domingo, 14 de setembro de 2014

Stop the world - Capitulo 25

Stop The World

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Ele me deitou no banco de trás do empala e me levou até o hospital.

............................AGORA................................

Eu: Não devia me trazer pra cá, podíamos apenas fazer um curativo.
Dean: Não conseguia se erguer de pé.
Eu: Eu disse que estava bem, já aconteceu antes..
Dean: Aconteceu, mas não quer dizer que vai ser igual as últimas vezes.
Eu: Eu sei.
Dean: Daqui a pouco vamos embora.
Eu: Conseguiu alta?
Dean: Digamos que sim. - ele jogou roupas em mim - Vista-se.

Me levantei e fui pro banheiro com dificuldade, coloquei a roupa e sai do quarto e caminhei até o estacionamento devagar, parei na porta de um consultório pra respirar um pouco pois não conseguia andar muito rápido e me cansava fácil. Haviam dois doutores conversando e mesmo sem querer ouvi a conversa deles.

Doutora: Há dois caçadores aqui, um dos irmãos Winchester.
Doutor: Qual deles?
Doutora: Dean.
Doutor: E a outra e uma paciente minha, avisem aos outros e não deixem que eles saiam do hospital.

Antes que a doutora pudesse me ver acelerei meu passo mesmo com dificuldade pra andar, corri me apoiando nas coisas e procurando o Dean. Sem ar me encostei na parede e senti uma mão em meu ombro, eu rezei pedindo que não fosse um dos médicos, com medo eu me virei e vi o Dean, me senti aliviada e dei um abraço nele.

Dean: O hospital está cheio de demônios.
Eu: Eu sei.
Dean: Liguei pro Sam e ele já está no estacionamento, vamos.  
Eu: E vamos deixar o hospital nas mãos desses demônios?
Dean: Estão aqui por uma razão.
Eu: Qual?
Dean: Por nos, eles não ligam pras pessoas que estão aqui, mas ligam pra nós, então vamos - ele me puxou e eu fiz força pra ficar -
Eu: A gente sempre luta.
Dean: Você tá ferida.
Eu: Eu estou andando não estou?
Dean: Vamos - pegou minha mão -

Ele me puxou com força pra fora do hospital. Olhei pra trás e vi pessoas nos seguindo, provavelmente estavam possuídas, tentamos correr e quando chegamos no estacionamento procuramos o empala.

Dean: DROGA SAM. - olhei o empala de longe. - Eles estão vindo.
Eu: Olha o Sam lá - apontei. -
Dean: Consegue correr?
Eu: Não te garanto isso.
Dean: No três, um, dois e três.. - corremos até o carro -
Eu: Pera ai, eu não aguento mais. - parei -
Dean: Só mais um pouco.

Dois homens estavam vindo atrás da gente, tentei correr de novo e quando eles se aproximaram o Sam acelerou o carro o máximo que pode, atrás estava a SuaAmiga com o meu carro. Entrei depressa no empala e o Sam deu partida. Me senti mais aliviada quando entrei no carro e vi que já estávamos longe daqueles demônios. Ficamos horas na estrada, eu me deitei no banco de trás e conseguir dormir.. Manhã seguinte acordei com o abdômen doendo muito, me levantei e percebi que estávamos parados em um estacionamento, eu sai do carro e tranquei a porta, andei com dificuldade até um bando perto do supermercado e observei as pessoas que passavam. De longe vi o Dean saindo da doceria e vindo em minha direção, na mão tinha dois cafés, ele se sentou no banco e me deu um copo.

Dean: Como está se sentindo?
Eu: Mal.
Dean: O que tem?
Eu: Dores, mas passa. - desviei o olhar. -
Dean: A ferida tá melhor?
Eu: Não, ainda sinto dores.
Dean: Vai cicatrizar - vi o Sam e a SuaAmiga vindo de longe -
Eu: Eles parecem felizes juntos.
Dean: Só parecem.
Eu: O que aconteceu com eles?
Dean: Brigaram quando chegamos aqui. - ele abaixou a cabeça. -
Eu: E o Sam? Como acha que ele vai reagir quando souber da Amy.
Dean: Ele não vai saber, okay? - eles se aproximaram - Fica quieta.
Sam: Ah.. Oi. - sorriu - Você tá melhor?
Eu: Sim.
SuaAmiga: Acho que deveríamos pegar a estrada.
Eu: Já encontraram algum trabalho na cidade? - falei me levantando -
SuaAmiga: Mesmo se tivéssemos você não iria ferida - eu soltei uma risada leve -
Eu: O que te faz pensar que eu não iria? Desde de que eu sei, estou ferida, mas não morta.
Sam: Okay, vamos então.  - ele jogou a chave do carro pro Dean - Vou com a SuaAmiga.

Entrei no carro, e encostei a cabeça no vidro fechando os olhos.

Dean: Ah.. tem um caso em Nevada - ele me deu um susto - um caso estranho, um competidor morreu depois de participar de um concurso de comer cachorro quente.
Eu:  O que aconteceu?
Dean: Ele foi atacado no carro, eu queria dizer que e um caso comum como o outros, mas não e por ai, ele encolheu de 136 para 40kg.
Eu: Bruxaria?
Dean: Ou um laxante poderoso. - deu partida - e nesse momento vamos a delegacia ver o que tá acontecendo.
Eu: Não vamos nos hospedar.
Dean: Sim.

Mais pra frente ele parou perto de um hotel, pegamos um quarto e nos arrumamos e fomos a delegacia...

Policial: Sou a Hillary, eu não sabia que o FBI trabalha em trio.
Eu: Vai por mim, trabalhamos até em quarteto. - sorri -
Hillary: Aqui o relatório do legista. - entregou ao Sam -
Sam: Louis Dallas pesava 136k momentos antes de morrer?
Hillary: Na verdade 143kg.
Dean: E a causa oficial da morte?
Hillary: Ataque cardíaco, mas aqui entre nos e só um palpite, a vitima sofreu danos os órgãos, baço rompido, fígado perfurado, falência do pulmão, parece que tudo foi sugado de dentro dele - pegou um copo de café -
Dean: Como se ele tivesse sido aspirado?
Hillary: E tipo isso colegas, - ofereceu rosquinhas pra gente -
Dean: E, eu aceito - comeu -
Eu: Limpa a boca - limpou -
Hillary: Estamos perplexos, esse tipo de coisa não acontece por aqui.
Eu: Louis tinha inimigos?
Hillary: Era mais uma rivalidade hostil, um cara chamado Don Hermes, como o Louis ele também era conhecido pelo circuito da comida competitiva.
Eu: Circuito da comida competitiva?
Hillary: E, o pessoal da cidade leva muito a serio a competição, eles comem feijão assado, asinhas, manteiga...
Eu: Manteiga? - ri -
Hillary: E, algumas vezes frita. Só esse ano o Louis ganho a copa manteiga, a taça asas e camaronia, e mas o lance e que o Louis era o único que o Don não ganhava em toda a região.
Dean: Então ele e um suspeito?
Hillary: Nos investigamos, mas o Don estava na casa do cachorro quente quando Louis morreu, temos 13 testemunhas pra provar.
Eu: Serio?
Hillary: Aham.
Eu: Tá, obrigada, e só isso mesmo - saímos da delegacia. -   Acho melhor irmos falar com esse Don.
Dean: Não me diga isso. - entrou no carro -

Entrei no carro com ele e fomos pra casa do Don e quando chegamos ele estava comendo alface.

Don: E pro treinamento. Quando me preparo pra uma competição como alface, delata o estômago.
Dean: Mais um motivo pra ficar longe da salada.
Eu: Você conhecia Louis Dallas?
Don: Era o bastante pra saber que ele era um trairá, ele roubava.
Dean: Interessante - olhava as fotos da família dele -
Don: Amuletos da Maila.
Dean: E a Maila e...?
Don: Minha esposa.
Dean: Sua esposa e supersticiosa?
Don: E, ela e romani.
Dean: E isso e o que? eu não to entendendo.
Eu: Ela e cigana.
Don: E mas não chama ela disso não, ela diz que e depreciativo, mas eu acho que um elogio, quer dizer ciganos estão com tudo na tv, casamento cigano, irmãs ciganas... - eu não deixei ele terminar -
Sam: Eu posso usar o seu banheiro?
Don: Sim, usa o de cima nos fundos, o primeiro banheiro tá ocupado, a Maila tá tomando banho. 
Dean: Perdeu mesmo o concurso de cachorro quente por um?
Don: E...

Eu me sentei e esperei o Sam descer, logo o Dean se sentou ao meu lado e assim que o Sam desceu fomos embora pro hotel.

SuaAmiga: Saquinho e vudu?
Sam: E acho que sim.
Dean: Isso aqui parece cabelo do Louis - mexeu no saquinho - e temos aqui uma bolsa sinistra.
Sam: Esse e um saquinho de feitiços, mas conhecida como bolsa putsi.
Dean: Sei, e a Maila usa feitiços pra competição do marido, né? e como e o negocio? a maldição que emagreci?
Sam: E, e o Louis pode nem saber. - bateram na porta. -
Eu: Vou ver.

Eu olhei pelo olho mágico e vi uma moça, olhei de volta pros meninos e estranhei, peguei a arma da minha cintura e mirei por trás da porta sem que ela visse.

Eu: Oi - abri. - 
Moça: Acho que vocês estão com uma coisa minha.
Eu: Entra. - ela entrou e se sentou - Acho que você nos deve uma explicação pelas bolsas putsi, e por que usou ela contra o Louis e o matou?
Maila: Matei o Louis? Eu amava o Louis.
SuaAmiga: Então vocês tinham um...?
Maila: Sim, um caso, na verdade a anos.
Dean: Olha só, sem querer ser rude, mas como que e que o Louis pode ser o seu tipo, você é casada com um cara que e, peso pena.
Maila: O que eu posso dizer, as vezes e bom ter no que pegar.
Eu: Um pneuzinho extra, né? não? ok. - ficamos quietos -
Sam: Eu preciso saber de uma coisa, se você amava o Louis, porque jogou uma maldição nele?
Maila: Não era uma maldição, bolsas putsi também serve pra bênçãos, eu queria que o Louis ganhasse. O plano era, pegar o premio, ter um divorcio rápido, sair e nos casar em Orlando. Louis me chamava de sua pequena princesa Jasmim.
Eu: Sinto muito.

Logo depois ela pegou a bolsa e foi embora. Eu me deitei e fui dormir.. Manhã seguinte o Dean me acordou dando tapas em meu braço.

Dean: Nova morte, vai se arrumar que vamos até a academia.
Eu: Vamos malhar?
Dean: hahaha vai logo.
Eu: Ok.

Eu me arrumei e fui com ele até a academia e havia uma mulher morta na balança, eu dei uma olhada no corpo enquanto o Sam, Dean e a SuaAmiga falavam com o policial.

Eu: Que horror.
Dean: Quanto ela tinha de peso?
Policial: 74
Dean: 81, todo mundo sabe que mulher adora dar uma mentida na idade e principalmente no peso.
Eu: Não e bem no meu caso.
Sam: E você diz pras mulheres que tem 29 anos.
Dean: Cala a boca.
Policial: Mais alguma coisa agentes?
Sam: Sim a xerife Hillary.
Policial: Ela vai está fora o resto da semana, que hora pra tirar folga né? - foi embora. -
Eu: E...
Sam: Nos temos duas vitimas que não tem nada em comum.
Eu: A não ser o amor pelos doces.
SuaAmiga: E essa marca perto do abdômen.
Sam: O peso tinha que sair de algum jeito, e se for marca de sucção?
Dean: Sucção? ok.. - Nos levantamos. - Ah meu deus. - olhou a menina que estava falando com o policial - E melhor nos separarmos, Eu e a SeuNome ficamos aqui e você vão pro nicroterio.
Sam: Vocês vão e nos ficamos.
Dean: Qual e Sam, você não tem jeito com meninas, e todo esquisitão.
Sam: Eu não quero meninas, quero que você mantenha o foco.
Dean: Estou trabalhando - foi até ele -
Sam: Cuida dele.
Eu: Vai ser dificil. - fui com ele -
Dean: Ah.. oi, eu só quero conversar com você.
Eu: Nos queremos, venha - levei eles pra sala -
Dean: E você que fecha a academia?
Rose: E, mas não fui eu que fechei ontem, porque eu tinha um encontro, e eu não queria cortar o barato dela, a coitada tava dando duro pra emagrecer antes do casamento, e eu dei a chave a ela e pedi que trancasse tudo - o corpo dela foi levado - foi minha culpa. - se virou pra pegar um lenço e deixou uma marca a mesma que a menina que morreu tinha -
Eu: E essa marca?
Rose: Qual?
Eu: Nas suas costas, o que aconteceu?
Rose: Não sei, eu não sei.
Eu: Ok, e tudo que precisamos, pode ir.

Voltamos pro hotel e esperamos o Sam e a SuaAmiga chegarem, enquanto isso não aconteceu pesquisamos outros acidentes em comum que aconteceram na cidade, e só tinha dois casos. Assim que eles chegaram disseram quem que encontrar a mesma marca de sucção só que na nuca.

SuaAmiga: Eles tinham a mesma marca de sucção, estranho.
Eu: Rose também tinha.
Sam: Só que ela estava magra e viva.
Dean: E perdeu uma tonelada de peso, e quando perguntamos da marca ela ficou toda na defensiva, ai eu verifiquei e parece que ela tirou 2 dias de folga no mês passado e eu procurei o lugar e bem aqui - virou o notebook pra gente. -
Eu: Canvon Valley?
Dean: E.. - soltou o play do video. -
Moça Do video: Quando você se olha no espelho e se senti a pessoa gorda olhando de volta pra você - o Dean me olhou -
Homem do video: Você já tentou todas as dietas, todas as tendências da malhação e nada parece funcionar?
Moça: Aqui em Canvon Valley nos garantimos perda de peso, sem se esforçar e sem cirurgia.
Homem: Sem dieta radical.
Moça: E sem rotina intensiva de malhação
Homem: Resultado garantido em uma semana e você vai atingir suas metas de perda de peso, como nos.
Moça: Mas só se pegar o telefone e ligar pra Canvon valley agora. - o Dean parou o video -
Sam: Esse lugar e muito longe?
Dean: 2horinhas só.

Pegamos as nossas coisas e fomos pra Canvon Valley, e falamos com os donos de lá.

Marisa: Você são personas trainers formados?
Eu: Sim.
SuaAmiga: E nos ficamos realmente impressionados com os depoimentos na internet.
Dean: E, realmente.
John: E são personalizados em?
Dean: Fazer a galera suar. - bateu na mesinha - Porque saúde e o que interessa o resto não tem pressa. - olhou pra mim. -
Sam: O que meu irmão quer dizer e que nos somos apaixonados por boa forma.
Marisa: E pois e, alias foi assim que nos nos conhecemos.
John: E, foi o primeiro caso da Marisa no peru, e eu um estudante, sozinho, comendo e.. e.
Marisa: Ele era do tamanho de uma casa.
John: Ah, e isso e verdade e eu estava a dois pés do infarto. E ela me encontro e me ajudou a ser o que sou hoje - ele lutou com o ar - Ok, - riu - a boa noticia e que estamos contratando, e a má e que só tem uma vaga de personal trainer disponíveis.
Eu: Tem problema não, o Sam vai adorar essa vaga.
John: E faxineira?
Eu: SuaAmiga, com certeza.
Marisa: Ótimo, vocês dois podem ficar na cozinha. - eu forcei um sorri -


Nos aceitamos o emprego e ela nos deu o uniforme, eu ri da touca do Dean. Enquanto servíamos o pessoal o Sam vinha com um mini short.

Eu: Que shortinho e esse? - ri -
Sam: Touca linda - eu me desfiz do sorriso -
Dean: Eai?
Ajudante: Parem de dar em cima do personal trainer e vão trabalhar.
Eu: Ok.
Sam: Tudo bem, minha aula de ioga vai começar daqui a 5minutos.
Dean: Desde de quando conhece alguma coisa de ioga?
Sam: Você não foi o único que teve uma namorada flexível - foi embora -
Homem: Tem mingau de aveia?
Dean: Mingau de aveia? tem não, mas tem uma coisa aqui de tofu, panqueca de tofu.

Continuamos atendendo a todos até que eles já tivessem terminado de comer, depois fomos lavar a louça e paramos um pouco pra descansar. O ajudante jogou uma toalha no Dean pedindo pra que ele se levantasse e ajudasse a limpar a cozinha.

Dean: To cheio de fome, o que tem pra comer?
Ajudante: O mesmo dos clientes.
Eu: Prefiro ficar sem comer.
Dean: Essa gororoba ai? essa ração de coelho?
Ajudante: Não e ração de coelho, e super comida. - foi até a geladeira -
Eu: E, e eu não vou comer dessa super comida.
Ajudante: A quem não vale nos temos que dar o exemplo. - colocou uma vasilha na mesa pro Dean
Dean: Isso ai e dar o exemplo?
Ajudante: Não e pra gente estúpido, e pros clientes, eles comem pudim, e como o ultimo agrado antes da dureza começar. - me jogou um pote - Ajuda ele, ao trabalho. - foi embora da cozinha.
Eu: Da conta sozinho? - ele me olhou -
Dean: Sim

Ele ficou colocando o pudim nas tigelas enquanto eu estava deitada no chão da cozinha. Eu adormeci no chão e quando acordei o Dean não estava mais na cozinha, eu me levantei e procurei ele por todo spa e não encontrei, fui em salas, saunas e nada dele. Senti meu celular tremer no bolso da calça, e quando vi era o Dean.

Cell on:

Eu: Dean.
Dean: (SeuNome) - sua voz soava como se ele estivesse bêbado  -
Eu: O que aconteceu com você?
Dean: Me ajuda aqui.
Eu: Onde você tá?
Dean: Bata.. batata doce. - desligou o telefone -

Cell of:

Eu corri até a cozinha de volta e desci as escadas, verifiquei as portar que estavam abertas e nada do Dean.

Eu: Dean - gritei - cadê você?
Dean: SEUNOME - gritou de uma sala.

Encontrei ele caído no chão em cima dos sacos de batata, tentei levantar ele mas ele pois todo seu peso em cima de mim.

Dean: Por que você demorou?
Eu: O que aconteceu com você?
Dean: Eu fui drogado.
Eu: Com o que?
Dean: Pudim, era pros clientes mas eu não resisti - sorriu -
Eu: Ah? - cheirei o vidro - Caramelo salgado.
Dean: E, e bom a beça isso ai.
Eu: Eu vou ligar pro Sam.

Eu liguei pro Sam dizendo o que aconteceu e pedi pra ele ver o que o cozinheiro colocava no pudim enquanto eu iria ficar com o Dean até ele melhorar. Me encostei na prateleira e fiquei olhando o Dean dormindo. O Sam chegou logo com a SuaAmiga, levantamos o Dean e demos energético pra ele beber.

Eu: O que eles colocam no pudim?
Sam: Suplementos.
Dean: Que tipo de suplementos - SuaAmiga deu o vidro de suplemento pro Dean -
SuaAmiga: Isso acelera o metabolismo, e do John e da Marisa.
Dean: Que suplementos nada, isso e boa noite Cinderela. - peguei o vidro -
Eu: Como você sabe que e boa noite Cinderela?
Dean: Como você não sabe? - me olhou - Vocês acham que eu quero acabar numa banheira, com o fígado arrancado na Chechênia? Descobriu alguma coisa lá na ioga?
Sam: Descobri, sobre os invasores de corpos, cada uma das pessoas da turma tinha uma dessas marcas de sucção.
Dean: Esse negocio tá esquisito.
Sam: A Hillary tá aqui.
Eu: A xerife?
SuaAmiga: Ela mesma. Quer saber devemos falar com ela.
Sam: Quando eu a encontrei estava no mesmo estado que o Dean, um pouco melhor, ela me reconheceu, mas eu escapei.
Eu: Vamos. - levantei o Dean - papa pudim.

Procuramos ela e a encontramos no quarto, entramos e nos sentamos pra falar com ela.

Hillary: Eu  não queria furar com vocês, eu esperei 6 meses pra entrar em Canvon Valley, e valeu a pena, eu perdi 5kg.
Sam: Em 1 dia?
Dean: Olha xerife, você está ótima, mas não está curiosa de saber como emagreceu de um dia pro outro?
Hillary: Pra dizer a verdade eu não to curiosa com isso não. Meu marido Dog, me largou no ano passado,ele disse que eu gostava mais de milkshake do que ele.
Eu: Eu sinto muito.
Dean: Ainda bem que o Dog vazou, você merece coisa muito melhor.
Hillary: Obrigada, mas e verdade, foi um tempo dificil pra mim. Não falam pra engolir a dor, eu a devorava. Eu só queria me sentir bonita de novo, e Canvon Valley fez isso, mas a questão e, o que vocês estão fazendo aqui?
Dean: Nos estamos infiltrados.
Hillary: E, eu reparei.
SuaAmiga: Estamos achando que Canvon Valley e as mortes na cidade tem uma conexão.
Hillary: Que conexão?
Eu: Marca de sucção.
Hillary: Tipo essa aqui - nos mostrou -
Sam: Onde aconteceu isso?
Hillary: No tratamento, ventosas.
Dean: Ventosas?
Hillary: E, eu pensei que iria doer, mas não, eu cochilei o tratamento inteiro. E quando acordei tinha diminuído dos tamanhos.
Dean: Isso das ventosas, você comeu pudim.
Hillary: Uma delicia, lambi o potinho.
Sam: Hillary, sabe quem fez o tratamento?
Hillary: Sim, Marisa. - nós nos olhamos -
Sam: Vamos deixar você descansar. - sorriu - Obrigada xerife.

Saímos e nos separamos e olhamos todas as salas, eu e o Dean procuramos juntos saber porque as pessoas estão morrendo desse jeito. Quando entramos em uma sala vimos a Marisa comendo gorduras que estavam dentro do pote, na mesma hora senti nojo e uma forte vontade de vomitar.

Dean: Eu não sou louco por saúde, mas isso pra mim já e demais.

Nos a amarramos na cadeira e pedimos pra que ela se explicasse antes que eu contasse até três e cravasse uma bala em sua testa.

Marisa: Não e nada disso que você tá pensando, eu não sou uma assassina, eu sou um pishtaco.
Dean: Um pitaco?
Marisa: Pishtaco.
Eu: Sugador na mitologia peruana.
Dean: Eu nunca ouvi falar disso não,  vocês são o que? Uns vampiros que gostam de celulite?
Marisa: Vampiros matam, parasitas.
Dean: Essa tua historinha não me convence não.
Marisa: Olha eu nunca machucaria ninguém. E foi por isso que John e eu começamos o Canvon Valley, eu podia ajudar as pessoas a emagrecer e eu a comer, todo mundo ganhava.
Eu: Tá, e aqueles dois que você sugou até a morte.
Marisa: Só que não fui eu.
Eu: Então me diga, quem foi?
Marisa: Alonso.
Dean: O cara da lanchonete? - me olhou -
Marisa: Ele e meu irmão. - o Sam entrou na sala  com a SuaAmiga-
Sam: John foi morto - a Marisa chorou -
Eu: Pelo Alonso, por que trouxe ele pra cá?
Marisa: Trouxe ele do Peru, pra mostrar pra ele um jeito mais civilizado, um jeito de não sermos monstros.
Sam: Deixa eu adivinhar, o Alonso não era muito fã do controle das porções não era?
Marisa: Não, durante um tratamento de rotina, ele quase matou um cliente, sugou gordura demais, foi quando eu o mandei pra cozinha, sem contato humano, gordura só do jarro, mas ele disse que quanto mais eu o privava, mais faminto ele ficava. E agora três pessoas estão morta. O meu marido - chorou -
Eu: Onde está o Alonso agora?
Marisa: Ele deve está no porão, e lá que ele passa a maior parte do tempo agora.
SuaAmiga: O que faremos com ela?
Dean: Até saber de que lado ela tá, ela fica aqui.
Marisa: Eu estou do lado de vocês.
Sam: E como o matamos?
Marisa: Faca de prata, corte a língua dele.
Eu: Vamos.

Deixamos a SuaAmiga com ela, e fomos atrás dele, e quando chegamos na cozinha a luz do porão não ligava mais, pegamos lanternas e descemos. Havia sangue no chão da escada e seguia uma trilha até uma porta e se acabava ali, nos separamos, Sam foi por uma lado e eu e o Dean pro outro, com cuidado fomos tentando abrir porta por porta, algumas estavam trancadas, havia uma em particular, entramos e olhamos tudo por dentro, tinha jarros de gordura por toda parte, estava tudo bagunçado. Enquanto olhávamos o quarto ouvimos barulho na sala ao lado e corremos, o Sam estava deitado com o Alonso em cima dele tentando suga-lo, o Dean puxou sua língua e a cortou com a faca.Estendi  a mão ajudando o Sam se levantar. Chamamos a policia e mentimos dizendo que havia um assassino psicótico a solta, mas que tudo se resolveu. Depois voltamos pro hotel e pegamos a estrada novamente, só que pra fora de Las Vegas. Voltamos pra Nova Iorque e no caminho o telefone do Dean estava tocando e eu coloquei no viva voz.

Cell on:

xxx - Dean?
Dean: Xerife Jody? o que manda pra nos?
Jody: Um caso, aqui em SillFalls, parece que vão gostar.
Dean: Estamos perto.
Jody: Tudo bem.
Dean: E sobre o que?
Jody: Desaparecimento.
Dean: Ok, já estamos indo.

Cell of:

Paramos em uma lanchonete e assim que o Dean viu uma mulher parada ao lado de um carro foi até ela e a abraçou, fiquei de longe olhando mais me aproximei quando ela explicou que uma menina foi desaparecida na noite anterior.

Jody: Pessoas que estavam na hora, disseram que viram um homem levantar o carro onde a menina estava.
Dean: Disse que tem testemunhas, podemos falar com ele?
Jody: Claro, entre na lanchonete eu vou leva-lo até vocês.

Nos sentamos na mesa e esperamos ela voltar, e quando chegou com um homem eles se sentaram.

Jody: Conte a eles o que viu Jake.
Jake: O nome dela era Kate, ela me dava bolo de carne. Mas naquela noite eu vi um homem levantando o carro assim o - mostrou como - e depois se explodiu e uma luz.
Sam: Branca?
Jake: Azul como o fogo.
Eu: Sabe de mais alguma coisa?
Jake: Não.
Eu: Então isso foi o bastante Jake, agradecemos - demos dinheiro a ele -
Dean: E...  então, disse que as pessoas que desapareceram eram membros de uma igreja, igreja da boa fé, então e melhor nos prepararmos vamos colocar a oração em dia.

Pegamos o caminho até e a igreja e falamos com a Bonnie a representante do grupo.

Bonnie: Que bom que estão aqui, quero dizer, não e sempre que temos pessoas nova querendo saber o que e um pouco do que fazemos.
Eu: E, nos como somos amigos eu desci traze-los e mostrar o caminho de deus a eles. - sorri -
Bonnie: Sim.
Sam: Sobre as pessoas que desapareceram, isso nos assustou um pouco, mas sei que estamos juntos pra tentar ter uma explicação sobre o que aconteceu.
Bonnie: Eu e o nosso grupo da castidade sempre incluímos eles em nossas orações.
Sam: Grupo de castidade, poderíamos  ver se isso e pra gente, se nos encaixamos?
Bonnie: Desculpe só para membros.
Sam: Nos aceitamos. - eu olhei pro Sam. -
Bonnie: Nossa, isso e incrível eu vou pegar os papeis.
Dean: Acha que podem ser dragões?
Eu: Eu to nem ai pra dragões eu só quero saber porque você aceitou a castidade cabeção - bati no Sam -
Bonnie: Prontinho. - nos deu os crachás -
Dean: Isso e tipo um botão onde você aperta e volta a ser virgem?
Bonnie: Isso não e um botão, isso e oficial, depois que assinarem voltaram a ser virgens, como um pecado cometido e logo após pedido perdão ao senhor, e isso o que te torna puro. Isso não e apenas um pedaço de papel.
Dean: E gostei disso ai, me convenceu. - entregamos os crachás. -
Bonnie: Sam, Dean, SeuNome e SuaAmiga, parabéns vocês voltaram a ser virgens. - demos um sorriso a ela - Mas sabe, deram sorte porque agora temos reunião e pra vocês serão suas primeiras reuniões, então vamos lá. - falou animada. -

Ela nos levou em uma sala onde só tinha mulher estranha e sem sal, nos sentamos um perto do outro e a reunião começou, primeiro elas se apresentaram pra gente, depois contaram um pouco da vida delas.

Susan: Ok, e agora quem quer falar? - eu abaixei a cabeça -
Cat:  Eu fiz um poema sobre a raquete de deus, e a bola está do outro lado da quadra.
Susan: Ok Cat, depois ouvimos. SeuNome quer falar o porque que quis sair do caminho dos pecados e resolveu pedir perdão e recomeçar a vida de virgem novamente?
Eu: Ah, claro - me levantei - Eu nunca tive tempo pra ter uma vida amorosa, e como sempre e eu que termino meus namoros porque eu mudo de cidade frequentemente, e quando eles me pediu uma explicação sobre eu ter terminado eu dizia que não tinha uma explicação especifica e ia embora . Na minha primeira vez foi ótimo, mas ai o tempo trouxe complicações, arrependimentos e eu escolhi a pessoa errada, e porque não ter algo de volta, algo que sempre foi meu, minha virgindade, acho que e por isso que escolhi voltar, eu escolhi a pessoa errada, no tempo errado e eu decidi que devo esperar pra encontrar alguém que eu esteja realmente apaixonada e que eu queira levar pra minha vida toda. - me sentei de volta -
Todos: Fique forte, fique puro.
Eu: Eu retiro tudo que eu disse.

Todos nos falamos e depois que a reunião acabou ajudamos guardas as cadeira e limpar a sala, eu vi o Dean dando em cima da Susan e depois os dois sairão, fui até o Sam e perguntei aonde foram e ele respondeu até a casa dela. O Sam e a SuaAmiga falavam com a Cat e eu comia a comida que a Bonnie estava me oferecendo.

SuaAmiga: Advinha.
Eu: O que?
SuaAmiga: Kate e o pastou transaram, e os dois desapareceram, Peter e Ellie também e os dois..
Eu: Desapareceram, e deixa eu adivinhar também, desaparecem aqueles que se purificaram e acabaram em uma cama com aquele que também se purificou, e tipo uma traição de castidade, entendi.
SuaAmiga: E, vamos voltar pro hotel onde a Jody tá hospedada.
Eu: Okay.

Fomos pro hotel e a Jody disse a mesma coisa que a SuaAmiga me falou.

Jody: Eu to acho que a coisa não persegue virgens nem desvirginados.
Sam: Ela pega virgens que descumprem o voto de castidade.
Eu: Eu também tava pensando nisso.
Sam: E dragões estão fora da lista.
Jody: Dragões, como e? Eles são coisas?
Eu: Sim, são. Muitas coisas são coisas.

Eu me deitei e fiquei olhando pro teto e pensando coisas sobre o Dean, o Sam tentou ligar pro Dean, eu tirei uma soneca e quando acordei com o Sam batendo na minha perna.

Sam: Acorda, vamos atrás do Dean - colocou o casaco - Essa coisa pega gente que descumpre os votos e o Dean e Susan faz mais de uma hora.
Eu: Tá. - peguei meu casaco - vamos.

Em um carro fomos eu e o Sam em outro a SuaAmiga e a Jody. Fomos até a casa da Susan e estava tudo bagunçado e quebrado, as porta estava aberta e outras coisas a mais. A Jody foi falar com os vizinhos com a ajuda da SuaAmiga, eu e o Sam ficamos na casa. Eu parecia uma louca querendo saber pra onde ele tinha ido. Elas voltaram dizendo que os vizinhos apenas viram uma luz azul como fogo, pegamos os notebook que achamos pela casa e pesquisando sobre virgens e luz azul e achamos a Vesta deusa romana do fogo.

Eu: Escutem, na Roma antiga 6 virgens eram dedicadas a deusa a todo ano, e o líder principal era cuidar do fogo de Vesta.
Sam: Então o fogo está ligado a virgindade?
Jody: E, as moças tinham que ser puras porque o fogo e o símbolo da pureza.
Eu: Enquanto o fogo de Vesta ainda era mantido aceso, Roma teria duas colheitas.
SuaAmiga: As virgens tinham que ser manter castas por 30.
Eu: Uma vida inteira?
Sam: O máximo ou mais.
SuaAmiga: E se elas rompessem os votos eram enterradas vivas.

Continuamos pesquisando mais algumas coisas até saber aonde Vesta costumava a enterras suas virgens

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Stop the world - Capitulo 24

Stop the world

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Dormimos um pouco e na manhã seguinte arrumamos tudo pra sair.

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Pegamos as coisas e pegamos a estrada e quando o Sam pegou um quarto e o Dean saiu com o carro, deixei a SuaAmiga no hotel e o segui. Vi que ele tinha parado no hotel a alguns km dali, sai do carro segui até o quarto, vi abrindo a porta e o entrando e quando fui ver ele estava em pé conversando com uma moça.

Dean: Dá próxima vez troca a placa do carro, porque se ficar usando a mesma placa vai ficar mole de rastrear.
xxx- Quem e?
Dean: Dean irmão do Sam e você e Amy agente funerária, tem gente atrás de você.
Amy: Sam mandou você?
Dean: Ele não sabe que vi aqui, ninguém sabe.
Amy: Mas ele disse a você, o meu filho ...
Dean: Eu sei, mas as pessoas são o que são, e você e o que é, e vai matar de novo.
Amy: Eu não vou, eu juro pelo meu filho.
Dean: Eu sou um perito, acredite, talvez em um ano, talvez em dez, mas eventualmente isso vai acontecer, e sempre assim.
Eu: Dean - ele me olhou - não.

Ele se virou enfiando a faca no peito da Amy, eu fiquei sem reação e apenas olhando pra ele.


Dean: Me desculpe.

Ele a deitou na cama e tirou a faca limpando em seu casaco e a guardou. Quando nos viramos pra ir embora havia um menino em pé nos olhando triste.

Dean: Você tem com quem ficar? já matou alguém - ele balançou a cabeça fazendo não - Se matar eu venho atrás de você.
Menino: A única pessoa que vou matar e você.
Eu: Vem, vamos embora - puxei ele pelo casaco - Você prometeu ao Sam.
Dean: E eu sei.
Eu: E você matou ela, foi por isso que nos trouxe aqui, Dean.
Dean: Eu sinto muito.
Eu: VOCÊ NÃO SENTE, você nunca sente, não pelas outras pessoas.
Dean: Você não pode dizer isso.
Eu: Ela jurou pelo filho dela.
Dean: Ela matou a mãe.
Eu: Pra salvar seu irmão. Não importa porque quando o Sam souber..
Dean: Não pode contar pra ele.
Eu: Posso, mas eu quero que ele descubra sozinho, vai ser pior, eu vou esperar por esse dia, epor favor me esquece - empurrei ele - sai da minha frente.
Dean: SeuNome, espera.
Eu: O que?
Dean: Eu..
Eu: Você só quis evitar eu sei o que você vai dizer, vamos sair daqui o mais rápido.

Nem entramos no quarto e pedimos pro Sam e SuaAmiga pegar as coisas porque iriamos embora logo, pegamos a estrada e dirigimos a noite inteira até a manhã quando paramos pra comer. Eu fiquei olhando as coisas na loja enquanto o Dean estava no banheiro e o Sam no balcão pagando a comida, depois fui até ele.

Eu: Tudo bem?
Sam: Sim.
Eu: Okay, eu vou pro carro. - dei um sorriso e depois sai da loja e entrei no carro -
SuaAmiga: E ai?
Eu: Oi.
SuaAmiga: Que cara e essa?
Eu: Não consigo olhar pra cara do Sam sem dizer o que eu vi.
SuaAmiga: E o que você viu?
Eu: Dean matou Amy, por isso fomos embora da cidade ontem a noite.
SuaAmiga: E você não contou a ele?
Eu: Eu disse ao Dean que não iria contar e toda vez que eu olho pro Sam sinto que estou traindo ele, mas ai eu paro e tenho vontade de contar e sinto que seria traição com o Dean ai eu to ficando maluca.
SuaAmiga: Isso passa.
Eu: Não, não passa, isso não.

Eu dei partida no carro e fomos pra Las Vegas. Ficamos 2 dias dirigindo e quando chegamos pela noita pegamos um hotel. SuaAmiga e Sam foram ao mercado com a SuaAmiga, eu e o Dean arrumamos as armas na bolsa e guardamos na mala do empala. Esperamos eles chegar, e assim que chegaram jantamos.Depois fomos dormir, manhã seguinte quando acordei todos estavam acordados, me levantei e fui até o Sam e o Dean ficou nos observando.

Eu: Tem trabalho na cidade?
Sam: Não, tá tranquilo por aqui.
Dean: Las Vegas, nada e tranquilo por aqui, logo vai aparecer trabalho.
SuaAmiga: Mas enquanto nos não temos aproveitamos até que chegue um pra nos.
Eu: E.. - olhei pro Dean -
Sam: Ok.

Fiquei até o anoitecer com a SuaAmiga procurando casos enquanto o Sam e o Dean foram ao bar da cidade. Estava procurando noticias quando recebi uma mensagem do Sam: "Vista um vestido, estou a 4 quarteirões."

Eu: O que tem a 4 quarteirões daqui?
SuaAmiga: Capelas.
Eu: Vamos nos arrumar, veste um vestido.

Eu tomei um banho e arrumei meu cabelo e coloquei essa roupa:



Quando chegamos e entramos vimos o Sam vestido com um terno, ele veio até a gente e nos puxou levando-nos pro altar.

Eu: O que tá acontecendo? Por que você tá vestido assim? Por que pediu pra que eu colocasse um vestido? Quem são essas pessoas? Por que estamos em uma capela?
Sam: Isso, vocês estão lindas, agora fiquem. Só falta o Dean.
SuaAmiga: Pra que?
Sam: Vocês vão saber.

Ficamos em pé por um bom tempo, o Sam foi até a porta e assim que abriu o Dean estava com uma arma apontada pra ela. O Sam puxou ele assim como fez comigo e pegou minha mão e a dele e fez com que ficássemos de mãos dadas.

Sam: Ok, eu sei que e meio repentino mas a vida e curta então eu vou dizer logo, eu to apaixonado e eu vou me casar. - meu queixo cai -  Vocês não vão dizer nada, eu esperava ouvir um parabéns.
SuaAmiga: O como e que e?
Dean: Oi?
Eu: O que você disse?

A musica começa tocar e a noiva entra, ela se aproxima e o Sam tira o véu do rosto dela.

Dean: Becky?
Eu: O que? pera ai, conhece ela?
Dean: Sim, longa historia.
Becky: To feliz que vieram.
Eu: Oi?
Dean: Como isso aconteceu?
Sam: Versão curta, nos nos conhecemos, jantamos, conversamos e nos apaixonamos e aqui estamos.
Dean: E, eu acho que pego de surpresa.
SuaAmiga: E? só você? ele me deu uma punhalada pelas costas.
Eu: Olha eu sei faz pouco tempo que nos conhecemos Sammy, mas até to achando estranho.
Dean: Ignorando todo resto, você se lembra das durações medias dos seus namoros.
Sam: E..
Becky:  Se alguém sabe disso, sou eu, e quer dizer eu li todos os livros, então.. olhos abertos.
Eu: Livros? Pronto eu já sou fraca das ideias, com isso então..
Becky: Um inscrito previa o futuro e escrevia livros baseados na vida de Sam e Dean, provavelmente você não sabe porque chegou agora por aqui, mas eu não sei por que não está nos livros.
Eu: Deve ser porque eu chego na vida das pessoas sem aviso prévio, isso acontece com todo mundo por isso que se chama destino.
Sam: E exatamente o que aconteceu comigo e a Becky,  foi o destino.
Dean: Eu vou vomitar.
Sam: Dean, se liga se alguma coisa boa acontece eu tenho que aproveitar, agora, hoje, ponto.
Dean: Tá legal o sociedade dos poetas mortos, sem ofensas - olhou pra Becky - Acha mesmo que ela não e...
Becky: Sal, água benta, tudinho - mostrou o braço com um corte - viu só? não sou um monstro, eu sou a garota certa pro seu irmão.
SuaAmiga: Eu vou voar no pescoço dela.
Eu: Se acalma
Padre: Aqui a conta.
Becky: Deixa que eu pago, façam seus lances de irmão - ela olhou pra mim e pra suaamiga - e madrinhas.
Eu: SuaAmiga, voa no pescoço dela. - ela foi embora.
Dean: SERIO? SUPER FÃ 99 - gritou -
Sam: Dean, eu também tinha a mesma opinião sobre ela do que a sua, e depois que superamos o lance dos livros eu descobri que ela e ótima e que eu fui um idiota.
Dean: Sobre o lance dos livros, a Becky aparece aqui do nada, na semana de Vegas.
Sam: E.
Dean: E?
Sam: E.. o que tá tentando dizer?
Dean: Que talvez ela soubesse que estaria aqui, e talvez Chuck tenha escrito sobre isso.
Sam: Você tá paranoico.
Dean: E você tá apaixonado, eu sei que você e SuaAmiga tiveram um lance não muito serio e que você gosta dela... - o Sam interrompe ele -
Sam: E eu gosto dela, mas não tanto quanto eu amo a Becky
SuaAmiga: O que?
Dean: Tá, mesmo assim não muda o fato que você nunca esteve realmente apaixonado, aquela paixão que te deixa voando pelas nuvens, e que deixa uma cabeça fora do lugar com os pensamentos lá longe e suas pernas bambas e seu coração saltitando pra fora do seu peito.. - eu interrompi ele -
Eu: Já se sentiu assim?
Dean: Não.. voltando, ela e a Becky cara
Sam: Ok, tudo bem, eu e a Becky vamos pra casa dela em Delaware, e por que você não tenta se acostumar com a ideia, nos dar um apoio e depois telefona.

Eles foram embora nos deixando com cara de tacho na capela. Pegamos o carro e as coisas a caminho de Delaware pra tentar saber o que os pombinhos estavam fazendo, eu fui com o Dean no carro e a SuaAmiga foi dirigindo o meu e enquanto isso fui tentando acalmar o Dean mas só piorava.

Eu: Sam está casado - ri - eu nunca imaginei que iria escutar essa frase tão cedo.
Dean: Não tá ajudando.
Eu: Desculpe.
Dean: Sam nunca gosto da Becky pra agora tá apaixonado.
Eu: Qual e o lance dos livros.
Dean: Chuck era um escritor, ele podia ver o futuro, mas ele via o nosso futuro o meu e o do Sam, ele escrevia e publicava livros chamado Supernatural e tinha nossa vida nele, conhecemos a Becky pelo Chuck que era fã numero 1 dos livros que ele escrevia, fomos atrás dele e conhecemos ela.
Eu: Você deu sorte, sobre eu não ter tido nada ao Sam - ele me olhou -

 Dean: Dá pra conversar disso depois, porque agora a gente tá com um problema.
Eu: Claro.

Encostei a cabeça no vidro e peguei no sono, acordei quando havíamos acabado de chegar. Dean estacionou o carro e pegamos um quarto no hotel ao lado, joguei as coisas em cima da cama e voltei pro carro, eu e o Dean iriamos seguir o Sam. Olhamos o carro deles de longe e assim que deram partida demos também. Eles pararam em um restaurante, esperamos eles saírem e irem embora pra poder entrar e assim que foram entramos no restaurante.


Dean: Maravilha, não há nada de errado.
Eu: E parece que os pombinhos estão se dando bem. - ri -
Dean: Cala a boca, vem
Eu: Pera ai, lê.
Dean: Ganhadora da loteria e morta em acidente bizarro.
Eu: E, tá na hora de fazer uma visita ao recém-casados.
Dean: Eu hein.

Paramos em uma loja e compramos um presente pra ele e depois fomos até a casa do Sam e da Becky pra entregar mesmo contra a vontade do Dean. Tocamos a campainha e ficamos uns minutos brigando pra ver quem entregaria o presente e assim que o Sam abriu eu joguei o presente nas mãos do Dean.

Dean: Ah.. oi, eu só to dando um pouco de apoio pra você e sua senhora. - ele nos olhos desconfiado -
Sam: Obrigou ele a fazer isso?
Eu: Dei conselhos disse que o amor não se escolhe e que se acontece, já que está apaixonado o que custa dar um apoio e fazer parte dessa nova alegria, e também disse que se você se sente feliz por que não aceitar?
Sam: Entra. - entramos
Eu: Essa dai vai demorar um pouco pra superar.
Dean: To farejando um caso, o primeiro ganhou na loteria e foi atropelado por um caminhão o segundo saiu do banco, vamos dizer que virou rico mas semanas depois a cara dele virou luva de baseball.
Becky: Primeiro pensamos que era demônios da encruzilhada mas depois... - continuou -
Dean: Estão em um caso?
Sam: E... todos aqueles livros do Chuck valeram a pena.
Dean: O gracinha eu não sei que feitiço você tá usando não, mas eu vou descobri.
Sam: Dean... você tá falando da minha esposa.
Dean: VOCÊ NEM TÁ AGINDO COMO VOCÊ MESMO SAM.
Sam: Como assim não to agindo?
Dean: Você se casou com Becky Rosen.
Becky: O que tá dizendo? Tá querendo dizer que eu sou uma bruxa, ou um monstro ou sei lá? mas já tentou ver que a gente talvez esteja feliz? - ele olha pro Sam -
Dean: Qual e Sam, o cara ganha na loteria, o outro pros grandes, obviamente o sonho das pessoas estão virando realidade nessa cidade, você não acha que e coincidência demais - apontou pra Becky. -
Sam: Escuta aqui, o que eu e a Becky temos, e real, e se você não consegue aceitar isso o problema e seu, não nosso.
Eu: Ou talvez ela seja parte disso, porque qualquer que seja a razão você e o sonho dela, e se realmente se importa com ela o Dean ficaria preocupado porque as pessoas que conseguem realizar as suas fantasias parecem está morrendo bem rápido. - nos viramos pra ir embora -
Sam: Eu corri a trás dela, talvez isso incomode vocês.
Eu: Não me incomoda Sam, me deixa desconfiada porque você saiu uns minutos e quando eu pensava que estava com o Dean você não estava e apareceu alguns minutos depois casado, isso e estranho. Mas tudo bem, enxergamos aquilo que queremos não o que realmente parece ser.
Sam: Não incomoda você, incomoda o Dean, porque agora eu não preciso mais dele, ele não precisa cuidar mais de mim, e ele não aceita.


O Dean se virou indo embora, voltamos pro hotel, assim que cheguei me joguei na cama e tirando a roupa, mas logo coloquei de volta porque iriamos até o local onde o cara que ganhou emprego em uma das mais ricas impresas dos EUA. Quando chegamos nos deram a noticia de que o produtor  da impresa  estava ocupado então esperamos, então assim que saíram vimos Sam e Becky e fomos até eles.

Dean: Oi - a Becky olhou de cara feia pra ele - E ai?
Sam: Não precisa interrogar ele, o cara tá limpo.
Dean: Tem certeza?
Sam: Tenho, a Becky interrogou ele, como uma profissional, ela tem talento.
Eu: Para de falar da Becky pelo menos um minuto e pensa na menina que alguns dias atrás você falava que gostava.
Sam: Quem?
Eu: Se ele ficar assim pra sempre eu juro que vou encher ele de porrada.
Dean: Tudo bem.

Entramos e nos sentamos pra poder falar com ele.

Eu: Então como conseguiu o emprego?
Homem: O conselho me convidou e eu aceitei.
Eu: Tão fácil?
Homem: Tão fácil.
Eu: Sabe por que o conselho escolheu você e não alguns dos supervisores?
Homem: Ah... eles não disseram.
Dean: Poderia nos dizer o que animou o conselho em suas qualificações?
Homem: Me digam uma coisa, por que o interrogatório?
Eu: Precisamos saber se você não apareceu aqui por rituais, pactos ou sei lá como.
Dean: Cala a boca, boca grande. Minha amiga quer saber como... ah.. e... - eu interrompi -
Eu: Quero saber como chegou a onde está hoje, se está nessa impressa por esforço e não por simplesmente está, pessoas lutam pelo que elas tem e não por outros modos.
Dean: AHAHAHAHA ELA E MUITO ENGRAÇADA, TÁ VENDO URINEI NAS CALÇAS DEPOIS DESSA. - ficou serio - voltando ao assusto, como se sentiu ao ver que seu grande sonho se tornou realidade?
Homem: Olha, oficialmente e ótimo.
Dean: E extra oficialmente?
Homem; Não e meu grande sonho.
Eu: Você não queria esse trabalho?
Homem: Ah não, eu era um vendedor, eu era bom em vendas. - uma moça entrou -
Moça: Sua secretaria e uma idiota.
Homem: Tudo bem amor, nos nos vemos mais tarde.
Moça: E mande a idiota fazer uma reserva, e aqui vai uma dica, lembre-a que trabalha para o produtor, e mais um erro ela está demitida.
Eu: Sua esposa está bastante feliz com a promoção.
Homem: Honestamente nunca a vi tão feliz, não tenho ideia de como conta-la que tenho que pedir demissão  e a noticia vai...
Eu: Mata-la.

Saímos da sala e corremos pra procurar a esposa do produtor, eu peguei uma ficha onde tinha o seu nome Taylor Burn, descemos a escada e nos demos de cara com ela.

Dean: Taylor.
Taylor: Pois não.
Dean: Ah... somos reporters e saber algumas coisas sobre você, já conversamos com seu marido.
Taylor: Não, estou ocupada marque um dia com a secretaria. - ela tentou ir mas eu a puxei de volta -
Eu: Olha aqui, estamos tentando salvar a senhor de um acidente realmente ruim.
Taylor: Você está me ameaçando.
Eu: Não - tirei as mãos dela - Eu só quero que você me escute e ficará segura, então responda a pergunta pelo seu próprio bem o que fez pra conseguir a promoção dele?
Taylor: Eu não sei do que está falando, então agora me deixe em paz ou eu chamo a segurança.
Eu: Ok.

Dean seguia a Taylor enquanto eu olhava o segundo piso e via o que estava errado .Ela parou no meio do saguão olhei pro lustre e vi ele se arrebentando aos poucos, procurei o Dean de onde eu estava e ele não aparecia e nem tinha sinal dele. O lustre se soltou caindo sobre a Taylor e bem na hora o Dean se joga a puxando pra longe. Desci as escadas correndo e fui até eles.

Taylor: Como você sabia?
Dean: Acredite, não e a primeira.
Eu: Talvez seja a hora de falar, se não quiser morrer.
Taylor: Ok, eu estava almoçando em um restaurante próximo e estava reclamando e um cara ouviu e me fez uma oferta.
Eu: Que oferta?
Taylor: O trabalho do Greg por minha alma - O Dean me olhou - e hilário eu sei, mas o que eu tinha a perder.
Eu: Só a sua alma, e a sua vida. Mas que tipo de pacto com demônio e esse porque o tempo não bate.
Taylor: Pacto com o demônio? o que?
Eu: Você fez um pacto, sua alma em troca de um pedido mas os pactos duram 10 anos, porque o tempo foi reduzido?
Dean: To com uma impressão ruim sobre o próximo, temos que achar o Sam logo.

Deixamos ela na casa de um caçador e fomos procurar o Sam na casa da Becky, enquanto íamos o Sam ligou pra mim.

Cell on:

Sam: Restaurante próximo a casa da Becky vamos pegar o demônio da encruzilhada.
Eu: O que?
Sam: Becky me deu uma poção do amor que o demônio deu a ela, e ele ofereceu uma poção que durasse pra sempre se ela aceitasse de dar sua alma, e agora eu quero que venham até aqui.
Eu: E a SuaAmiga?
Sam: Já liguei pra ela.
Eu: Okay.

Cell of:

Quando chegamos no restaurante eles já estavam lá, fizemos a estrela no chão e o resto esperamos acontecer então nos escondemos. E aparecemos quando a Becky o prendeu no feitiço.

SuaAmiga: Vodka russa a solução pro seus problemas.
Demônio: Dean e realmente demais, pode me dar um autografo?
Dean: Sim, e vai ser bem na sua garganta. Como fazia funcionar o golpe?
Demônio: Eu não sei do que está falando.
Eu: Assinando contratos de 10 anos e e sumido com eles no mesmo semana.
Demônio: Nunca faria isso regras da encruzilhada, eu não posso tocar nos meus clientes.
Eu: Fala, como trapaceia.
Demônio: Não sou trapaceiro, sou inovador. Se chama furo no contrato sua idiota. Sim quando uma pessoa barganha sua alma ela ganha um década, tecnicamente. Mas acidentes acontecem.
Sam: Então você está arranjando acidentes, coletando mais cedo.
Demônio: Fala serio, luvas brancas - levantou as mãos -  Eu não sujo minhas mãos, por isso e importante ter um estagiário competente.

Uma homem loiro apareceu atrás do demônio, nos empurrando contra parede. Bati minha cabeça na cadeira. Olhei para o lado e Sam e a SuaAmiga amiga estavam desmaiados, Dean sendo enforcado. Tentei me levantar e quando consegui me dei de cara com o homem loiro que atravessou sua mão em meu estômago. Olho para Becky que estava assistindo a cena e com o pouco de fôlego que encontro em meus pulmões peço pra que ela fuja. Minutos depois ela acerta a faca nas costas do homem que caiu aos meus pés. Me seguro no balcão, mesmo tendo apoio caio no chão. Fui até a SuaAmiga me arrastando com dificuldade e tento acorda-la e ela vai despertando aos poucos, tentei me por de pé e fui andando me apoiando nas paredes até o Dean e pego na mão dele com a minha encharcada de sangue e caio.

Dean: Ei, ei.
Eu: Eu to bem. - cuspo sangue -
Dean: Claro que está.- me colocou nos braços - Você vai pro hospital.

Ele me deitou no banco de trás do empala e me levou até o hospital.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Stop The World - Capitulo 23

Stop the world

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Voltamos pro hotel, pegamos a coisa e pegamos a estrada pra outra cidade.

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Na estrada paramos pra descansar um pouco, iriamos dormir no carro mesmo então paramos em um posto, sai do carro e entrei na lojinha com o Dean pra comprar alguma comida pra gente. Depois que paguei voltei pro carro, comi e tentei dormir um pouco. Quando acordei no dia seguinte já estávamos na estrada, SuaAmiga estava dirigindo.

SuaAmiga: Sam achou uns presságios em Ohio, e mais isso não importa, o que importa e que um cara estourou os miolos na igreja e outro na loja antes de ser pego pela policia, estamos indo pra lá e a primeira parada e na igreja onde aconteceu o último acidente e vamos falar com o padre que estava na hora em que o cara se matou.
Eu: Nossa, interessante.

Assim que chegamos entramos e chamamos o padre e ele nos mostrou onde o homem se suicidou.

Padre: E foi bem ali que ele se matou.
Eu: Acha que teria um porque disso tudo?
Padre: Não, ele só disse que deus não está mais com a gente.
Sam: O homem que também se suicidou na loja acha que ele também tem algo em comum?
Padre: Não sei, talvez.. ou ele poderia está..
Sam: Possuído?
Padre: Digamos que sim, a cidade era bom até uns tempo atrás, agora está assim. A dois meses o homem da loja e agora aqui na igreja não sei o porque.
Eu: Ok, e o bastante padre, obrigada.

Saímos da igreja e fomos a um hotel... Quando chegamos nos acomodamos.

Eu: Dean fecha a porta por favor. - ele foi fechar. -
Dean: Nick?
Eu: Quem e Nick?
xxx- Eu. - olhei pra porta. -

Caminhei até a porta e vi ele, uma moça apareceu quando ele estava conversando com o Dean.

Dean: Que isso rapaz?
Nick: Minha irmã - a moça foi embora - adotiva, sabe como e.
Eu: Eu não sei.
Nick: Quem são as princesas?
Dean: Não ousaria chama-las de princesas.
Eu: Pra você nem pelo meu nome deve me chamar, eu não te conheço.
Dean: Sam, SuaAmiga e SeuNome, esse e um antigo amigo, parceiro de caçada, quando o Sam estava fazendo faculdade eu e ele trabalhamos juntos, olha Nick honestamente esse trabalho não e pra você, qualquer dia vai acabar morto. .
Nick: Uhum.
Dean: Encontrou alguma coisa na cidade?
Nick: E, um monte de nada, nenhuma das pessoas que se mataram estavam possuídas, eu acho, mas temos que ver, mas tem um cara no bar bem suspeito.
SuaAmiga: Quem?
Nick: Ricky, foi ele quem trouxe tudo aqui, as prostitutas, os jogos ele e quase o dono da cidade.
Eu: Onde podemos acha-lo?
Nick: No bar - olhou o relógio - exatamente agora.
Eu: Vamos.

Eu peguei a chave do carro e fomos, quando chegamos ao bar encontramos um monte de garotas, melhor putas, prostitutas e outras coisas mais, que só de olhar me deu nojo.

Eu: Brincadeira. - nem olhei pra elas -

Dean: Pensei que fosse uma cidade decadente.
Sam: E é, ou era pra ser.
Eu: Vamos fazer o que temos que fazer e sair desse puteiro.
Dean: Antes vamos fazer umas pesquisas.
Eu: Cala a boca - puxei ele pelo casaco. -

Entramos no bar e percebi que era pior do que o lado de fora, olhamos tudo e encontramos o Nick no meio de todo mundo, enquanto eles conversavam eu olhava os homens que davam dinheiro as prostitutas e elas guardavam tudo dentro da roupa.

Nick: O Ricky está ali, e ele fica ali a noite toda, ninguém chega perto.
Sam: E o que fazemos?
Dean: Vocês eu não sei, mas eu vou fazer uma pesquisa com aquela mina do bar ali.
Nick: Calma, eu e ela já temos uma conversinha marcada pra mais tarde, mas agora eu tenho que ir, valeu.
Dean: Eu duvido que ele ganhou ela assim.
Eu: Essa e a grande diferença Winchester, as mais difíceis tem classe e são melhores as mais fáceis são putas e qualquer um pode, pra você entender direito ela e puta e as outras que não estão nesse ninho de putas são boas.
Dean: Saquei, mas nesse momento eu prefiro elas, olha ela, que traseiro e esse.
xxx- você acha e?
Dean: Padre? - riu - desculpa.
Padre: Sabia que viriam aqui, todos veem.
Eu: No meu caso, eu não tive escolha, eu fui forçada.
Sam: Olha sem ofensa mas o que o senhor faz aqui?  
Padre: Goste ou não, tenho que seguir meus fieis.
xxx- E ele bebe de graça.
Padre: Verdade e uma certa garota do bar me deve uma confissão.
xxx - Não nessa vida padre.
Padre: Eu quero ver o seu traseiro na igreja - se levantou e saiu -
xxx- Vocês vão beber o que?
Dean: Escolha você.
xxx- Eu vou fazer.
Dean: E disso que eu gosto. - riu -

Ficamos esperando, eu olhava cada um daquelas pessoas quando vi um homem com uma arma não.

Eu: Ei ei, olha - apontei -

Antes mesmo que fôssemos até ele e impedir de fazer uma besteira ele atirou na cabeça do homem que estava sentando em uma mesa, e quando percebemos que logo em seguida iria se matar corremos e tiramos a arma da mão dele, Dean o imobilizou até a policia chegar e quando chegou não fez perguntas ou algo do tipo só agradeceu.

Sam: Tem policia demais aqui, vamos embora.
Eu: Calma.
SuaAmiga: O que tá acontecendo com a cidade, eles estão sendo possuídos ou não?
Dean: Não, talvez a cidade esteja cheia de Zé mané
Eu: Pena que você não mora aqui ai voce seria mais um deles.
Policial: Estão prontos para as fotos? um fotógrafos estão vindo tirar seus retratos para o jornal local.
Dean: Quanta honra seu policial, fantástico.
Eu: E, hora de ir.
Dean: Pera um pouquinho, pera um pouquinho.
Eu: Vamos pra outro lugar e depois ligamos pra ele.

Saímos do bar e voltamos pro hotel, dormimos.. Manhã seguinte me arrumei e sai com o pessoa pro restaurante perto dali e pedimos alguma coisa pra comer enquanto o Dean ligava pro Nick pra saber onde ele estava.

Sam: Pelo visto você sacou que tem carne fresca a pouca distância, não e?
Dean: To cansado de dizer pro Nick que ele vai se meter em encrenca.
Eu: Você acha que ele sumiu, mas Dean olhando por outros lados, ele pode ter se mandado.
Dean: Nick e um bobão, um bobão legal, covarde não ele não ia sair assim.
Sam: Enquanto você vê o Nick eu vou ver esse tal ve Ricky ele me olhou estranho ontem, tem alguma coisa acontecendo aqui. - se levantou -
SuaAmiga: Eu vou com você Sam. - foram embora.-
Eu: Parece que fomos só eu e você.
Dean: Nem vem. - eu ri - vamos.

Ficamos procurando o Nick o dia todo mas nada dele, rastrei ele pelo celular onde deu em uma casa velha, fomos até lá e encontramos ele morto no porão.

Eu: Meu deus.
Dean: Eu disse que ele iria acabar sendo morto.
Eu: E mas eu não acreditei, vamos tirar ele daqui.
Dean: Antes vamos fazer uma armadilha pro demônio dessa casa.
Eu: Quem você acha que mora aqui?
Dean: Quem foi a ultima menina com quem ele saiu?
Eu: A garçonete do bar.. ahhh e ela?
Dean: Sim.

Fizemos as armadilhas e queimamos o corpo, voltamos pro bar ao cair da noite iriamos encontrar o Sam e a SuaAmiga, fiquei no balcão bebendo com o Dean quando veio uma menina.

xxx- Eu tenho que dizer, qualquer mulher desse bar vai querer você inteirinho.
Dean: E, alguém tinha parar aquele cara, chutado a arma dele e evitado as mortes.
xxx- Vamos fazer o seguinte geralmente eu cobro 400 por noite. - ela se aproximou do ouvido dele e não me deixou escutar.

Geralmente eu daria patadas e até expulsaria a mulher a chute mas por que eu faria aquilo se a decisão de ficar com ela era dele? Ele me olhou e eu desviei o olhar e continuei na minha.

Dean: Tá me achando com cara de que? - eu me surpreendi com a resposta -
xxx- E eu tenho cara de que? barata?
Eu: Não, mas essa eu faço questão de responder.
Dean: Deixa quieto.
Eu: Cara de barata você não tem, mas dá nojo, mas barata não e tão nojenta quanto você, mas sabe do que você tem cara? daquelas putas que ficam correndo atrás de homens no bares por ai e que quando ganham um fora não aguentam, então minha dica pra você é, se não aguenta, bebe leite.
xxx- idiota.
Eu: Antes idiota do que você, querida. - me sentei de volta -
Garçonete: O que disse pra dispensar aquela prostituta?
Dean: Disse a ela que estava com a garota do bar, foi facinho 
Eu: Era o sol que me faltava, brincadeira.
Garçonete: E mas a garota do bar não está livre.
Dean: E não tá não? tem mais alguma coisa com o cara altão com roupa de ginástica?
Garçonete: Quem?
Dean: Não eu me enganei, tá afim de sair comigo quando acabar aqui?
Garçonete: Pra que esperar, vamos agora mesmo.
Eu: Dean...
Dean: Fica.
Eu: Ah?
Dean: Tchau.

Eu iria deixar ele ir sozinho, já que eu estava com meu carro minha função naquele era segui-lo. Ela levou ele para a casa que fomos de manhã, esperei alguns minutos a mais do que eu queria e sai pra tentar falar com o Dean mas a entrada estava cheia de pedras.

Eu: Você e um idiota por me ignorar todas as vezes e eu sou outra porque sempre te salvo. Agora me diz como vou falar com você, eu podia te bater por chamar o Nick de bobão sendo que você também e um.  Bobão.

Tentei liga pro Sam e pra SuaAmiga mas não havia sinal onde eu estava. Esperei mais um pouco e vi um carro chegando, me escondi e vi que era o Sam, eu apareci e abracei e a SuaAmiga e o estranho era que o Padre estava com eles, mas... o Padre? se a garçonete era um demônio e o Padre estava na casa dela, porque o Padre viria.

Eu: Não e o Padre.
SuaAmiga: O que? claro que o Padre porque não seria?
Eu: Shhhiu! fala baixo, olha presta bem atenção em mim, Dean está com a garçonete, a garçonete e um demônio, se o padre sabia que a garçonete estaria aqui me diz por que levaria vocês aqui em vez dar apenas o endereço?
SuaAmiga: Por que ele está no corpo de um padre?
Eu: Melhor maneira de se fantasiar.
SuaAmiga: O Sam precisa saber.
Eu: Precisa, mas não tem como, olha eu e o Dean viemos aqui de manhã, e vimos que o Nick foi morto pela garçonete, e fizemos armadilhas e outras coisas, ele me pediu pra ficar no bar, e eu não sabia que o plano iria dar errado, e agora deu.
SuaAmiga: Achar vocês foi como achar uma agulha no palheiro, foi dificil demais e foi da pior maneira, por um demônio, bela maneira.
Eu: Agora finge que não sabe de nada.

Nos escondemos e vimos o padre entrar, entramos em seguida com a faca e vimos ele entrar no porão e jogar o Dean longe, antes que pudesse falar com a garçonete ele quebrou a armadilha pro demônio e a beijou. Assim que o Dean se levantou o padre o levantou pelo pescoço. SuaAmiga devagar tentou chegar perto do padre mas a garçonete a puxou. Fui o mais rápido que pude enfiando a faca em suas costas e o fazendo cair, depois enfiei a faca na garçonete.

Eu: Adios vadia - puxei a faca de volta. -
Dean: NÃO.

Eu olhei pro Dean e não entendi porque ele não queria com pediu que não matasse, eu joguei o corpo dela no chão e ajudei eles a se levantarem e fomos embora. Passamos a noite acordados e de manhã eu e o Dean fomos tomar café.

Dean: Ela disse que sabia dos planos do diabo pro Sam.
Eu: Demônios mentes, agora ela está morta.
Dean: Você os matou sem dor.
Eu: Da mesma maneira que mataram minha mãe, sem pensar duas vezes. E assim Dean, pouco papo e mais ação, eles querem nos matar e nos queremos mata-lo ai você me diz se prefere morrer por um deles ou mata-los e leva-los de volta pro lugar onde nunca deveriam ter saído, olha, sinceramente eu sei que aquela moça e aquele padre estavam possuídos e eu os matei, desculpe mas um padre Dean, eu não sei mas no lugar dele eu preferia está morta.
Dean: Mas ainda eram pessoas.
Eu: E - andei na frente - você vem? ou não?
Dean: Claro.

Voltamos pro hotel e ficamos descansando e a noite pegaríamos a estrada.

Dean: Vamos - pegou as malas. -
Eu: Mas não iriamos a noite?
Dean: Vamos pra Ohio.
Eu: Okay
Dean: precisamos ir, e você vem comigo no meu carro.
Eu: Nunca me chamou pra ir com você no carro.
Dean: Anda logo antes que eu mude de ideia.

Apaguei as luzes e fui pro carro, e saímos da cidade e quando anoiteceu paramos em um hotel proximo pra descansar.

Dean: Sam, vai no mercado.
Sam: Tá.
Dean: Trás torta.
Sam: Eu sabia.
Eu: Vou com você.

Fomos no mercado e pegamos tudo e pagamos, no caixa vi que o Sam olhava um jornal que estava no balcão estrito "o assassino do picador de gelo ataca de novo." eu pensei que não fosse nada então voltamos pro hotel. Depois que comemos dormimos. Manhã seguinte acordei e vi que o Dean ainda estava dormindo e a SuaAmiga também eu não vi o Sam então pensei que ele tivesse na loja comprando alguma coisa mas ele tava demorando demais então resolvi chamar o Dean, ele se levantou e se arrumou e procurou as chaves do carro.

Dean: Vocês pegaram a chaves do meu carro?
Eu: Não, eu tenho o meu.
SuaAmiga: Pra que eu pegaria?
Dean: Sammy.
Eu: Vamos atrás dele.
Dean: Você tem ideia de ontem ele está.
Eu: Não, mas sei que levou com ele o jornal que pegou na loja.
Dean: O que tava escrito no jornal?
Eu: O assassino do picador de gele ataca de novo, olha eu sinceramente não sei - ele me interrompeu -
Dean: Vamos embora.
Eu: Onde você acha que ele passou agora?
SuaAmiga: Necrotério com certeza.
Eu: Okay, vamos lá.

Passamos no necrotério e perguntamos se o Sam tinha aparecido e disseram que sim e nos mostraram o corpo.

Homem: Foi esse corpo que pediu pra ver.
Dean: Ele mexeu no corpo?
Homem: Não só fez perguntas sobre as vitimas, sumiço de pituitárias.
Dean: Ah, filho da..
Eu: Vamos.
Dean: Ele tá caçando um kitsune, eles são muito comuns e a gente caçou um em 98, não foi nossa melhor caçada.
SuaAmiga: E pelo menos sabemos que ele está em um caso.
Dean: E mas tinha que dar uma de mágico?
Eu: E vai fazer o que quando acha-lo?
Dean: Rastreador tá ligando e ele está no hotel a alguns km daqui, vamos.

Entramos no carro e fomos até lá. Quando chegamos fomos discretos e olhamos o quarto assim que vimos que estava vazio entramos e esperamos o Sam chegar. Conseguimos ver que ele chegou pelo farol do carro e quando ele abriu a porta o Dean acertou ele com um soco.

Dean: E ai Sam?

Colocamos ele pra dentro e esperamos acordar.

Dean: Nova regra roubou meu carro leva porrada, você tá maluco fugir de mim desse jeito tem noção do show de horrores que passou pela minha cabeça, deu sorte que a (SeuNome) sabia onde te encontrar e seu GPS está ligado, porque quando eu te encontrasse eu iria mandar você pro inferno.
Eu: Chega Dean.
Sam: Eu deixei um bilhete, tinha um trabalho na cidade.
SuaAmiga: Sabemos um kitsune.
Dean: E, eu sei, eu sei, e você ignorou minha ligações por que?
Sam: Porque eu queria cuidar do caso e eu cuidei, eu resolvi tudo.
Eu: Serio?
Sam: Serio.
Dean: Ah, é serio? E cadê o corpo?
Sam: Ah.. não tem corpo.
Eu: Ah? Você resolveu mas não tem corpo, na nossa vida isso e normal?
Dean: Por que não tem?
Sam: Porque eu a liberei.
SuaAmiga: E pra rir?
Sam: Não, eu a deixei a ir, porque e há muito tempo ela salvou minha vida.
Eu: E agora ela mata a vidas das pessoas, Sammy não to te reconhecendo.
Sam: Há uns anos atrás, ela matou a mãe dela pra me deixar ir, ela quase me matou.
Dean: Nunca me contou isso.
Sam: Nunca contei a ninguém.
Dean: Ai viu o artigo no jornal e foi a procura?
Sam: E.
Dean: E eu sei que ela salvou a sua vida mas ela tá matando gente, e temos que mata-la.
Sam: Não - ele pegou o casaco e se levantou da cadeira. - Olha eu deixei ela ir, eu vi o que ela faz, ela trabalha na funerária só pra se alimentar
Eu: E os corpos?
Sam: O filho dela tava morrendo e ela precisou fazer isso, e se fosse com vocês e eu no lugar dela, teríamos feito a mesma coisa. Olha se vocês não confiam nela, ok, mas confia em mim, por favor.
Dean: Tudo bem, vamos sair da cidade amanhã.
Eu: Okay agora vamos dormir que já está na hora.

Dormimos um pouco e na manhã seguinte arrumamos tudo pra sair.

domingo, 27 de julho de 2014

Stop The World - Capitulo 22

stop the world

Entrei no carro. Pegamos a estrada e ficamos dirigindo a manhã toda, chegando a tarde no Texas.

                                                 >>AGORA<<

Antes de ir a um hotel em uma lojinha e compramos algumas coisas, vi o Sam parado no balcão e fui até ele e vi que estava segurando um jornal que dizia "Homem desaparece da cidade."

Eu: Trabalho?
Sam: E, Ryan Scoot sumiu ontem a noite na rua, aqui tem o endereço.
Eu: Vai com o Dean, vê o que sabe, eu vou procurar um hotel e descansar um pouco.
Sam: Tá.

Procurei o hotel com a SuaAmiga depois mandei a localização pro Sam por SMS e ele respondeu dizendo que iria logo pro hotel. Comi alguma coisa e me deitei e dormir..Quando acordei eles já estavam no quarto, me sentei e o Sam me explicou o caso.

Sam: Parece que Ryan foi sequestrado no estacionamento, uma criança que assistiu tudo disse que ele fui puxado pra debaixo do carro. Ele ouviu barulhos estridentes.
Dean: E mas tanto faz, quem topa ir ao bar da cidade fazer uma boquinha?
Eu: Eu.

Fomos até o carro e fomos até o bar, o Sam levou tudo e quando chegamos lá eu ajudei ele a saber sobre mais coisas.

Sam: A policia não descartam a possibilidade de crime pelos relatos de sinais de luta
Eu: E vai ver não seja um dos nosso, apenas um sequestro normal.
Sam: E, exceto por isso - mostrou o diário - local marcado por um aspecto agressor, e tem uma lenda que fala que uma coisa sombria sai a noite pega a gente e depois some e esse condado parece que tem mais gente sumida que por capta no estado.
SuaAmiga: Pensei que aspecto agressores pegavam pessoas na cama e não no estacionamento.
Sam: Pois e, tem de todos os tipos e tem aspectos brincalhões, podem te pegar a qualquer hora ou em lugar e mas eu também não sei se e dos nossos.
Dean: Tem razão, vamos investigar melhor amanha.
Sam: Então vamos, temos que acordar cedo amanhã.
Eu: Vão que eu vou comprar algumas coisa pra gente levar de viagem.
Dean: E eu vou no banheiro

Eu pedi 4 lanches e esperei o Dean sair do banheiro e saímos do bar. SuaAmiga veio na nossa direção assustada nos puxando sem conseguir falar uma palavra, fomos até onde o carro estava estacionando e o Sam não estava lá, gritamos perguntamos e ninguém viu ele.

Dean: COMO VOCÊ DEIXOU ELE SUMIR?
SuaAmiga: Eu não deixei, ele ouviu um barulho e de repente sumiu.
Eu: A gente vai voltar pro hotel, dormir e amanhã a gente vê o que aconteceu.

Voltamos pro hotel e não conseguimos dormir, na manhã seguinte fomos até a policia pra saber alguma coisa do Sam e eu e a SuaAmiga ficamos do lado de fora da delegacia esperando o Dean com noticiais e ele demorava demais, mas logo chegou sem noticias nenhuma e disse que a policial iria trazer algumas coisas. Vi ela vindo de longe, nas mão tinham papeis e ela entregou ao Dean.

Dean: Essas são minhas amigas (SeuNome) e (SuaAmiga), essa e a policial Haley.
Haley: Oi, olha a câmera de trafico tiram fotos de minutos em minutos, e o que parece na fotos são momentos antes e depois do Sam ter sido raptado.
Dean: Não e bem isso que eu quero - foi passando as fotos -
Haley; E, mas olha essa foto, do caminhão, foi tirado logo após que o Sam saiu do bar, e olha atrás do caminhão.
Eu: Carretas.
Haley: Agora olha a placa, M5L-154, parece nova mas e roubada, e eu acho que o motorista daquele balde de ferruge, deve está envolvido.

Passou uma van e o Dean não parava de olhar e o barulho dela era muito estranho.

Dean: Ouviram o motor? Não parece um ruindo estridente?
Eu: Parece.
Dean: Muito estranho.

Checamos todas as câmeras por onde o caminhão passou, enquanto a gente olhava o notebook que estava com a Haley apitou.

Haley: Nathan?
Dean: Eu.
Haley: Eu mandei seu numero de registro, e rotina quando trabalhamos em um caso com a policia estadual para fins de contabilidades e eles retornaram - ela parou o carro - E aqui diz que o distintivo foi roubado e tem uma foto sua. - nos mostrou -
Dean: E que eu emagreci, e tenho a doença de pele do Michael Jackson.
Haley: Tá, todo mundo fora do carro.
Dean: Ei, espera, espera, se você quer me prender, tudo bem, eu colaboro, eu juro, mas antes por favor me deixe achar o Sam.
Haley: Olha, eu nem sei quem você e, ou quem são elas, ou se o tal do Sam sumiu mesmo.
Dean: Olhe bem nos meus olhos e veja se estou mentindo.
Haley: Roubo de identidade? você está fingindo que e policial.
Dean: Olha e o seguinte, quando éramos pequenos, eu o salvei de um incêndio, desde então eu me sinto responsável por ele, e meu trabalho, mantê-lo a salvo, eu tenho medo se não acha-lo rápido, por favor, ele e minha família.
Haley: Desculpe, você não me dá escolha, vou ter que prende-lo, depois que acharmos o Sam.

Terminamos de ver as câmeras depois voltamos pro hotel. SuaAmiga foi dormir, o Dean estava pesquisando no notebook. Fiquei olhando e nada dele olhar de volta ou falar alguma coisa.

Eu: Ficar assim não te ajuda.
Dean: Eu tenho que encontrar o Sam.
Eu: Pois e, temos, mas você não tem comido ou dormido, acha que ele vai querer te ver assim?
Dean: Não me importa o que ele vai achar, o que importa e que eu tenho que encontra-lo.
Eu: E MAS PENSA EM VOCÊ TAMBÉM.
Dean: Se fosse sua família, você não estaria tão relaxa.
Eu: Mas não e minha família, eu não estou relaxada, estou tensa Dean, meu pensamento ainda está no Kansas, eu não vi meu irmão, eu não sei o que está acontecendo com eles, mas eu to tentando ficar bem.
Dean: E meu irmão, e meu trabalho cuidar dele.
Eu: Também era o meu cuidar dele e olha pra mim, olha onde estamos, eu te entendo e sei que sua cabeça está cheia e não vai me escutar, então.. se quiser dormir pode dormir na minha cama ok,. Não fique tão preocupado, vamos acha-lo, to indo. - me levantei  -

 Eu me deitei, apaguei as luzes e tentei dormir. Algumas horas depois o Dean se deitou na cama e dormiu.. Manhã seguinte percebi que ainda tinha alguém na cama, abri os olhos devagar e vi o Dean dormindo, me levantei e fui me arrumar. Tinha que acorda-lo mas o jeito que ele dormia, parecia realmente muito cansado. Mexi nele e ele acordou. Iriamos nos encontrar com a Haley, fomos até onde ela estava, o Dean e a SuaAmiga foram comprar café e me deixou com ela.

Eu: Olha eu sei que o Dean já está ferrado por mentir sobre a identidade dele, as por que está nos ajudando agora?
Haley: A 3 anos meu irmão Cooper, ele desapareceu, da mesma forma que o Sam, e eu sei como ele está sentido por ter perdido o primo, e tudo que eu posso fazer por ele agora, mas depois de tudo se resolver ele vai fazer como o combinado, cumprir a lei.
Eu: Claro
Haley: Mas então chega, temos que continuar. - entrou no carro -

O Dean me deu o café e fomos olhar o resto das câmeras de trafico. No retorno encontramos uma entrada estranha paramos e olhamos.

Haley: Eu vou e vocês ficam.
Eu: Eu poderia deixar se você não estivesse sozinha, mas não.
Haley: Eu vou e vocês ficam, olha eu não conheço quase nada de você, ele pode ser um civil ou um bandido, mas eu vou sozinha.
Eu: Não teima com a gente, nos vamos.
Haley: Ok, tudo bem, mas vocês prometem que não vai se envolver?
Eu: Sim, ao menos se acontecer alguma coisa.
Haley: Ok, será que vocês duas podem pegar uma coisa pra mim?
Eu: Tá, mas o que?
Haley: Dentro do carro tem duas armas pra você vão e pegue.

 Eu e a SuaAmiga fomos e procuramos as armas, de repente as portas se fecharam e as janelas subiram, tentamos abrir a porta mas nada, estávamos trancada. A Haley veio puxando o Dean e ele estava com algemas e ela o prendeu na maçaneta do carro.

Haley: Desculpem.
Eu: Pelo menos abre as janelas.
Haley: Desculpem não posso.
Eu: EU NÃO VOU MORRER AQUI, VOCÊ TÁ OUVINDO? MERDA!

Ela foi embora e deixou a gente preso, eu procurei alguma coisa pra quebrar o vidro e a única coisa que encontrei foi a arma que estava no porta luvas  Ouvi uns barulhos de carro vindo da floresta, vi o Dean se esticando todo. Pedi pra SuaAmiga se proteger e afastar o banco pra trás.

Eu: Por que não? - atirei no vidro -

Eu quebrei o resto do vidro com o pé e sai pela janela. Ai percebi que o Dean estava se esticando pra tentar pegar o para-choque e tirar as algemas, eu tirei o para-choque e tentei tirar ele.

Dean: Rápido, tem gente vindo.
Eu: Quem?
Dean: Eu não sei.

Ouvimos umas risadas e pessoas falando, eu consegui tirar o Dean das algemas e nos escondemos na mata, depois que eles entram no carro da policia e foram embora, fomos até a mata e encontramos a casa, devagar entramos e fomos direto pro porão e lá encontramos a Haley e o Sam.

SuaAmiga: Sam, que bom te encontrar.
Dean: Até que enfim cara.
Haley: Como saiu das algemas e vocês duas saíram do carro.
Eu: Eu encontrei uma arma, e eu atirei na janela.
Haley: Me deve uma janela nova.
Eu: Tá preocupada com a janela? mal sabe você que o carro foi roubado.
Dean: Essas trancas vão dar trabalho.
Sam: Tem um controle automático que abre as jaulas bem ali. - apontou -
SuaAmiga: Você viu eles?
Sam: Sim, e Dean, eles são só pessoas.
Eu: E pegaram você?
Sam: E.. e eles soltaram o Ryan e parecia uma armadilha, não faz sentido pra mim.
Dean: E pois e, as coisas que vimos, tem regras, padrões ou até sentidos, mas as pessoas, ah.. as pessoas, elas são doidas.
Sam: E ai, tem alguma coisa lá fora?
SuaAmiga: Sim, dúzias de carros escondidos lá fora, placas, e quando pegam alguém levam o carro.
Haley: Você viu o mustang preto de uns 10 anos.
Dean: E.. eu vi.
Eu: Do seu irmão, nos lamentamos.
Dean: Vamos tirar vocês daqui e depois cuidamos deles, essa coisa por acaso tem chave?
Sam: Eu não sei.
Dean: Tá, eu procuro.
Eu: Toma cuidado
Dean: Tá. - foi embora.

Ficamos tentando ver como se abria as jaulas mas não tinha como ver,  a SuaAmiga ficou de vigia pra ver se eles estavam vindo ou se estavam por perto. O tempo foi passando e o Dean estava demorando demais, eu desci e fui ver o que estava acontecendo e quando vi ele também tinha sido pego por aqueles.

Homem: Vai me dizer quem você quer morto primeiro? Ou eu tiro um olho seu.
Dean: O cara o cara.
Homem: Matem o cara, mas não o solte, mate-o na jaula.
Eu: Merda, merda Sammy
Dean: Você disse que não iria matar o cara, que ia dar mais uma chance a ele.
Homem: E depois que matarem o cara, matem a moça também.

Subi pro porão antes que ele, contei ao Sam sobre o plano que tinha inventado na hora.

Eu: Estarei bem aqui atrás.

SuaAmiga ficou na porta e assim que ele entrou ela trancou a porta sem ele perceber, ele abriu a jaula e apontou a arma pro Sam.

Eu: SAM AGORA.

O Sam pulou em cima do cara e eu tirei a arma dele dando uma coronhada nele. A arma travou e eu joguei no chão, desci de volta e me escondi de novo.

Homem: Lee - gritou - ei Ted, você vem comigo e eu vou ver o que aconteceu com ele, Samanta cuide dele.

Ele subiu pro porão e eu fiquei olhando a menina que estava de costas pro corredor.

Eu: Ei. - chamei sem ela vê - ei

Ela foi até a cozinha sem saber onde estava e quando voltou eu dei um chute nela.

Eu: Eu sei que e crime bater em crianças, mas você está longe de ser uma.
Samanta: AHHH - veio pra cima de mim -
Eu: Vem desconta toda sua raiva em mim, mas só uma coisa, você está com uma faca eu to com um revolve.

Eu Atirei no braço dela fazendo ela vir com toda raiva pra cima de mim e me fez soltar o revolve longe, empurrei ela longe e esperei ela levantar.

Dean: Mata ela.
Eu: Mas..
Dean: MATA ELA. -
Eu: NÃO!

Eu soltei ele e prendemos ela no armário, saímos da casa e vimos a Haley e a SuaAmiga saindo do celeiro.

Haley: Onde está a menina?
Eu: Presa no armário e o homem?
SuaAmiga: Morto.
Haley: Vou pedir reforços.

Ela ligou pra policia e esperamos ela.

Haley: Liguei pra policia e ela está vindo, e querem falar com vocês.. então eu espero vocês estejam bem longe.
Dean: A gente tá no meio do nada, pode nos dar uma carona.
Haley: Claro. - jogou a chave do carro - podem ir.
Dean: Sinto muito pelo seu irmão.
Haley: Obrigada.

Fomos até os carros onde estavam escondidos.

Dean: Nunca mais suma desse jeito.
Sam: Ficaram preocupados?
Eu: Não, o que o Dean quer dizer que não vamos atrás de você.
Sam: A vão. - riu -
SuaAmiga: Dean você foi derrubado por uma menina de 13 anos.
Dean: Dá um tempo.
Eu: 13 anos, tá ficando enferrujado - olhou pra mim serio - brincadeira - ri -

Voltamos pro hotel, pegamos a coisa e pegamos a estrada pra outra cidade.

sábado, 26 de julho de 2014

Stop The World - Capitulo 21

Stop The World

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Deixamos o caminhão parado lá e voltamos pro apartamento pra pegar nossas coisas

                                            >> AGORA<<

Eu estava arrumando as armas na minha bolsa, eu vi o Dean se aproximando, o Sam e a SuaAmiga desceram e colocaram o resto das bolsas na mala do carro.

Dean: A culpa foi minha por ter deixado você ir sozinha pro duto de ar.
Eu: Sabe Dean, eu pensei que morreria ali, de fome, de sede de tudo, mas sabe, a culpa não foi sua porque eu quis ir sozinha, e eu confiei em vocês o tempo todo e eu esperei por isso, pra poder te agradecer por ter me resgatado, fizeram um bom trabalho.
Dean: Fizemos um bom trabalho.
Eu: Vocês fizeram e fazem mais por mim do que eu mesma. -olhei pra ele -

Dean: Vamos? - sorriu -
Eu:  Vamos.

Eu peguei a bolsa e ele tomou ela da minha mão e levou ele. Abracei ele de lado e fomos até o carro, entrei e pegamos a estrada. Ficamos dirigindo a tarde toda e quando anoiteceu paramos pro comer. O Sam iria comprar a comida eu dei o dinheiro a ele e pedi pra que ele comprar um hambúrguer e refrigerante. Ele voltou e me deu a comida, eu dei a sugestão ao Dean de irmos a um hotel e passar a noite e depois voltaríamos a estrada e ele aceitou, pegamos o hotel mais próximo e nos acomodamos.  Pegamos dois quartos, depois que eles comeram foram dormir, menos eu. Fiquei pesquisando casos na internet e não tinha nada na cidade e isso era o mais estranho, então parei de procurar e fechei o notebook. Peguei uma cerveja e sentei de volta e olhei pro Sam e pro Dean que estavam dormindo na cama. Eu fui pro quarto e me deitei, o sono veio e eu consegui dormir.. Manhã seguinte eu me levantei coloquei meus sapatos e sai do quarto, o Dean estava no carro, me aproximei e percebi que ele estava preocupado.

Eu: Tudo bem?
Dean: Sim.
Eu: Parece preocupado, tem certeza?
Dean: E tenho, só tava pensando.
Eu: Tá bom então
Dean: E vamos tomar café?
Eu: Vamos.

Fomos a cafeteria tomamos café depois eu pedi pra que o Dean viesse comigo até a banca, olhei os jornais e não tinha nada de estranho na cidade, eu fiquei alguns minutos.

Dean: O que foi?
Eu: A cidade tá muito parada, por mais que eu não goste desse trabalho isso me incomoda.
Dean: Pelo menos temos uns dias de folga.
Eu: E...

Andamos de volta pro hotel, depois que comi me deitei, o Sam disse que não tem trabalho na cidade então preferi dormir já que a noite, me acordei era 5h da tarde, eu arrumei as minhas coisas e coloquei as coisas na mala.

Sam: Não vamos embora hoje.
Eu: E vamos quando?
Sam: Amanhã de manhã, o Dean preferiu assim.
Eu: Tá por mim tudo bem então compra o jantar pra gente - dei o dinheiro - torta por favor.
Sam: E, Dean e você.
Eu: E.

Ele foi comprar a comida e eu fiquei esperando, assim que ele chegou entrei e comi. Logo escureceu, fomos até um barzinho e ficamos bebendo por ali e depois voltamos, fui pro quarto e dormi. Manhã seguinte olhei pro lado e não vi a SuaAmiga, eu me arrumei e fui até o outro quarto e ela estava lá com o Dean e o Sam, e o Dean  estava vendo as noticias enquanto o Sammy estava sentando com um bloquinho.

Dean: Sabe, eu acho que deveríamos ir para o norte do Texas, tem noticias que as últimas semanas teve gado mutilado lá e..
Eu: Ou podemos ir pra Sagramento onde um homem atirou na própria cabeça, o que você acha Sam? - ele ignorou - Então tá.
Sam: Eu to escutando pode falar.
Eu: Não, ele tá fingindo que está, o pensamento dele está longe.
Sam: Eu já vi isso antes. - se levantou. -

Ele pegou a antiga foto que deixava na bolsa da família dele e mostrou a árvore que ele desenhou e a árvore da foto.

Sam: Já sei pra onde temos que ir.
Dean: Pra onde?
Sam: Pra casa, lá no Kansas.
Eu: E pra que a gente voltaria pro Kansas que faz nem um mês que saímos de lá.
Sam: Olha Dean, lembra da casa, que eu saiba ela não queimou toda e ela foi reconstruida, e eu sei que parece ou vai parecer loucura, mas as pessoas que moram lá, eu acho que elas correm perigo.
SuaAmiga: Porque acha isso?
Sam: Eu não sei, mas eu quero que você confie e acreditem em mim, e só o que eu peço.
Dean: Ah.. confiar? olha só isso pra mim e pouco.
Eu: Pra mim também, você vai ter que nos convencer.
Sam: Não dá pra explicar pra vocês.
Dean: Então tenta se não não vou a lugar nenhum com você.
Sam: Eu tenho pesadelos.
Eu: Tá tudo bem, até ai normal, mas alguma coisa?
Sam: E as vezes eles acontecem..
Eu: Próxima piada por favor. - ri -
Sam: Não e engraçado, eu tive um pesadelo com minha namorada antes dela morrer, e isso aconteceu 3 vezes antes de acontecer.
Eu: Não, olha Sam, as vezes temos sonhos estranhos e achamos que aquilo realmente e real ou que vai acontecer, mas não, e você deve estar...
Sam: Maluco? pois e, eu bem queria mas não estou, mas eu vi o sangue pingando no teto a casa pegando fogo tudo, e eu não fiz nada pra impedir e eu não acreditei, agora eu to sonhando com essa árvore e com a nossa casa e com uma mulher dentro dela gritando por socorro e foi lá que começou e tem alguma coisa haver não tem?
Dean: Eu não sei.
Sam: Como você não sabe essa mulher pode está em perigo, pode ser a mesma coisa que matou a mamãe e a Jess.
Dean: CALMA Sam, calma, primeiro você está parecendo um maluco, depois quer que a gente volte pra casa ainda mais que eu... jurei que nunca mais voltaria.
Eu: Já tá virando problema de família, tchau - o Sam me puxou de volta - o que foi?
Sam: Estamos nessa, vocês entraram nessa, fica. - me sentei - Dean, nos temos que ir até lá, só pra garantir.
Dean: Eu sei disso.

Arrumamos as coisas colocamos na mala e pegamos a estrada de volta pro Kansas chegamos em Lawrence por volta de 3 horas da tarde, iriamos direto pra casa dos pais dele. Assim que chegamos saímos do carro, o Sam saiu primeiro e o Dean demorou um pouco, eu fui até a janela e ele estava olhando pra casa e depois saiu. Fomos até a porta e batemos e a moça nos atendeu.

Dean: Olá senhora, desculpe incomodar.. - o Sam interrompeu -
Sam: Sou Sam e esse e o meu irmão Dean Winchester, e essas são nossas amigas (SeuNome) (NomeDaSuaAmiga). E alguns anos moramos aqui e estávamos de passagem e de repente nos deu uma vontade enorme de vir aqui olhar a casa.
Moça: Winchester, que engraçado, eu acho que encontrei umas fotos de vocês no porão ainda quando criança e com os pais de vocês outro dia.
Dean: Mesmo?
Moça: Sim, entrem eu vou buscar.
Dean: Obrigado.

Entramos e acompanhamos ela até a cozinha, e vimos um menininho brincando e pedindo suco a mãe, olhei pro Dean e ele me olhou de volta.

Moça: Ele e o Tyler ele e viciado em suco, essa e a Amanda e claro sou Ellen.
Eu: Prazer Ellen. - sorri -
Ellen: Amanda esses são, Sam e Dean eles moravam aqui e essas são as amigas deles (SeuNome) e (SuaAmiga).
Eu: Oi Amanda.
Amanda: Oi.
SuaAmiga: Então, se mudaram a pouco tempo?
Ellen: E, pois e.
Dean: Tem família aqui?
Ellen: Não, eu só queria recomeçar tudo, eu sofri muito com a morte do meu marido sabe e por isso..
Eu: Você quis um tempo pra esquecer um pouco e resolver se mudar, pois e, sei como e isso.
Ellen: E, então, cidade nova, trabalho novo assim que eu consegui, casa nova.
Sam: E o que está achando da casa?
Ellen: E, olha com todo respeito ao lar da sua infância e eu sei que devem ter boas lembranças daqui, mas o lugar tem problemas.
Dean: Que tipo de problemas?
Ellen: Bom, a casa e antiga, a fiação.. sabe como e, as luzes piscam de hora em hora.
Eu: E, coisa chata não e?
Ellen: E, pois e e além disso a pia transbordou e tem ratos no porão. - o Dean ficou meio pra baixo - Me desculpa, eu não to reclamando.
Dean: Não, que isso, viu os ratos ou só ouviu o barulho?
Ellen: Só o barulho.
Amanda: Mãe, pergunte a eles se já o viram quando estavam aqui?
Eu: O que Amanda?
Amanda: A coisa no meu armário.
Ellen: Ah meu amor, não tinha nada no seu armário, só foi um pesadelo, não tinha nada no armário deles, tinha?
Dean: Não, não tinha.
Amanda: Eu não sonhei ela era entrou no meu quarto pegando fogo.  - o Sam olhou pra gente.

Nos despedimos da família e saímos da casa.

Sam: Viu? Um vulto em chamas.
Dean: Foi com essa Ellen que você sonhou?
Sam: Foi, e sabe do que ela falou? De barulhos, luzes piscando, são dois sinais de espíritos malignos.
Dean: Pois e, até da medo dessas suas visões estranhas acontecerem.
Sam: Esquece essas um pouquinho, a coisa na casa acha mesmo que foi a mesma coisa que matou mamãe e a Jess?
Dean: Eu não sei.
Sam: Será que ela voltou ou esteve aqui o tempo todo e..
Dean: Não, talvez seja uma coisa diferente, ainda não sabemos.
Sam: Essas pessoas correm perigo Dean, temos que tira-las da casa.
Dean: E nos vamos.
Sam: Tem que ser agora.
Dean: E? e como vai ser? tem uma historia que ela acredite?
Sam: E o que vamos fazer?
Dean: Vamos manter a calma, se isso fosse um outro tipo de serviço o que faríamos?  
Eu: Tentaríamos descobrir outras coisas, investigar a casa e descobri a historia dela.
Dean: Exato mas sabemos o que aconteceu.
Eu: Mas nesse caso o que significa e o quanto sabemos, o que você se lembra?
Dean: Pouca coisa, eu me lembro do fogo, do calor e que levei o Sam pela porta da frente.
Sam: Levou?
Dean: Sim, você não sabia?
Sam: Eu era um bebe.
Dean: Deveria saber, e e nos dois sabemos da historia do papai, a mamãe estava no teto seja o que a colocou lá sabia que o papai a encontrou.
Eu: E esse demônio seu pai nunca contou a vocês?
Dean: Sobre o demônio do olho amarelo? só nos contou sobre isso, agora temos que ir lá e mata-lo.
Eu: E agora se querem isso temos que descobrir o que houve naquela época.
Dean: E, falar com os amigos do papai, gente que esteve lá na época, então primeiro vou começar com Dom, ele trabalha em uma oficina perto daqui e você vê outros por ai, tá tudo na lista do papai, vem (SeuNome).

Entrei no carro e fui até a oficina com ele, e o Dom que trabalhava disse que não sabia muito só sabia de algumas coisas.

Dom: Por anos John desapareceu e só agora vocês vem procura-lo.
Eu: E só preciso que diga o que aconteceu no dia do acidente na casa dele, e só o que precisamos agora.
Dom: Depois do acidente John me procurou, conversamos ele me disse que alguma coisa matou a esposa mas eu sei que foi apenas um acidente normal e comum apenas um curto circuito, mas com o tempo ele foi lendo uns livros estranhos e eu falei com ele pra procurar ajuda mas ele só fez piorar mais e mais.. ele procurou uma vidente na cidade na qual não sei o nome ou onde mora agora.
Eu: E só isso mesmo obrigada. - sorri -

Eu fui até a banca e comprei um jornal pra ver a listas de vidente da cidade.

Eu: Aqui tem algumas listas cartomantes e vidente, olha tem uma que se chama El divino, mas que nome e El divino? - O Dean sorriu - Scarlett.
Dean: Scarlett, uma vidente?
Eu: E o que parece.
Dean: O diário do meu pai, olha aqui - fui até ele - pagina um primeira fase leia.
Eu: Não.
Dean: Pensei que ele só falasse de estrada.
Eu: Vai ficar ai ou vai até lá bonitão? - entrei no carro -

Fomos até a casa da moça e ela estava atendendo um homem e que já estava de saída.

Scarlett: Sua mulher adora você - ele agradeceu e saiu - Pobre coitado, mal sabe que a mulher odeia ele e o trai com o jardineiro.

Eu ri e o Dean me deu um pisão no pé.

Dean: E por que não disse a ele?
Scarlett: As pessoas não querem a verdade, só querem boas noticias, então Dean e SeuNome entrem logo, não tenho o dia todo, olha só pra você Dean tá bem bonitão, e olha que você era bem desengonçado.
Eu: Eu já tentei falar isso pra..
Dean: Cala a boca. 
Scarlett: Oh querida, e uma pena o que aconteceu com sua mãe - pegou minha mão - Seu irmãozinho está tão grande deveria vê-lo.
Eu: Como sabe?
Scarlett: Sou vidente não uma farsa, e olha que ele já está falando algumas palavrinhas, e o Sam?
Dean: Deveria saber e vidente.
Scarlett: Eu só sei porque vi ela pensando na família, e eu não sou GPS e não tenho que dizer onde ele está querido, não faço mágica, agora senta ai por favor.  - nos sentamos - Garoto coloca os pés na sua mesa e eu parto você.
Dean: E mas eu não disse nada.
Scarlett: E mas pensou.
Eu: Quando conheceu o pai deles?
Scarlett: Ele veio pra uma consulta um dia depois daquele incêndio, eu contei a ele o que estava oculto, pode se dizer que eu abri as cortinas pra ele.
Dean: E sobre o incêndio o que contou a ele?
Scarlett: Bom, ele me levou até a casa, ele achava que eu pudesse sentir, sentir os ecos e as impressões da coisas mas não consegui, só sei que era do mal, mas vocês acham que a coisa voltou pra casa?
Eu: Pra mim eu não acho, eu tenho a certeza.
Scarlett: Olha eu não voltei mas lá, mas eu fiquei de olho na casa, tudo quietinho, sem mortes súbitas, sem acidentes e por que voltou a ativa agora?
Dean: Não sei, mas o papai morreu, a Jess também e a casa tudo ao mesmo tempo alguma coisa começando a si manifestar.
Eu: E mas vamos ficar de olho por isso vamos voltar lá agora e precisamos que venha com a gente pra ver o que está acontecendo..
Scarlett: Melhor, vamos.
Eu: E, vamos - sorri -

Ligamos pro Sam nos encontrar na casa. Pegamos o caminho de volta pra casa e quando chegamos eles chegaram na mesma hora que nos. Batemos na porta a Ellen nos atendeu assustada com o Tyler no colo.

Ellen: Dean, Sam o que fazer aqui?
Dean: Essa e a nossa amiga Scarlett e queríamos que ela visse porque ela também morou aqui com a gente sendo a nossa babá.
Ellen: Desculpem mas não e uma boa hora.
Dean: Olha Ellen, e que e muito importante - A Scarlett bateu nele -
Scarlett: Dá um tempo pra menina não vê que ela está nervosa? Desculpe ele não faz por mal não e que não e dos mais brilhantes agora você me escuta.
Ellen: Escutar o que?
Scarlett: Sobre a casa.
Ellen: Do que está falando?
Scarlett: Acho que sabe do que estou falando, você acha que tem alguma coisa na casa e você acha que ela quer machucar sua família não é? To enganada? .
Eu: Ela e boa. - O Dean me deu um tapa na cabeça - Olha aqui tem sorte de estarmos em um caso se não eu arrancaria seus lindos olhos verdes com meu canivete de prata e daria pros cachorros comerem.
Ellen: Quem são vocês?
Scarlett:  Pessoas que realmente podem te ajudar, que pode parar essa coisa, mas vai ter que confiar um pouco na gente agora e nos deixar ver a casa.
Ellen: Tudo bem, podem entrar e olhar.

Olhamos tudo embaixo e depois subimos pro quarto.

Scarlett: Tem algo errado nessa casa, a energia, e.. esse quarto, e o centro da energia dessa casa.
Sam: Por que?
Scarlett: Porque aqui era o seu quarto Sam, foi aqui que tudo aconteceu.

Peguei o detector e o Dean fez o mesmo e ele começou a apitar e ficar vermelho e tinha alguma coisa no quarto.

Scarlett: Olha eu não sei se e aliviou ou decepção mas essa não e a coisa que matou sua mãe.
Sam: Tem certeza?
Scarlett: Sim, e sei porque não e a mesma energia que senti quando estive a primeira vez com seu pai, essa e diferente.
SuaAmiga: O que e?
Scarlett: O que e não, o que são? tem mais de um espírito nesse lugar.
Dean: E por que  estão aqui?
Scarlett: Estão aqui pelo o que ouve com sua família, a muitos anos uma coisa muito maligna esteve aqui, entrou pela casa esse tipo de coisa que deixa feridas. E feridas podem se infectar. Esse lugar atrai energia paranormal e atraiu um Poltergeist e uns dos mal e não vai descansar até matar Ellen e os filhos dela.
Eu: E você disse que tem mais de um espírito.
Scarlett; E tem sim. E eu só não consigo identificar o segundo.
Dean: Então, uma coisa e certa, ninguém mais vai morrer nessa casa, nunca mais  o que podemos fazer pra evitar afinal?
Scarlett: Feitiço e na minha casa tem o que precisamos.
Eu: Então vamos voltar pra lá e fazer.

Peguei meu carro e voltei pra lá, estava cansada de ficar pra lá e pra cá, zanzando de carro, ela pegou algumas coisas.

SuaAmiga: O que e isso?
Scarlett:  raiz de angélica, óleo van-van poeira de encruzilhada
Eu: E o que vamos fazer com isso?
Scarlett: Vamos colocar dentro das paredes nos cantos, norte, sul, leste, oeste em cada lugar da casa.
Dean: Fazer buracos na parede a Ellen vai adorar.
Scarlett: Ela sobrevive.
Eu: E isso vai destruir os espíritos?
Scarlett: Com certeza vai purificar a casa completamente, olha cada um em um andar, e temos que ser rápido porque quando os espíritos perceberem nossa intenção a coisa vai ficar feia.

Fizemos tudo e colocamos dentro da bolsa e voltamos pra casa da Ellen e pedimos pra que ela saísse com as crianças. Eu ficaria com a sala e a cozinha. SuaAmiga banheiros, Dean porão e o Sam e a Scarlett os quartos. Quebrei a parede com o machado quando escutei barulho de lamina uma na outra e assim que me virei uma veio em minha direção mas consegui me abaixar e quando olhei pra porta 5 facas estavam flutuando, coloquei a mesa na frente e ela ficam presas nela, eu joguei a bolsinha dentro da parede e apareceu uma luz branca, eu sai da cozinha e subi pro quarto onde estava o Sam e o Dean abraçados no chão. Descemos e a Scarlett e a SuaAmiga estava na sala.

Eu: Você realmente tem certeza que era boa?
Scarlett: Sim.
Eu: Pelo menos terminamos.
Dean: E.

 A Ellen tinha acabado de chegar e assim que ligou a luzes e viu a bagunça ficou assustada.

Ellen: O que aconteceu?
Eu: Oi, desculpa, e nos vamos pagar por isso e o Dean vai limpar tudo, vamos gente

O Dean limpou tudo e depois saímos da casa, o Sam nos pediu pra ficar de olho na casa porque não estava com um bom pressentimento então ficamos até uma hora lá. Eu fiquei olhando a janela e vi a Ellen na janela pedindo socorro o Dean arrombou a porta entramos, Sam e a SuaAmiga foram pegar as crianças e eu e o Dean a Ellen, fomos a pro lado de fora e esperamos o Sam chegar com as crianças e com a SuaAmiga mas eles estavam demorando demais.

Eu: Não, não por favor não.

Só saiu a Amanda e o irmãozinho dela.

Eu: Cadê a (NomeDaSuaAmiga)?
Amanda: A coisa pegou eles.

Eu olhei pro Dean e corremos pra tentar ajuda-los mas a porta se fechou e não abriu, eu tentei abrir ela mas de jeito algum abria, o Dean pegou as armas e corremos até a porta que estava trancada, quebramos e entramos e vimos a coisa com chamas andando na direção do Sam e a SuaAmiga, mas o estranho e que ela não nos machucou nem machucou eles, assim que se aproximou o Dean se armou pra atirar mas o Sam não deixou e ela foi tomando forma humana até aparecer uma linda moça. Ela falou com ele de pois foi embora explodindo-se em chamas. Tiramos o Sam e a SuaAmiga dali e levamos ele pra, depois nos certificamos se a Ellen bem e fomos embora. Fiquei pensando se deveria visitar o Bob mas preferi não vê-lo.

Dean: Próxima parada...
SuaAmiga: Texas.
Eu: Tinha que ser lá, tipo Texas.
Dean: Eu gosto.
Sam: Eu também - entraram no carro. -
Eu: Idiotas. - revirei os olhos -

Entrei no carro. Pegamos a estrada e ficamos dirigindo a manhã toda, chegando a tarde no Texas.