Stop The World
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Eu me sentei no capo do carro com ele e tomei o café.
>> AGORA <<
Sam: Temos trabalho.
Eu: Fala ai.
Sam: Parece que um cara apareceu no pronto socorro, estava sem algumas partes dos órgãos.
Eu: Que tipo de partes?
Sam: Fígado, e eu descobri uma coisa, haviam digitais ensanguentadas no cadáver, mas não na vitima.
Eu: O que? não entendi.
Sam: As digitais são de um cara que morreu a 1961.
Eu: Ah você tá brincando. - ri - então se trata de um zumbir vamos dizer assim.
Sam: E, quem sabe? vamos falar com o legista.
Eu: Eu e você?
Sam: E, eu acho que sim.
Eu sorri pra ele e ele fez o mesmo, o Dean e a SuaAmiga saíram da loja, pegamos um hotel, eu me vesti e fui com o Sam, quando chegamos vimos o doutor e falamos com ele, mostramos os distintivos e ele disse que o fígado não havia sido arrancado e sim removido por alguém que sabia manusear um bisturi depois que vimos o corpo fomos embora.
Eu: Um zumbi cirurgião, já vi de tudo mas essa e novidade nova.
Sam: Pois e, e sabe manusear um bisturi.
Eu: Pois e, será que o Dean conseguiu alguma coisa, olha porque também pode ser caso pra policia, pode ser um roubo de órgãos e não um ataque zumbi, primeiro vamos investigar, se não for problema nosso a gente deixa pra quem realmente trabalha pra isso.
Sam: E, vamos encontrar o Dean e a SuaAmiga e ver logo o que tá acontecendo na cidade.
Fomos até o hospital em que deixamos o Dean e ele já estava saindo.
Eu: O que encontraram?
Dean: O cara que roubou o rim do homem que estava checando o medidor, e o cara acordou em uma mesa, vamos dizer que ele foi ver o medidor um homem qualquer vem e bate nele fazendo ele desmaiar e ele acorda em uma mesa de cirurgia, agora vamos voltar e bater um rango.
Voltamos pro hotel, eu fui até a lanchonete e comprei comida e dei a eles, liguei a tv me deitei na cama e comi o hambúrguer, o Sam estava pesquisando sobre cirurgias e outras coisas, eu me sentei perto dele e do Dean e fiquei olhando.
Sam: Eu falei com o medico do paciente e as incisões dele foram suturadas com seda, os médicos usam sedas pra fazer suturas no inicio do século 19, mas com isso os pacientes tinham infecções graves, as mortalidades era alta. Então os médicos faziam de tudo pra que as infecções não se espalhassem eles usavam larvas.
SuaAmiga: Ei, to comendo.
Sam: E pois e, e dava certo porque as larvas comem os tecidos ruins e deixam os tecidos bons e quando acharam o nosso homem sua cavidade do corpo estava cheia de larvas.
SuaAmiga: SAM TO COMENDO CARAMBA.
Dean: Eu já ouvi isso antes, e eu me lembro, quando trabalhava com o pai, eu tinha ouvido um tal de Doutor Cooper, ele era obcecado por alquimia e principalmente pela vida eterna.
Sam: Ele fechou o consultório e por 20 anos ninguém teve noticia deles.
Eu: E de repente começaram a aparecer pessoas mortas.
SuaAmiga: Mortas ou com algum órgão faltando no corpo, e o que ele estava fazendo estava funcionando e ele continuou fazendo e se partes faltavam ele substituía.
Dean: E o pai arrancou seu coração, pensei que tivesse morto.
Eu: E mas não estava e ele foi atrás de outro coração, e isso?
SuaAmiga: Onde ele trabalha Sam?
Sam: Parece que Cooper e bem exigente com o local de laboratório ele gosta de mata densa com acesso a um rio ou córrego ou algum tipo de água pura.
Eu: Por que?
Sam: Lá porque ele gosta de joga os intestinos e os material fecal.
SuaAmiga: NÃO.
Eu: Já perdeu o apetite? - ri -
SuaAmiga: Não, to bem
Quando anoiteceu eles foram dormir, eu fui tomar um banho, coloquei uma roupa e fui assistir a televisão, quando deu o sono eu desliguei e fui dormir. Manhã seguinte eu acordei e Sam, SuaAmiga e o Dean estava vendo o mapa da cidade, eu fui no banheiro escovei os dentes e vesti outra roupa e sai, peguei o mapa que já estava marcado e perguntei o que era os locais dentro do circulo vermelho.
Sam: São antigas cabanas de caça e a maioria estão abandonadas faz anos
Eu: Então, vamos.
Sam: São muitas.
Eu: E dai Sammy, a gente se separa e olhas a cabanas, são 20, cada um fica com 5 e depois a gente se encontra.
Dean: E se alguém achar o Cooper
Eu: Liga avisando que encontrou simples.
Dean; Então vai ser assim.
Eu peguei a bolsa e fomos as cabanas, no separamos, eu tinha olhado quase todas só tinha mais um, eu entrei e vi que não tinha ninguém, desci as escadas pro porão e vi um homem deitado amarrado em uma maca de hospital, fui até ele e verifiquei a pulsação e ele já não tinha, caminhei até o outro lado e tinha uma moça deitada com os braços com larvas aquilo me fez me sentir mal, eu coloquei a mão no pescoço dela e ela deu um grito, envolvi um pano nos braços dela e a soltei.
Eu: Eu vou ajudar, preciso que fique quieta ok? - ouvi a porta batendo. - e ele, fica calma.
Eu coloquei a mão na boca dela e disse que deveria ficar pronta pra correr e ela concordou comigo, assim que vi que o caminho estava livre corremos, mas quando olhei pra trás o médico estava atrás de nos, entramos no carro, eu feche tudo e subi as janelas mas ele quebrou ela.
Eu: O que? VOCÊ ME DEVE UMA JANELA NOVA FILHO DO FRANKENSTEIN.
Eu dei ré no carro e ele agarrou a janela e veio junto eu acelerei e fiz ele cai no chão e depois passei por cima dela e fui embora, no caminho eu liguei pro Dean.
Ligação on:
Eu: Saiam dai agora, eu to indo por hospital com uma menina que encontrei na cabana, ele ainda tá por ai, vão embora, depois eu vou.
Dean: Tá. - desligou -
Ligação of:
Eu deixei ela hospital e depois fui pro hotel, ele chegaram logo.
Eu: Eu não sei vocês, mas eu to cheia de fome e vou a lanchonete comprar comida. - sai -
Eu fui até a lanchonete, a rua estava meia vazia não havia muitas pessoas, depois que compre fui andando até o hotel e no caminho senti que estava sendo seguida, e quando acelerei o passo tive a certeza e quando quase cheguei no hotel cruzei com o doutor eu tentei correr mas ele me puxou e colocou um pano no meu rosto.... Quando acordei senti meus braços presos e quando levantei a cabeça eu vi que estava amarrada.
Cooper: Não tenha medo do que vai acontecer aqui, você tem 99% de chances de sair viva daqui.
Eu: E o resto? ah entendi os 99% porque se eu sair viva os últimos % de chances que eu tenho você vai usar pra me matar, saquei.
Cooper: Você e cheia de piadas.
Eu: E? e você é cheio de si, ou melhor e cheio dos outros porque de dez partes do seu corpo zero são seus
Cooper: Tinha uma coisa que era meu até você me atropelar, meu fígado, mas agora terei outro novo.
Eu: Você perde tudo, menos a vontade de viver. - ele pegou a faca - ei ei ei, tira isso de perto de mim.
Cooper: Você tirou uma coisa de mim, agora vai me devolver.
Ele cortou um pouco a minha barriga, a dor foi insuportável, no meu bolso pude sentir o meu celular vibrando então rezei pra que o Sam ou qualquer um me achasse pelo GPS. Ele foi cortando mas mas quando parou na metade eu gritei.
Eu: ME ESCUTA, eu deixo você tirar, mas me deixa respirar um pouco.
Cooper: Tudo bem, eu vou deixar você um pouco mas depois eu recomeço. - ele largou a faca.
Ele me deu 5 minutos pra respirar, eu me senti mal, tonta como se fosse desmaiar outra vez mas me mantive acordada, depois que o tempo passou ele pegou a faca e quando foi me cortar de novo eu olhe pra porta e vi o Sam parado, ele atirou nele.
Cooper: Atire o quanto quiser.
Sam: Eu sei sobre você.
Cooper: E eu sei sobre você e o seu pai, e me surpreendo por não estarem aqui. - jogou ele na parede -
Sam: Ou não.
A SuaAmiga entrou e esfaqueou ele.
SuaAmiga: Vai ter que ser rápido. - correu -
O Sam foi atrás dele e o Dean entrou logo depois e me soltou -
Eu: Eu não consigo andar Dean - mostrei o corte -
Dean: Ele fez isso com você.
Eu: Eu to amarrada então.. claro que foi ele.
Dean: Caramba.
Ele me soltou e me colocou no chão, o Sam entrou na sala carregando o D.Cooper com a SuaAmiga, eles colocaram o doutor na cama e o amarraram.
Eu: Porque ele tá desmaiado?
SuaAmiga: Eu achei um vidro de sonífero lá em cima e derramei sobre a faca e enfiei no coração dele, eu pensei que não ia funcionar, mas funcionou.
Sam: E você como está?
Eu: Aberta.
Dean: A gente vai te levar pro hospital.
Eu: Eu to sangrando muito, eu não sei se vou aguentar.
SuaAmiga: Eu vou pegar um pano com água.
Ela trouxe e me ajudou a segurar, demorou um pouco pro doutor acordar mas acordou.
Dean: E doutor, acho que sua festinha acabou.
Doutor: Não, por favor.
Eu: Por favor e o escambau a mas 50 anos você vem matando gente inocente pra virar um zumbi, olha o que você fez comigo´, mas a lei da vida e a mesma para todos. -
Dean: E isso ai.
Enquanto eles conversavam eu tentei me levantar, eu consegui me erguer de pé, mas não por muito tempo e cai no chão, o Dean me pois no colo e me levou pra cima.
Eu: Você não deveria me ajudar.
Dean: Não e porque a gente briga que eu odeio você.
Eu: Eu não vou aguentar mais.
Dean: Só mais um pouco até a gente chegar no hospital.
Ele me colocou no banco e me levou pro hospital, assim que a enfermeira me viu toda aberta pediu pra que me colocasse na maca, o Dean ficou na sala de espera, eles me levaram pra sala. Eu pude sentir ele dando anestesia, dor era enorme mas foi parando ao poucos, eles costuraram o corte e me levaram pro quarto, eu peguei o controle e assisti a televisão, e percebi alguém chegando quando olhei pra porta o Dean estava andando até a porta e quando eu vi eu sorri e ele sorriu de volta.
Eu: Oi, eu to melhor, to me sentindo uma bobona não sei se e por causa da anestesia ou o que mas sei lá, to estranha. - ele sorriu - o que vocês fizeram com o doutor?
Dean: Eu pedi pro Sam enterra-lo vivo já que ele não pode morrer.
Eu: Fez bem, eu não vou poder sair daqui mas eu vou me dar alta, - me levantei -
Dean: Temos que sair da cidade, mas eu não vou sair com você desse jeito.
Eu: Fala serio Dean, eu posso até morrer, mas não vou morrer em um hospital, não no meio de enfermeiras, CADÊ OS DOUTORES DAQUI? vamos
Eu coloquei a roupa e sai do quarto ele me ajudou a andar e saímos pelo fundo e já caímos no estacionamento, voltamos pro hotel, quando chegamos o Sam e a SuaAmiga ja estavam lá, eu me deitei e dormi, Na manhã seguinte quando acordei o Sam já estava arrumando as coisas, eu aproveitei pra ajudar, já que estava me sentindo melhor, coloquei as coisas no carro e fomos embora, a SuaAmiga foi dirigindo até a noite cair, e assim que anoiteceu eu troquei de lugar com ela e dirigi até a manhã e quando chegamos em Fitchburg paramos pra tomar um café, eu comprei 4 copos e voltei.
Eu: O que foi?
Sam: Olha ali, não tem algo estranho - olhei pro parque da escola - são 4h 15 min.
Eu: Acabou a aula.
Sam: E mas cadê todo mundo, as crianças? deveria estar cheio de crianças brincando agora.
Eu: Eu vou falar com aquela moça, espera.
Eu fui até uma moça que estava sentada vendo uma revista.
Eu: Oi - sorri - aqui e meio quieto não e?
xxx: E uma pena.
Eu: Por que?
xxx- As crianças estão ficando doentes, e uma coisa terrível.
Eu: Quantas?
xxx- 5 ou 6 caso de hospital, os pais estão ficando nervosos acham que e contagioso.
Eu: Sim, obrigada.
Eu voltei pro carro onde estava o Sam.



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