sábado, 5 de julho de 2014

Stop the world - Capitulo 18

Stop The World

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Eu voltei pro carro onde estava o Sam.

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Dean: Eai?
Eu: As crianças estão ficando doentes, acho que devemos para um pouco na cidade e ver o que tá acontecendo, eu e o Sam vamos ver o que tá acontecendo e vocês arrumei sei lá alguma coisa pra fazer.

Eu coloquei meu terno e peguei meu distintivo e fui com o Sam até o hospital, ele foi perguntar onde ficava a enfermaria pediátrica, eu segui ele e fomos até lá, quando passei por um quarto e vi uma velinha e ela olhou de volta com um olhar forte como queria me matar e reparei a cruz de cabeça pra baixo, o Sam me puxou e fomos a enfermaria, chamamos o doutor e pedimos pra ele nos explicar direito.

Doutor: Eu iria chamar mesmo o CCD, eu não sei o que está acontecendo.
Eu: Quanto casos até agora?
Doutor: Seis, no começo pensei que era apenas uma virose depois foi se espalhando e agora temos que manter separados os pacientes. - olhei as crianças - e mantemos ela em quartos de vidro, ninguém sem ser nos médicos entram.
Sam: Não há tratamento?
Doutor: Não, as crianças não respondem aos antibióticos e as contagens de leucócitos está muito baixa, os sistemas imunológico delas está falhando estão definhando.
xxx- Com licença doutor Turner.
Sam: Já viu algo desse tipo?
Doutor: Grave assim não.
xxx- O jeito que se espalha e novidade pra mim.
Eu: Como assim?
xxx- Ele passa através da família, mas só as crianças um irmão depois do outro.
Eu: Podemos falar com umas das crianças?
xxx- não estão conscientes.
Sam: Nenhuma?
xxx- Nenhuma.
Eu: Então podemos falar com os pais de um deles?
Doutor: Se isso vai ajuda, sim, pode.
Eu: Qual foi o mais recente?
Doutor: Leonel, eu vou chama-lo. - foi embora -
Leonel: Pois não, tem que ser rápido eu tenho que ficar com minhas filhas.
Eu: Entendo, qual e o nome dela.
Leonel: Izzie e Mel, Izzie e mais velha 13 anos.
Sam: Ela ficou doente primeiro não foi?
Leonel: Sim e a Mel na noite seguinte.
Eu: Em 24 horas?
Leonel: Sim por ai, olha eu já disse tudo isso ao doutor.
Eu: Eu sei mas e que eu preciso saber de só uma coisa se não foi incomoda-lo, como pegaram pneumonia? elas saíram no frio? ou o que?
Leonel: Não, nos achamos que foram as janelas que ficaram abertas.
Sam: As duas?
Leonel: A primeira eu não sei, mas a segunda eu tenho certeza que fechei a janela antes de colocar a Mel pra dormir.
Sam: Acha que foi ela que abriu a porta?
Leonel: Não, e no segundo andar, ninguém tem acesso e ela não poderia.
Eu: Claro, obrigada.

 Saímos do hospital, Sam ligou pra SuaAmiga e perguntou onde ela estava, ela nos deu o endereço de onde estavam e fomos até o restaurante onde estavam

Sam: Eu não sei pode ser só uma pneumonia.
Eu: Ou alguma coisa abriu a janela, temos 6 crianças internada e todas não conscientes, eu sei que pode ser uma doença mas nunca vi pneumonia deixar alguém em coma.
SuaAmiga: Se for tão grave talvez possa.
Eu: Os pais não estaram na casa o que nos dar uma chance de olhar a casa.
Dean: Vamos agora.
Eu: Tá.

Eu fui no carro com o Dean, assim que chegamos a rua parecia bem vazia e tinha poucas pessoas andando e facilitou mais a nossa entrada na casa. Pra não chamar atenção fomos pelos fundo, eu subi pro quarto das meninas com a SuaAmiga os meninos vieram depois olhar também.

Sam: Tem razão, não e uma pneumonia. - fui até a janela-
Eu: O que deixa uma expressão assim?
Dean: Eu já vi essas digitais, o pai já matou essa coisa antes. - ele olhou pro Sam - vamos terminar esse trabalho e um estriga, e um tipo de bruxa que se alimenta da energia vital das crianças, então vamos.


Logo escureceu procuramos um hotel, assim que chegamos pegamos a bolsa e entramos, eu chamei um atendente e veio um menino.

Menino: Cama de casal ou solteiro?
Eu: Solteiro.
Menino: Ele não e seu.. - ele apontou pro Dean que estava do meu lado -
Eu: Não. - entrou uma moça -
Moça: Registro?
Eu: Sim.
Menino: Estou registrando mãe.
Moça: Não, deixa que eu faço isso, vá dar comida pro seu irmão, eu já vou.
Menino: Solteiro.
Dean: Bem esperto.
Moça: Se acha.
Dean: Paga com cartão?
Moça: Sim. - ele deu o cartão -

Eu fiquei olhando o irmão cuidado de pequeno, e o Dean também mas de repente ele já não tirava os olhos do menino e eu estranhei, eu cutuquei ele e nada, mas depois ele se ligou e pegou o cartão, ela nos deu a chave do quarto e fomos embora, o Sam pegou o notebook e ficou pesquisando.

Sam: Você tem razão e um estriga, ele se alimentam de energia vital das pessoas, eles se alimenta de qualquer um mas prefere crianças.
SuaAmiga: Deve ser porque o sopro vital e mais forte.
Sam: E, escutem, As estrigas são invulneráveis a qualquer arma de origem divina ou humana.
Dean: Não, não e bem assim, ficam vulnerável quando se alimentam - foi até a bolsa - quando você pega-la  quando se alimentam pode mata-la com ferro bento, chumbo grosso ou carga.
Eu: Como você sabe?
Dean: Meu pai me contou eu lembro.
Eu: Se seu pai ja lutou com isso, me diz porque ela ainda está viva?
Dean: Ela fugiu. - ele pegou um caderno -
Sam: Não vai ser fácil de acha-la, sabemos como mata-la agora achar.. vai ser meio dificil as estrigas tomam a forma humana quando não estão caçando, geralmente uma forma inofensiva mas costuma ser uma frágil velinha - eu me lembrei da moça no hospital - e pode explicar a historia da bruxa que começou a ser uma velha má.
Dean: Eu marquei a casa das vitimas - fui até ele - e as três ficam bem próximas e no meio o hospital.
Eu: E no hospital eu vi uma paciente,  uma velinha e no quarto dela tinha uma cruz invertida
Dean: Eu e você vamos agora ao hospital.
Eu: Você é maluco.

Eu coloquei minha roupa e fui até o carro onde o Dean estava, ficamos esperando um pouco na porta do hospital então entramos, estava vazio, eu fui atrás. o Doutor Turner ja estava saindo e quando eu passei na frente o Dean me puxou de volta pra que ele não me visse, ele passou sem nos ver, e assim que a barra ficou limpa fomos até o quarto da velinha, a porta estava fechada, eu abri e entramos, ela estava na cadeira de rodas virada para a janela. Eu peguei minha arma e apontei pra ela o Dean se aproximou o rosto dela e ela virou fazendo a gente tomar um susto.

Eu: Mas que merda. - me acalmei -
Velinha: Quem está aqui? quem e? e um ladrão querendo roubar minhas coisas? tem muito ladrão por aqui.
Eu: Não, senhora e a enfermeira desculpe se eu cheguei sem bater, mas e que eu pensei que estava dormindo.
Velinha: Ah que besteira, eu durmo de olho bem aberto - riu - endireite o crucifixo eu já pedi 5 vezes - o Dean ajeitou - 

O Dean me olhou e saímos da sala, guardei a arma e fui embora do hospital, eu chamei o Dean pra ir ao bar comigo e ficamos lá até 5h da manhã depois voltamos assim que o sol se pois, ele estacionou o carro e eu fiquei lembrando da cena e rindo sozinha.

Eu: Eu durmo de olhos bem aberto, era só o que me faltava. - ri -
Dean: Eu quase matei a velinha.
Eu: Ela quase matou você com o susto - ri - ai meu deus
Dean: E pode rir nos voltamos a estaca zero. - olhou pro menino sentado no banco - o que houve com ele?
Eu: Quem?
Dean: O menino sentado. - eu me aproximei -
Eu: O que foi menino?
Menino: Meu irmão está doente.
Dean: O pequeninho?
Menino: Sim, pneumonia, ele está no hospital, a culpa e minha.
Dean: Que isso? como?
Menino: Eu deveria ter trancado as janelas ele não ia ter pneumonia se eu tivesse trancado as janelas.
Dean: Eu garanto que não e culpa sua, tá?
Menino: Tenho que tomar conta dele. - a moça saiu fora do hotel. -
Moça: Alan, eu quero que ponha um aviso de lotado enquanto estou fora, Roberta vira cuidar do atendimento não se preocupe com nenhum dos quarto.
Alan: Eu vou com você.
Moça: Não.
Alan: Mas eu quero ver o Austin.
Eu: Alan, eu sei como se sente, eu também sou irmã mais velha e entendo, agora deixe ela ir e pega leve com sua mãe.
Moça: Droga. - deixou a bolsa cair. -
Dean: Aqui - entregou a ela - porque não deixa eu te levar ao hospital e a (SeuNome) cuida do Alan.
Moça: Não eu vou sozinha.
Dean: Não, eu levo você, eu insisto ajudar - ela deu a chave ao Dean - cuida dele.
Eu: Claro - peguei a mão do Alan.

Eu fiquei cuidando do Alan com a SuaAmiga enquanto o Sam foi a biblioteca ver o que achavam e enquanto isso eu olhei algumas coisas do Dean na bolsa dele, eu deixei a SuaAmiga com o menino e fui atrás do Sam que estava no computador e eu fui até ele

Eu: Oi - sentei - o que achou?
Sam: Algumas coisas e uma péssima noticia, eu já avisei ao Dean, a cada 15 ou 20 anos ela ataca em uma cidade diferente a coisa do está começando por aqui, e em todos os outro lugares foram meses e dúzias de crianças antes da estriga ir embora. Primeiro as crianças entram em coma depois morrem.
Eu: A quanto tempo isso começou?
Sam: Eu não sei, o primeira vez que eu achei foi em um lugar chamado Black Evills Falls em 1890, e olha o que eu achei - me mostrou a foto -
Eu: Um monte de médicos em volta de uma criança.
Sam: Repara bem - olhei o doutor Turner - O doutor, e a foto foi tirada em 1893.

Voltamos pro hotel e esperamos o Dean chegar, SuaAmiga tinha levando o Alan pra menina que iria cuidar do hotel depois ela voltou.

Eu: Medico e um disfarce perfeito, ainda mais sendo pediatra e cuida das crianças.
Dean: Você não viram a cara de sonso que ele fazia.
Eu: E, eu posso imagina.
Dean: Pois e, eu não podia pega-lo em meio de uma enfermaria pediátrica, também não podia enche-lo de bala porque não funciona, e também porque não estava se alimentando.
SuaAmiga: E, mas eu tenho uma ideia, se a estriga trabalha com irmãos temos um do nosso lado, na noite passada ela veio atrás do Austin e hoje atrás do Alan
Eu: Temos que tira-lo daqui.
SuaAmiga: Ou usamos ele como isca.
Sam: Não de jeito algum.
Dean: Não estragaria tudo.
Sam: O que? Não eu não vou deixar ele ser usado igual uma minhoca no anzol, Dean.
Dean: E a nossa única chance Sam, ESSAS CRIANÇAS ESTÃO MORRENDO POR MINHA CULPA ENTÃO EU VOU USAR O ALAN COMO ISCA.
Sam: Como pode ser sua culpa? Você tá me escondendo alguma coisa, eu sei que o pai não deixou essa coisa fugir, então fala agora.
Dean: O pai foi caçar, ele deixou você comigo, era a terceira noite eu estava no tédio, subindo pelas paredes, então eu resolvi sai e deixei você dormindo, eu fui jogar e assim que fliperama fechou eu voltei pro hotel, assim que eu entrei no quarto eu vi a estriga sugando sua energia mas quando ela me viu ela parou na hora e o pai chegou, ela fugiu pela janela e você não se machucou, o nosso pai pegou a gente e nos deixou na casa do pastor e até ele voltar a estriga tinha desaparecido, sumiu e nunca reapareceu até agora, ele nunca mais tocou nesse assunto nem eu, mas ele me olhava diferente. E sabe qual era o pior? não que eu o culpasse, ele me deu uma ordem e eu não ouvi e você quase morreu.
Sam: Você era um garoto.
Dean: Não, isso e uma coisa mal resolvida pra mim e eu sou resolver.
Eu: Então vamos nos preparar.

Arrumamos todas as coisas e fomos até o Alan quando contamos pra ele ele nos ameaçou de chamar a policia, eu peguei o telefone da mão dele e arrebentei  o fio

Eu: Tem que acreditar na gente, essa coisa entrou pela janela e atacou o seu irmão, e essa coisa já atacou o Sam quando criança, você precisa nos ajudar.
Alan: Essa coisa usa uma roupa preta?
Eu: Você a viu ontem a noite?
Alan: Sim, eu pensei que fosse um pesadelo.
Eu; Eu daria tudo pra que isso fosse apenas um pesadelo, mas as vezes pesadelos são reais, e nos precisamos a sua ajuda.
Alan: Minha ajuda?
SuaAmiga: Sim, podemos mata-la.
Eu: E, podemos eu e eles, e isso que fazemos, somos caçadores.
Dean: E não podemos fazer sem você.
Alan: Não.
SuaAmiga: Olha me escuta, aquela coisa machucou o Austin e vai ferir outras crianças se você não ajudar a matar aquela coisa.
Alan: Não.
Eu: Tá, vamos embora.

Voltamos pro quarto, eu tirei o casaco e joguei na cama e fiquei pensando como iriamos pegar a coisa, o Dean parecia triste mas eu preferi nem falar nada, enquanto estávamos arrumando as armas alguém bateu na porta, eu atendi e quando abri o Alan estava parado.

Alan: Se vocês a matarem o Austin vai melhorar?
Eu: Honestamente, não sabemos.
Alan: Disse que era irmã mais velha.
Eu: E sou.
Alan: Cuidava do seu irmãozinho? Faria qualquer coisa por ele? -

Meus olhos se encheram de lágrimas e eu não consegui responder ele e apenas sorri.

Eu: Sim, eu faria.
Alan: Eu também, eu ajudo.

Assim que anoiteceu fomos até a casa dele, eu e o Dean colocamos a câmera no quarto, o Sam ficou com a SuaAmiga, deixamos a câmera no lugar.

Alan: O que eu faço.
Dean: Fique em baixo da coberta.
Alan: E quando ela entrar?
Eu: Estaremos bem aqui do lado Alan, eu e o Dean estaremos na porta vamos entrar com as armas e você vai rolar pra debaixo na cara.
Alan: E se me acertarem.
Dean: Confie em nos, somos bons de mira e não vamos atirar até que esteja seguro. - sorriu -
Eu: Não tenha medo, estamos aqui.
Dean: Já ouviu um tiro?
Alan: Que nem nos filmes?
Eu: Não será como nos filmes, será bem mais alto, então quero que você fique embaixo da cama tape os ouvidos e não saia até que nos dizermos que pode sair
Alan: Tá.
Eu: Dean, vamos.

Ficamos na porta esperamos a coisa aparecer, eu me sentei ficamos até as 4h esperando e nada eu já estava com sono e cansada de esperar então me deitei um pouco e o Sam e o Dean estava conversando.

Dean: Ei ei. - eu fui até ele - olha a janela.

Eu olhei a janela e vi uma mão com garras enorme, pegamos as armas e esperamos o sinal da SuaAmiga dizer que já podia entrar, eu iria abrir a porta.

Sam: Agora.
SuaAmiga: Não ainda não.

Eu olhei pro Dean e ele me olhou também, assim que a SuaAmiga deu permissão eu chutei a porta e entramos, o Alan foi pro chão, atiramos na estriga até ela cair no chão, eu me aproximei da estriga que estava deitada no chão devagar e eu desarmei e olhei pro Dean, a criatura se levantou e apertou o meu pescoço me jogando na parede, eu tentei me levantar mas a dor que sentia na barriga não me deixou eu gritei pela SuaAmiga e ela entrou atirando na estriga mas ela também a jogou longe, e foi pra cima do Sam sugando a energia vital dele, eu procurei a arma mas vi que estava muito longe e não consegui pegar.

Dean: Ei - atirou -

A bala pegou na boca da estriga que na hora caiu por cima do Sam, eu me deitei no chão e respirei, o Sam me ajudou a levantar e o Alan saiu de baixo da cama fui atrás da SuaAmiga e ela tinha acabado de se levantar. Ficamos até a manhã com o menino até a mãe chegar, arrumamos as coisas e colocamos no carro.

Dean: Haley, como está o Austin?
Haley: Está bem, ele acordou hoje, então ele vai ficar em observação hoje a noite e amanhã vem pra casa.
Eu: Isso e ótimo.  - sorri - e as outras crianças?
Haley: Estão bem, receberam alta em poucos dias, o doutor Braun disse que a enfermaria vai ficar bem vazia.
Sam: Doutor Braun? o que aconteceu com o Doutor Turner?
Haley: Eu não sei, não apareceu hoje, mas acho que está doente ou de licença alguma coisa assim.
Eu: E, deve ser.
Haley: Aconteceu alguma coisa enquanto eu estava fora?
Alan: Não, tudo na mesma.
Haley: Vamos ver o Austin?
Alan: Agora?
Haley: Sim. - ele sorriu e entrou no carro - Obrigada por tudo, agora deixa eu ir, tchau.

Ela entrou no carro e foi pro hospital, eu terminei de colocar as coisas na mala e fechei tudo.

Eu: E uma pena.
Dean: O menino vai ficar bem.
Eu: O Alan, e uma pena que agora ele saiba que o mal existe.
Dean: Quem sabe um dia a gente acaba com ele.
Eu: Se existisse um jeito.
Dean: Você tá bem?
Eu: Sim por que?
Dean: Eu vi quando a estriga jogou você na parede e você não conseguiu se levantar, como tá o corte?
Eu: Melhor possível. - sorri - com o tempo vai se curar, e você? conseguiu terminar o trabalho pro seu pai.
Dean: E, eu me sinto bem por isso. - ele entrou dentro do carro - vamos Sammy.

O Sam entrou no carro e eu fui pro meu, pegamos a estrada, quando anoiteceu paramos em um bar pra comer, enquanto ficamos na mesa o Dean foi falar com a garçonete.

Sam: (SeuNome)
Eu: Eu.
Sam: Dá uma forcinha pro Dean - olhei pra ele com a moça. - se e que você me entende.
Eu: Não Sam, acho que ele vai ficar bravo comigo.
SuaAmiga: Até parece que você não gosta quando ele fica, você vive irritando ele.
Eu: Idiotas - me levantei e fui até ele - Oi - sorri -
Dean: O que você quer?
Eu: O que eu quero não, o seu namorado quer, e ele quer que você volte pra mesa.
Moça: Como assim namorado?
Eu: Ah ele não te contou? aquele moreninho ali, e namorado dele.
Dean: Como e que e? o Sammy? Não
Eu: O que, Dean você não pode ficar se escondendo de você mesmo, tem que ter orgulho.
Moça: Você e gay?
Eu: Responde Dean - ele gaguejou - vai ser um pouco dificil agora.
Moça: E pra que ele queria meu telefone - eu peguei o papel em suas mãos -
Eu: Pra isso - joguei no lixo. -
Dean: Não, aquele e meu irmão.
Moça: Idiota.
Dean: O que? não espera. - se virou pra mim - eu odeio você.
Eu: Eu sei e eu retribuo o carinho - ri -

Voltamos pra mesa, eu não conseguia parar de rir com a cara do Dean mas quando o Sam me passou o jornal que tinha como manchete "Casal e encontrado com gargantas cortadas em casa."

Dean: Sammy a sua ideia foi tão idiota que posso dizer que você acabou de perder uma menina - apontou pra garota com quem ele estava - ela ta com amiguinha eu podia te apresenta.
Eu: Acorda Dean, tem trabalho - joguei o jornal nele - eles foram mortos como Sam?
Sam: Ainda não sei, sem impressões ou armas no crime portas e janelas foram trancadas, e eles tinham arme.
Dean: Pode ser que não seja nosso e seja trabalho pra policia.
SuaAmiga: Não Dean, eu e o Sam procuramos bem e encontramos crimes iguais so que de anos diferentes, foram 1912, 1945, e o último em1970. Da mesma forma, gargantas cortadas, sem impressões ou armas no crime, porta e janelas trancadas por dentro com alarme, mas tanto tempo se passou entre os crimes que ninguém percebeu o padrão.
Dean: E Sammy meu amor, to contigo, vale a pena conferir, mas vamos esperar até amanhã de manhã.
Sam: E - o Dean se levantou -
Dean: Então tchau. - foi até as meninas. -
Eu: Você tem certeza que ele e seu irmão? porque você e mais.. vou ficar na minha.
SuaAmiga: Mais lindo - beijou ele -
Eu: To fora se vou ficar de vela, eu prefiro ser um Dean da vida, tchau - me sentei no balcão -

Eu me sentei no balcão e pedi uma bebida, e vi que o Dean tava se aproximando e se sentou ao meu lado.

Dean: Preferiu ficar longe do casalzinho ali?
Eu: E você? Onde estão suas mulheres?
Dean: Elas acham que sou gay.
Eu: Eu mandei bem.
Dean: E, você e idiota.
Eu: Você realmente acha que essa garotas de bar são as melhores?
Dean: Não, mas são experientes, e eu gosto de mulheres experientes.
Eu: Tá certo então.
Dean: Sammy gosta da SuaAmiga, pensei que ele nunca mais gostaria de alguém assim como gostou da  Jess.
Eu: E, eu espero que goste. - sorri -
Dean: Vamos procurar um hotel e deixar eles ai. - fomos até ele - Aqui perto tem um hotel, eu vou ir lá espero vocês.
Sam: Ok.

Fomos até o salão pegamos dois quartos com camas de solteiros, o Dean saiu pra comprar cerveja e eu arrumei as coisas quando eu vi ele chegando eu fui até ele me sentei no carro e fiquei olhando o céu, ele fez o mesmo.

Eu: Por que você não volta pra lisa, Sam fica com a SuaAmiga e eu sigo a minha vida?
Dean: Essa vida me persegue e mesmo que se eu quisesse não poderia envolver minha família no meio do meu trabalho.
Eu: Entendi - ele sorriu - Eu vou pro quarto dormir.
Dean: Eu também.

Eu fui pro quarto e ele também, entrei e fui no banheiro, tomei um banho e fui dormir. Dia seguinte olhei pra cama e a SuaAmiga não estava, eu me vesti e sai do carro vi o Dean olhando a mala e fui até ele.

Eu: Oi - ele me olhou -
Dean: Oi, agora vamos até a casa do casal que morreu na noite passada.
Eu: E o Sam?
Dean: Tá no carro, ele vai com a SuaAmiga.
Eu: Então eu vou ter de ir com você? - Ele balançou a cabeça fazendo sim -
Dean: Fique sabendo que eu também não gosto nada disso, mas e pelo Sammy e eu faço qualquer coisa até levar um capeta no meu carro.
Eu: Me odeia tanto assim?
Dean: Depois de ontem a noite, mas do que voce imagina.
Eu: Era de se esperar.

Ele deu partido e fomos pra casa do casal que morreu, quando entramos na casa e não havia moveis ou outra coisa.

Sam: Pra sorte de vocês quando vocês foram embora eu descobri que não havia assombração na casa ou coisas do tipo. e
Eu: Mas onde está os moveis?
Sam: No leilão e e pra lá que vamos.

Fomos pro leilão e quando chegamos e estacionamos o carro, quando sai vi a fila de Ferraris estacionada e eu me virei pro Dean soltando um "Uau" o evento era bem chique. Quando entramos no leilão algumas pessoas ficaram nos olhando e eu imagine o por que, porque não estávamos bem vestidos pra ocasião mas mesmo assim eu tava me lixando só tava afim de comer mesmo, um homem veio até nos e ficou parado nos olhando.

Eu: Que foi?
Sam: Oi, eu sou o Sam, essa e a (SeuNome), Dean meu irmão e a essa e uma amiga nossa SuaAmiga - nos apresentamos. -
xxx: Sou Ryan o dono da casa de leilões.
Eu: Ah, que legal.
Ryan: Eu sou o dono e sei que foi convidados e o nomes de vocês não estão na lista. - o garçom veio com champanhe e o Dean pegou -
Dean: Finalmente.
Eu: Eu garanto que nossos nomes estão sim lá.
Dean: Não importa, só viemos olhar, vamos.

Olhamos algumas coisas mas um quadro realmente chamou minha atenção, eu me aproximei e fiquei olhando, o Sam também se aproximou e olhou.

xxx: Um bom exemplo de primitivo americano não acham?
Eu: E. - sorri -
Dean: Vai que e tua Sammy. - bateu nele -
xxx: Sou Sara. - nos cumprimentou  - 
Sam: Eu sou Sammy, meu irmão Dean, essa e a SuaAmiga e SeuNome.
Sara: Dean e SeuNome eu posso trazer mais comida se quiserem.
Eu: Não precisa não, valeu.
Sara: Então eu posso ajudar vocês?
SuaAmiga: O que sabe sobre esse quadro que era da família Renner?
Sara: Pois e, venderam as coisas tão cedo, mas uma coisa meu pai está certo sensacionalismo atraem multidões, até os ricos.
Sam: Será que eu posso ver as procedências?
Ryan: Eu lamento mas não há menor chance, os nomes de vocês não estão na lista e eu acho que está na hora de ir.
Eu: Precisa nem repetir.
Ryan: Pelo visto preciso.
Eu: Tá,  tudo bem, vamos.

Voltamos pro hotel, entramos no quarto.

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