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Deixamos o caminhão parado lá e voltamos pro apartamento pra pegar nossas coisas
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Eu estava arrumando as armas na minha bolsa, eu vi o Dean se aproximando, o Sam e a SuaAmiga desceram e colocaram o resto das bolsas na mala do carro.
Dean: A culpa foi minha por ter deixado você ir sozinha pro duto de ar.
Eu: Sabe Dean, eu pensei que morreria ali, de fome, de sede de tudo, mas sabe, a culpa não foi sua porque eu quis ir sozinha, e eu confiei em vocês o tempo todo e eu esperei por isso, pra poder te agradecer por ter me resgatado, fizeram um bom trabalho.
Dean: Fizemos um bom trabalho.
Eu: Vocês fizeram e fazem mais por mim do que eu mesma. -olhei pra ele -
Dean: Vamos? - sorriu -
Eu: Vamos.
Eu peguei a bolsa e ele tomou ela da minha mão e levou ele. Abracei ele de lado e fomos até o carro, entrei e pegamos a estrada. Ficamos dirigindo a tarde toda e quando anoiteceu paramos pro comer. O Sam iria comprar a comida eu dei o dinheiro a ele e pedi pra que ele comprar um hambúrguer e refrigerante. Ele voltou e me deu a comida, eu dei a sugestão ao Dean de irmos a um hotel e passar a noite e depois voltaríamos a estrada e ele aceitou, pegamos o hotel mais próximo e nos acomodamos. Pegamos dois quartos, depois que eles comeram foram dormir, menos eu. Fiquei pesquisando casos na internet e não tinha nada na cidade e isso era o mais estranho, então parei de procurar e fechei o notebook. Peguei uma cerveja e sentei de volta e olhei pro Sam e pro Dean que estavam dormindo na cama. Eu fui pro quarto e me deitei, o sono veio e eu consegui dormir.. Manhã seguinte eu me levantei coloquei meus sapatos e sai do quarto, o Dean estava no carro, me aproximei e percebi que ele estava preocupado.
Eu: Tudo bem?
Dean: Sim.
Eu: Parece preocupado, tem certeza?
Dean: E tenho, só tava pensando.
Eu: Tá bom então
Dean: E vamos tomar café?
Eu: Vamos.
Fomos a cafeteria tomamos café depois eu pedi pra que o Dean viesse comigo até a banca, olhei os jornais e não tinha nada de estranho na cidade, eu fiquei alguns minutos.
Dean: O que foi?
Eu: A cidade tá muito parada, por mais que eu não goste desse trabalho isso me incomoda.
Dean: Pelo menos temos uns dias de folga.
Eu: E...
Andamos de volta pro hotel, depois que comi me deitei, o Sam disse que não tem trabalho na cidade então preferi dormir já que a noite, me acordei era 5h da tarde, eu arrumei as minhas coisas e coloquei as coisas na mala.
Sam: Não vamos embora hoje.
Eu: E vamos quando?
Sam: Amanhã de manhã, o Dean preferiu assim.
Eu: Tá por mim tudo bem então compra o jantar pra gente - dei o dinheiro - torta por favor.
Sam: E, Dean e você.
Eu: E.
Ele foi comprar a comida e eu fiquei esperando, assim que ele chegou entrei e comi. Logo escureceu, fomos até um barzinho e ficamos bebendo por ali e depois voltamos, fui pro quarto e dormi. Manhã seguinte olhei pro lado e não vi a SuaAmiga, eu me arrumei e fui até o outro quarto e ela estava lá com o Dean e o Sam, e o Dean estava vendo as noticias enquanto o Sammy estava sentando com um bloquinho.
Dean: Sabe, eu acho que deveríamos ir para o norte do Texas, tem noticias que as últimas semanas teve gado mutilado lá e..
Eu: Ou podemos ir pra Sagramento onde um homem atirou na própria cabeça, o que você acha Sam? - ele ignorou - Então tá.
Sam: Eu to escutando pode falar.
Eu: Não, ele tá fingindo que está, o pensamento dele está longe.
Sam: Eu já vi isso antes. - se levantou. -
Ele pegou a antiga foto que deixava na bolsa da família dele e mostrou a árvore que ele desenhou e a árvore da foto.
Sam: Já sei pra onde temos que ir.
Dean: Pra onde?
Sam: Pra casa, lá no Kansas.
Eu: E pra que a gente voltaria pro Kansas que faz nem um mês que saímos de lá.
Sam: Olha Dean, lembra da casa, que eu saiba ela não queimou toda e ela foi reconstruida, e eu sei que parece ou vai parecer loucura, mas as pessoas que moram lá, eu acho que elas correm perigo.
SuaAmiga: Porque acha isso?
Sam: Eu não sei, mas eu quero que você confie e acreditem em mim, e só o que eu peço.
Dean: Ah.. confiar? olha só isso pra mim e pouco.
Eu: Pra mim também, você vai ter que nos convencer.
Sam: Não dá pra explicar pra vocês.
Dean: Então tenta se não não vou a lugar nenhum com você.
Sam: Eu tenho pesadelos.
Eu: Tá tudo bem, até ai normal, mas alguma coisa?
Sam: E as vezes eles acontecem..
Eu: Próxima piada por favor. - ri -
Sam: Não e engraçado, eu tive um pesadelo com minha namorada antes dela morrer, e isso aconteceu 3 vezes antes de acontecer.
Eu: Não, olha Sam, as vezes temos sonhos estranhos e achamos que aquilo realmente e real ou que vai acontecer, mas não, e você deve estar...
Sam: Maluco? pois e, eu bem queria mas não estou, mas eu vi o sangue pingando no teto a casa pegando fogo tudo, e eu não fiz nada pra impedir e eu não acreditei, agora eu to sonhando com essa árvore e com a nossa casa e com uma mulher dentro dela gritando por socorro e foi lá que começou e tem alguma coisa haver não tem?
Dean: Eu não sei.
Sam: Como você não sabe essa mulher pode está em perigo, pode ser a mesma coisa que matou a mamãe e a Jess.
Dean: CALMA Sam, calma, primeiro você está parecendo um maluco, depois quer que a gente volte pra casa ainda mais que eu... jurei que nunca mais voltaria.
Eu: Já tá virando problema de família, tchau - o Sam me puxou de volta - o que foi?
Sam: Estamos nessa, vocês entraram nessa, fica. - me sentei - Dean, nos temos que ir até lá, só pra garantir.
Dean: Eu sei disso.
Arrumamos as coisas colocamos na mala e pegamos a estrada de volta pro Kansas chegamos em Lawrence por volta de 3 horas da tarde, iriamos direto pra casa dos pais dele. Assim que chegamos saímos do carro, o Sam saiu primeiro e o Dean demorou um pouco, eu fui até a janela e ele estava olhando pra casa e depois saiu. Fomos até a porta e batemos e a moça nos atendeu.
Dean: Olá senhora, desculpe incomodar.. - o Sam interrompeu -
Sam: Sou Sam e esse e o meu irmão Dean Winchester, e essas são nossas amigas (SeuNome) (NomeDaSuaAmiga). E alguns anos moramos aqui e estávamos de passagem e de repente nos deu uma vontade enorme de vir aqui olhar a casa.
Moça: Winchester, que engraçado, eu acho que encontrei umas fotos de vocês no porão ainda quando criança e com os pais de vocês outro dia.
Dean: Mesmo?
Moça: Sim, entrem eu vou buscar.
Dean: Obrigado.
Entramos e acompanhamos ela até a cozinha, e vimos um menininho brincando e pedindo suco a mãe, olhei pro Dean e ele me olhou de volta.
Moça: Ele e o Tyler ele e viciado em suco, essa e a Amanda e claro sou Ellen.
Eu: Prazer Ellen. - sorri -
Ellen: Amanda esses são, Sam e Dean eles moravam aqui e essas são as amigas deles (SeuNome) e (SuaAmiga).
Eu: Oi Amanda.
Amanda: Oi.
SuaAmiga: Então, se mudaram a pouco tempo?
Ellen: E, pois e.
Dean: Tem família aqui?
Ellen: Não, eu só queria recomeçar tudo, eu sofri muito com a morte do meu marido sabe e por isso..
Eu: Você quis um tempo pra esquecer um pouco e resolver se mudar, pois e, sei como e isso.
Ellen: E, então, cidade nova, trabalho novo assim que eu consegui, casa nova.
Sam: E o que está achando da casa?
Ellen: E, olha com todo respeito ao lar da sua infância e eu sei que devem ter boas lembranças daqui, mas o lugar tem problemas.
Dean: Que tipo de problemas?
Ellen: Bom, a casa e antiga, a fiação.. sabe como e, as luzes piscam de hora em hora.
Eu: E, coisa chata não e?
Ellen: E, pois e e além disso a pia transbordou e tem ratos no porão. - o Dean ficou meio pra baixo - Me desculpa, eu não to reclamando.
Dean: Não, que isso, viu os ratos ou só ouviu o barulho?
Ellen: Só o barulho.
Amanda: Mãe, pergunte a eles se já o viram quando estavam aqui?
Eu: O que Amanda?
Amanda: A coisa no meu armário.
Ellen: Ah meu amor, não tinha nada no seu armário, só foi um pesadelo, não tinha nada no armário deles, tinha?
Dean: Não, não tinha.
Amanda: Eu não sonhei ela era entrou no meu quarto pegando fogo. - o Sam olhou pra gente.
Nos despedimos da família e saímos da casa.
Sam: Viu? Um vulto em chamas.
Dean: Foi com essa Ellen que você sonhou?
Sam: Foi, e sabe do que ela falou? De barulhos, luzes piscando, são dois sinais de espíritos malignos.
Dean: Pois e, até da medo dessas suas visões estranhas acontecerem.
Sam: Esquece essas um pouquinho, a coisa na casa acha mesmo que foi a mesma coisa que matou mamãe e a Jess?
Dean: Eu não sei.
Sam: Será que ela voltou ou esteve aqui o tempo todo e..
Dean: Não, talvez seja uma coisa diferente, ainda não sabemos.
Sam: Essas pessoas correm perigo Dean, temos que tira-las da casa.
Dean: E nos vamos.
Sam: Tem que ser agora.
Dean: E? e como vai ser? tem uma historia que ela acredite?
Sam: E o que vamos fazer?
Dean: Vamos manter a calma, se isso fosse um outro tipo de serviço o que faríamos?
Eu: Tentaríamos descobrir outras coisas, investigar a casa e descobri a historia dela.
Dean: Exato mas sabemos o que aconteceu.
Eu: Mas nesse caso o que significa e o quanto sabemos, o que você se lembra?
Dean: Pouca coisa, eu me lembro do fogo, do calor e que levei o Sam pela porta da frente.
Sam: Levou?
Dean: Sim, você não sabia?
Sam: Eu era um bebe.
Dean: Deveria saber, e e nos dois sabemos da historia do papai, a mamãe estava no teto seja o que a colocou lá sabia que o papai a encontrou.
Eu: E esse demônio seu pai nunca contou a vocês?
Dean: Sobre o demônio do olho amarelo? só nos contou sobre isso, agora temos que ir lá e mata-lo.
Eu: E agora se querem isso temos que descobrir o que houve naquela época.
Dean: E, falar com os amigos do papai, gente que esteve lá na época, então primeiro vou começar com Dom, ele trabalha em uma oficina perto daqui e você vê outros por ai, tá tudo na lista do papai, vem (SeuNome).
Entrei no carro e fui até a oficina com ele, e o Dom que trabalhava disse que não sabia muito só sabia de algumas coisas.
Dom: Por anos John desapareceu e só agora vocês vem procura-lo.
Eu: E só preciso que diga o que aconteceu no dia do acidente na casa dele, e só o que precisamos agora.
Dom: Depois do acidente John me procurou, conversamos ele me disse que alguma coisa matou a esposa mas eu sei que foi apenas um acidente normal e comum apenas um curto circuito, mas com o tempo ele foi lendo uns livros estranhos e eu falei com ele pra procurar ajuda mas ele só fez piorar mais e mais.. ele procurou uma vidente na cidade na qual não sei o nome ou onde mora agora.
Eu: E só isso mesmo obrigada. - sorri -
Eu fui até a banca e comprei um jornal pra ver a listas de vidente da cidade.
Eu: Aqui tem algumas listas cartomantes e vidente, olha tem uma que se chama El divino, mas que nome e El divino? - O Dean sorriu - Scarlett.
Dean: Scarlett, uma vidente?
Eu: E o que parece.
Dean: O diário do meu pai, olha aqui - fui até ele - pagina um primeira fase leia.
Eu: Não.
Dean: Pensei que ele só falasse de estrada.
Eu: Vai ficar ai ou vai até lá bonitão? - entrei no carro -
Fomos até a casa da moça e ela estava atendendo um homem e que já estava de saída.
Scarlett: Sua mulher adora você - ele agradeceu e saiu - Pobre coitado, mal sabe que a mulher odeia ele e o trai com o jardineiro.
Eu ri e o Dean me deu um pisão no pé.
Dean: E por que não disse a ele?
Scarlett: As pessoas não querem a verdade, só querem boas noticias, então Dean e SeuNome entrem logo, não tenho o dia todo, olha só pra você Dean tá bem bonitão, e olha que você era bem desengonçado.
Eu: Eu já tentei falar isso pra..
Dean: Cala a boca.
Scarlett: Oh querida, e uma pena o que aconteceu com sua mãe - pegou minha mão - Seu irmãozinho está tão grande deveria vê-lo.
Eu: Como sabe?
Scarlett: Sou vidente não uma farsa, e olha que ele já está falando algumas palavrinhas, e o Sam?
Dean: Deveria saber e vidente.
Scarlett: Eu só sei porque vi ela pensando na família, e eu não sou GPS e não tenho que dizer onde ele está querido, não faço mágica, agora senta ai por favor. - nos sentamos - Garoto coloca os pés na sua mesa e eu parto você.
Dean: E mas eu não disse nada.
Scarlett: E mas pensou.
Eu: Quando conheceu o pai deles?
Scarlett: Ele veio pra uma consulta um dia depois daquele incêndio, eu contei a ele o que estava oculto, pode se dizer que eu abri as cortinas pra ele.
Dean: E sobre o incêndio o que contou a ele?
Scarlett: Bom, ele me levou até a casa, ele achava que eu pudesse sentir, sentir os ecos e as impressões da coisas mas não consegui, só sei que era do mal, mas vocês acham que a coisa voltou pra casa?
Eu: Pra mim eu não acho, eu tenho a certeza.
Scarlett: Olha eu não voltei mas lá, mas eu fiquei de olho na casa, tudo quietinho, sem mortes súbitas, sem acidentes e por que voltou a ativa agora?
Dean: Não sei, mas o papai morreu, a Jess também e a casa tudo ao mesmo tempo alguma coisa começando a si manifestar.
Eu: E mas vamos ficar de olho por isso vamos voltar lá agora e precisamos que venha com a gente pra ver o que está acontecendo..
Scarlett: Melhor, vamos.
Eu: E, vamos - sorri -
Ligamos pro Sam nos encontrar na casa. Pegamos o caminho de volta pra casa e quando chegamos eles chegaram na mesma hora que nos. Batemos na porta a Ellen nos atendeu assustada com o Tyler no colo.
Ellen: Dean, Sam o que fazer aqui?
Dean: Essa e a nossa amiga Scarlett e queríamos que ela visse porque ela também morou aqui com a gente sendo a nossa babá.
Ellen: Desculpem mas não e uma boa hora.
Dean: Olha Ellen, e que e muito importante - A Scarlett bateu nele -
Scarlett: Dá um tempo pra menina não vê que ela está nervosa? Desculpe ele não faz por mal não e que não e dos mais brilhantes agora você me escuta.
Ellen: Escutar o que?
Scarlett: Sobre a casa.
Ellen: Do que está falando?
Scarlett: Acho que sabe do que estou falando, você acha que tem alguma coisa na casa e você acha que ela quer machucar sua família não é? To enganada? .
Eu: Ela e boa. - O Dean me deu um tapa na cabeça - Olha aqui tem sorte de estarmos em um caso se não eu arrancaria seus lindos olhos verdes com meu canivete de prata e daria pros cachorros comerem.
Ellen: Quem são vocês?
Scarlett: Pessoas que realmente podem te ajudar, que pode parar essa coisa, mas vai ter que confiar um pouco na gente agora e nos deixar ver a casa.
Ellen: Tudo bem, podem entrar e olhar.
Olhamos tudo embaixo e depois subimos pro quarto.
Scarlett: Tem algo errado nessa casa, a energia, e.. esse quarto, e o centro da energia dessa casa.
Sam: Por que?
Scarlett: Porque aqui era o seu quarto Sam, foi aqui que tudo aconteceu.
Peguei o detector e o Dean fez o mesmo e ele começou a apitar e ficar vermelho e tinha alguma coisa no quarto.
Scarlett: Olha eu não sei se e aliviou ou decepção mas essa não e a coisa que matou sua mãe.
Sam: Tem certeza?
Scarlett: Sim, e sei porque não e a mesma energia que senti quando estive a primeira vez com seu pai, essa e diferente.
SuaAmiga: O que e?
Scarlett: O que e não, o que são? tem mais de um espírito nesse lugar.
Dean: E por que estão aqui?
Scarlett: Estão aqui pelo o que ouve com sua família, a muitos anos uma coisa muito maligna esteve aqui, entrou pela casa esse tipo de coisa que deixa feridas. E feridas podem se infectar. Esse lugar atrai energia paranormal e atraiu um Poltergeist e uns dos mal e não vai descansar até matar Ellen e os filhos dela.
Eu: E você disse que tem mais de um espírito.
Scarlett; E tem sim. E eu só não consigo identificar o segundo.
Dean: Então, uma coisa e certa, ninguém mais vai morrer nessa casa, nunca mais o que podemos fazer pra evitar afinal?
Scarlett: Feitiço e na minha casa tem o que precisamos.
Eu: Então vamos voltar pra lá e fazer.
Peguei meu carro e voltei pra lá, estava cansada de ficar pra lá e pra cá, zanzando de carro, ela pegou algumas coisas.
SuaAmiga: O que e isso?
Scarlett: raiz de angélica, óleo van-van poeira de encruzilhada
Eu: E o que vamos fazer com isso?
Scarlett: Vamos colocar dentro das paredes nos cantos, norte, sul, leste, oeste em cada lugar da casa.
Dean: Fazer buracos na parede a Ellen vai adorar.
Scarlett: Ela sobrevive.
Eu: E isso vai destruir os espíritos?
Scarlett: Com certeza vai purificar a casa completamente, olha cada um em um andar, e temos que ser rápido porque quando os espíritos perceberem nossa intenção a coisa vai ficar feia.
Fizemos tudo e colocamos dentro da bolsa e voltamos pra casa da Ellen e pedimos pra que ela saísse com as crianças. Eu ficaria com a sala e a cozinha. SuaAmiga banheiros, Dean porão e o Sam e a Scarlett os quartos. Quebrei a parede com o machado quando escutei barulho de lamina uma na outra e assim que me virei uma veio em minha direção mas consegui me abaixar e quando olhei pra porta 5 facas estavam flutuando, coloquei a mesa na frente e ela ficam presas nela, eu joguei a bolsinha dentro da parede e apareceu uma luz branca, eu sai da cozinha e subi pro quarto onde estava o Sam e o Dean abraçados no chão. Descemos e a Scarlett e a SuaAmiga estava na sala.
Eu: Você realmente tem certeza que era boa?
Scarlett: Sim.
Eu: Pelo menos terminamos.
Dean: E.
A Ellen tinha acabado de chegar e assim que ligou a luzes e viu a bagunça ficou assustada.
Ellen: O que aconteceu?
Eu: Oi, desculpa, e nos vamos pagar por isso e o Dean vai limpar tudo, vamos gente
O Dean limpou tudo e depois saímos da casa, o Sam nos pediu pra ficar de olho na casa porque não estava com um bom pressentimento então ficamos até uma hora lá. Eu fiquei olhando a janela e vi a Ellen na janela pedindo socorro o Dean arrombou a porta entramos, Sam e a SuaAmiga foram pegar as crianças e eu e o Dean a Ellen, fomos a pro lado de fora e esperamos o Sam chegar com as crianças e com a SuaAmiga mas eles estavam demorando demais.
Eu: Não, não por favor não.
Só saiu a Amanda e o irmãozinho dela.
Eu: Cadê a (NomeDaSuaAmiga)?
Amanda: A coisa pegou eles.
Eu olhei pro Dean e corremos pra tentar ajuda-los mas a porta se fechou e não abriu, eu tentei abrir ela mas de jeito algum abria, o Dean pegou as armas e corremos até a porta que estava trancada, quebramos e entramos e vimos a coisa com chamas andando na direção do Sam e a SuaAmiga, mas o estranho e que ela não nos machucou nem machucou eles, assim que se aproximou o Dean se armou pra atirar mas o Sam não deixou e ela foi tomando forma humana até aparecer uma linda moça. Ela falou com ele de pois foi embora explodindo-se em chamas. Tiramos o Sam e a SuaAmiga dali e levamos ele pra, depois nos certificamos se a Ellen bem e fomos embora. Fiquei pensando se deveria visitar o Bob mas preferi não vê-lo.
Dean: Próxima parada...
SuaAmiga: Texas.
Eu: Tinha que ser lá, tipo Texas.
Dean: Eu gosto.
Sam: Eu também - entraram no carro. -
Eu: Idiotas. - revirei os olhos -
Entrei no carro. Pegamos a estrada e ficamos dirigindo a manhã toda, chegando a tarde no Texas.


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