Stop The World
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Pegamos a trilha e chegamos em um galpão abandonado.
>> AGORA <<
Entramos devagar, eu ia atrás pra garantir que o Matt não iria desaparecer, quando entramos o wendigo ia saindo, no escondemos e ele passou bem do nosso lado, o Matt ia gritar mas eu tampei a boca dele e depois que ele se foi corremos rápido pra procurar o Dean e eu e o Sam nos separamos ele ficou com o Matt e eu fui sozinha, e quando eu entrei em uma sala e vi o Dean pendurado pelas mãos no teto.
Eu: Ei ei, - mexi nele -
Dean: Ele vai voltar logo.
Eu: Eu sei, eu vou soltar você - cortei as cordas-
Dean: Corta as cordas dela. - eu cortei -
Anna: Justin?
Ela foi até o cara amarrado e mexeu nele, e ele não acordou, eu me virei e ele me agarrou com os pés e o Dean me tirou de perto dele e viu que ele ainda estava vivo e soltou ele também e eu soltei a SuaAmiga.
Eu: Eu tenho três sinalizadores, pra você - joguei pra ele - uma tá com o Sam e outra comigo, SuaAmiga leva eles daqui e leva as bolsas que eu e o Dean vamos tentar matar essa coisa.
SuaAmiga: Tem certeza?
Eu: Tenho, eu vou ficar bem. - sorri - vão!
Dean: Eu e você. - eu sorri pra ele - vamos.
Fiquei atrás dele e assim que o wendigo chegou o Dean me olhou e balançou a cabeça fazendo sim, eu entrei na frente do wendigo e ele correu atrás de mim, ai eu lembre que estava com a arma e atingi ele com o fogo, não estava funcionando e ele me pegou pelo casaco e me jogou pela parede.
Sam: Ei coisa feia. - jogou álcool nele - AGORA DEAN.
Dean: (SeuNome) se protege - jogou fogo nele -
Ele pegou fogo, o Sam me pegou pelo braço e me levou pra fora e o galpão pegou fogo, a Anna chamou a ambulância, eu deixei o Dean sozinho com a Anna e depois fui falar com eles.
Eu: Oi.
Anna: Obrigada por me salvar. - sorriu -
Eu: E meu trabalho não há de que.
Anna: Obrigada Dean - beijou ele - vou ao hospital levar o Justin - ela foi embora.
Eu: Hum. - ri -
Dean: Não foi nada demais.
Eu: Vamos dizer que não porque você já está acostumado porque todas as meninas bonitas beijam você.
Dean: Eu sei que sou demais.
Eu: Uhum, obrigada por salvar minha vida.
Dean: Você me ajudou, me tirou de lá, foi o mínimo que pude fazer.
Sam: Ah, oi eu tava pensando porque a gente não vai pra casa do Bobby e ficamos por um tempo.
Dean: E o melhor, vamos.
Entrei no carro, eles foram na frente pra nos mostrar o caminho até a casa do Bobby, quando chegamos vi que a casa dele ficava no meio do ferro velho, mas o lugar era bem legar até, entrei na casa e subi pro quarto, tomei um banho e fui dormir... Dia seguinte acordei e olhei o relógio e vi que era meio-dia, eu desci e a SuaAmiga me deu um copo com café e eu tomei, o Sam estava pesquisando e o Dean estava ajeitando o carro, eu me sentei na mesa e vi o que o Sam tinha.
Sam: Duas mortes dentro do hospício e um amigo nosso nos informou que há uma coisa matando dentro do hospício por outro lado estão dizendo que foi suicido - me mostrou as fotos - pulsos cortados.
Eu: Dentro de uma clinica particular para loucos, eles deveriam deixar coisas afiadas e que podem machucar longe do pacientes.
Sam: E e, mas não sabem como ela cortou os pulsos.
Eu: Como vai entrar no hospício?
Sam: Por isso que precisamos da sua ajuda, você vai nos colocar dentro da clinica.
Eu: Como?
Sam: Arrume um jeito, eu vou cuidar do caso.
Eu: Tá, essa tarde eu coloco vocês como meus irmãozinhos doentes - ri - e, essa vai ser mole.
Eu coloquei minha roupa e peguei minha identidade da FBI e fui com eles até a clinica, esperamos na recepção e entramos na sala do doutor, eu me segurei pra não rir na cara dos meninos por eles serem internados mas eu ficaria vigiando eles o dia todo.
Eu: Olá eu sou agente do FBI Carter Rain e esses são meus irmãos Beck Rain e Paul Rain e está acontecendo uma coisa muito, muito triste, meu irmãos e eu somos o melhor trio da FBI e eu não entendo uma palavra do que eles dizem e eu resolvi fazer o que era certo interna-los nessa clinica.
Doutor: Mas o que está acontecendo com eles?
Eu: Ah o senhor quer saber? Falem a eles meninos.
Sam: Olha eu brigo muito com meu irmão porque ele diz que a culpa foi minha, porque eu causei o apocalipse, e mas nessa caso a culpa foi minha sim, mas ele deveria ter tentado me tirar da jaula de Lúcifer mas não, ele tentou viver a sua vidinha normal com a namorada.
Dean: Não e culpa minha se você ficou chapadão no sangue de demônio e trouxe o apocalipse e quem disse que eu não tentei te tirar do inferno? eu tentei, mas quando eu estava no inferno você ficou com a Ruby e afogando as magoas no sangue de um demônio com más intenções Beck, e sabe o que você fez me deixou queimando no fogo do inferno.
Sam: E? e você não disse sim a Miguel.
Dean: Eu não sou uma camisinha não, e essa guerra era sua.
Eu: Tudo bem meninos, eu não sei mais o que fazer Doutor - fingi choro -
Doutor: Eu quero que eles finquem em segurança por isso vou deixa-lo em observação.
Eu: Eu posso acompanhar o tratamento?
Doutor: Eu acho.. - mostrei a identidade - sim, pode.
Eu: Muito obrigada doutor. - me levantei. -
Fiquei a doutora que iria cuidar dos meninos e entrei na sala pra ver o exame que seria ser feito e quando ela disse que iria pra eles tirarem as calças e colocou as luvas eu ri igual uma idiota e sai da sala onde fiquei conversando com o Dean sobre as mortes, assim que o Sam saiu e eu e o Dean reparamos no jeito que ele saiu, todo duro, rimos demais na cara dele, mas paramos quando nos pediram silêncio, o Dean olhou pra um paciente e foi até a mesa dele.
Dean: Scott.
Scott: Sam, Dean, e quem e essa mocinha - eu me apresentei - sentem, sentem, então eu não sei bem o que está acontecendo mas as morte que aconteceram aqui essa semana com certeza me deixaram bem assustado, e eu poderia cuidar sozinhos disso se não estivesse tão louco quanto estou agora mas o remédios estão me deixando viciado. - eu olhei pro Sam. - o hospital teve algumas mortes nos últimos e todos os médicos dizem que foram suicido, mas eu conheço esse lugar e sei que não há nada afiado e que possa machucar nos quartos, e porque elas cometeriam suicídios?
Eu: Porque talvez elas estão em uma clinica psiquiátrica, não e o tipo de lugar que uma pessoa gostaria de estar, mas se não há nada que corte como e que estão matando?
Scott: Eu não sei, eu só sei que se não tivesse coisa errada nesse hospital eu não chamaria vocês.
Eu: Você viu os corpos?
Scott: Não, eu não mexo mais com gente morta.
Eu: Sabia que você e um cara muito louco, tipo muito. - o Dean pisou no meu pé - no sentido bom. - sorri -
Doutor: Beck, Paul, estão se enturmando, por que vocês e a senhorita Carter não se juntam ou grupo assim pode dizer o que enfrentaram com a vida e enfrentar seus medos e lidaram com os problemas.
Eu: E uma ótima ideia, mas eu não sou.. - Sam me interrompeu.-
Sam: Claro, seria ótimo.
Doutor: Então vamos. - ele parou o Dean - Mas Paul, você não, um tempo longe de seu irmão.
Dean: Maravilha.
Eu: Sam, eu vou ficar com o Dean, você está mais protegido perto do doutor, então..
Sam: Claro.
Eu deixei ele ir e depois fui até a cafeteria e comprei o Dean e quando voltei ele estava sentado na mesa, fiquei observando ele, depois percebi que os cadastros dele tinham chegado na recepção e vi a doenças que eles tinham que por sinal não dizia nada apenas que eram malucos e que talvez não iriam sair tão cedo, logo o Sam saiu da sala de terapia e me perguntou onde estava o Dean e eu apontei a ele, os dois vieram até a minha e caminhamos pelos corredores.
Sam: Parece que o Luke meu companheiro de terapia viu as mortes que aconteceram aqui, e parece que o doutor não gosta quando falam sobre o monstros que há dentro da clinica.
Eu: Então não são suicídios.
Sam: Nunca foi.
Eu: Vou falar com o Doutor, fiquem longe de problemas enquanto isso.
Eu fui falar com o Doutor e ele disse que não sabia porque os pacientes estão se matando e quando voltei o Dean avisou que Luke estava morto e eles foram ver o corpo do cara a noite, eu fiquei sentada no corredor de frente pras portas onde eles estavam, quando deu meia-noite eu avisei que já poderiam sair, depois a enfermeira veio com os dois pro quarto e eu pedi um tempo pra falar com o Sam.
Sam: A criatura seja lá qual for, suga o cérebro até ressecar e depois faz com que a morte pareça suicídio.
Eu: Alguma ideia de como seja?
Sam: Tenho, Scott disse que talvez seja uma aparição.
Eu: Mas o cara e doido Sam, não há como confiar.
Sam: Ok, uma aparição pode abrir seu crânio e beber todo seu liquido cerebral, e se você tocar a aparição com metal a pele dela racha e ela se passa por humana e o espelho pode refletir sua verdadeira imagem.
Eu: Eu tenho meus palpites.
Sam: O Dean vai ficar de olho nos espelhos.
Eu: E eu vou falar com as pessoas.
Sam: Não tem como, esse lugar e perfeito pra uma aparição caçar, não a como você contar pra alguém se ser julgado como louco.
Eu: Eu não sou um paciente Sam, não aqui.
Eles foram dormir, e eu fiquei de vigia no corredor, olhando quem passava e vendo quem era a aparição, logo que amanheceu o Dean ficou no corredor vendo as pessoas enquanto, assim que escureceu o Sam de meu um espátula de metal afiadas, reuniu eu, Dean ele e o Scott e uma menina veio na direção do Dean.
Dean: Por favor não me beija, por favor hoje não. -
Ela trocou a direção e beijou o Sam, e eu fiquei rindo da cara do Dean.
Menina: Não ele e mais lindo, forte e mais alto.
Eu: Toma. - ri -
Dean: Eu vou ficar com os enfermeiros de plantão e o Sam os seguranças, Scott e a SeuNome vão cortar o pescoço do chefe.
Eu: Beleza, eu sempre me ferro, mas eu não posso se quiserem que eu continue então eu fico com o seguranças e o Sam com o chefe.
Scott: Eu não posso, eu parei de caçar eu só não posso, desculpa eu não vou continuar - foi embora. -
Eu: Vai com deus, somos só nos três então.
Eu fiquei vigiando os seguranças e eles estavam sentados na cadeira dormindo, depois fui pra outra porta e subi de volta quando vi o Sam em cima do doutor e corri pra tirar eles.
Eu: Não Sam, olha o braço - peguei a espátula -
O Doutor chamou os médicos e levaram o Sam a força pro quarto, eu não pude fazer nada e deixei que levasse, e os médicos doparam ele, o Dean foi falar com ele e quando voltou disse que o Sam estava ficando louco e a gente se separou pra procurar a coisa e eu não achei ninguém e assim que voltei ao corredor o doutor me chamou a sala e eu fui.
Eu: O que houve?
Doutor: Paul, disseram que ele foi visto falando sozinho.
Eu: Ele não e disso.
Doutor: Pois e, se não fosse algo serio eu não a chamaria, agora ele está no quarto, já deram os medicamentos a ele e agora está bem.
Eu: Já notou o quanto o senhor tá louco, olha porque eu vou dizer, mais louco e o dono dessa espelunca aqui, porque se você não reparou que o que deixa os paciente loucos são os remédios que dão a eles? o Sam estava ótimo até entrar aqui.
Doutor: Ele disse que cometeu o apocalipse me diz isso e normal?
Eu: Eu não ligo pro quão doido isso e, mas lá no inferno quem sabe um dia quando você estiver lá você se lembre de tudo que tá acontecendo aqui e talvez o próprio diabo diga a você que deveria ter acreditado na gente.
Doutor: Eu vou pedir pra que levem você pro quarto - pegou o telefone e eu o quebrei -
Eu: Não me julgue de ser louca, ou eu o prendo por falsa acusação. - sai da sala -
Eu fui pra sala de estar e vi o Sam lutando com o vento e depois os médicos agarraram ele e o levaram, o Dean estava sentado apavorado e eu não sabia o que eram, eu tentei falar com ele mas não quis falar comigo eu fiquei olhando pra ele sem saber o que fazer.
Eu: Péssima ideia quando pediram pra mim colocarem vocês dentro desse hospício, agora vocês estão realmente loucos.
Dean: Lute com a aparição.
Eu: Não eu nem sei quem e a aparição Dean, eu só quero saber o que fez vocês ficarem assim, porque eu não estou maluca.
Dean: E isso.. a pista e a loucura (SeuNome) e a loucura
Eu: Você e o Sam piraram no mesmo dia, o que e estranho porque eu não pirei, e essa aparição além de se alimentar de gente louca ela também deixa elas malucas?
Dean: Não sei.
Eu: Aquela menina beijou o Sam, e você disse que não queria, ela beijou você também?
Dean: Beijou.
Eu: Vem - puxei o braço dele - Scott, - entrei no quarto - precisamos da sua ajuda.
Scott: Eu não posso ajudar.
Eu: Pode vem maluco - peguei o braço dele - onde fica o quarto da menina?
Ele não me respondeu e eu escutei um grito, a gente correu pro quarto e quando chegamos a enfermeira que cuidou dos meninos no inicio de tudo estava lá, eu olhei pro espelho eu vi a aparição e o Dean pegou meu braço.
Dean: Ah meu deus isso e realmente verdade.
Enfermeira: Sim.
Eu: Eu deveria saber desde de que pisei aqui, porque pra mim aparecia de boa moça não e nada.
Enfermeira: Então porque não me matou antes -
Ela me pegou pela roupa e me jogou pela janela me fazendo bater com a cabeça, quando acordei estava no quarto deitada e a porta estava aberta, eu sai e fui até o quarto dos meninos e peguei a chave do carro deles, abri a mala e peguei a estaca de metal que eles tinha e entrei pelos fundos, assim que entrei no sala devolvi a chave e fui atrás da aparição e lembrei do quarto onde o Sam estava e quando cheguei ela gritando no chão pois o Dean quebrou a garra dela.
Eu: Esqueci de dizer uma coisa, eu nunca vou deixar que você toque em mim, se eu não te conhecer muito bem antes. - enfiei a estaca no pescoço dela -
Dean: Você viu? eu quebrei a garra dela.
Sam: Eu não to mais louco.
Eu: Nunca mais me peça pra que eu os coloque dentro de um hospício, vamos ir embora, antes que peguem vocês. - soltei o Sam -
Pegamos as coisas e saímos correndo pelos fundos e eu joguei a estaca fora entramos no carro e voltamos pra casa do Bobby e assim que chegamos o Dean pegou uma cerveja e bebeu e eu fui dormir.





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