quinta-feira, 12 de junho de 2014

Stop the world - Capitulo 8

Stop The World

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Eu peguei o carro e fui até o endereço que a Ariel me deu.

                       >> AGORA <<

Eu entrei no leilão e tinha algumas pessoas, havia um cara sentado e se levantou quando eu cheguei perto do balcão, olhei algumas coisas, havia diamantes, ouro, prata mas nada do cordão.

Eu: Olá, ah.. você sabe onde está este cordão - peguei a foto e mostrei -
Homem: Sim, claro - pegou a caixa - um dos mais valiosos, diamante vermelho, será vendido amanhã.
Eu: Que bom que está aqui, porque você vai ter de me entregar. - peguei - Ah, esqueci de mostrar, Agente da FBI. - mostrei a identidade - prova de um homicídio.
Homem: Você vai pagar por isso?
Eu: Gostei da pergunta, mas essa você já tem a resposta.
Homem: Tudo bem, você parece triste, cansada e desamparada, porque não aparece pra uma consulta particular, meu cartão.
Eu: Claro - sorri -

 Eu: Por acaso, o senhor e vidente?
Homem: E, uns acreditam outro não.
Eu: A você acha? tá bom, obrigada. - fui embora. -


Voltei pro hotel e o Dean já tinha chegado.

Eu: O que encontrou?
Dean: Sabe o bairro onde a Jane morreu? então e um bairro de videntes.
Eu: Falsos videntes - joguei o cartão pra ele - ele consegue apenas sentir sua energia, e faz leitura corporal
Dean: Pois e, eu sei leram a minha, eu sou stressado.
Eu: E eu depressiva.
Dean: Mas o que tá matando as pessoas?
Eu: Não sei, mas eu tenho o que vocês querem - mostrei o colar - Diamante vermelho, consegui em um leilão.
Dean: Pagou por isso?
Eu: Não, eu sou a lei Dean, tenho direito. - ri -
Dean: Boa - abriram a porta, era a SuaAmiga- E ai?
SuaAmiga: Sabe o que eu descobri? Espíritos matou ela, e se você verificar o local você vai ver a farsa de um vidente, você pode fazer luzes piscarem, ventos na janela, ou se você preferi mover objetos, apenas apertando botões.
Dean: Mas o cara do barzinho de vidência entortou minha colher, isso e normal?
Eu: Não. - o Sam chegou -
Sam: As pessoas do bairro vizinho estão convocando espíritos, a amiga da Ariel vidente, ou uma falsa vidente.
Dean: E chegou atrasado, já sabemos que o bairro e um bairro de falsos videntes convocando espíritos.
Eu: Ou convocaram um espírito, sabia que se eu convoca um posso fazer com que ele se conecte a todos.
Sam: E assim ele pode matar todos que o convocarem.
Eu: Isso, mas saber quem e vai ser como procurar uma agulha no palheiro, porque pode ser um ou dois.
Dean: Palpite, eu acho que e um.
Sam: Um.
SuaAmiga: Um.
Eu: Dois? ou mais? olha tanto faz isso tá matando pessoas e precisamos nos apressar.

Sai um pouco e fui olhar a rua quando passou carro do necrotério, pela rua, eu peguei o meu carro e o segui, ela parou na rua dos videntes, eu sai do carro e entrei na casa vi um corpo e dei palpite de que era aquele cara que entortava as colheres, liguei pro Dean e Sam e pedi pra que ele viesse até a casa e eles não demoraram, conversamos com o policial e ele disse que o cara antes de morrer teve um visão da própria morte, ele nos deixou sozinhos, enquanto eu olha a cena do crime vi uma colher no chão com sangue, eu peguei e olhei confusa.

Dean: O que foi?
Eu: Um colher o matou, mas uma colher nem machuca. - ele pegou a colher e bateu na minha cabeça -
Dean: Tem certeza?
Eu: Ai, idiota.

Voltamos pra hotel, assim que cheguei me joguei em cima da cama, o Sam mal pisou no quarto e já recebeu telefone e foi as pressas com o Dean e avisou que ligaria se soubesse de alguma coisa, eu esperei a manhã toda por noticias dele, então resolvi ligar.

>> Ligação on <<

Sam: Todas as vitimas tiveram visões de suas mortes, sabemos de uma vítima, estamos indo pro museu agora, não precisamos de ajuda no momento, mas se precisarmos eu ligo.
Eu: Sam tem certeza?
Sam: Tenho.
Eu: Tá bom, eu vou esperar, tchau - desliguei -

>> Ligação of <<

Ele demoraram o dia todo, eram 8h a SuaAmiga já estava descansado, eu peguei uma garrafa de whisky e bebi, misturei com cerveja, olhava ele pela janela e vi o carro dele chegando, eu sai do quarto e fiquei olhando eles saírem do carro, ele me olharam com um olhar cansado, mas eu não deixei eles entrarem.

Eu: O que aconteceu com você, um simples telefonema Dean e Sam resolveria.
Dean: Estávamos terminando de resolver o caso.
Eu: Então me digam o que era que estava ou ainda está matando aquela pessoas
Sam: Espírito de uma irmã vidente Kate, ela conseguia levitar qualquer objetos e prever a morte de alguém, ela previu  a morte da amiga de Ariel.
Dean: E tinha câmeras na casa da amiga dela, eu consegui mostrar o que era e ela me disse que já tinha visto a foto da moça no museu, fomos até lá nos contaram a historia, ela previu a morte de todas as vitimas.
Sam: Nos contaram onde ela foi enterrada, salgamos os ossos e queimamos e problema resolvido.
Eu: Nunca acaba bem, nunca acaba do jeito que vocês estão me contado.
Dean: Se acredita ou não problema e seu agora deixa a gente entrar e dormir um pouquinho. -ele entrou -
Eu: Sam.. - puxei ele -
Sam: Tá tudo bem, estou te garantindo isso.

Eu entrei junto com eles, o Sam colocou o celular na mesa onde eu estava, eles se deitaram e dormiram, eu fiquei olhando o relógio, até que tomei um susto com o toque do telefone do Sam, eu preferi não acordar ele e atendi.

>> Ligação on <<

xxx- Sam?
Eu: Não, não e o Sam, quem fala?
xxx - Ariel, eu preciso de ajuda, ainda não acabou, ela ainda tá aqui. 
Eu: Eu to indo, mas me diz o que tá acontecendo?
Ariel: Ela continua vindo, o espírito continua querendo mata-la.
Eu: Ok, vai até a cozinha e pega sal, faz um circulo no chão e entre dentro dele você, estou chegando.
Ariel: Ok. 

>> Ligação of <<

Eu: DEAN, SAM, ACORDEI E A ARIEL, ELA PRECISA DE AJUDA AGORA.
Dean: Será que não acabou?
Eu: VAMOS!

Entrei no empala com eles.

Eu: Eu avisei a vocês, nada termina tão bem quanto parece.
Dean: Eu já escutei.
Eu: Vai escutar de novo se quer aprender.

O Dean tentou acelerar o quanto podia mas não conseguiu, assim que chegamos a Ariel desceu as escadas correndo chorando e abraçou o Dean e ele nos olhou desapontado, ficamos acordados até de manhã pra proteção dela,  enquanto ela estava dormindo os dois estava discutindo sobre as irmãs e aquilo já era demais pra mim.

Eu: Será que vocês podem calar a boca - me levante- quem quer queimar os ossos da vadiazinha? porque eu quero.
Dean: Eu fui burro, quando queimamos o corpo a irmã que todos diziam ser má era boa, a boa era má.
Eu: E você não escutou?
Dean: Não.
Eu: Por isso que as coisas não terminam bem quando um fantasma Dean tenta falar com você.
Sam: Vamos logo.

Entrei no carro e fomos pro cemitério, o Sam foi rápido pra cavar, e quebrou o caixão, quando ele abriu viu que não tinha ossos nenhum, ele olhou pra gente assustado, colocou a terra na cova de novo antes que alguém visse e voltamos pro carro.

Eu: Feitiço de amarração.
Sam: Eu tenho o mesmo palpite, mas onde está o corpo?
Dean: Não sei, mas temos que  ser rápidos antes que ela mate mais alguém.
Eu: Vocês repararam na casa da Ariel um folheto que dizia um festival?
Sam: Não.
Eu: Mas eu sim, e na foto tinha a mulher da bola de cristal, a que se conectava com os mortos e o que entortava talheres.
Dean: Todos mortos.
Eu: Isso e a amiga da Ariel era uma suposta vidente, e morreu também.
Dean: E dai?
Eu: Ela matou que iria se apresentar no festival o cabeção.
Dean: Sam, você vá até o leilão e vê alguém comprou um Altar de Freixo e descubra quem e está com ele.
Eu: Ei, me diz um negocio, a tia da Ariel iria se apresentar também não ia?
Dean: Ia, por que?
Eu: Me diz uma coisa, se você fosse o organizador do evento, e Jane morreu, vamos dizer que sou a sobrinha vidente dela, me diz quem você chamaria para substituir a Jane?
Dean: Você?
Eu: Ariel e a próxima.
Dean: Não não não não. - ele entrou no carro -
Eu: Ei vou ficar aqui?
Dean: Entra - abriu a porta -

A gente voltou pra casa da Ariel, enquanto o Dean fazia o circulo de sal eu liguei pra (SuaAmiga) pra que ligasse pro Sam e o encontrasse, e ajudasse a encontrar o corpo, logo escureceu, quando deu 6h tudo ficou frio, o Sam ligou pra e ele avisou que não sabia quem era, ai eu lembrei que o cara do leilão me deu um endereço pra uma consulta particular e pedi pro Sam encontrar ele e dei o endereço a ele, eu estava andando pra um lado e pro outro quando o Dean apontou pra janela e a fantasma estava lá e de repente sumiu, e apareceu novamente quebrando toda janela e desfazendo a linha de sal, fui até a cozinha pegar mas sal e quando voltei o Dean estava no chão e a fantasma correndo atrás da Ariel, eu peguei o ferro que estava perto da lareira e bati nela e ela desapareceu,  eu envolvi a Ariel dentro do circulo mas a fantasma desfez o circulo de novo.

Eu: Tá de brincadeira, sal custa caro minha senhora.
Fantasma: E? me desculpe. - me assustei -
Eu: Iala, ela fala
Dean: Fica atrás de mim. - ele deu um tiro nela -

Toda vez que ela aparecia o Dean dava um tiro.

Dean: Acabou.
Eu: Agora corre porque ferrou - corri -
Fantasma: Vocês não vão a lugar nenhum.

Eu peguei o ferro e bati nela, mas ela voltou de novo, fazia isso toda vez que ela aparecia, eu joguei o ferro ao Dean se virou e pegou, ela conseguiu acertar ele pelas costas e bateu nele fazendo ele desmaiar e logo depois atacou a Ariel, eu tentei ajudar ela mas a fantasma se virou e me jogou na parede, eu tentei me levantar e ajudar e quando cheguei perto dela, a fantasma queimou e desapareceu, assim que tive certeza que ela foi embora eu cai no chão. O Dean me ajudou a levantar, ele certificou se a Ariel estava bem depois voltamos pro hotel, e esperamos o Sam chegar.

Sam: Vocês não sabem o que aconteceu.
Eu: E vocês não sabem o sufoco que passamos, mas e ai, conta primeiro?
Sam: Sabe o cara do leilão, ele escondia o corpo dela em casa, no armário.
Eu: A que novo.
SuaAmiga: E ele era um paranormal.
Dean: Não quero saber o resto, posso dormir agora?
Eu: To nem ai, mas tarde a gente toma o café e sai desse lugar.

Eu me deitei e dormi, o Sam e a SuaAmiga fizeram a mesma coisa... Acordei eram umas 8h, o pessoal já estava acordado, eu coloquei a bolsa no carro e fui pro restaurante, pedimos uma mesa e tomamos o café, vimos a Ariel chegando e eu cutuquei o Sam.

Sam: Temos que terminar de arrumar as coisas.
Eu: E, vamos (SuaAmiga).

O Dean olhou pra mim e eu dei um sorriso e continuei andando.

Deixei eles sozinhos e sai do restaurante.

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