comer então comi sozinha, depois me deitei no sofá e acabei pegando no sono, quando acordei vi que estava coberta com o casaco do Dean, fui me levantar e vi que ele estava deitado no chão enquanto a (NomeDaSuaAmiga) dormia no outro sofá e o Sam na mesa com o notebook, com uma garrafa de cerveja na mão, eu me levantei com cuidado pra não pisar no Dean e fui até a mesa e me sentei.

Eu: Você não dorme?
Sam: Dormi um pouco mas acordei logo, temos um novo trabalho, um homem foi morto logo perto em Kansas, a última vez que foi visto foi em um barzinho perto de casa.
Eu: Deixa eu ver. - virei o notebook - essa morte não tem nada de mais ele foi morto porque tinha de morrer.
Sam: Ninguém morre assim.
Eu: Vai por mim  hoje em dia as pessoas morre simplesmente, mas então vamos ficar parados ou vamos ver a cidade?
Sam: Vou acordar eles.
Eu: Ok.

Eu fui até o carro e arrumei as coisas, depois esperei a (SuaAmiga) no carro e assim que ela chegou fomos embora. Passei a tarde toda dirigindo e chegamos a noite, pegamos um quarto no hotel próximo, enquanto o Dean e a (SuaAmiga) foram comprar comida pra gente fiquei com o Sam pesquisando sobre as mortes ocorridas.

Eu: Três morte de homens, Matt, John e Adam. esses caras tem algo em comum entre amigos e família?
Sam: Não, o comum entre eles e que frequentavam o mesmo lugar.
Eu: Amanhã e eu e a (SuaAmiga) verificamos o bar e você e o Dean o necrotério e a família deles.
Sam: Tudo bem.
Eu: Em falar neles, eles não deveriam ter chegado faz tempo?
Sam: E.
Eu: Quer que eu veja onde estão?
Sam: Não, eles estão bem, (SuaAmiga) tá com o Dean eles voltam logo.
Eu: Se não chegarem em 10 minutos eu vejo onde estão.

Eu fiquei esperando, mas eles chegaram rápido, eu olhei as sacola do Dean e só tinha whisky e besteira.

Eu: Foi no mercadinho da esquina demorou mais de 5 minutos pra trazer whisky e salgadinho, serio? -

Sam: Amanhã vamos ao necrotério e vamos falar com a família dos mortos.
Dean: Brincadeira ei, a gente mal sai de um trabalho e já cai em outros, tá bom.
SuaAmiga: Vamos dormir que e melhor.

Eu comi algumas coisas que Dean trouxe depois fomos pro quarto dormir, manhã seguinte acordei com a (SuaAmiga) jogando as roupas na minha cara, ela disse que os meninos já tinham saído que só tava me esperando, eu me arrumei e fui até o bar com ela, assim que chegamos pegamos uma mesa e logo a garçonete veio.

Garçonete: O que vão querer?
Eu: Falar com a dona do restaurante.
Garçonete: Quem são?
Eu: Agentes do FBI - mostrei a identidade - Katy e essa e minha parceira Carly, e queremos falar com a dona e com alguns dos empregados.
SuaAmiga: E vamos começar por você, então sente-se.
Garçonete: O que querem saber?
Eu: As mortes acontecidas por aqui.
Garçonete: As mortes de Matt, John e Adam? sim eu os conheço era nossos melhores fregueses sempre vinham aqui a noite e quando saiam daqui não iam direto pra casa, pelo contrario eles se envolviam com as meninas, bem... garotas de programa.
Eu: E normal essas meninas ficarem por aqui a noite?
Garçonete: Sim,  isso acontece toda noite elas só querem os melhores caras.
Eu: Melhores caras?
Garçonete: Os caras bem sucedidos.
SuaAmiga: Então isso e um ponto de prostituição?
Garçonete: Sim, eu trabalhei aqui durante 2 anos e já chamaram policias pra que retirassem as moças mas não deu certo e elas continuaram vindo aqui.
Eu: Ok, os três cara sempre se encontravam com as mesma meninas?
Garçonete: Não, posso dizer que eram lindas e eu sei onde uma delas já trabalharam, aqui perto tem uma boate de strippers e parecem que foram expulsas de lá por não conseguirem fregueses que dessem muito dinheiro.
Eu: Pode me dizer como elas eram?
Garçonete: Uma loirinha com olhos verdes usava batom vermelho com vestido preto com um casaco por cima e a segunda era morena tinha o cabelo bem liso e usava um vestido curto e salto, e outra era morena também so que o cabelo dela era marrom e da segunda era muito preto.
Eu: Ok, já e o bastante obrigada pela atenção

Voltei pro hotel e esperei os meninos chegarem, assim que chegaram fui vê-los no quarto.

Eu: Olha que maravilha que descobri que o bar tem um ponto de prostituição e as meninas gostam de caras bem sucedidos e trabalharam em uma boate de strippers,
Dean: Oh meu deus dei bem. - riu -
Eu: E eles saíram com meninas diferentes uma loira e duais morenas mas saiba diferenciar a cor do cabelo uma era marrom e outra preto escuro.
Sam: Todos esse homens eram casados, as mulheres bem foram mortas por eles e ele depois de mata-las cometeram suicídio.
Eu: Essa vai ser fácil.
Sam: Então a noite vamos ver o bar e a boate.
Dean: Eu fico com a boate.
Sam: Vai com o Dean, sabe o que vem pela frente, não sabe?
Eu: Diz que não vou ter de esperar ele enquanto transa, por favor.
Sam: Não, vamos ver o que essas meninas sabem sobre os caras mortos essa noite e Dean nada de strippers ouviu?
Dean: Mas Sammy.
Sam: Sem Sammy dessa vez, estamos em trabalho.
Dean: Tá.

Quando deu meia-noite o Sam e a (SuaAmiga) foram ao bar e eu e Dean a boate, enquanto ele falava com as meninas ou melhor cantava as meninas eu olhava ao redor da boate, um homem se aproximou de mim e quando fui ver olhei no balcão o Dean não estava mais.

Homem: Trabalha aqui moça?
Eu: Não.
Homem: Saiba que se trabalhasse era com você que eu sairia essa noite, linda.
Eu: E? - me surpreendi -

 Dean: Ela tá comigo.
Eu: Não estou, querido, por acaso sabe quem sou eu?
Homem: Não, mas gostaria de saber no meu quarto - o Dean caiu na risada.-
Eu: Sou agente do FBI Rose Mason - mostrei a identidade-  e acho que deveria saber que posso prende-lo por desacato a autoridade mas se eu preferir posso acertar uma bala na sua cabeça - mostrei a arma - eu não quero lhe por medo ou coisa do tipo mas se continuar com suas brincadeirinhas comigo não vai passar a noite no seu quarto e sim em uma cela e poderá ver o sol nascer quadrado e eu estarei lá com você, mas não significa que se eu estiver lá a coisa vai ser boa pelo contrario vai ser pior do que você imagina. - o Dean ficou serio - tenha uma boa noite senhor.
Homem: Desculpe - foi embora.-
Dean: O que que isso? viu a cara do homem, pisou na bola.
Eu: Não pisei, eu chutei querido e diferente, o que conseguiu.
Dean: Nada de menina loira e outra duas morenas, ninguém viu, ninguém sabe.
Eu: Tá ficando cada vez mais dificil.
Dean: Vamos voltar pro hotel e ver o que o Sammy descobriu e bater um rango porque eu to com fome.

Voltamos pro hotel e eu tentei descobrir alguma coisa enquanto o Sam não chegava e o Dean comia, mas não consegui achar nada, fiquei tomando cerveja com o Dean e vendo uma morte nova que tinha na cidade, o Sam chegou e disse que não tinha nada.

Dean: Quer saber, talvez isso não seja trabalho nosso, nem se quer conseguimos achar as respostas disso, o mundo tá uma bagunça Sam, e tem gente que precisa de nos e eu não vou ficar aqui procurando a resposta de um caso que nem nosso e. - saiu -
Eu: Pra onde ele vai?
Sam: Beber.
Eu: E você vai deixar?
Sam: To acostumado. - se deitou - eu só quero dormir.
SuaAmiga: Disseram que as meninas foram vistas saindo com eles sim mas depois elas sumiram e os caras morreram.
Eu: Maravilha, eu vou dormir

Eu me deitei na cama do Dean e a SuaAmiga foi pro quarto, quando acordei vi o Sam, eu me levantei e liguei a luz, o Dean acordou na hora.
Dean: Pelo amor de deus apaga a luz.
Eu: Ah me desculpe se acordei a Cinderela, coloque seus sapatinhos de cristal princesa hoje a noite tem baile então vamos dançar
Dean: Ah fala serio.
Eu: TO FALANDO, DEU PITI ONTEM POR CAUSA QUE NÃO ENCONTRAMOS NADA, nem por isso quer dizer que temos que parar, ACORDA- ele levantou.-
Dean: Me diz o que vamos fazer?
Eu: Voltar aquele bar e falar com um por um e arrancar tudo que eles sabem, mas só que por mal.
Dean: Tá na revolta  hoje.
Eu: Eu só quero que isso termine pra que eu possa parar um pouco na casa da minha mãe e ver como está meu irmãozinho.
Dean: Tem um irmãozinho?
Eu: Tenho, e muito novo não entende ainda as maldades do mundo e quero que nunca entenda.

Voltamos ao bar e vi de longe o Dean de brincadeiras com uma menina do lado fora, depois os dois sumiram. Fiquei esperando ele no bar por duas horas e nada dele.

Garçonete: Olha, só vai poder ficar se pegar alguma coisa.
Eu: Claro, um café por favor.

Esperei ele por duas horas e meias, mas pelo menos ele chegou e se sentou pedindo um café.

Eu: Toma logo isso eu te esperei por duas horas e meia, tomou chá de sumiço.
Dean: Não, eu estava com uma menina boa rapaz.
Eu: Espera você quis dizer uma prostituta, não e?
Dean: Que diferença faz.
Eu: Eu já tenho uma ideia do que seja, toma seu café to te esperando no carro.

Assim que ele saiu do bar eu entrei no carro, liguei pro Sam e pedi pra que ele viesse pro hotel que eu teria de ter uma conversinha com ele.

Sam: Oi.
Eu: Oi, Sam eu queria te fazer uma pergunta sobre o Dean, que horas ele chegou ontem?
Sam: Chegou hoje de manhã.
Eu: Disse com quem estava?
Sam: Sim com uma menina por que?
Eu: Porque estamos lidado com uma sereia Sam, seu irmão e o próximo.
Sam: Por que acha isso?
Eu: Sabe o que eu reparei hoje, uma prostituta em seu ambiente de trabalho sabe que horas? 1h 30 minutos Sam, isso não e normal e eu acho que o Dean estava com ela ontem a noite.
Sam: O Dean e mulherengo ele vai está com qualquer uma a qualquer hora do dia.
Eu: Eu não te dou um dia pra que isso seja verdade. -peguei meu casaco- eu vou comer, quer que eu traga alguma coisa?
Sam: Não, to bem.
Eu: Tá.

Eu fui ao bar e pedi um sanduíche, enquanto esperava vi um homem falando com a garçonete, ele se aproximou de mim e se sentou na mesa.

xxx- Oi, a garçonete disse que você é agente do FBI, Kat?
Eu: Katy.
xxx- Sou o Ted prazer, está nesse caso a muito tempo?
Eu: E, estou e por enquanto não descobri muita coisa, só alguns caras mortos e ninguém sabe quem foi.
Ted: Sim, eu tenho uma ideia, hoje eu encontrei aqui perto um hotel e fiz algumas perguntas ao empregados do hotel e disseram que viram, Matt, John e Adam.
Eu: E vale a pena verificar o quarto em que ficaram.
Ted: Posso te convidar pra ir comigo já que estamos no mesmo caso?
Eu: Pode.
Ted: E eu posso te pagar uma cerveja também.
Eu: Se eu não tivesse em um caso eu aceitaria, mas se quiser podemos ver o hotel agora.
Ted: Ok, tudo bem.

Peguei o meu carro e fui pro hotel onde os caras de hospedaram.

Continua..