Stop The World
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Os policias correram atrás deles o que deu tempo pra gente correr até a casa, assim que eu entrei eu me senti mais aliviada.
>> AGORA <<
Colocamos a bolsa no chão e pegamos as lanternas e as armas e fomos olhar a casa, assim que passamos pelo símbolo o Dean parou e ficou observando.
Dean: Eu já vi isso.
Eu: Vamos rápido, não temos muito tempo.
Descemos a escada e olhamos tudo em volta, eu vi as prateleiras com vidros em conservas, ouvi barulhos vindo do armário, o Sam ia abrir, ficamos prontos pra isso. Quando ele abriu saíram ratos de dentro do armário, eu me assustei mas não gritei nem nada. Senti que havia alguém atrás de mim quando senti alguém puxando meu braço e me levando junto, era um fantasma, mas ele não desapareceu, eu peguei minha arma, e eu e eles atiramos e por alguns minutos o fantasma desapareceu.
Eu: Mas que tipo de espírito e imune a sal grosso.
SuaAmiga: Talvez o Karl Hall
Dean: Vamos, vamos. - correu. -
Eu fui a última a sair o Karl me pegou pela camisa e me jogou nas prateleiras com os vidros, eu cortei minhas mãos mas consegui me levantar, o Sam me ajudou enquanto a SuaAmiga e o Dean estavam brigando contra o fantasma, corremos em direção a porta, peguei a bolsa e nos jogamos na porta caindo no chão, assim que saímos Ed e Harry estavam parados, nos levantamos e corremos. Voltamos pro hotel, a SuaAmiga me ajudou a fazer os curativos, o Dean estava deitado e o Sam estava pesquisando sobre o Karl
Dean: Eu pensei que o Karl só pegava garotas.
Sam: E diz, e também diz que ele se enforcou mas vocês viram os pulsos cortados?
Eu: Eu vi quando ele me agarrou pela camisa, além disso ele usa um machado, qual e o porque disso?
SuaAmiga: Os fantasmas são metódicos e repetem os mesmo padrões sempre.
Sam: Mas esse fica mudando, pera, olha dizem que Karl retalhou as vítimas com o machado e depois cortou os próprios pulsos agora está preso na casa pela eternidade.
Dean: Eu não sei, mas agora faço ideia de como começou. - se levantou -E mas vamos voltar lá na loja amanhã
A SuaAmiga terminou de fazer os curativos e fomos dormir. Manhã seguinte eu me levantei e coloquei uma roupa, eles já estavam acordados então disse que já podíamos ir até o Scott. Peguei meu carro e fui até a loja que ele trabalhava, quando chegamos ele estava sentado com os pés no balcão e bebendo café, entramos.
Scott: Não to nem um pouco afim de falar com vocês hoje.
Dean: Nos só viemos pra comprar um CD amigo. - ele pegou um CD - eu não tava conseguindo sacar aquele símbolo.
Eu: Sim, e o tanto que procuramos sobre e ele - chegamos perto do Scott -
Dean: Dai eu pensei, mas o símbolo não significa nada, porque se significasse saberíamos, mas então Scott você gosta e mescla cultural? ou só de assustar pessoas? - O Scott pegou o CD-
Eu: Porque não abre o jogo pra gente e nos conta sobre a casa.
Scott: A minha irmã e eu estávamos de ferias e a gente só queria se divertir e ai eu mostrei a ela a casa abandonada que eu achei, nos fizemos parecer que ela era assombrada, fizemos símbolos nas paredes, tiros uns de CDs e outros de livros teologia da minha irmã, e descobrimos que um cara chamado Karl Hall trabalhava ali e inventamos uma historia pra ele ai a historia foi se espalhando e uns caras puseram em um website idiota e a coisa criou vida própria. No começou eu achei engraçado mas aquela garota morreu, era só uma pegadinha.
SuaAmiga: Tudo bem. - saímos de perto dele - Se era armação como explica o Karl?
Voltamos pro hotel, o Sam foi tomar banho, eu aproveitei pra dar uma descansada e me deitei na cama, o Sam se vestiu e fomos até o restaurante de esquina almoçar, pegamos uma mesa.
Sam: Escuta, eu acho que isso pode ser um tupa, aconteceu um acidente a muito tempo, um grupo de monge se uniu e mentalizou monstro, meditaram tanto que trouxeram a criatura pra vida de repente.
Eu: Idai?
Sam: Eram 20 monges, imagina o que 10 mil internautas podem fazer, olha o Scott inventa a historia de Karl e a coisa se espalha, vai pra internet e agora são inúmeras pessoas e todas acreditam neles.
SuaAmiga: Então só porque as pessoas acreditam no Karl ele existe?
Sam: E, talvez.
Eu: E porque quando eu colocava um dente debaixo do travesseiro na manhã seguinte nunca aparecia moedas?
Dean: Porque você não merece.
Sam: E por causa disso - virou o notebook - um sigilo espiritual betano, na parede da casa o Scott disse que eles pintaram símbolos do livro de teologia da irmã, ele devem ter pintado esse símbolo sem ao menos saber o que era, esse sigilo e usado por séculos concentra pensamentos de meditação como uma lente de aumento as pessoas entram no website do Ed, olham pro símbolo pensam no Karl e eu sei lá, só sei que e o bastante pra dar vida a um tupa.
SuaAmiga: Agora explica porque ele muda.
Sam: A lenda muda, as pessoas pensam coisas diferente e o próprio Karl muda.
Eu: E também explica porque o sal grosso não faz efeito.
SuaAmiga: Porque ele não e um espírito tradicional.
Dean: Então temos que tirar o sigilo de betano da parede do website.
Sam: Não e tão simples, os tupas são conjurados eles ganham vida própria.
Eu: Então se ele e uma forma mental, como matados uma ideia?
Dean: Não vai ser fácil o Ed e o Harry na jogada.
Eu: Matados ele e jogamos no mar, simples - sorri -
Dean: E tive uma ideia.
Eu: Qual?
Dean: Vamos.
Ele entrou no carro, eu segui eles e paramos em um trailer, eu vi que era o trailer que os malucos moravam, o Dean bateu na porta e ele abriram.
Ed: O que querem?
Dean: Que fechem o website.
Ed: Vocês estão brincando, não e?
Eu: Estamos com cara de quem está brincando - o encaramos - não né?
Ed: Não vamos fechar o website, passamos a noite na prisão, por causa de vocês.
SuaAmiga: E, mas se não fecharem o website mais pessoas morrem, querem isso?
Harry: O que tem haver o website com pessoas morrendo?
Eu: Negocio e o seguinte, vimos as mesma coisas ontem, não foi? e milhares de pessoas sabem do Karl, e isso vão fazer com que elas queiram e entrem na casa do inferno e vão esbarrar com ele e alguém pode se machucar mas falando a minha língua alguém pode morrer.
Harry: Ela pode tá certa.
Ed: Não.
Eu: Me segura pra mim não virar minha mão na cara deles. - falei pro Dean -
Ed: Não mesmo, nos temos um compromisso com nosso fãs, com a verdade.
Eu: E eu tenho a obrigação de encher vocês de porrada.
SuaAmiga: (SeuNome) tá tudo bem.
Sam: Esquece, até poderíamos contar o que sabemos sobre o Karl, mas como eles não vamos no ajudar.
Eu: E tem razão, vamos.
Ed: EI EI EI ESPERA, ESPERA. - eles vieram atrás de nos - o que sabem sobre Karl?
Dean: Não conta não.
SuaAmiga: E se eles fecharem o website?
Eu: Eles não vão topar.
Harry: Esperem.
Ed: A gente topa. - paramos -
Dean: E um segredo.
Sam: Tudo bem, e uma coisa seria e não foi fácil de achar só se prometerem que vão tirar tudo do ar depois.
Ed: Tá, tudo bem, - o Sam tirou um papel do bolso -
Sam: E uma certidão de orbita que encontrei na biblioteca e de acordo com o legista a causa da morte foi suicídio com arma de fogo.
Dean: Ele nunca se enforcou.
Eu: Ou cortou os pulsos, ele não enforca meninas nem anda com um machado.
Harry: Ele se matou com um tiro?
SuaAmiga: Sim, com uma pistola 45, dizem que até hoje ele tem medo delas e parece que se atirarem nele com essa pistola 45 com balas especiais você mata ele.
Harry: Então, eu já vou - correu -
Ed: Harry mais devagar vão achar que estamos ansiosos.
Eu: Meu deus - ri - acha que vai funcionar?
Dean: Se não funcionar a gente volta mata os infeliz e joga o corpo no mar. - riu - vamos comer.
Fomos ao bar e esperamos que eles postassem o website.
Eu: Eles já publicaram?
Dean: Sim, escuta. Soubemos por fontes confiáveis que Karl Hall tem um medo mortal por armas de fogo.
SuaAmiga: Quanto tempo esperamos?
Sam: O suficiente pra historia se espalhar e alterar a lenda, mas a noite já podemos ir lá, as balas de ferro vão resolver. - puxou a cordinha do boneco. - eu odeio essa risada.
Eu: E mas eu se o que fazer - peguei o boneco - vem.
Eu coloquei o boneco na mala do carro, quando caiu a madrugada fomos até a casa, os policias ainda estavam lá, o Sam, Dean e a SuaAmiga se esconderam, eu entre pela mata e coloque o boneco na árvore e amarrei a cordinha no galho e isso fez que o boneco não parasse de rir, eu voltei pra onde eles estavam escondidos e fiquei olhando os policias de longe, um deles ouviu o barulho e procurou depois de um tempo eles desapareceram, corremos pra dentro da casa e pegamos as armas, eu e a SuaAmiga pegamos a esquerda e o Dean e Sam e direita e enquanto entramos nas sala ouvimos gritos dos meninos e corremos pra ver e quando chegamos o Ed e o Harry estavam lá.
Eu: Ah não, pelo amor de deus, vocês não tem nada pra fazer não?
Ed: O que acha que estamos fazendo agora?
Eu: Quando eu perguntei se vocês não tinham nada pra fazer me referi se vocês não tem louça na pia ou cueca pra lavar.
Harry: Nos deveríamos perguntar isso.
Eu: O que? - Eu fui pra cima dele, mas o Dean puxou minha mão - tem muita sorte de estarmos sem tempo, se não eu arrancaria o coração de vocês dois sem pena e daria pros cachorros da rua.
Ouvimos barulho de lâmina vindo de uma sala fechada, o Dean, Sam e a SuaAmiga ficou preparado pra atirar e eu iria abrir a porta, mas eu tive medo então não fui, eu fiquei atrás do Harry e a porta abriu sozinha com o Karl vindo nos atacar, eu fui pra frente e ajudei eles atirando no Karl e ele sumiu, nos separamos e fomos procurar, da cozinha ouvi gritos do Harry.
Eu: Vocês publicaram a historia?
Ed: Claro que sim.
Harry: Mas nosso servidor quebrou e não entrou.
Eu: Então as armas não vão funcionar?
Harry: E.
Eu: Maravilha.
Harry: Vamos embora daqui. - correram - AHHHHHH ED CORRE ELE TÁ AQUI
Eu: Tenho uma ideia.
Dean: Qual?
Eu: Fogo, Sam vai atrás deles, vamos tacar álcool na casa e queimar.
O Sam foi atrás do fantasma, eu, Dean e a SuaAmiga jogamos álcool pela casa inteira, pude ouvir os gritos do Sam então fomos até ele.
Eu: EI, vem Sam. - agarrei ele - vamos.
Saímos correndo e quando chegamos na porta eu joguei me isqueiro e corri pra fora da casa, mais pra frente eu parei e olhei a casa pegando fogo com o Karl na frente olhando pra gente, andei até o carro e guardei tudo.
Dean: Colocar fogo na casa foi sua melhor ideia?
Eu: E, sem casa sem espírito e sem espírito sem mortes, além disso a lenda dizia ele não podia sair da casa.
Dean: E se a lenda for alterada?
Eu: A gente volta e resolve e isso que fazemos.
Eu dei a chave pra SuaAmiga dirigir, entrei no carro e pegamos a estrada, eu tirei um sono até amanhã, na manhã seguinte quando acordei no meio do estacionamento sozinha no carro, tirei a chave e fechei e sai. Avistei o Sam vindo de longe falando ao telefone.
Eu: O que foi?
Sam: Pra você, café, Dean mandou - me entregou. -
Eu me sentei no capo do carro com ele e tomei o café.

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