Capitulo Anterior
De repente ela parou, tirou a mão de dentro de mim, sorriu e desapareceu eu cai no chão e desmaiei.
>> AGORA <<
*Dean Narrando*
Ela caiu no chão e desmaiou, a peguei no colo e coloquei na cama e tentei acorda-la.
Eu: Não, não por favor não. - liguei pro Sam -
>>Ligação on<<
Eu: Sam, preciso de ajuda cara.
Sam: O que aconteceu, eu já to voltado pro hotel, e a (SeuNome) ela tá bem?
Eu: Esse e o problema, ela não acorda de jeito nenhum.
Sam: To chegando.
>>Ligação of<<
Fiquei esperando o Sam, enquanto a via na cama percebi que ela foi abrindo os olho devagar, eu ajudei a levantar, dei água pra ela e ela conseguiu beber tudo.
*Dean Narrando of*
Sentia uma dor forte na minha barriga, quando tirei a camisa pra ver o que tinha, vi um corte fundo e estava sangrando, O Dean ajudou a lavar e costurou pra mim, assim que o Sam chegou eu me levantei e abracei por ter me ajudado com o julgamento, eu terminei de colocar as armas, o Dean comprou comida, eu só tomei um suco e deixei o resto de lado.
Dean: Se vamos sair da região porque a gente não aproveita e passa no cemitério?
Sam: Acho que não e uma boa ideia.
Eu: Eu quero passar por lá e dar um tchau pra minha mãe.
Dean: Tá.
Eu me deitei na cama e tentei dormir, manhã seguinte me levantei, coloquei minha roupa e fui até a cafeteria e tomei um café e voltei pro hotel, arrumei o arsenal na cala e coloquei minha bolsa, o Dean acordou e foi tomar café junto com a (SuaAmiga) e o Sam, eu esperei no carro, eles não demoraram muito e seguimos pro cemitério, quando chegamos eu fui até a floricultura e comprei algumas flores, o Dean ficou do lado de fora do carro esperando e eu disse a ele que não iria demorar, eu procurei e encontrei perto do sepultamento do meu pai, eu coloquei o buquê perto da foto da minha mãe e coloquei uma rosa pro meu pai, eu não consegui aguentar e chorei por lembrar do julgamento e o que eles disseram pra mim.
Eu: Eu juro que nunca tive a intenção de mata-los, eu continuei por vingança e vou continuar até encontrar os monstros que mataram vocês, eu vou largar essa vida em breve eu prometo. Mãe a culpa foi minha sim eu deixei que eles a matassem, mas eu procurei ajuda, eu procurei o Dean, ele era o único que podia ajudar, mas ele não chegou a tempo, eu não o culpo porque eu podia resolver. Pai eu só segui você porque tinha sumido a dias e eu nunca tive noticias e eu fui atrás sozinha mesmo não tendo idade suficiente pra isso mas olha pra mim agora, olha o que eu sou, veja como estou, eu só queria ir com vocês, eu deixei que mamãe me matasse, mas o Sam me salvou, eu agradeço muito a ele mas não era o que eu queria, mas logo vamos nos ver outra vez, e enquanto isso eu estarei matando tudo de ruim que está ao meu redor e sendo forte como vocês me ensinaram, e vou morrer lutando com a espada na minha mão porque e assim que os guerreiros fazem, eles não fogem da luta, eles morrem lutado. - limpei o rosto - Eu amo vocês, eu amo muito vocês e não queria que fosse desse jeito
Olhei ao redor pra ver se tinha alguém me olhando e vi que o Dean estava olhando pra mim.
Eu fui até ele e voltamos pro carro, ele não falou nada e entrou dentro do carro, fiquei dirigindo por horas então pedi pra SuaAmiga dirigir, não iriamos alugar um quarto e iriamos dormir no carro mesmo, então iriamos revisar o tempo até chegar em Lawrence, mas pra frente os meninos pararam o carro e pediu pra que parássemos também.
Eu: O que querem?
Sam: Vamos parar pra comer, então se quiserem ir ao banheiro ou o que tiver de fazer façam agora.
SuaAmiga: Eu to bem.
Eu: Vou parar pra comprar alguma coisa na lojinha ali, fica aqui.
Eu entrei e olhei alguma coisas, peguei uma cesta e coloquei duas garrafas de água, chocolates, biscoitos e fui pro caixa, enquanto estava na fila vi um jornal que anunciava a morte de uma mulher na cidade, eu pedi pra que pegasse e a matéria dizia: "Mulher morre após tentar se conectar com espíritos" eu achei a matéria meia bizarra, comprei o jornal e voltei pro carro, esperei eles saírem do restaurante pra poder avisa-los, ele voltaram logo.
Dean: Vamos temos que pegar a estrada.
Eu: Não podemos pegar a estrada ainda, aqui tem trabalho. - dei o jornal a ele - Se isso for verdade temos que ver.
Dean: Vamos ver um hotel por aqui.
Pegamos um quarto com três camas eu iria dormir junto com a SuaAmiga, o Sam iniciou as pesquisas junto com o Dean enquanto eu e a SuaAmiga comíamos depois demos um tempo a ele e continuamos onde eles pararam, e eu não consegui entender nada.
Sam: Ok, A vitima um foi morta após tentar se conectar com os espíritos e mal sabia ela que era realmente um espírito, segunda vitima foi atingida pela própria bola de cristal, agora me diz você o que consegue reparar nas vitimas, o que elas tem em comum. - olhei o pescoço das vitimas -
Eu: O mesmo colar.
Sam: Isso e parece que a vitima um que se chama Jane Green e deixou o colar pra sobrinha Ariel que também mora na região.
Eu: Ah, eu to pensando.. - ele me interrompeu -
Sam: Em objeto enfeitiçado? eu também estou, e se quer saber mais, Jane Green era uma falsa vidente que conversava e se conectava com falsos espíritos, e a sobrinha também e uma vidente.
Dean: E estamos em um cidade que não sabe diferenciar o real com ficção, então amanhã eu vou verificar o local que ela morreu.
SuaAmiga: Posso falar com os amigos dela.
Eu: Nos dois podemos falar com a Ariel, ver o colar. - o Sam sorriu -
Sam: Tudo bem.
Dean: Acho que um soninho cairia bem.
Paramos de pesquisar e fomos dormir, dia seguinte acordei e vi o Sam colocando o terno, eu fui ao banheiro tomei um banho e coloquei o meu, peguei a identidade e fui até a casa da Ariel, quando chegamos ela estava saindo da casa com uma menina mas não iria sair, nos entramos.
Ariel: Olha eu sei que querem saber sobre minha tia, mas eu posso dizer que sim ela era uma farsa e eu não sou uma vidente, apenas conseguiu ver as energias das pessoas, e faço leitura corporal, por exemplo, vocês se conheceram a pouco tempo, você parece bem tenso e ela está triste e cansada, mas poucas pessoas acreditam.
Eu: Sei como e que e, olha queríamos saber sobre o colar que sua tia tinha, e pensamos que ele está com você.
Ariel: E estava até eu doar a um leilão.
Eu: Oi?
Ariel: Mas o leilão acontece amanhã a noite, e leilão perto daqui.
Eu: Pode me dar o endereço?
Ariel: Claro. - ela me deu em um papel - espero lhe ver amanhã e que possa consegui-lo se o quer tanto.
Eu: Você pode ter certeza, sim eu quero MUITO esse colar. - puxei o braço do Sam - vê o que consegue que eu vou atrás do colar.
Sam: E como você vai conseguir o colar? - mostrei a ele a identidade-
Eu: Sou agente do governo, ou você esqueceu? - sorri -
Eu peguei o carro e fui até o endereço que a Ariel me deu.



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